Ambientação
Por cerca de 10 anos o Mundo Bruxo Britânico esteve sob a regenência de um governo ditador que, chantageado pelo intitulado Lorde K., o Lorde das Trevas, tomou algumas medidas drásticas para tirar o poder das mãos de famílias que já estavam há muito tempo na chefia das instituições bruxas. Bruxos foram perseguidos, presos, punidos.. Outros simplesmente desapareceram.

O Ministério da Magia, que a cada dia possuia novas regras para a população, sequer explicava para a sociedade o motivo daquilo. Parte da população bruxa apoiava tais medidas, querendo assim ver as famílias bruxas mais influentes finalmente fora do poder. Outra parte, formada principalmente pelas famílias atacadas, tentava resistir às ordens do Ministério. Hogwarts parecia treinar um exército. Famílias estavam fugindo. Os comércios estavam falindo. A sociedade bruxa britânica estava sucumbindo.

Anos se passaram, até que um grupo intitulado Lavender, formado inicialmente por mulheres das famílias perseguidas, surgiu com o apoio de muitos outros bruxos e ajudou a revelar toda a verdade da história. O Lorde K. não mais comandava a Irmandade e estava desaparecido. Seus próprios seguidores o haviam destituído de seu posto e assumido seu nome como um codinome para esconder o novo grupo, que almejava acabar com as famílias poderosas do mundo bruxo. Como se não bastasse, descobre-se ainda que uma Superior do Ministério e a Diretora de Hogwarts estavam por trás dos planos desse novo grupo, uma, por ter sido chantageada, a outra, por pura sede de vingança contra aqueles que um dia arruinaram sua própria família. Os grupos entraram em guerra.

Bruxos foram mortos de ambos os lados, mas por fim, o lado das trevas foi derrotado, capturado e mandado à Azkaban, que agora tem sua segurança mais que reforçada. As instituições estão sob novas direções. Famílias refugiadas retornam à seus lares. Os comércios tornam a ganhar freguesia com os bruxos finalmente andando sem grandes preocupações nas ruas. O que resta aos bruxos é recomeçar e crer que os tempos de paz e segurança irão durar.
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[Quest] Deu a louca na bicharada!

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Mensagem por Narrador em Sab 30 Jan 2016 - 3:31

Deu a louca na bicharada

1º de setembro de 2016


A hora prevista para a partida do trem chega e, com um ultimo e alto apito, a locomotiva começa a se movimentar rumo à Hogwarts. No início o movimento é lento, o que permite aos alunos despedirem-se de seus parentes com acenos pela janela e admirar as primeiras paisagens por onde se passa, mas com o tempo as rodas vão ganhando velocidade e algumas horas depois o trem já se encontra na metade do caminho. E é ali, em alta velocidade no meio do nada, que o inesperado acontece.

Um fraco zumbido perturba a audição de um aluno que, ao pensar que está sendo apenas incomodado por um inseto, não comenta nada com mais ninguém. O que ele não sabia é que todos os outros presentes no trem também ouviram aquilo, e então, sanando qualquer conversa nas cabines, as criaturas se rebelam. O barulho irritante fora como um apito para cães, inofensivo aos ouvidos bruxos, mas o estopim para o ato de rebeldia de seus mascotes. De onde veio o zumbido ninguém sabe, agora resta a todos controlar seus pets.

Quest:  Deu a louca na bicharada!

Ao ouvir o barulho, os bichos entraram em euforia, conseguindo se soltar de seus donos e até sair de suas gaiolas, pulando pelas cabines e correndo pelos corredores completamente incontroláveis, alguns até agressivos. Cabe a vocês controlar seus mascotes e fazer com que a viagem volte a ser tranquila.

Informações do Quest:
• Podem participar: alunos, professores e funcionários de Hogwarts;
• A reação que os mascotes terão está livre para vocês descreverem;
• Alunos que estão indo para o primeiro ano não sabem nenhum feitiço ainda, portanto deverão narrar formas não mágicas para ajudar a controlar algum animal;
• O animal a ser “enfrentado” pode ser o seu, o de outro aluno ou mesmo de um npc;
• Postagens conjuntas não são obrigatórias, mas são incentivadas;
• Aqueles que não quiserem participar do Quest mas quiserem obter a recompensa da postagem de ida, fiquem à vontade;
• Os prêmios irão variar de 50 à 400 galeões + de 10 à 100 PPH para os participantes, de acordo com a desenvoltura das postagens;
• Postagens abertas até 15.02.2016 (segunda-feira).

Nota: Apenas este tópico servirá para narrar os acontecimentos dentro de todo o trem, caso queiram indicar as cabines que ocuparam - ou que estavam nos corredores -, façam isso no títulos das postagens ou nas postagens em si.

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Mensagem por Seth Chamberlain em Seg 1 Fev 2016 - 4:49

