Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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A casa do terror

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A casa do terror

Mensagem por Tétis em Seg 23 Mar 2015 - 21:55

A casa do terror







A casa do Terror é famosa por ter pertencido a uma bruxa queimada na época da Caça as Bruxas. A bruxa em questão jurou que viveria para sempre naquela casa, amaldiçoando o local e não deixando ninguém que entrasse sair. Parece que a sua jura de morte se tornou um feitiço e desde então toda pessoa que tentava demolir a casa fazia o serviço em vão, pois no dia seguinte ela aparecia de pé. Os trouxas, sem saber o que fazer, apenas interditaram.

Entretanto, quando o Cool Zone saiu pelo mundo, resolveu dar seus toques a casa e, em um trato com o "espirito" de maldade da bruxa, agora eles levam a casa para seus espetáculos.

O objetivo aqui é: adentrar na casa e sair da mesma com todos seus membros. Ou pelo menos vivo...

Ps: Ao sair do circo você recebe 5 Ticket's
Se você for responsável por salvar todos você exclusivamente receberá 10 Ticket's
Boa performance.
Ps²: Quando o título do tópico tiver verde estará livre, quando tiver vermelho estará ocupado. O número máximo de jogadores por vez é 5


Thanks Maay From TPO.
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Re: A casa do terror

Mensagem por Gabriel Stark Wulfgard em Dom 29 Mar 2015 - 20:54

Cool Zone





Desde a morte de nossos pais, foram raras as vezes em que eu e Oliver demos as caras em algum lugar público. Estávamos, realmente, distantes, inclusive, um do outro, mais por minha vontade de reclusão do que por qualquer outra coisa. Nos raros momentos em que nos encontrávamos sob o mesmo aposento, Oliver me instruía e treinava, visto a necessidade que se tornara meu fortalecimento como bruxo. Entretanto, o início do novo ano letivo se aproximava, e era preciso sair um pouco ao ar livre e fugir, nem que fosse por um breve momento, do ambiente frio de nossa casa. Um novo hábito que eu ganhara, naqueles últimos meses subsequentes à tragédia, era de acompanhar, diariamente, as notícias do mundo bruxo, entregues ao nosso conhecimento nas edições do The Daily Prophet. Naquele dia em especial, chamou-me a atenção a imagem de um parque de diversões, aparentemente abandonado, com um nome que combinava bastante com o local. Não demorei a baixar os olhos para a notícia em si, lendo-a palavra por palavra. "Misto de parque de diversões com cidade fantasma...", aquilo parecia divertido. Era bem o tipo de lugar que costumava me atrair, até eu começar a me afastar de tudo.
Naquele momento, ouvi a porta de casa bater. Dobrei o jornal e desci as escadas, pondo-me ao encontro de Oliver, que chegava em casa no horário costumeiro.

- Veja só. - falei, sem cerimônias, empurrando o jornal contra seu peito. - Acredito que seja uma boa ideia de passeio, para fingirmos novamente que somos bruxos normais. Além do mais, preciso respirar um pouco antes das aulas começarem.

Na notícia, não dizia nada sobre quanto tempo o tal parque ficaria em território britânico, portanto resolvemos ir logo naquele dia, mas apenas algumas horas mais tarde. Resolvi arrumar meu quarto, coisa que há dias eu não me preocupava em fazer, e sentei junto à janela, enquanto esperava a hora marcada chegar. Como estariam nossos tios? Desde que nós havíamos decidido morar sozinhos, longe das ameaças que assombravam nossa família e nos tiraram aqueles que mais amávamos, pouco contato eu tivera com nossos familiares. "Será melhor e mais seguro para a gente, pelo menos por enquanto", dissera Oliver. E eu confiara. Aliás, sempre havia confiado muito em meu irmão, mesmo que talvez ele não soubesse daquilo, e que meu afastamento pessoal era apenas algo que eu julgava necessário para me tornar um bruxo menos distraído e mais preparado para o que pudesse vir a acontecer. Perdido em pensamentos, despertei novamente ao ouvir a batida de meu irmão na porta. Levantei-me, já pronto, e saí do quarto, batendo a porta e seguindo Oliver até o lado de fora.

Caminhávamos calmamente, sempre em alerta, e então demos de cara com a entrada do parque. Diferente da aparência que havia na imagem, o lugar havia recebido alguns "retoques", e a aparência moribunda dera lugar a algo digno de elogios.

- Vamos lá? Não vá desistir agora. - disse Oliver, dando um leve sorriso, e me fazendo lembrar da pessoa divertida que meu irmão sempre fora, quando éramos mais próximos como família.

- Que ideia é essa? Siga em frente. - respondi, esboçando também uma expressão mais descontraída, e me dirigindo à entrada.

Lá dentro, um grande número de bruxos, em famílias repletas de crianças divertiam-se com diferentes jogos disponíveis. Porém, minha atenção voltou-se para uma casa, um pouco distante, e que tinha um clima um tanto sombrio em si.

- Que tal? Parece divertido. - convidei. Oliver apenas me olhou e acenou a cabeça, positivamente.

Havia um funcionário do parque perto da casa, então, quando nos foi dado o aval, adentramos o local, e um frio imediato me pegou de surpresa, arrepiando meu corpo.




Credits @


Última edição por Gabriel Wolfchild em Seg 30 Mar 2015 - 2:34, editado 1 vez(es)
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Re: A casa do terror

Mensagem por Miles K. Cartwright em Dom 29 Mar 2015 - 22:00


Tentando ser normais



A morte de nossos pais ainda era uma coisa que me assombrava bastante, porem uma coisa que eu não poderia demonstrar para meu irmão Gabriel era fraqueza, eu e ele não eramos mais uma família que nem antes, trocávamos meia duzia de palavras no máximo. Depois do tal acontecimento notei que Gabriel havia se afastado das coisas que ele gostava, ele apenas ficava trancado em casa, talvez aquilo fosse medo ou apenas um momento de sua adolescência.

