Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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Lago Drakhale

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Lago Drakhale

Mensagem por Danorum em Seg 28 Abr 2014 - 19:25




Lago Drakhale







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Re: Lago Drakhale

Mensagem por Kwon Minji em Ter 29 Abr 2014 - 19:18

Aproveitando a vida
em uma boia-poltrona.



Björn parecia estar dotado de alguma doença mental, já que carregava uma boia que mais parecia uma poltrona e vestia somente um calção de banho florido - mostrando orgulhosamente suas estrias, rugas, e tudo o que um velho de setenta e cinco anos tem -, enquanto rumava para o lago perto da casa de inverno. Molhando os pés na água gelada do lago, o velho senhor logo afundou vagarosamente na água e, assim que o nível desta foi até sua cintura, o patriarca ergueu-se, sentando-se na boia-poltrona e deixando que a água calma o flutuasse.

Oras, aquela era uma atividade que nem mesmo a idade poderia fazer Björn parar de fazê-la. Ficar somente sentado em uma boia, fingindo que era um daqueles trouxas que estavam bem da vida enquanto olhava para a natureza que cercava a casa de inverno dos Drakhale. Depois de um bom tempo, o velho pôde ver uma figura bem conhecida de si: Fredericksen, seu filho mais velho, se aproximava das águas cálidas do lago. O patriarca revirou os olhos, provavelmente esperando toda a bronca que o garoto o daria. "Ah... Porque o senhor é velho! Não pode ficar fazendo esse tipo de coisa no lago! O senhor pode se machucar." e mais ladainhas que nunca conseguiram entrar na cabeça do senhor. Mesmo assim, resolveu dar uma de moço cavalheiro e, com um feitiço de locomoção, se guiou para perto da margem.

- Como você está, caro filho que quase não fala comigo, assim como suas irmãs? - disse em tom brincalhão. - Seu trabalho de editor-chefe não o deixa relaxar da mesma forma que o velhaco que fala consigo?


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Re: Lago Drakhale

Mensagem por Fredericksen C. Drakhale em Qui 1 Maio 2014 - 0:22

Dad?
-Ergui meu corpo de minha confortável cadeira em meu escritório, localizado na Sede do profeta Diário e organizei meus pertences. Cansado e demasiado faminto, guiei meu corpo exausto até a lareira. Com o auxílio de uma pequena quantidade de Flu, adentrei à lareira e não tardou para que eu estivesse em meu silencioso e aconchegante quarto na Dinamarca.

Assim que desembarque, pude perceber que Fionna não estava por ali. Certamente, havia saído para comprar algo, ou se encontrar com uma de suas amigas. Enfim. Me dirigindo até meu simplório banheiro, me banhei ligeiramente. Pretendia conversar com meu pai. De algum modo, mal nos víamos, mesmo que moremos em uma mesma residência, o que é bastante incomum. Assim que me vesti, me calcei e penteei meus rebeldes cabelos, desci a longa escadaria, até finalmente chegar ao térreo. Procurei-o em todos os cantos, até mesmo na sacada –local onde costuma ler-, mas em nenhum desses locais pude encontrar meu progenitor. Sendo assim, deixei o conforto e o calor da Casa de Inverno, indo à procura do velho pelos terrenos.

Ao vislumbrar a área externa, uma rajada fria de vento bateu em meu rosto. Onde será que ele estava, e o que estaria fazendo nesse frio? Mesmo com minhas dúvidas, caminhei lentamente pelo gramada bem tratado do local. O grande e belíssimo Lago Drakhale era visível do local ao qual me encontrava. Observando mais atentamente as margens do mesmo, pude perceber um ponto colorido. Mesmo que ainda me encontrasse numa distância considerável das águas escuras, aquilo me parecia semelhante à uma bóia, com cores fortes e vivas. Seria possível...? Não, claro que não! O frio estava amedrontador! Mais agitado, dessa vez, caminhei velozmente pelo local e desci a pequena, feita com alguns quadrados de alicerce, até finalmente chegar às margens do lago –onde possuímos alguns bancos e um gramado-.

-Pai? – Chamei. – Oh meu Merlin! O que está fazendo aí, pai? Está congelando! Por Morgana! Björn, saia daí, irá pegar um resfriado daqueles! – Irritadiço e curioso, o velhaco sacou sua varinha e com o auxílio de um simples feitiço, sua poltrona/bóia deslizou calmamente pelas águas geladas que refletiam o céu nublado. Em um comentário irônico, o homem rebateu as reclamações do filho.

-O que está fazendo aqui? – Sua preocupação passava dos limites, mas esse era o papel de um bom filho! –Pode se machucar...ou ficar adoentado! – Franzia o cenho e movimentava as mãos enquanto dialogava. –Podemos voltar? Ou...pelas madeixas de Morgana, o senhor poderia se vestir? Eu queria conversar, ou...fazer alguma coisa que pais e filhos fazem. – Atendendo às  minhas súplicas , o homem concordou em seu retirar do lago. Vestiu-se defronte à um dos bancos e se sentou ao mesmo, esperando com que eu prosseguisse. Sendo assim, me assentei ao seu lado. – Eu...não sei o que pais e filhos fazem.
 