show me a hero
Seth massageou o cabelo, deixando o olhar vagar perdido seu reflexo na janela da locomotiva vermelha. Até mesmo quem não conhecia profundamente o simpático e energíco lufano notava a diferença que um verão fizera ao garoto Chamberlain. Mais bronzeado, inquieto e distraído, mais silencioso. Porém, ao contrário de seu dono, Milk - o gatinho branco, comprado no ano anterior.  - caminhava cuidadosamente, o pelo eriçado, os olhos atentos enquanto suas pequenas patas almofadadas pisavam nas coxas de Seth e, em seguida, com um salto curto ia parar no colo da pequena monitora grifinória, Lily.
"Oi?" perguntou o Chamberlain, virando-se para a garota, ainda que sem de fato prestar atenção nela. Aquele zumbido só poderia ser feito por uma fada mordente particularmente irritante. De qualquer forma, ele sabia que Lily o perdoaria mais tarde, mas o pensamento de Seth havia - de forma incomum - escolhido aquele momento para exibir todos os piores cenários (que, sumariamente, envolvindo o retorno de Mordred e Ceinwyn a Powys, visto que presos em uma única locomotiva, ainda não haviam se visto uma única vez que fosse.)  "Mais um pouco seu amasso vai comer meu pobre Milk." brincou o lufano, curvando-se para recolher o gatinho branco que havia pulado para o chão e insistentemente tentava abrigar-se sob o gigantesco gato da monitora. "Milk ve... ouch!" as sobrancelhas do estudante juntaram-se, formando um vinco em sua testa, conforme ele recolhia a mão rapidamente. Uma linha avermelhada surgiu e, em segundos, uma gota vermelha começou a escorrer do vão entre seu polegar e seu indicador direito até o inicio de seu pulso.
O felino correu, enfiando-se por entre as pernas dos demais membros da cabine e, no exato momento que um desavisado abriu a porta do compartimento, como um minusculo cometa branco, Milk em uma explosão de energia demoniaca escapuliu. Seth jogou-se para o corredor, quase tropeçando nos pés de seus companheiros e, ao quase pensar que podia encontrar seu gatinho, sentiu dois pares de garras afiadas mergulharem em sua panturrilha enquanto o amasso de Lily emitia um miado feroz.
A grifinória trataria de seu bichano. Meio mancando - a dor ainda era recente, para o exagerado rapaz. - Seth foi em busca de seu gatinho quando deparou-se com um corredor cheio de felinos cheios de energia, perseguindos ratos e sapos enquanto corujas absurdamente agéis voavam rasantes.
Seth praguejou xingamentos em voz alta - e mesmo que em suma fosse ignorado pelos demais, surpreendeu-se com seus maus-modos. - e retirou a varinha do coldre em seu ante-braço, guardando-a em seguida. Por Merlin, ele não jogaria um feitiço em seu gatinho (mesmo que o Ministério da Magia lhe desse toda a autorização para isto, qual também não era o caso.). Enquanto buscava o pequenino flash branco, Milk, uma coruja - não muito maior que a palma da mão do jovem espatifou-se contra seu peito e, de alguma forma extraordinária, enfiou-se por dentro das vestes do garoto.
O lufano executou uma dança inusitada no centro do corredor, sacudindo-se para um lado e para o outro, enquanto tinha o cuidado de desviar de animais e humanos que brotavam em seu caminho. "PAREM." tentou gritar, mas a coruja bicando a pele sobre suas costelas não era uma sensação muito agradável - menos ainda quando somava-se o fato que as asas abertas da corujinha debatiam-se dentro do uniforme escolar.
"Se acalme, se acalme. Merlin, cuidado o gatinho branco!" gritou, quando viu seu felino ser quase pisoteado, mas escapar vivo e bem - o suficiente para continuar surtando nos corredores. Seth precisava pegá-lo, mas não sem antes retirar a ave de suas vestes. Aquilo ainda lhe daria problemas. Desconectou a capa de seus ombros (seu chapéu perdido a muito tempo), deixando-a cair no chão. Não demorou para o suéter fino também ser abandonado nos corredores e, com a pressa, sua camisa branca foi brutalmente aberta, explodindo os botões e libertando enfim a corujinha.
Seth retirou um momento para examinar seu tórax que, mesmo ainda bronzeado das férias de verão na Espanha, estava salpicado de inúmeros pontinhos vermelhos, onde a coruja o bicara. Por Merlin, aqueles animais haviam endoidado. "SAIAM!" gritou, ao ver Milk voar, quase no fim do corredor, da cabeça de alguém para o chão. Ele reconhecia seu gato quando o via. "Jones, se você chutar meu gato..!" o Chamberlain deixou a ameaça pairando por sobre a garota corvinal de seu mesmo ano enquanto quase avançava sobre esta no intuito de proteger seu "filhote".
Mas, assm como todos os animais ali, Milk não parecia nenhum pouco interessado em ser capturado então, restou ao lufano usar um pouco de esperteza. Esperando que não entrasse em problemas, retirou novamente sua varinha do coldre e apontou para o gato. "Accio coleira Chamberlain." e o item deu uma guinada, quase sufocando o gatinho em uma virada abrupta enquanto Seth corria para diminuir a distância entre ambos.
Pegou-o nos braços, sentindo o aparentemente rebelde felino enfiar suas garras nos pontos ainda não feridos de seu tórax e abdômen e iniciar o rápido processo de desfiar sua camisa branca que um dia tivera botões. Com o corpo ardendo pelas bicadas e arranhões, Seth forçou a porta aberta de uma das últimas cabines do trem. Entrou e fechou-a com força em seguida para então liberar seu gato aparentemente louco no compartimento. Talvez Seth aparentasse estar tão louco quanto o felino, com a camisa rasgada e aberta, expondo sua barriga cheia de marcas recentes, o rosto corado e os cabelos desordenados, mas ainda assim o bruxo arrumou tempo para abrir um largo sorriso em resposta ao olhar inquisidor do garoto qual invadira a cabine. "Ei, Mords." cumprimentou, com um brilho especial no olhar, enquanto aos demais direcionava o sorriso educado.
Retirou o que sobrou de sua blusa e atirou em cima do gato, criando uma espécie de camisa de força. "Eu não sei o que fazer. Ele simplesmente... endoidou."
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Mensagem por Ashley Butera Kinsky em Ter 2 Fev 2016 - 0:23





I Got One Less Problem

Após algum tempo na locomotiva, repentinamente, começo a ouvir um pequeno zumbido. Estranhei, mas sorri para as pessoas ao meu redor, tentando mascarar aquilo.
"Estou ficando louca que nem a minha mãe?!"
Entretanto, meu sapo, Kichi, começou a ficar extremamente agitado, libertando-se das minhas mãos.
Em um primeiro momento, não me preocupei em deixar o animal solto pelo trem, pensando que ele poderia assustar algumas pessoas. Depois, vi um gato indo na direção dele e me levantei, assustada. Levantei-me e notei que, no corredor do trem, parecia que todos os animais haviam enlouquecido. Fui na direção de Kichi e espantei o gato, ameaçando-o, enquanto pegava o meu sapo. Em seguida, enquanto me levantava, para tirar meu sapo do chão, o segurando com a mão esquerda, fitando, raivosa, um garoto que parecia ser o dono do felino. Nervosa, cruzo os braços, ainda segurando com força o Kichi, e digo:
-Por que não cuida melhor desse seu animal, hein? Ou é ele quem costuma cuidar de você? - falei em tom de ironia.
Em seguida, antes dele cuidar do animal dele, volto para a minha cabine, impedindo o começo de uma briga maior, sem nem ver o destino do garoto e seu bicho. Sentei-me segurando firmemente Kichi, que continuava querendo fugir das minhas mãos.
Peguei a minha varinha com a mão livre e apontei para o meu animal, enquanto dizia:
-Impedimenta.
Assim, com o anfíbio estava impossibilitado de se mexer, deixando-me viajar em paz, guardei a minha varinha novamente. Então, sorrindo, aliviada, disse para quem todo mundo na minha cabine:
-Eu tenho um problema a menos.

valeu @ carol!

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Mensagem por Kim Changgok em Ter 2 Fev 2016 - 17:23


Os primeiros vagões já estavam lotados, e alguns estudantes debruçavam-se às janelas conversando com as famílias, outros brigavam pelos assentos. Continuei andando pela aglomeração do corredor até que avistei um compartimento vago no final do trem. Sorte a minha. Primeiro coloquei a gaiola de Sook, meu Amasso, para dentro e comecei a empurrar e a forçar com a mala em direção à porta do trem. Depois de alguns minutos de muito esforço, conseguir suspender a mala de uma ponta e, lentamente, pus em um dos compartimentos. Meus braços e pés doíam pelo esforço. — Acho que preciso me exercitar mais, não é? — Digo, jogando o corpo no assento e virando na direção da gaiola do Sook. Ele projetava uma expressão do tipo: “Tô nem ai”, para mim. Maneei a cabeça, concordando, como que ele tivesse respondido alguma coisa muito interessante.

