Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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Ano: 2019
Mês: Dezembro
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Edição XVI

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Edição XVI

Mensagem por Tétis em Sab 1 Nov 2014 - 17:21
















Noite de desespero

Na noite anterior o Mundo Mágico parou para prestigiar o evento sem dúvidas mais importante do ano. Vossa Magicidade, o Ministro da Magia Ronald Bringstrow promoveu um baile de máscaras, baile esse que teve como cede as dependências Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. O festejo, por si só, fora um verdadeiro sucesso, segundo às belas palavras do Sr. Bringstrow, a ideia surgiu após a necessidade de estabelecer novas alianças com os Governos Mágicos de diversos países, o que de fato ocorreu após a cerimônia.

Entrementes, o desfecho se tornara realmente preocupante. A Irmandade das Trevas decidiu surpreender todos e chamar a atenção de toda a sociedade bruxa para o que já vinha acontecido por debaixo de nossos narizes há éons. Como se não fosse suficiente erguer sociedades com comemoração e festa noite a dentro, o Ministro da Farra não poupou esforços para sua tão conhecida discrição, agiu como um gigantesco sinalizador, atraindo todo o tipo de presença indesejável. Agora eu lhe questiono, não teria sido mais benéfico uma simples cerimônia, sem extravagâncias, onde suas alianças seriam propostas sem alvoroço?

O ocorrido pode ser facilmente comparado com A Noite das Garrafadas, acontecimento trouxa marcado por uma grande festa que se tornou um verdadeiro fiasco, por assim dizer. Ronald daria um belo Dom Pedro, irresponsável e inconsequente, poderia arruinar a súbita paz que enfim resolveu reinar na Grã-Bretanha e auxiliar os Comensais a ceifar centenas das vidas presentes no baile.

O único momento merecedor de elogios fora a bela ideia dos braceletes distribuídos no início do evento, o Ministério da Magia desenvolveu esse acessório para precaver os presentes, o que acabou sendo um tanto quanto útil. Em sinal de ameaça, a pulseira agia como uma Chave de Portal, transportando os bruxos diretamente para a cede do Ministério da Magia Britânico, onde viam-se protegidos pelos aurores e pela forte barreira mágica que envolve todo o local.

Por tocar no assunto, testemunhas oculares informaram à equipe do Profeta Diário que o Auror-Chefe, Jon Hugh teve a mão amputada após confronto direto com um dos comensais da morte. Então uma dúvida surge, com o tamanho aglomerado de bruxos, porque só uma pessoa encarregada pela segurança? Mais um ponto para a irresponsabilidade do nosso representante. Além disso, muitos dos convidados eram, nada mais, nada menos, que estudantes de nossa Hogwarts e de escolas estrangeiras. Jovens. Jovens que passaram por um grande e inegável trauma. Em entrevista, a Senhorita Katrina Bringstrow nos conta com exclusividade algumas partes da tragédia.

Profeta Diário: Boa tarde, Srta. Bringstrow.

Katrina Bringstrow: Boa tarde, Fredorentoksen... Digo... Senhor Darkhale.

Profeta Diário: Hãn, será que poderia nos contar como se sentiu ao meio de tanto temor e exasperação aglomerada? Claro, se não lhe for íntimo demais.

Katrina Bringstrow: Estava aflita, sabe aquele branco que dá na hora do pânico? Pois então... Travei! Não sabia o que fazer, éramos três, passamos para dois, e no fim nos safamos, mas por pouco. Ryan só pronunciava feitiços com a fala fácil e eu buscava na memória um feitiço que me fosse mais útil, mas não encontrava, até que me dava uma luz e rezava para que Ryan acertasse o próximo feitiço que precisava. Essa foi a hora de mais tensão, a partir do momento em que um de nós ficou perdido no escuro e demos de cara com duas criaturas, e então parecia que eu recebi uma amnésia injetada.

Profeta Diário: Onde tudo ocorreu? Ainda nas dependências do castelo?