Eu estava voltando pra casa em meu horário habitual, sempre olhando para os lados com receio de algo aparecer. Chego em casa batendo forte a porta como de costume para Gabriel saber que cheguei, escuto o barulho de meu irmão descendo as escadas uma coisa que não era muito comum o vejo na minha frente com um meio sorriso colocando um jornal em meu peito, logo leio o quê estava escrito. Era uma noticia sobre um parque que tinha chego na cidade, logo respondo o comentário dele - Quem diria, você me convidando para dar uma voltinha - sorrio para ele.

Como eu e ele havíamos notado, na noticia não estava escrito quando tempo o parque ficaria na cidade então sem perder tempo resolvemos ir no mesmo dia porem mais tarde. Fui tomar meu costumeiro e demorado banho, rapidamente coloquei minhas roupas e bati sem pressa na porta de Gabriel lhe dando um sinal que estava na hora de ir.

Eu e meu irmão como sempre bem atentos caminhávamos lentamente até o local do parque, o lugar era realmente mais apresentavel do que na imagem que havíamos visto no jornal. - Vamos lá? Não vá desistir agora - digo a meu irmão que parecia estar um pouco assustado com o lugar. Ele logo me falou com um sorriso que eu não via a tempos - Que ideia é essa? Siga em frente. -

Adentramos o lugar que estava cheio de famílias, bruxos e etc. Isso era uma coisa que me deixava triste pelo fato de não pode estar compartilhando a alegria de estar me divertindo com Gabriel. Meu irmãozinho como sempre observador achou um lugar que parecia lhe divertir, logo com a autorização do funcionário do parque, adentramos o local.


Thanks Fran
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Re: A casa do terror

Mensagem por Aaron Bringstrow Kershaw em Seg 30 Mar 2015 - 0:08

Lucy
"O Circo Assombrado"
A
inda estava indignada com Noah por sua atitude petulante ao trazer o menino Drakhale quando esta o convidara, e somente a ele, para o circo!
Quando percebeu, já adentrava a próxima atração sem nem mesmo ter refletido antes sobre esta, havia entrado na casa amaldiçoada, lembrava-se de lendas que ouvira na infância, poucos saiam vivos daquela casa assombrosa.
Não devia ter entrado, mas já que estava ali, permaneceria. Um velho sentimento de coragem e aventura, por entrar na casa que fora muitas vezes proibida quando menina, fez seu sangue correr mais rápido. Após seu terceiro ano deixara de ser ela mesma - abandonara suas travessuras e modos agitados de grifinória para tornar-se uma mulher direita, ou o que ela achava ter se tornado, substituindo a vassoura veloz por sapatos de salto e cabelos impecáveis. Talvez... Apenas talvez, era hora de ela libertar-se um pouco.
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Re: A casa do terror

Mensagem por Ágatha Drinn Connington em Sex 3 Abr 2015 - 14:48

olá, terror

Ser corajoso não significa não ter medo de nada, mas sim ter garra suficiente para enfrentar  e vencer seus medos.
Á
gatha vivia num dilema constante. Formada em Hogwarts há não muito tempo ainda não havia decidido que rumo tomar de sua vida, e esse pensamento vinha a atormentando nos últimos dias. Vivia acompanhando as noticias de emprego no mundo bruxo através do Profeta Diário, mas nada atraia sua atenção. Ao menos nada que envolvesse um trabalho..

Sua atenção foi atraída pela noticia sobre a volta de um parque assombrado, e, mesmo sabendo o quão medrosa era, decidiu que iria nesse parque. Ver gente nova, socializar um pouco.. Estava precisando disso. ”Quem sabe não consigo um emprego como monstro para assustar as criancinhas?” – divagava com um sorriso torto nos lábios. Largou de repente o jornal, pegou sua varinha e alguns galeões caso precisasse e saiu rumo a mais nova atração bruxa.

Lá chegando avistou de primeira a tenda do palhaço, e decidiu passar bem longe. Nunca fora fã de palhaços, aquelas criaturas risonhas e extravagantes a assustava demais, então acompanhou um grupo de pessoas que seguia até uma casa horripilante. ”Talvez lá não tenha palhaços..” – pensava inocentemente a garota, sem saber a escolha perigosa que estava fazendo.
Subiu todas aquelas escadas, e cada vez mais perto da porta mais seu coração parecia acelerar. O escuro do local a estava fazendo querer voltar, mas não queria desistir na frente de todo mundo ali, muito menos ter que lidar com palhaços. Parou nos últimos degraus e encarou a porta. Encostou naquela maçaneta gelada e sentiu aquele frio percorrer todo seu corpo enquanto abria a porta e entrava naquela casa sinistra.
casa do terror, com desconhecidos, o que estou fazendo aqui?!
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Re: A casa do terror

Mensagem por Noah Brussel Lancaster em Seg 6 Abr 2015 - 20:24



just a shot in the dark


Pela segunda noite seguida, encontrava-se no circo. Conversara com Frida, sua funcionária que o convidara e lhe pagara um sorvete antes de afastar-se da tenda do palhaço e caminhar sem destino certo pelo local.
- Ei! - ele chamou a mulher loira que abria a porta da casa do terror. - Eu sou Noah. - disse com um sorriso, ao aproximar-se dela, estendendo a mão.
Não, ele não estava bêbado ou qualquer suposição que poderia ser tomada, ele estava apenas entediado e queria conhecer a estranha que tentava aproveitar as atrações do parque.

valeu @ carol!


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Re: A casa do terror

Mensagem por Ágatha Drinn Connington em Seg 6 Abr 2015 - 20:58

Olá..