No último minuto, a locomotiva dispara um apito estridente, anunciando a partida. A máquina começa a se movimentar lentamente, e dou uma última olhadela para fora da janela. Em seguida, passo admirar as belas paisagens. Fiquei a maior parte cantarolando uma música trouxa e conversando com Sook, mas todos os meus pensamentos foram interrompidos por um fraco e irritante zumbido. Fui obrigada a cobrir as orelhas com as mãos, e quando estava a prestes a questionar o que fora o ruído, um clique soa da gaiola de Sook. Arqueei as sobrancelhas e no exato momento, vi meu Amasso voar, literalmente, para fora da gaiola. Tentei agarrá-lo ainda no ar, mas o bichano era muito mais ágil do que eu. De maneira graciosa, ele pousou no chão. — Sook, como conseguiu sair da gaiola? — Perguntei, tendo a leve impressão de algo estava errado.

Levantei depressa e fui direto com intuito de pega-lo no colo, no entanto, o bichano não estava nem um pouco afim de papo. Ele ronronou de forma agressiva e ameaçou atacar, caso eu chegasse mais perto. Arregalei os olhos, estupefata. Era a primeira vez que agia desse jeito e isso me assustou, bastante. Por alguns instantes, ficamos nos encarando, então, num outro segundo, Sook foge pela brecha da porta. Disparei na direção da porta totalmente alarmada. Estremeço por inteira quando percebo que meu Amasso não fora o único a endoidar na locomotiva. O corredor parecia uma zona de guerra entre animais e seus donos, todos os perseguindo ao mesmo tempo, e alguns até choravam. — Ai. Meus. Lordes! — Exclamei, pondo a mão na cabeça, não acreditando na cena desastrosa. Sook! Desviei os olhos da zona de guerra e atentei desesperadamente na procura do Amasso malhado laranja. — Onde você está? Onde você está?! — Minha voz saiu extremamente alta na última frase. As batidas do meu coração não se aquietavam, era difícil controlar a própria respiração enquanto tentava desvencilhar e desviar das cotoveladas de outros bruxos e mordidas e arranhões dos animais no corredor.

Tive o vislumbre do rabo do Sook, e de repente, contemplei-o saltar por cima de uma garota da lufa-lufa, no tempo em que ela se empenhava para pegar o seu sapo. A garota se levanta logo em seguida, replicando com outro lufano, informando — em outras palavras —, que o gato dele tomasse mais cuidado. Ofeguei ao pensar que Sook também poderia ferir outros animais, ou pior, acabar se machucando. Não. Não. Que isso não aconteça, por favorzinho. Peguei minha varinha do bolso e me projetei o mais rápido que podia na direção de Sook. Por um instante, fiquei incerta de qual feitiço usar.

Obriguei-me a ficar calma antes de balançar a varinha. Esperei, e no momento em que ele ia saltar novamente, dessa vez, em cima de uma coruja, gritei: — Immobilus! — Sook ficou paralisado na posição de salto; segurei no colo antes que alguém o chutasse. — Me desculpa Sook. Espero que não fique com raiva de mim, ok? Ok. — Voltei a cabine sentindo-me cansada. — Espero que essa loucura passe logo.
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Mensagem por Kenton Willians Lancaster em Qua 3 Fev 2016 - 15:23


I am no longer the same
Enquanto caminhava descalço por um frio piso notava o quanto escuro estava. As paredes soltavam vapores esbranquiçados com cheiro de morte e alguns castiçais crepitavam em um modo fúnebre. Não havia janelas no recinto, apenas camas dispostas uma ao lado da outro e todas ensaguentadas, ora com um corpo deitado nelas ora vazias com os lençóis manchados. Esforcei-me para dar mais alguns passos adiante até que uma voz feminina começa a me pedir ajuda, que por sinal parecia-me familiar. Meu caminho estava sendo agora iluminado por velas que flutuavam e uma chama verde estava acima delas, de modo que o local tornou-se em um tom esverdeado esmeralda. Grito. Foi ensurdecedor quando reconheci a voz e ao invés de escutá-la por mais alguns segundos, resolvi ir até a fonte. Foi então que me deparei com ela, deitada ao chão sobre uma poça de sangue que jorrava de suas partes inferiores. Estava toda molhada e chorava, gritava e pedia ajuda. A voz entrava em meus ouvidos e obrigava-me a derramar lágrimas que se transformaram em sangue. Após limpar o rosto verifiquei a mulher, havia desaparecido e só restava um feto mal formado ali no chão coberto pelo sangue da mãe. Aproximei-me reconhecendo seu rosto prematuro, a peguei nos braços enquanto começava a chorar. Foi então que ela sumiu e deixou meus braços vazios. Foi então que acordei.

- Vai querer alguma coisa? - Uma voz calma foi produzida na cabine após a porta desta ser aberta. Uma idosa de cabelos grisalhos e baixa estatura parou seu carrinho de doces e reparei que muitos deles foram vendidos. Uma mescla de uma paisagem campestre que eu via pela janela mesclou-se com o sonho terrorífico e fiz força para dispensar a mulher. - É... hoje não. - Escutei pequenas rodinhas deslizarem pelo chão do trem e os estalos vindos do carrinho. Ouvia conversas mais altas agora que a porta da cabine estava aberta e isso era bom, pois afastava pensamentos ruins e lembranças piores. A paisagem agora foi coberta por campos verdes e logo depois algumas acácias surgiram pintando os campos. O vidro estava sujos e em algumas partes refletiam meu rosto pálido e magro. Continuei a me ver, observar meus olhos, minha sobrancelha e meu cabelo que estava despenteado. Então vi ali, aqueles olhos de bebês miúdos e cheios de sangue, me assombrando. Limpei o rosto com as costas da mão e tentei evitar olhar para fora da janela.