Katrina Bringstrow: Sim...creio... Não sei... O medo, a adrenalina que era bombeada em meu corpo não permitiu que eu prestasse atenção no local.

Profeta Diário: A Senhorita acha que tem um responsável por te por em situação de tão alto risco?

Katrina Bringstrow: Bom, talvez meu tio, o Ministro, tenha uma parcelazinha de culpa nisso tudo, mas não posso culpá-lo por tudo num conjunto.

Profeta Diário: Se vê totalmente recuperada ou ainda abalada?

Katrina Bringstrow: Bom, eu voltei para a festa e cantei toda feliz do mundo minha música preferida e que mais me define.... mas mesmo assim, tenho alguns pesadelos com aquela noite... quando estou acordada, pode-se dizer que eu estou totalmente recuperada, mas não me bote para dormir, senão, parece que pessoas estão me espancando, pois acordo com meus próprios gritos.

Profeta Diário: Eu sinto muito, Katrina. Enfim, a equipe do PD agradece pela colaboração e vos desejamos as sinceras melhoras. Obrigado.

Katrina Bringstrow: Eu quem agradeço, admiro o trabalho dos jornalistas, e é por isso que em oportunidades futuras tentarei um estágio com a equipe. Não me odeie tio Fedorentoksen.

Levando em consideração a falta de profissionalismo e dedicação para com a sociedade bruxa do Ministro da Magia Ronald Bringstrow, e a infindável ameaça da Irmandade das Trevas, tudo acabara bem. Esperamos piamente que Vossa Magicidade desenvolva ótimos recursos para extinguir esse perigo que há tanto açoita os nossos corações e o temor frequente acerca do futuro da próxima geração.

É com grande pesar por um Governo tão desestruturado que me despeço de você, leitor do seu fiel Profeta Diário.


Por:Fredericksen C. Drakhale






Conturbada Infância

O debate sobre os antigos e clássicos métodos de punição a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, trouxe à tona prática antigas que, infelizmente, são utilizadas como forma de educação por muitas das antigas e nobres famílias atuais da Inglaterra.

Com os olhos perdidos em uma expressão distante, talvez em busca de uma vida mais alegre e feliz, Luke Bringstrow não deixa que as marcas da traumatizada infância escorra-lhe pela face na forma de sofridas lágrimas a frente de todos. Aguentando sozinho o sofrimento de uma árdua infância, digamos assim, Sr. Luke nega veementemente sua rígida educação com o medo de piores castigos inflingidos  a sua frágil integridade física enquanto a traumatizada expressão de seus olhos falam o que realmente ocorre em sua lúgubre vida.

O fato é que o trauma de infância do grifinório perante sua forte e dura educação nos faz pensar sobre a validade de instituir os castigos físicos e mentais a alunos de Hogwarts. Formaremos homens de bens ou bruxos traumatizados? Talvez seja uma pergunta que só a experiência nos trará solução.

Por: John Carrera







Torturadores ou Monitores?

Na onda da volta dos métodos inquisitivos como punição para os alunos 'rebeldes' em Hogwarts, várias histórias escondidas agora surgem às claras provando que tais castigos na verdade nunca deixaram por completo nossa educação. Algumas ditas 'pessoas responsáveis' e famílias de nome, ainda hoje se utilizam de tais métodos no seu cotidiano.

Não foi surpresa quando descobrimos que uma certa Monitora Chefe da Corvinal de Hogwarts, o nome decidimos respeitar para que a aluna não sofra represálias, vem utilizando azarações e até mesmo maldições imperdoáveis para 'Pôr na linha' os calouros da escola.

Proveniente de uma famosa linhagem bruxa, onde membros despontaram como Diretores e Ministros das instituições bruxas mais importante, a Senhorita Monitora parece sentir prazer em oprimir os fracos e indefesos, como dizem testemunhas e nos questionamos onde, quando e com quem a jovem monitora aprendeu a arte da crueldade e o que será dos pequenos e novatos alunos quando as torturas forem definitivamente liberada como forma de punição educativa.

Por: Bettle Bebbleblox








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