Ser corajoso não significa não ter medo de nada, mas sim ter garra suficiente para enfrentar  e vencer seus medos.
A
o abrir a porta, Ágatha esperava tomar um susto, ser atacada por algum bicho ou algo do tipo, mas na verdade ela foi supreendida por um rapaz que ali estava quando este veio se apresentando para ela meio aleatóriamente. - Ahn, oi.. Me chamo Ágatha. – disse, um pouco perdida, cumprimentando o rapaz com um aperto de mãos. - Você, ahn.. o senhor trabalha aqui? – perguntou, afinal, essa seria a única razão para alguém falar com ela de repente.
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Re: A casa do terror

Mensagem por Noah Brussel Lancaster em Seg 6 Abr 2015 - 21:05



just a shot in the dark


- Desculpe atrapalhar, Ágatha - ele disse sinalizando a atração que ela quase entrara, mas seu tom risonho não parecia lamentar. - Não, eu trabalho no ministério. Noah Lancaster e você? - ele fala distraidamente, espiando para dentro da atração. - Isso parece legal - disse, sorrindo, virando a atenção novamente para ela. - Enfim, desconhecida, gostaria de viajar comigo? Coisa rápida, apenas algumas horas.

valeu @ carol!


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Re: A casa do terror

Mensagem por Ágatha Drinn Connington em Seg 6 Abr 2015 - 21:18

Olá..

Ser corajoso não significa não ter medo de nada, mas sim ter garra suficiente para enfrentar  e vencer seus medos.
D
epois daquilo sim, ela estava totalmente perdida. O que estava havendo ali? ”Santa Morgana! O que esse homem quer?” – estreitou um pouco os olhos balançando a cabeça negativamente. – Não.. Não trabalho no Ministério.. Nem em lugar nenhum, ainda. – permitiu-se dar um sorriso fraco. Olhava adiante.. um lugar amedrontador era aquela casa. O que mesmo ela fazia ali? E do que Noah estava falando? -  Viajar? Como assim? Certeza de que está falando com a pessoa certa? – encarou ele de forma questionadora.
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Re: A casa do terror

Mensagem por Noah Brussel Lancaster em Seg 6 Abr 2015 - 21:27



just a shot in the dark


Jogou a cabeça para trás, rindo sinceramente.
- Não se ofenda, mas eu não te conheço e gostaria de te levar para uma viagem. - afirmou, a lógica, como sempre, andava longe de Noah. - Estou entediado, o circo é entediante e isso que já é a segunda noite seguida que eu venho. Estou propondo um programa legal, único. Vai dizer, quantas vezes um estranho chegou para você, estendeu a mão... - ele falava enquanto estendia a mão - ...e te convidou para cruzar o oceano? - ele permaneceu de mão estendida, sorrindo para a mulher. - Vai ser divertido, dê uma chance ao desconhecido. Confia em mim? - ele perguntou antes de rir novamente, desta vez, mais baixo e discretamente.

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Re: A casa do terror

Mensagem por Ágatha Drinn Connington em Seg 6 Abr 2015 - 21:46

Olá..

Ser corajoso não significa não ter medo de nada, mas sim ter garra suficiente para enfrentar  e vencer seus medos.
O
uvia atentamente tudo que o rapaz dizia tentando entender os porques. Por que ela? Por que ali? Por que sair dali? Por que um funcionário do Ministério estava agindo tão estranhamente? Tudo isso flutuava em sua mente e ela não achava as respostas adequadas. - Entediante.. concordo! – tentando disfarçar que estava com um certo medo de estar ali, não iria admitir isso na frente dele. – Bem.. ninguém nunca fez isso, realmente.. – disse, abaixando o olhar para a mão do moço – e talvez seja por isso que eu não deveria confiar. – encarou-o com uma sobrancelha arqueada. – Entretanto.. Cruzar o Oceano? Isso me parece interessante.. Para onde, exatamente? Me dê mais um motivo para que eu confie e vá com você..
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Re: A casa do terror

Mensagem por Noah Brussel Lancaster em Seg 6 Abr 2015 - 21:54



just a shot in the dark


Apenas aquela conversa já valia sua noite, pensou, enquanto ria novamente.
- Eu rio, mas estou falando sério. Realmente estou te convidando para ir visitar o Brasil comigo. - disse, levando a mão para o bolso traseiro de seu jeans, onde tirou seu crachá. - Eu realmente sou Noah Lancaster. - afirmou, mostrando o item. - E agora você sabe mais sobre mim do que eu sobre você. - ele apontou, ao ilustrar que ali havia seu cargo, o nível em que trabalhava, além de seu nome completo. - ...e mesmo assim eu mantenho a minha proposta de leva-la para um agradável passeio pela praia de Copacabana. Topa, senhorita Ágatha?

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Re: A casa do terror

Mensagem por Ágatha Drinn Connington em Seg 6 Abr 2015 - 22:13

Olá..

Ser corajoso não significa não ter medo de nada, mas sim ter garra suficiente para enfrentar  e vencer seus medos.
-
Brasil? Nossa.. nunca fui para lá.. – confessou e, sorrindo de maneira sincera, olhou o crachá que o rapaz lhe mostrava e tentou guardar o máximo possível das informações que ali estavam. – Hmm, okay. Me provou que és mesmo do Ministério e.. Calma, onde? Praia de Copacabana? – ouviu ele pronunciar essas palavras e viu-se pensativa por um instante. Nunca estivera em nenhuma praia mas sempre quis conhecer uma e, se podia fazer aquilo no lugar de permanecer naquele parque, por que não?  Encarou-o com um sorriso maroto nos lábios e estendeu a mão para ele. – Tudo bem.. Estou convencida agora. Apesar de ser esquisito.. você me convenceu.. – talvez seu espírito aventureiro ainda estivesse sim ali, em algum lugar, despertando aos pouquinhos..
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Re: A casa do terror

Mensagem por Noah Brussel Lancaster em Seg 6 Abr 2015 - 22:48



just a shot in the dark


Se possível, um sorriso espalhou-se ainda mais pelo rosto do ministerial.
- Na verdade, meu plano inicial era outra praia. Mas você podia dar para trás, é uma praia até bem desconhecida, mas o Rio de Janeiro. Ah, quem não conhece o Rio de Janeiro? - questionou, referindo-se à notícias e não de nunca ter visitado o estado. Verificou o relógio em seu pulso - Se aqui são sete, devem ser umas três, quatro da tarde, espero que não se importe... - ele falou enquanto passava os braços ao redor da cintura dela. - Me sinto mais a vontade para aparatar, quando acompanhando, assim. Mais estabilidade, vê? - ele disse, ainda sorrindo, consideravelmente próximo olhando para os olhos dela. - Vamos lá. - disse, preparando-se para aparatar acompanhado para um lugar tão distante e então, junto de Ágatha, aparatou.