Aquela tarde já estava assombrosa o suficiente, assim como os outros meses anteriores. Mas outra coisa entrou para a lista naquele dia. Voltava do maquinista (havia lhe perguntado se estávamos chegando) passando por um corredor estreito, assim como os demais do trem. Via os alunos novatos e alguns que reconheci de alguns tempos atrás. Estavam mais velhos, alguns exibiam finos pelos de barba no queixo e outras comentavam coisas absurdas. Estava alto as conversas e minha cabine se aproximava quando ouço um zumbido vindo de uma fonte desconhecida. "Agora estou ouvindo coisas", pensei, mas minha tese caiu ao chão quando percebi que o silêncio reinara no trem. As conversas cessaram naquele instante e logo grunhidos, miados, coachos e pios começaram a ser produzidos. Ouvi gaiolas sendo arrastadas e caindo ao chão, alunos gritando e gemendo, começou então uma aglomeração nos corredor com o expresso em pleno movimento. Por alguns instantes vi gatos vindo em minha direção com suas garras prontas para apertar minha perna e fazer alguns arranhões. Também vi corujas voando e debatendo-se enchendo algumas partes do chão com penas de todas as cores. - Isso que dá enjaular pobres animais. Viram? A culpa é de vocês. - Gritei para quem ouvisse. Caminhei alguns metros após desviar de um gato. Encostei-me mais na parede e quando virei o rosto senti finas garras arranhar minhas bochechas e uma pena branca entrar pela boca. Tive um momento traumático, a pena não saía, estava sufocando quando um aluno deu-me uma cotovelada acidentalmente no estômago e então ela saiu voando e caindo ao chão, toda molhada de saliva. Continuei a caminhar para o próximo vagão, onde estava minha sossegada cabine, já que lá não havia animal algum. Chegando próximo dela vi ali, parado com um olhar louco, um felino de pelos alaranjados salpicado por pintas marrons. Mostrou suas unhas afiadas e só tive tempo de sacar minha varinha. - Immobilus! - Quando ele foi atingido pela rajada do feitiço, ficou imóvel e aproveitei o tempo para pegá-lo e segurar suas patas, as quatro de uma só vez. Olhei para a cabine do lado. Vazia. Coloquei o felino "amaldiçoado" lá dentro e tranquei a portinhola da cabine. Mais algumas passadas e cheguei na minha. Fechei-a de modo que não desse para nenhum animal abrir. Sentei relaxadamente no banco com almofadas e espreguicei meu corpo rindo da situação. Adormeceria novamente pedindo que não tivesse mais sonhos grotescos por aquele dia.


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Mensagem por Patrick C. Drakhale em Sex 5 Fev 2016 - 20:55


Deu a louca nos animais

Ao percorrer o corredor do trem, Patrick logo achou uma cabine que não estava muito cheia e foi logo entrando. – Licença.. – pediu assim que abriu a porta. Outra coisa que poderia das os créditos ao velhote Drakhale: a educação que recebera.
Sua bagagem de mão foi posta na parte de cima e a gaiolinha de seu rato ia em seu colo enquanto o corvino fazia carinho em seu mascote por entre as barrinhas de madeira do objeto. Ouviu o trem apitar pela última e finalmente percebeu o movimento ao olhar pela janela, afinal, sentir o movimento com aquela lentidão inicial era quase impossível.
– Ainda bem que a colorida fica lá na cabine dos monitores, Tunico. Pelo menos durante a viagem aquele gato tira os olhos de você. – o garoto conversava com seu rato sem nem perceber que os demais lhe encaravam de forma estranha. Com toda sua preguiça pronta para ser posta em dia, o corvino adormeceu em algum ponto da viagem. Pode-se dizer que foi apenas um cochilo, na verdade, pois assim que um barulhinho fino e irritante entrou em seus ouvidos ele logo abriu os olhos assustado, o que não era para menos depois de tudo o que se passou nas viagens de trem e estadias no Castelo. Vendo, porém, que tudo continuava “normal”, Patch tentou disfarçar o susto que levara acariciando e conversando mais uma vez com seu mascote, mas dessa vez a reação do bichinho foi diferente. – AU! – o garoto sacudiu o dedo indicador esquerdo tentando conter a dor da mordida que levara do próprio pet. – O que eu te fiz, Tunico?! – perguntou incrédulo, como se o animal o pudesse responder. O mais estranho era que, não só o dele, mas os bichos de todos os outros da cabine – e até nos corredores – pareciam estar enlouquecidos.
Enquanto tentava compreender o que acontecia daquela vez no trem, nem percebeu que seu rato escapou da gaiola de alguma forma, apenas sentindo quando ele andou em seu braço e acabou por sacudi-lo, fazendo o bicho ir parar na mesinha da cabine. Nesse momento a porta abriu-se e uma gato entrou, pulando imediatamente para cima de Tunico, o rato. – Impedimenta! – falou Patch, que já estava com a varinha em mãos, apontando para o gato e então agarrou Tunico, o tirando do caminho do gato que ele não fazia ideia de quem era, mas que ele sabia que não era o de sua quase-prima, assim não se sentiria culpado caso machucasse-o para defender seu rato, por mais revoltado que este estivesse. Mas considerando a segunda mordida que levou do animal, ele é quem deveria ser protegido do próprio rato!
Com a dor, acabou soltando o roedor, e este não perdeu tempo em correr para o corredor. – Ótimo! Quando não se tem plantas suicidas temos animais suicidas/assassinos. – devaneou o menino enquanto corria atrás de seu bicho.  Repetiu o feitiço usado anteriormente, mas este apenas bloqueou os movimentos do bichinho por breves segundos, não dando ao garoto tempo de pegá-lo, precisaria tentar outra coisa agora.
Quando já ia lançar outro feitiço, o rato virou em uma cabine, fugindo de sua mira. Quando Patch entrou atrás dele, viu seu rato escalando uma menininha que, paralisada de medo, ou talvez de nojo, apenas gritava. – Continua parada ai.. –comentou com a menina. – Immobilus! – falou dessa vez apontando sua varinha para o animal, que pela graça de Merlim, ficou paralisado e agarrado às roupas da garota.
Pegando seu bicho de volta e pedindo desculpas, Patch voltou para sua cabine anterior, reparando no caminho que a maioria dos bichos já estavam sendo contidos, mas que todos haviam causado uma bagunça e tanta no trem. Colou Tunico, ainda paralisado, de volta em sua gaiola. Não tentaria nada para o trazer ao normal de volta, deixaria que o efeito feitiço acabasse sozinho, e no caso de não acabar, seria uma garantia de que o rato não arrumaria mais confusão. Não até chegar ao castelo, pelo menos...
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Mensagem por Lily O. Lancaster em Sex 5 Fev 2016 - 23:50

Lilith
QUEST ANIMAL.
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"Eu estava falando sobre..." Lily cortou-se com um revirar de olhos. Contada pela terceira vez as paredes sua aventura no acampamento de verão não pareciam assim tão interessantes. "Deixa pra lá." murmurou, debruçando-se sobre as próprias pernas para espiar seu amasso, Firewhisky, que eriçara seu pelo alaranjado aparentemente irritado com as investidas em busca de carinho - ou ao menos isso que lhe parecia - do pequenino gato branco de Seth. "Mas me diga, Chamberlain, o que o faz tão chateado?" perguntou, na falta de outra palavra que melhor descrevesse o aparente estado do amigo.