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Re: Lago Drakhale

Mensagem por Kwon Minji em Qui 1 Maio 2014 - 17:39

Aproveitando a vida
sem a boia-poltrona



Björn, relutante, usou a varinha para chegar até a margem e saiu do lago. Mentalmente, reclamava de que não era tão velho assim para aproveitar a vida com suas estrias poluindo a imagem mental dos animais que provavelmente estariam ali perto. Retirou-se da água com a boia e rumou para perto do filho, exibindo o seu corpinho de setenta e cinco anos para todos que (não) quisessem ver.

- Não tem como conjurar roupas do nada, querido filho. Desculpe, mas você vai ter de aguentar seu velho um tanto pelado demais para a sua idade. - falou, rindo logo após. - Ah... Às vezes, eu penso comigo, é legal ser velho. Você pode fazer piadinhas que os mais novos não podem, embora a disposição não seja a mesma.

Rumou para um dos bancos de madeira que estavam perto da margem, deixando a terra um tanto úmida enquanto passava. Sentou-se e viu o filho sentar-se ao seu lado, expondo um lado que raramente o pai via. O velho olhou para o céu azulado de uma primavera esplêndida. Fazia tempo que se sentia tão calmo. Tão sereno como a brisa que passava. Fazia muito mais tempo que se sentia tão feliz consigo mesmo.

- Ei, pais e filhos não fazem nada demais, Fred. - falou, olhando atentamente uma nuvem. - Eles só... São amigos, acredito. Você sabe que não tive exatamente um pai para poder dividir isso. - virou-se para o filho. - E olha como estou. Claro que talvez eu não seja como o pai que você queria que eu fosse. Mas, se tem uma coisa que o tempo me ensinou, filho, é que ninguém nunca vai ser como você, ou eu, pensamos que é pra ser.

Deu um aperto no ombro do mais novo e sorriu, embora o que basicamente era notado de sua face eram suas rugas acentuadas. Então, levantou-se abruptamente do banco.

- Não se preocupe com minha saúde, filho. Em vez disso, que tal dar um mergulho no lago? Ou você vai mesmo querer que eu exiba toda minha glória de velhaco para todos que quiserem ver, inclusive o elfo?


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Re: Lago Drakhale

Mensagem por Fredericksen C. Drakhale em Sab 3 Maio 2014 - 22:57

Insensatez
A situação, outrora descontraída, tornara-se agora um tanto quanto melancólica. Sentados, ali, nós dois mantínhamos um ar pesado. É notório que nunca fomos tão próximos quanto deveríamos ser, porém, Björn sempre fora um pai presente e atencioso. Portanto, o modo como a conversa se sucedera é totalmente inválida.

A explicação de papai fora rápida, porém facilmente entendida e assimilada. Ele foi direto ao ponto, sem delongas. Mesmo que simples e improvisada, se mostrou o suficiente. Com as mãos enrugadas sobre meu ombro, lancei-o um breve sorriso, ainda um pouco retraído com o momento temperamental. Após isso, veio então um convite.

-Mas...eu vou congelar. – Friento como só eu, certamente não iria aguentar por muito tempo. – Não sei não, pai. Eu não posso ficar doente! Tenho que trabalhar. – Na verdade, nem o mesmo o velho deveria estar por ali, seminu, numa temperatura de quase oito graus.

Novamente, ao fitar os olhinhos esperançosos dele, não resisti e cedi.

-Tudo bem...mas se eu ficar resfriado, o senhor terá como obrigação levar chazinho e sopa quente pra mim na cama. – Bufei e me levantei. A simples menção se me despir me provocava arrepios na espinha. Certamente iria morrer de hipotermia, mas, quem liga? Só tenho dois filhos e uma esposa! Além de um emprego fixo. Bobagem.

Com as pernas e o tronco nus, eu e Björn caminhamos em passos cauteloso –visando, além de um resfriado, não contrairmos hematomas provenientes de um tombo-, até finalmente pisarmos na água gélida do Lago Drakhale. Primeiro introduzi o dedão. Um tremor incessante me acarretou. –Oh, Morgana.- Murmurei, tremendo o queixo. Ao olhar pro lado, vi que Björn nem mesmo se esforçara para se enfiar na água fria, já que usava como auxílio a sua poltrona –que era realmente útil-,para se sobrepor sem esforços. Assim que decidia voltar para o local seco e seguro, pisei em falso em uma poço de lama e acabei me desequilibrando. Resultado? Cai em cheio na água. Já molhado e morrendo de frio, não fazia sentido dar para trás.

Sendo assim, mergulhei nas águas, após caminhar mais um pouco sobre o raso. A frieza do lago quase feria meu rosto, mas tentei relevar, fazendo com que minha imaginação me deixasse no mínimo absorto. Ao submergir, notei meu pai relaxado e seco em sua bóia-poltrona. Não era justo!

-Disse que não era para me preocupar com a sua saúde, né? – Em braçadas longas, nadei até o velhaco. – Pois bem, vamos nos adoentar juntos. – Desse modo, mergulhei mais uma vez e empurrei, debaixo d’água, a base da bóia, que virou, fazendo com que Björn caísse na água. Ainda em sorrisos largos, nadei até ele joguei mais água em seu rosto, para contribuir com a doença. – Satisfeito, Senhor Drakhale? – O irritei ainda mais.

[...]

Já cansados de toda aquela brincadeira, nadamos de volta à terra firme. Em passos rápidos –quase correndo- os dois partiram, rumando logo para a mansão. O frio agora estava ainda mais aterrorizante. Encharcados até os ossos, um pequeno floco de neve caiu nos cabelos brancos de Björn. Chá e sopa seriam só o começo.

 
Com Björn no Lago
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