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Re: A casa do terror

Mensagem por Mark Bringstrow em Sab 18 Abr 2015 - 22:09

____________________________________________________________________________
1ª Aula de DCAT




Uma semana inteira de pesadas aulas estava quase no fim e, após esmagar e espremer todos os neurônios que nossos cérebros poderiam abrigar, Diretora Joan nos presentou com um passeio no parque.

Não sabia dizia se era bem um presente, pois já havia ouvido falar das "atrações" fantasmagóricas daquele lugar. Porém, como todos iam, achei que ficar sozinho em Hogwarts não seria uma coisa muito divertida.

No horário combinado, estava eu lá, rodopiando pela chave de portal com uma grande vontade de vomitar todos os outros órgãos que me restavam, pois o cérebro já havia ido há mto tempo.

Quando aterrisamos no parque, o monitor nos avisou que em 4 horas deveríamos estar de volta para retornar a Hogwarts, então lá fui eu aproveitar o parquinho pelas próximas 4 horas.

Após caminhar pelo parque, achei o ambiente um tanto deserto e sombrio. Não havia ninguém perambulando pelas atrações , exceto nós, e vez por outra ouvia gritos de socorro vindo de diversas direções. A princípio achei que eram os efeitos especiais do parquinho, mas com a insistência resolvi dar uma olhada melhor nesses gritos e acabei me deparando na entrada da casa do terror.

Gritei umas duas vezes lá para dentro, mas não obtive resposta. Entrei pé ante pé e em poucas passadas, a escuridão se tornou absoluta.

- Lumus! - Iluminei minha varinha para tentar ver alguma coisa... e vi uma luzinha mais ao fundo, balançando pra lá e pra cá...

- Tem alguém aí? - gritei, sem obter resposta. Mas a luzinha continuava a balançar de um lado para o outro.

- Alguém? - insisti... e a cada passo chegava mais longe até que finalmente ouvi algo parecido com murmúrios.

A luminosidade que saía de minha varinha começou a distinguir contornos e contrastes na escuridão, até que finalmente consegui observar dois bruxos amarrados no chão, com as mãos atadas e um pano tampando suas bocas. Rapidamente corri para desatá-los e quando consegui eles me alertaram do perigo:

- Diabretes! Diabretes por todos os lados! Cuidado!

E parecendo ouvir o chamado, as pequenas criaturas pularam da escuridão. Ali estava o motivo da luz que vi, a varinha de um dos bruxos capturados estava iluminada à merce dos diabretes.

Logo, um grupo veio em minha direção.

- Peskipiksi Pesternomi - a luz que saiu de minha varinha iluminou todo o longo corredor da casa e sem muita explicação, as criaturas desistiram de me atacar, voltando-se para brincar com a varinha de seu refém.

Desatei o nó com a máxima velocidade que minhas mãos trêmulas permitiam e quando a bruxa que eu estava ajudando gritou CUIDADO, só tive tempo de me virar e Rictusempra, o diabrete sumiu na escuridão com a explosão do meu feitiço.

- Vamos, vamos... - apressei os dois bruxos presos e corremos pelo corredor, mas quando estávamos próximos da saída, mais um batalhão de diabretes apareceu para bloquear a passagem.

- AAAHHH!!! - gritamos enquanto corríamos em direção a parede de diabretes e quando estavamos próximos as criatura: - Imobilus

As criaturas pararam estáticas no ar e atravessamos a barreira sem olhar para trás.

- Ali, a chave de portal!!! Vamos voltar para Hogwarts!!

E em um segundo estávamos mais uma vez rodopiando em direção ao castelo.

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Re: A casa do terror

Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Dom 26 Abr 2015 - 17:41


Voltando ao parque

Definitivamente a rotina em Hogwarts nunca seria diferente para mim. Acordar, café, aulas, almoço, aulas, estudar um pouco no tempo livre, jantar e estudar um pouquinho mais antes de dormir. As aulas estavam sendo bastante cansativas desde o primeiro dia: todos os professores focando em nos ensinar como nos defender daquelas plantinhas chatas que nos atacaram no trem, como distinguir alguém que comeu daquela planta e como curar a pessoa envenenada. Em outras palavras, os Bulbos estavam literalmente dominando o Mundo Bruxo. A parte divertida era que, em quase todas as salas que eu entrava, a pessoa a ministrar a aula era sempre a mesma: Diretora Joan. Com a falta de professores ela estava sendo meio que uma faz tudo em Hogwarts e era engraçado observar a cara dos novatos, como se não aguentassem mais ver a senhora pelo castelo. Além disso, tinham as aulas em conjunto, nas quais eu adorava ouvir as perguntas tolas dos primeiranistas, rindo ao lembrar de que eu já estive no lugar deles uma vez. Entretanto, finalmente o fim de semana estava chegando e, como se para nos dar um prêmio por participar de suas aulas, a nova diretora nos liberou para um passei no Cool Zone, o mesmo parque assombrado que eu havia ido com Arya pouco antes de voltar ao castelo.

No fim daquela tarde mandei minha coruja levar mais uma carta para Lara, precisava saber o que estava acontecendo com ela. Ela não ter ido para Hogwarts e não responder minhas cartas já estava me deixando maluca, mas, desligada e maluquinha como ela sempre foi, provavelmente estaria viajando pelo mundo novamente ou com algum namoradinho novo, senão as duas coisas ao mesmo tempo. Assim que a coruja atravessou a janela do salão comunal e sumiu de vista, apressei o lerdinho que estava fazendo sabe-se lá o que ainda no dormitório. – Patrick, anda logo! Daqui a pouco a gente não vai poder mais sair, criatura! – gritei da escadinha que daria no dormitório masculino. Já estava pensando em invadir aquele lugar quando o pirralhinho apareceu. – Aleluia! Todo mundo já está lá embaixo, temos que correr! – e saímos em disparada pelo castelo.