O rapaz a ignorou, preferindo comentar acerca da cena que ambos os gatos encontravam-se e, contrariando a sua típica insistência que beirava a falta de educação, Lily deixou de lado sua antiga observação. Se fosse algo realmente importante, Seth lhe contaria. Ele não era de fazer cenas a toa.

Ao mesmo tempo que Seth arquejou de dor, as sobrancelhas de Lily ergueram-se surpresa enquanto ela via o próprio gato preparar-se para atacar Milk. Ela mexeu-se, numa tentativa vã de proteger o gatinho, mas este escapuliu assim que Arizona abriu a porta da cabine e quem acabou recebendo o golpe de seu amasso foram as panturrilhas de Seth. "FIRE!" Gritou, em vão, visto que seu felino já fora atrás de Seth, que, por sua vez, já estava no encalço de Milk.

Assim que a grifinória retirou-se de sua cabine, notou a loucura que dominara a todos os animais do trem. Corujas voavam tão baixo que suas pequenas garras enrolavam-se nos cabelos dos estudantes, puxando-os dolorosamente e transformando o trem uma cacofonia de guinchos, miados, pios e gritos humanos. Se aquela bagunçasse não soasse tão divertida, Lily até poderia ter se assustado antes de jogar-se atrás de Firewhisky.

Foram os bulbos em seu primeiro ano e agora, em seu quarto ano letivo, para essa bagunça de Mefistófeles.

"Firewhisky!" chamou o amasso, mas o perdera de vista quando este - para contornar o tráfego intenso - decidira ir por sobre a cabeça dos alunos  (na sua corrida sabe-se-lá-pra-onde.) Seguiu o fluxo, sendo mais empurrada do que qualquer coisa, atravessando compartimentos em busca de seu amasso e foi nesse momento, um mero milésimo de segundo que sua visão captou um professor de Hogwarts arremessanndo uma mancha alaranjada para uma das cabines. "SEU BESTA!" Gritou - mesmo que não fosse o seu gato, aquela era uma atitude horrível, mas não pensou que o homem a ouviu. De costas, não o reconhecia o suficiente para qualquer comentário.  

Não demorou muito para chegasse perto o suficiente para perceber a cabine vazia, com apenas seu felino estático dolorosamente deitado no chão. Seu temperamento inflou-se, Lily indignada como estava sequer notou quando anulou o feitiço de Firewhisky. Adolescentes já tinham certa propensão a magia acidental, sua habilidade de avaração apenas aumentava as chances.

Sentou-se em frente a porta, enquanto via seu gato endoidar novamente - e ali ficou, até o trem parar. Felizmente já havia trocado para seu uniforme grifinório logo na saída de Londres.
THANKS!



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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

Mensagem por Stefan C. Cavendish em Sab 6 Fev 2016 - 1:55

DAMN OWLS,
CAN NOT OR TAKE A NAP ON THIS CRAP!

Ao entrar no trem, ouvi o apito soar. O trem sairia em poucos minutos, então procurei uma cabine o mais rápido que consegui. Assim que encontrei uma cabine razoavelmente vazia (haviam mais dois alunos, um lufano e um corvino, absortos em trocar figurinhas de sapos de chocolate), perguntei se poderia ficar ali com eles e prontamente eles responderam que sim. Coloquei meu malão no bagageiro acima dos acentos e me sentei ao lado do corvino. Á frente de cada um deles havia uma gaiola com corujas, a que estava à frente do lufano era de uma cor acinzentada, já a do corvino tinha as penas marrons com pequenas manchas pretas. Meu estômago revirou ao me lembrar de Felux, minha 2º coruja (a 1º morreu engasgada com o esqueleto de rato no corujal de Hogwarts).

Fechei meus olhos e tentei não pensar em mais nada, só tentando controlar minha ansiedade de finalmente voltar a Hogwarts, mas infelizmente isso não funcionou. Na metade do caminho, quando o trem já estava a toda velocidade, passando por grandes campos verdes, as corujas começaram a agir de forma estranha. Os garotos que estavam comigo na cabine não estavam entendendo o que estava acontecendo, e eu já estava me aborrecendo.

Será que dá para vocês calarem as drogas dos bicos dessas corujas? – falei em tom de aborrecimento. Já não estava aguentando mais tanto barulho, e pelo que percebi isso também estava ocorrendo a toda volta em todas as cabines. Ouvi estampidos vindos de várias cabines, e os dois garotos não conseguiam calar suas corujas. – Ah! Que ótimo. – disse, olhando para os dois que tentavam colocar petiscos dentro das gaiolas, mas as corujas acabaram bicando os dedos deles. Revirei os olhos e fiquei pensando “Qual feitiço eu lançaria nessas coisas pra elas se calarem? ” , foi ai que eu me lembrei de uma das aulas de feitiços mais legais que eu já tive em Hogwats. Me levantei e falei:

Saiam do caminho. – puxei minha varinha de dentro das veste, fiz um movimento rápido com a varinha e apontei para a coruja cinzenta, dizendo: – Immobilus! – imediatamente a coruja cinzenta engoliu um pio. Ficou batendo o bico, mas nenhum barulho ela emitia. Me virei para coruja marrom e fiz o mesmo movimento de varinha, falando: – Immobilus! – logo a coruja se calou. Os dois garotos começaram a gritar comigo falando que eu havia azarado os seus animais, revirei mais uma vez os olhos e falei: – Esse feitiço sai com o tempo, provavelmente quando chegarmos a Hosmeade elas já estarão piando novamente. – eles me olharam feio e voltaram a cochichar sobre os cartões. Aos poucos, os outros alunos nas outras cabines acalmaram seus animais. O carrinho de comidas passou, eu comprei algumas guloseimas, já os dois garotos compraram vários sapos de chocolate para ver se viria algum cartão novo para completar a coleção deles, balancei a cabeça negativamente e voltei para as minhas guloseimas. Assim que terminei de comer, decidi tirar um cochilo, mas antes olhei para os dois garotos e falei:

Se vocês ou as suas corujas me acordarem mais uma vez, eu vou jogar vocês do trem para fora! Estamos entendidos? – falei em tom irritadiço. Eles fizeram cara de desdém e me viraram as costas, entendi aquilo como um sim. Fechei meus olhos e adormeci.

Mas esse cochilo não durou muito tempo, logo um monitor-chefe (que eu não sabia de que casa era e nem reparei no símbolo em sua roupa, por causa do sono) veio nos pedir para que nos trocássemos, pois estávamos chegando. Abri meu malão e retirei as vestes de dentro, me troquei e voltei a guardar o malão no bagageiro. Finalmente eu estava chegando!