Ao chegar no Hall de entrada nos juntamos com  os alunos lá já aglomerados e esperamos alguns minutinhos até que a chave de portal, que se constituía de um tubo de creme dental velho, fosse ativada. Ouvi a diretora explicando que apenas dali a quatro horas seria reativada para nosso regresso e então toquei no tubo, imediatamente sentido meu estomago se revirar e tudo girar. Felizmente já havia viajado por chave de portal, então consegui me equilibrar no chão do parque segundos depois, diferente de Patrick, que caiu sentado na grama há alguns metros de mim. Toda  a sensação esquisita já havia passado, então me permiti soltar uma gargalhada ao olhar a cara de susto do garoto. – Vamos lá, Patch. Nem é tão ruim assim. – caminhei até ele esticando a mão para ajudá-lo a levantar. – Onde a gente vai primeiro? – perguntei olhando as diversas atrações a nossa volta.


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Re: A casa do terror

Mensagem por Patrick C. Drakhale em Dom 26 Abr 2015 - 20:14


Cool Zone


Uma única semana se passara e Patch começava a mudar de opinião sobre Hogwarts. Era tanta coisa estranha acontecendo que ele começava a ter medo dali. Bulbos aparecendo no corujal, aulas nas masmorras nojentas e escuras, fantasmas que apareciam do nada e sabe-se lá para quê, sem falar na diretora, que parecia ter se multiplicado e estar presente em todos as aulas e cantos do castelo. É.. Na verdade o garoto já estava completamente assustado com aquele lugar, mas, felizmente, algo poderia distrair sua mente um pouco. A senhora que em tudo está e tudo vê liberara-os para ir ao parque, o tal parque que o corvino queria ter ido antes das aulas mas não pôde. Nem pensou duas vezes antes de confirmar que iria.

Esperou ansioso a anoitecer chegar, que seria o horário que partiriam, até que ouviu uma voz chatinha a lhe gritar do salão comunal. – Calma, colorida, só estava esperando você terminar de escrever sei lá o que você estava escrevendo. – respondeu para Jhessy, a única amiga que havia feito até então e quem costumava chamar de colorida, pelo fato de ter visto seus cabelos mudando de cor uma vez. A monitora dissera que já estava quase na hora de deixarem o castelo e saiu correndo para não ficar para trás. Patch, obviamente, a seguiu a toda velocidade, ou ao menos a toda velocidade que conseguia com suas pernas desprovidas de tamanho. ”Ser baixinho e acompanhar alguém correndo não combina! Não combina mesmo!” – lamentava-se enquanto descia as escadas atrás da garota. Finalmente chegaram ao Hall e o corvino viu todos aqueles alunos rodeando um tubinho de creme dental esquisito. Percebeu que cada um que tocava o tubo sumia, devia ser aquilo a tal chave de portal que os levariam para o parque, mas.. por que um creme dental? Ficou se perguntando o porque daquilo mas, assim que viu Jhessy tocando o objeto e desaparecendo, não esperou muito e fez o mesmo.

No mesmo instante se sentiu sugado, como se um gigante aspirador de pó como o que sua tia levara para casa uma vez estivesse puxando todo seu corpo. Ficou tonto, sentiu um aperto na barriga e então caiu com o traseiro na grama. – Merlim! Isso não podia ser mais fácil não?! – emburrou a cara para a monitora que ria dele. – Pode até não ser para você.. – resmungou, recusando sua ajuda para se levantar. Ficou de pé, o topo de sua cabeça na altura do ombro da garota, e olhou ao redor. – Bem.. eu não vim aqui nenhuma vez, quero ir em todas as atrações se possível. Você que já veio, qual foi a mais legal? – indagou para a corvina, mas antes que esta abrisse a boca uma outra voz surgiu por trás deles. – Que tal irmos na casa do terror?

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Re: A casa do terror

Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Dom 26 Abr 2015 - 21:54


casa do terror

O irritadinho preferiu recusar minha ajuda e me olhar de cara feia, como se aquilo fosse me afetar de alguma maneira. Logo eu, que sempre fui zoada por ser nerd e sabe-se lá mais o que, não iria rir de situações como aquela? Há, vai sonhando. Aproveitei que ele era mais baixo que eu e baguncei ainda mais aqueles cabelos bagunçados dele, que logo se afastou. – Você torna muito mais fácil e divertido fazer isso, sabia? – falei rindo. Antes que sequer pensasse aonde iríamos uma voz conhecida respondeu por mim. Virei para trás para olhar para minha companheira de turma. – Kat-Kat! – sorri para a sonserina. – Não fui na casa do terror da outra vez que vim aqui.. mas não sei muito bem se quero ir. – estreitei os olhos olhando em direção àquela casa mal assombrada. – Ah, mas vai sim. E você também, garoto. – e saiu puxando a gente. – Tudo bem, Kat, eu vou! Agora me larga, vai. – ri e me soltei da mão de Katrina. – Aliás.. Patch, essa é a Kat, sonserina e quinto ano. Kat, esse é o Patch, corvino lindo e novato. – falei enquanto subíamos aquelas escadas sujas e esquisitas, e eu já me arrepiava só de pensar em entrar num lugar como àquele.


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Re: A casa do terror

Mensagem por Katrina Bringstrow Fert em Seg 27 Abr 2015 - 10:49

It's such pathetic neatness.

Aquelas meninas patricinhas da sonserina vão me pagar um dia, eu acordei devido ao secador de cabelos dela, eu queria muito ir no cool zone, mas por algum motivo tipo a maioria dos meus amigos havia sumido, só a Jhess que de vez em quando falava comigo, mas a monitoria a deixava ocupada então eu desanimava e também, tenho certeza que eu estava com mais sono que qualquer um de toda Hogwarts, não via a hora de voltar pra minha cama, mas levantei, era um tanto importante eu ir, assim eu poderia irritar os primeiranistas, isso era bem necessário, tipo muito necessário.
Ao chegar ao hall, havia um amontoado de gente em volta de uma chave de portal em forma de pasta de dentes, ai diretora, que coisa mais útil, meus parabens, você sofre de excesso de criatividade, nem pra colocar um vaso pra geral ficar procurando e só os fortes e inteligentes irem para cool zone, ela quer que os burros morram, tomara que as patricinhas queimem no inferno.Ao colocar minhas mãos sobre a pasta de dente, fechei meus olhos até ter total certeza que eu havia chego ao solo, logo avistei Jhess e um garoto baixo que deveria ser primeiranista, eles estavam discutindo as atrações a visitar, eu cheguei sugerindo A casa do terror, e os dois concordaram, então Jhess me apresentou ao garoto como Patch, eu soltei uma leve rizadinha com o nome do garoto e disse que ia o chamat de Pat, que era mais fofo, e Jhess soltou um lindo entre a palavra corvino e novato, olhei para ela com um olhar matador e quando deixamos ele tomar frente eu disse: -Sem duvidas ele é lindo, mas Jhess, eu sou um ser gingantesco!Se você está tentando arrumar alguem para mim, para agora!- Ela riu pois entendeu a brincadeira e voltamos a andar em direção a casa, embora Jhess tinha receio em adentrar cada vez mais, eu a puxava comigo, pois tinha medo daquela bonequinha delicada se ferir ou dar de cara com uma teia de aranha.
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Re: A casa do terror

Mensagem por Patrick C. Drakhale em Seg 27 Abr 2015 - 17:47


Casa mal assombrada


Mal teve tempo de argumentar sobre a escolha da menina e já estava sendo arrastado rumo à Casa do terror. ”Tudo bem, não deve haver nada demais lá.. Apenas bonecos horrorosos ou, no máximo, fantasmas..” – tentava se tranquilizar o pequeno, não queria fazer feio e pagar de medroso na frente das veteranas da escola. Olhou de canto para Jhessy, meio envergonhado sem saber se ela estava mais uma vez caçoando dele ou o que e fez um gesto rápido com a cabeça na direção da menina nova. – Tudo bem, Kat. Chame-me como achar melhor. – concordou com a menina lhe chamar de Pat, tomando a liberdade de lhe chamar então por um apelido parecido. Antes que a monitora desarrumasse ainda mais deus pequenos fios de cabelo, tratou de andar alguns passos a frente enquanto as duas garotas cochichavam algo durante a subida das escadas. Deu uma olhada para trás, curioso como sempre, mas desta vez preferiu voltar seu foco para os degraus e a casa a sua frente. As árvores secas e escuras ao redor só faziam seu coração palpitar mais forte enquanto ele engolia em seco. Ainda bem que Jhessy também estava ficando assustada, tanto que Katrina tinha que puxá-la, então não poderia ser motivo de chacota. ”Queria ter um pouco da coragem dessa garota..” – suspirou olhando se soslaio para a sonserina enquanto esta abria a porta, da qual Patch, até então, não percebera que já estavam em frente.


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Re: A casa do terror

Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Seg 27 Abr 2015 - 20:01


casa do terror

Apesar de não ter a companhia de Lara e nem da maioria dos meus amigos ali, andar com Patrick estava sendo bem divertido. Com Kat formando um novo trio então, seria hilário.. – Entendido, senhorita Kat! – brinquei levando a mão a testa como um soldado enquanto riamos, acompanhando os passos adiantados do garoto. – Sério.. eu não estava fazendo nada, apenas gosto de implicar com ele, mas até que seria uma boa ideia. – sorri de canto para a sonserina, que me fuzilava com os olhos. Estava escurecendo  e uma neblina começava a aparecer nos terrenos abaixo daquelas escadas, deixando o lugar completamente mais suspeito. Só então eu reparei em como aquele parque estava deserto.. Torci para que fosse apenas uma impressão ruim sobre o local, pois Kat já havia voltado a me puxar com ela e eu sabia que não poderia voltar atrás.

Já na varanda daquela casa, que agora mais parecia uma mansão gigante e abandonada, senti o ar gelado contra minha pele pálida. Observei um cartaz colado ao lado da porta que dizia “Desafio: entre na casa e saia da mesma com todos seus membros.. Ou pelo menos vivo..”, mas antes que eu pudesse comentar qualquer coisa sobre a pra frente da Katrina já estava passando pela porta. – Não deveríamos esperar alguém que trabalha aqui aparecer? Kat?? – mas ela parecia não me ouvir. – Mas que droga! – resmunguei passando pela porta e dando de cara com uma escuridão assim que Patrick também entrou e a porta se fechou sozinha atrás de nós. – Lumus! – foi automático eu sacar minha varinha e iluminar o local, meu mini ataque cardíaco dificultando minha audição e aumentando meu nervosismo naquele momento. – Hey! Tem alguém ai? – tentei, mas sem nenhuma resposta preferi não tentar novamente, sabe-se lá o que poderia aparecer.

Kat parecia se divertir daquilo, mas também demonstrava ao menos uma ansiedade descontrolada por estar ali. Patch então nem se fala. Tentei abrir a porta atrás de mim: trancada. – Alohomora! – mirei na fechadura, mas nada aconteceu. – Legal.. O que a gente faz agora? – iluminei novamente minha varinha usando o mesmo feitiço de antes e os dois fizeram o mesmo. – Vamos em ter que ir em frente. – Patch respondeu a coisa que eu menos queria ouvir. ”Saia pelo menos vivo..” – era a frase que tamborilava em minha mente. – Okay.. Vá na frente então, pirralho. – sorri o mais sarcasticamente que pude à luz de nossas varinhas.