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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

Mensagem por Mel V. Lancaster em Sab 6 Fev 2016 - 2:35








Eit cha


-A
qui está ótimo!
Megan e eu nos jogamos em um dos últimos vagões. Ela queria ocupar um posicionado no início do trem, mas não tinha nenhum vazio.
-Sempre gostei do conforto do Expresso, mas chegar lá montada em vassoura foi bem mais divertido. - comentou a loira.
-Nan, aqui tem comida.
-A gente tinha M&M.
-E jogamos tudo para o resto da escola.
-Nunca disse que éramos inteligentes.
Então rimos e gargalhamos enquanto lembrávamos o que tinha ocorrido naquele dia. Apesar da confusão, da briga com meu irmão e da detenção, foi definitivamente um dia incrível. Nossas lembranças foram interrompidas pela abençoada moça do carrinho de doces. Praticamente a assaltei, pedindo tudo que me era direito. Não havia comido a manhã inteira e sabia que o jantar no Salão Principal ainda estava longe de acontecer. Mas como era normal, uma pequena parcela foi suficiente para me deixar satisfeita. Foi durante os meus pensamentos sobre o que fazer com o resto, que aconteceu.
Tudo começou com um zumbido. Eu jugaria como o possível baralho que zomzóbulos  produziriam se estivessem em perfeita harmonia. Ou se existissem... Olhei em volta da cabine procurando por aquelas criaturas. Reparei que Meg também tinha uma expressão indagadora no rosto. Mas não comentamos nada. O próximo som que saiu de nossa boca ao mesmo tempo foi um grito.
Muitas coisas aconteceram ao mesmo tempo: meu pufoso que estava no banco ao meu lado se divertindo com os pacotes de doces começou a pular com uma frequência assustadora, pulou tão alto que alcançou minha cabeça, onde continuou sua apresentação de pulos. Atena e a Coruja da Meg se soltaram das gaiolas, por algum motivo que eu não processei e começaram a voar pela cabine. Desesperadas por não encontrarem saída, se voltaram contra nossas cabeças. E para piorar a situação, o meu malão dava altos pulos.
As garras de Atena começaram a me machucar e em um certo momento ela colidiu com Alcaçuz, o pufoso. A pequena bola de pelo foi jogada na porta e, com o impacto, escorregou para chão.
-Alcaçuz!
Coloquei as mãos na cabeça, agachei e andei em direção a ele. Foi quando tropecei em algo massivo no chão. O  impacto do meu corpo, dezenas de vezes mais pesada que o pufoso, foi suficiente para abrir a porta. Tomei Alcaçuz nas mãos e o prensei contra meu peito. Ouvi um barulho que indicava que as corujas perceberam a liberdade e saíram da cabine. Não tinha certeza se isso era bom ou ruim. Percebi que o corpo massivo em que eu tropeçara era Megan e que ela se recuperara do ataque repentino e estranho. Ela estendeu a mão e ajudou-me a levantar.
-O que está acontecendo? - perguntei. Mas ela não respondeu. Os cortes na mão respondiam por ela e ardência na minha própria mão também. -Cuida dele. - estendi Alcaçuz em sua direção e saí pelo corredor do Expresso.
Não foi apenas as nossas corujas que deram a louca. O trem inteiro estava lotado de animais e seus respectivos donos perseguindo-os. Mas foi fácil encontrar Atena no meio da algazarra. Primeiro porque era uma das únicas não sendo perseguida e segundo, ela é a minha coruja.
Mas o que fazer? Olhei em volta. Estava cheio de pessoas lançando feitiços em seus animais.
-Muito bem, Mel. Você é uma bruxa ou não é?
Mas a ideia de atingir minha coruja com um feitiço era horrível. Eu não poderia fazer isso. Sim, eu já atingira ela, mas fora sem querer e na outra vez eu precisava de um cobaia para as aulas de Transfiguração! Atena agora estava se debatendo contra a janela do trem, ameaçando se machucar. Eu precisava fazer algo! Pensei em feitiços, qualquer um que não a machucasse ou quebrasse o vidro e ela saísse voando. Mas eu não conseguia pensar em nada; aquele zumbido continuava e ocupava todo o meu cérebro corvino. Foi então que eu raciocinei:
-O zumbido!
Eu sabia que animais conseguiam ouvir sons em uma frequência mais ampla que nós. Talvez o zumbido significasse algumas coisa para eles. Eu não tinha ideia do que o estava provocando, nem como fazê-lo parar. A não ser que...
-Harpa Retificus - falei ao apontar a varinha para a minha coruja. O feitiço produzia uma música, seria suficiente para abafar o som? - Hypnus! - finalizei quando ela parou por um segundo antes de bater novamente no vidro. Caiu adormecida no chão. Peguei-a com delicadeza e apontei minha varinha para a coruja da Megan que atacava uma garotinha ali perto. -Impedimenta! - também coloquei-a para dormir com o segundo feitiço que usei em Atena. Peguei-a e corri para a cabine que Meg estava, passando pela confusão que, aos poucos, ia se desfazendo.
A cena dentro da cabine não estava melhor: o que fazia barulho dentro do meu malão enfim se revelara. Era Paçoca. Meu cachorro se libertara da caixa que o coloquei obviamente protegido com o feitiço da bolha para que ele não sufocasse. O ponto é: eu não poderia deixá-lo em casa. Nunca ouvi falar de um cachorro em Hogwarts, mas ele era pequeno e filhotinho. Ninguém o entendia como eu. Ninguém saberia lidar com ele como eu. Loki se ofereceu para tomar conta, mas quando arrumei a mala e Paçoca tentava chamar minha atenção para ele, não resisti. Executei o feitiço e o coloquei no malão. Não era pra ninguém descobrir sobre ele até eu ter certeza que estaria seguro no Castelo. Então quando eu o vi correndo pela cabine e deixando Megan exasperada, eu fiquei pasma. Fechei a porta atrás de mim e coloquei as duas corujas no banco.
-O que você...?
Agarrei Paçoca, segurando-o firme e coloquei minhas mãos em seus ouvidos. Os olhos dele demonstravam desespero. Lágrimas escorriam do meu. Ele era a coisinha que eu mais amava no mundo todo. E estava sofrendo. Pior: O que aconteceria se o descobrissem ali?
-Harpa Retificus! - no ambiente fechado, o som se tornou mais intenso. -Hypnus! - então ele dormiu.
Procurei no meu malão o abafador que algumas vezes usávamos na aula de Herbologia e coloquei sobre a cabecinha dele, após diminuí-lo ao tamanho certo com a varinha. Abracei ele enquanto balançava meu corpo ao som da música que ainda tocava.
-Não conta pra ninguém. -pedi, implorei a Megan.
-Mel? Você é doida? Como cuida de tantos animais?
-Eu não sei...
-Por que não trouxe o Hipocampo de uma vez?
-Eu não pude deixá-lo! - defendi-me.
Megan fixou seus olhos por alguns instantes em mim, depois revirou os olhos.
-Você é tipo aquelas doidas de Proteção aos Animais.
Ela estava errada, mas não a corrigi. Colocamos as corujas de volta às suas gaiolas e Paçoca de volta ao seu espaço do meu malão. Foi muito difícil para mim trancá-lo lá, mas não havia outra opção. Só Alcaçuz ficou em minha mão, mais quieto do que era de costume. Assim como eu e ela. Não falamos muita coisa o resto da viagem. Sabia que ela estava confusa assim como eu. Sobre meu cachorro: sei muito bem que Megan não contaria para ninguém, mas a sua reação fez-me perceber que eu era insana de trazê-lo comigo.
Deu a louca nos animais; um, dois, três animais.