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Re: A casa do terror

Mensagem por Patrick C. Drakhale em Seg 27 Abr 2015 - 20:28


Sendo atacado


Não querendo ficar sozinho do lado de for a, seguiu as meninas para dentro do malzoléu suando frio. Cometeu o erro de não segurar a porta e pronto, já estavam na escuridão, e ainda por cima trancados. Tirou sua varinha do bolso dos largos jeans e segurou-a firmemente. – Lumus! – imitou a garota ao seu lado, lembrando-se dos feitiços básicos que havia aprendido nas aulas. – Hmm.. Vamos ter que ir em frente.. – engoliu em seco com suas próprias palavras enquanto apontava sua varinha para o que parecia ser um longo e estreito corredor à sua frente. – Nada disso, primeiro os mais velhos, eu insisto! As mais velhas, no caso. – deu alguns passos e ficou atrás das meninas, para que assim pudesse as seguir.

Nem viu direito que estava indo na frente, as duas loiras e mais velhas, não conseguiu distinguir direito no escuro, apenas caminhou com elas. Portas começaram a ser visíveis, mas todas que ele tentava abrir estava trancada. Usou alohomora nas duas primeiras, como fizera Jhessy com a porta de entrada, mas só servia para apagar a ponta de sua varinha, nada de destrancar, então desistiu depois disso. Ouviu o ranger de madeira, entretanto, e viu uma porta entreaberta no lado oposto das que tentara abrir. – Gente, tem uma porta aberta aqui.. – disse, empurrando a porta um pouco mais, a luz de sua varinha invadindo aquele cômodo e imediatamente um zumbido de asas se iniciou, cada vez mais perto de Patch. Assustado, não teve nem tempo de falar nada ates de ser puxado em vários pontos de sua camisa, erguido do chão e arrastado para dentro do que parecia ser um quarto. – Socorro! – foi o que conseguiu gritar antes que a porta fechasse e ele já não visse as meninas lá fora.


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Re: A casa do terror

Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Seg 27 Abr 2015 - 23:22


lobisomem!

O corvino estava se mostrando um espertinho, ou simplesmente estava realmente com mais medo que eu, se é que isso é possível. Katrina, toda cheia de si, se dispôs a ir à frente, comigo caminhando atrás dela e Patch logo em seguida, por aquele corredor que não parecia ter fim. Com minha varinha iluminei uma porta, fechada. Depois outra, fechada também. Nada abria aquelas trancas, já começava a bater o desespero quando Patch disse ter encontrado uma aberta, poderia ser o único caminho para sair.. ou não. Definitivamente não! Não consegui entender nada que aconteceu, apenas vi o garoto flutuando para dentro do cômodo e então a porta se fechou. Eu não sabia o que fazer ou se havia algo a ser feito, talvez fosse parte das brincadeiras daquela atração, mas o grito de socorro dele me assustou. Se fosse eu, mesmo numa brincadeira, eu iria querer ajuda. – Patch!? – gritei e ele não respondeu de volta. Santo Merlim! – Paaatch!! – bati na porta, e ouvi várias coisas sendo arremessadas contra a porta em resposta. A voz de Patch era ouvida do outro lado, ele parecia estar enfrentando o que quer que estivesse lá dentro, eu precisava entrar! Forcei a maçaneta da porta umas duas vezes na tentativa de abri-la e adivinhem a surpresinha que aquela casa preparou para mim?

Ouvi um barulho de madeira cedendo e logo o chão abaixo de meus pés não existia mais e eu estava caindo. Gritei, obviamente.   Alguns longos segundos depois encontrei o chão, não o chão propriamente dito, graças a Merlim, mas um saco grande com alguma coisa macia dentro. Katrina despencou logo depois de mim. Apontei minha varinha – da qual eu não me soltara – para cima, mas o chão/teto que estava um pouco alto demais parecia ter se fechado novamente. – pelas tranças emaranhadas de Morgana! O que está acontecendo aqui?! Kath, eu quero sair daqui! – levantei-me vagarosamente, com uma dorzinha chata na coxa esquerda, que aguentara o impacto da queda. Um janela de vidro bem ao alto de uma das paredes e rente à grama lá de fora deixava a luz fraca da lua cheia que ocupava o céu naquela noite entrar, iluminando sinistramente o lugar. Um porão, provavelmente.  Uma mesa de madeira velha estava ali, com muitas coisas estranhas e inúteis sobre ela; correntes penduradas nas vigas do teto e nas paredes;  vários sacos do que parecia feno espalhados pelo chão onde eu a Katrina havíamos aterrissado, e alguns bancos de madeira velhos também, isso na parte em que conseguíamos distinguir as coisas. Dou outro lado, depois de algumas pilastras, a escuridão se tornava absoluta e eu que não queria descobrir onde ela daria. Foquei-me na janela. - Kat, vamos quebrar o vidro e sair por lá.. Só precisamos subir até lá.. – encarei a janela que ficava a pelo menos mais uma Jhessy acima de mim.

Pensei em empilhar os bancos e subir, mas eles com certeza quebrariam e eu me esborracharia no chão. Tentei lembrar algum feitiço ou me concentrar em esticar minha pernas já que o dom da metamorfomagia me permitia isso, mas lembro quando ouvi algo cair, seguido de um rosnado esquisito, e em seguida Kat me cutucando, tentando manter o máximo de silêncio possível.  Encarei a lua cheia lá fora e escutei mais uma vez o rosnado canino. ”Não pode ser, não pode ser, não pode ser..” – minha mente gritava sem parar enquanto eu me virava silenciosamente para onde Kat também olhava sem parar, e todos os meus medos foram confirmados.