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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

Mensagem por Barbara Kinsky Moogreyd em Dom 7 Fev 2016 - 16:46




// Os pet's ficaram loucos!

Crazy Pets;

Olhava distraidamente para aquele mar de familiares acenando para seus filhos, sobrinhos e etc. Quando ouvi o apito e logo depois o característico solavanco indicando que o trem já estava partindo, rumando para a estação do vilarejo onde os novatos iriam se separar dos outros alunos.
Algumas horas se passaram desde a partida, o expresso seguia rapidamente por vales, vilarejos, montanhas e vários outros lugares desconhecidos e misterioso.  O trem já estava na metade do caminho, quando ouço um fraco zumbido vindo de algum lugar, – Nada demais, é apenas um inseto!  – mas, quando todo o vagão ficou estranhamente silencioso, tive a estranha sensação de que não tivesse sido só eu que tivesse ouvido aquele zumbido. – Não! Se só fosse você que tivesse ouvido é meio óbvio que ainda teria aluno conversando, espertinha! – Pensei ironicamente.
Tomada por uma curiosidade repentina, levantei-me e me encaminhei para a porta da minha cabine tendo acesso assim ao corredor do vagão que ela se localizava. Péssima ideia, pois, quando sai quase fui atacada por um gato desconhecido.
— Por Merlin! — Falei espantada.
O vagão estava um verdadeiro pandemônio, eram bichos correndo aqui e acolá, feitiços sendo lançados dos mais diversos locais, bom, mesmo querendo ficar no meu quanto sem nada a fazer, ouvi um farfalhar de asas vindo das minhas costas e antes que pudesse lançar algum feitiço senti as bicadas na minha cabeça.  
— Ai! — Instintivamente levei minhas mãos a cabeça e olhei para ver o que estava me atacando, quando reconheci as penas brancas da minha coruja fiquei mais abismada, se é que podia!
Sabendo que só a proteção dos meus braços não seria útil totalmente, levei uma das minhas mãos ao bolso onde minha varinha estava e rapidamente e também com um certo pesar, falei em alto e bom som.
— Impedimenta! — Sem ter como bloquear, a minha coruja branca ficou paralisada pelo efeito da minha azaração e como não conseguia bater suas asas ela logo foi atraída pela gravidade, mas, consegui ser um pouco mais rápida e a segurei antes do seu encontro com o chão de madeira do vagão.
— Desculpe...Luna — Murmurei tristemente.
Já com o meu serviço feito, olhei para o estrago que estava no local e para meus braços que estavam com marcas de bicadas bem vermelhas – Isso é o que dá, ser branca como a neve. – Pensei irritada.
Antes de voltar para a minha cabine, guardei a minha varinha no bolso outra vez e então entrei com a minha coruja ainda enfeitiçada para a paz e sossego , só que, não antes de ouvir uma voz um tanto quanto conhecida gritar.
— Isso é que dá enjaular os pobres animais! Viram? Isso tudo é culpa de vocês! — Soltei um suspiro cansado e pensei um tanto preocupada – Espero que quando o efeito de todos esses feitiços acabar, todos os animais estejam mais calmos! -.





I might regret leaving you
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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

Mensagem por Gabriel Stark Wulfgard em Seg 8 Fev 2016 - 23:55

Uma viagem maluca... para variar





Dentro do trem, chegara o momento de me despedir de Robert, ao menos momentaneamente, até que chegássemos à estação de Hogsmeade. Trocamos algumas  palavras e seguimos em direções opostas; enquanto meu irmão se encaminhava até a cabine dos professores, tratei de procurar uma cabine reservada aos alunos que estivesse em bom estado.

Passei por algumas até entrar em uma cabine onde havia apenas um aluno, aparentando ter uns dois anos a menos que eu. "Ou quem sabe seja um primeiranista que cresceu demais", pensei, pois não reconhecera o rosto do garoto. Acenei com a cabeça, lancei um leve sorriso para demonstrar simpatia e resolvi deixar o malão abaixo da mesa retrátil que havia ao lado da janela, sentando-me no sofá, junto ao vidro.

Aguardei que o Expresso de Hogwarts se colocasse em movimento para, finalmente, permitir que Darwin se visse livre. Dei uma rápida olhada para meu companheiro de cabine, não sabendo qual seria a reação dele ao ver o animal, e em seguida pus a mão por entre as vestes, retirando o furanzão.

- Mais um minuto e você teria todas as suas roupas rasgadas! Que lugar claustrofóbico é esse? - disse o animal, livrando-se dos meus dedos e pulando para cima da mesa.

Observei o rapaz arregalar os olhos em um primeiro momento, então sorri de maneira tranquilizadora, vendo-o relaxar em seguida.

- Acalme-se. Vamos ter de ficar aqui por algumas horas, até o final da viagem. - falei, me dirigindo ao animal.

Após ter feito aquele trajeto tantas vezes, sabia de cor o tempo que levaria até chegarmos, então fiquei quieto com a cabeça encostada na parede, deixando a varinha dentro de um dos meus bolsos, local de fácil acesso para caso eu precisasse dela.

No que parecia próximo à metade da viagem, as coisas começaram a ficar estranhas. Inicialmente, o que parecia o som de um inseto voando, baixo e ininterrupto, chegou aos meus ouvidos. Instantaneamente, levei a mão esquerda para junto da orelha, em um tapa. Nada. O barulho continuava, e não parecia mais ser um mosquito. Em seguida, coloquei o dedo indicador esquerdo no ouvido, procurando a causa daquele barulho. Notei, então, que meu colega de escola parecia incomodar-se também com aquilo, mas não tive tempo para lhe dirigir a palavra, pois naquele segundo o acontecimento começava a tomar maiores proporções.

Um grito veio de uma cabine próxima, e antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa, vi Darwin pulando que nem louco em direção à porta da cabine.