Ali, me encarando friamente com seus olhos brilhantes e seus dentes caninos afiados estava a criatura horripilante em que alguém se transforma em toda lua cheia. Um silêncio ameaçador se formou e tudo que eu conseguia ouvir era meu coração disparado e respiração pesada de Katrina.  Com as pernas bambas e sem nenhuma reação além de abaixar minha varinha acesa para o chão para não atiçar a fera, acabei por sustentar o olhar da criatura. Ele parecia me encarar profundamente, se preparando apara atacar, e eu não podia desviar o olhar e correr o risco de ser morta ali mesmo. Kat poderia até dizer que estava havendo um momento crush naquela troca de olhares, depois de Lucas e Gary na minha vida, qualquer outra espécie de lobo era esperada, mas ai o encanto se quebrou quando ouvi Patch gritar lá de cima. O lobisomem levantou a cabeça e uivou à minha frente. Katrina, demonstrando medo na hora em que eu precisaria da coragem dela, gritou ao meu lado. Não me restou outra opção senão berrar o mais alto que eu pude. Infelizmente isso fez com que o bicho partisse para cima de mim. – Impedimenta! – levantei a varinha em sua direção imediatamente, correndo para trás de um das pilastras enquanto ele ficava imobilizado pro um breve segundo. Olhei para o lado, desesperada, e vi Katrina também se escondendo atrás de uma das grossas pilastras. O lobisomem uivava novamente, dessa vez ainda mais alto. Levei o dedo indicador aos lábios, para que Kat não emitisse nenhum som quando esta fez menção de falar, mas, desastrada como sempre, esbarrei em uma das correntes e o barulho dela caindo poderia ter sido ouvido lá na tenda do palhaço. No mesmo momento o uivo parou, dando lugar novamente ao rosnado, que se aproximava cada vez mais de onde estávamos. – Ventus! – Kat foi mais rápida em pensar em algo para afastar o monstro de nós, porém aquilo não o deteria de voltar. Sai de trás da pilastra. – Locomotor mesa! – taquei a mesa e todas coisas que em cima dela estavam em cima do lobisomem, que caiu ao chão, mas logo se recuperou novamente, ainda mais furioso. – Que droga! Não to a fim de virar jantar de lobisomem hoje! – passei o olhar da fera para Kat, e de Kat para a fera novamente. – Estupefaça! – observei a criatura ser lançada contra a parede. – Locomotor Mortis! –ela lançou antes que o lobisomem se levantasse. – Quero ver ele ficar de pé agora. – conseguir dar uma fraca risada da situação.   – Incarcerous! – correntes de aço, parecidas com as que havia ali naquele porão, saíram de minha varinha e acorrentaram o lobo e a sonserina usouum feitiço para induzi-lo ao sono. Ao que parecia, estávamos a salvo.. Mas o melhor a fazer era ir embora logo.

Deixei que Kath se divertisse quebrando o vidro da janela com a ajuda de algum feitiço enquanto eu me reaproximei do lobisomem, lembrando de uma coisa que poderia ter sido muito útil se eu lembrasse antes. – Homorfo! – lancei em sua direção, vendo seu verdadeiro eu voltar, ainda num sono profundo. Uma mulher, para minha total surpresa e espanto de Kath. Aqueles cabelos alaranjados e rosto sardento.. esperava relembrá-los quando os visse novamente para ter certeza de ficar bem longe dela. – Ascendio! – me atirei pela abertura da janela e rolei pela grama lá fora, agora precisava encontrar Patch e sumir dali.


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Re: A casa do terror

Mensagem por Patrick C. Drakhale em Ter 28 Abr 2015 - 0:14


Diabretes! Cooorreee!


Ouvia Jhessy gritando e esmurrando a porta, como se fosse o Incrível Hulk, e vários objetos de dentro do quarto foram lançados contra a porta pelas criaturas que o garoto reconhecera serem os diabretes que a diretora falara na aula antes de um silêncio predominar lá fora. Patch fora jogado no chão e agora se apoiava contra a parede, tentando fugir das minúsculas, porem aterrorizantes, criaturas. Infelizmente, a luz de sua varinha denunciava exatamente sua posição naquele cômodo, que era ocupado por ele e pelo menos uma dúzia e meia de Diabretes da Cornualha, que agora iam em sua direção com sorrisinhos diabólicos no rosto. – Ventus! – afastou-os um pouco, mas nada que os impedisse de retornar para atacá-lo. – Bubbles! – proferiu o segundo feitiço do primeiro ano que veio em sua mente, vendo uns dois bichinhos sendo capturados pelas bolhas, mas estas logo estouraram e Patrick foi alvo de olhares zangados dos encapetadinhos. ”Qual é o feitiço que a Diretora explicou na aula??” – corria para o outro lado do quarto. Tentou em vão abrir a porta, então se deitou e se arrastou para baixo da cama. Sua varinha já estava apagada, talvez as criaturinhas não o vissem até alguém aparecer para salvá-lo, se é que isso aconteceria. Infelizmente um dos diabretes havia sido arremessado para debaixo da cama com o primeiro feitiço de Patch, e agora o puxava para fora dali novamente. Já nervoso com aquilo e muito amedrontado com aquele lugar o corvino se soltou bruscamente das mini mãos do diabrete e apontou a varinha para ele. – Aguamenti! – e uma rajada de água empurrou o monstrengo pelo chão. ”Era feitiço de um ano avançado.. Mas eu lembro que ela ensinou.. Merlim!” – pegou o travesseiro da cama e começou a balançá-lo no ar, de encontro com as criaturas, as fazendo cair atordoadas, porém ficando com mais vontade de fazer as piores brincadeiras com o baixinho. – Poxa.. temos quase o mesmo tamanho, seus pestinhas. Será que isso não basta para sermos amigos? – falava, achando que poderia distraí-los um pouco enquanto se lembrava. E não é que funcionou?! Com a varinha para cima, apontada na direção da maioria dos diabretes ele bradou: – Immobilus! – e os viu flutuar paralisados pelo quarto. Deveria prendê-los, sabia que o feitiço durava só algum tempo, mas não queria ficar ali nem mais um segundo. – Defodio! – apontava agora para a parede, e essa facilmente de abriu num buraco pequeno, mas grande o suficiente para que Patch atravessasse e se visse na varanda lateral da casa. Sem pensar em mais nada apenas correu como se não houvesse o amanhã e, ao chegar à frente da casa avistou Jhessy e Katrina descabeladas lá em baixo. Com um certo alívio correu até elas, querendo sair dali o mais rápido possível.


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