- Ei! - corri, tropeçando no malão, e coloquei a mão ao redor do corpo do furanzão, para pegá-lo, mas me surpreendi quando o mesmo virou a cabeça em direção a meus dedos e mordeu-me com toda força.

Gritei e me vi obrigado a soltá-lo. Infelizmente a porta não estava trancada, e o animal conseguiu sair. Rapidamente, saquei minha varinha e apontei para meu dedo.

- Episkey!

O machucado foi curado e me apressei a sair atrás de Darwin pelo corredor. A confusão estava instaurada. Pequenos animais de todos os tipos se encontravam livres, sem qualquer tipo de controle, e seus donos, assim como eu, corriam desesperados atrás deles. Ao passar de maneira veloz ao lado de uma das cabines, acabei indo de encontro a um segundanista que saía dali no mesmo momento, derrubando-o. Me levantei e puxei o garoto com as duas mãos, apressado.

- Me desculpe. Procure ficar em um lugar seguro. - apontei para uma cabine que encontrava-se vazia, provavelmente devido a seus ocupantes terem saído dali também.

Olhei para a direção onde o furanzão fora, e logo o vi correndo atrás de um rato, que deveria pertencer a alguém. Arregalei os olhos e apressei o passo, gritando.

- Darwin!

Aquilo não adiantou de nada, pois o animal parecia não ter escutado, ou simplesmente ignorado-me em meio à algazarra. O rato chegara até uma parede, ficando encurralado pelo meu pet. Não vi outra saída, então apontei a varinha para ele.

- Incarcerous! - cordas surgiram e agarraram o furanzão, impedindo seu ato de se concretizar. Observei sua vítima fugir e agarrei o animal, que esperneava. Segurei seu corpo com uma das mãos e, guardei a varinha, colocando a outra mão por trás da cabeça de Darwin.

Corri de volta para a cabine, enquanto, ao meu redor, animais eram imobilizados e impedidos das mais diversas formas. Uma coruja voava perigosamente em direção ao meu rosto, então, eu simplesmente agachei-me ao vê-la vindo de encontro a mim, desviando-me. Olhei para trás e e desprendi a mão do corpo de Darwin, ficando a segurá-lo apenas por trás da cabeça. Saquei a varinha, apontando para a coruja descontrolada.

- Ferreous! - um jato de ar partiu em direção ao animal, que, ao ser atingindo, pareceu ficar tonto e desviou-se do caminho, batendo de cabeça na parede.

- Ei! - disse um garoto que surgira, parecendo ser o dono da coruja. Ao ver que o animal havia parado, mas sem se machucar, voltou a cabeça para mim. - Obrigado!

Adentrei a cabine e fechei a porta com toda força, voltando ao sofá. Voltei a utilizar minha varinha, apontando para meu pet:

- Relaxo! - as cordas soltaram Darwin, e eu fiquei a segurá-lo por trás da cabeça, por precaução. - Espere para caçar ratos quando chegarmos na escola.

O animal parecia mais calmo, e o barulho do lado de fora da cabine estava diminuindo, se comparado a alguns momentos atrás. O zumbido se dissipava, e então olhei na direção do garoto que dividia a cabine comigo, que parecia não entender nada do que havia acontecido, assim como eu. Só o que eu esperava naquele momento era que chegássemos sãos e salvos na escola.




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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

Mensagem por Lief E. Rosenfeld em Qui 11 Fev 2016 - 14:26

Dangerous Pets

H
avia entrado no trem com a ajuda de minha prima, a qual sumiu rapidamente do meu campo de visão assim que teve uma oportunidade. Claro que eu me sentiria envergonhado de apresentar alguém como eu aos meus amigos, mas pensei que ela iria me dizer um adeus antes disso. Estava sozinho no meio daquele vai e vem de bruxos totalmente desconhecidos por mim. Comecei a perambular tentando achar uma cabine vazia ou algo semelhante enquanto conversava com meu sapinho chamado Perseu que estava dentro de sua moradia temporária, um pote de vidro sem tampa alguma. O animalzinho era extremamente verde e lisinho, nem parecia ser viscoso e nojento para algumas pessoas.

Encontrei uma cabine cheia de alunos da minha idade, tinha vergonha, mas a única opção era pedir para que eles me deixassem entrar. Bati receoso no vidro da porta, os alunos olharam curiosos para mim, até que a única garota da cabine abriu a porta e disse sem vergonha alguma: - Pode entrar, sei como é chato não conhecer ninguém. Aceitei o convite e me sentei ao lado da menina. Outros dois garotos estavam sentados no banco paralelo.

Nós começamos a conversar, nada de especial, nos apresentamos e conversamos sobre nossos gostos. Um gato pulou no colo do garoto do outro banco e o mesmo começou a acariciá-lo, ele era Rajado e disse que o nome dele era Tiger e então eles perguntaram qual era o animal de cada um. Os outros dois mostraram seus ratinhos, o Polenta e a Chieis. Eu mostrei meu sapo, eles ficaram olhando para mim como se eu fosse um completo imbecil, isso me deixou ainda mais envergonhado. A garota colocou sua rata no meu colo e pegou meu pote para analisar meu sapo dizendo que até não era tão nojento.

Um som sutil ecoou em minha mente, pensei ser algum inseto ou outra coisa, mas logo depois disso a rata alterou seu comportamento e então entrou debaixo da minha camisa, as patinhas dela percorreram todas as minhas costas e meu peito enquanto sentia algumas mordidas bem fortes. Comecei a tentar pegar o animal desesperadamente, mas não estava conseguindo. Percebi que Perseu estava grudado no rosto da garota, a qual gritava de nojo e mal conseguia encostar-se ao anfíbio. Todo o expresso estava um pleno caos, animais desgovernados tentavam atacar seus donos ou qualquer outro bruxo que estivesse em seu campo de visão.

O roedor resolveu caminhar pelo meu braço e assim eu consegui agarrá-lo com minha mão livre e arremessá-lo no vidro da janela. Rapidamente peguei o pote e quando olhei a garota tomou coragem e deu uma bofetada em Perseu. Ele bateu no estofado e então eu o prendi com o pote virado de cabeça para baixo.
A menina correu para pegar sua mascote, mas esse mordeu o dedo dela. Um aluno mais velho que já tinha controlado sua coruja entrou na cabine e então lançou feitiço no rato da garota e no gato do menino que estava arranhando-o por um bom tempo e havia comido o rato do colega que chorava.

Pedi desculpas a garota, a qual disse que tudo bem e que era ela quem deveria de desculpar mais. Perseu ficou se debatendo dentro do pote até se acalmar, mas mesmo assim eu não o soltei, apenas tampei o cativeiro com uma tampa cheia de furinhos para o mesmo não morrer por falta de ar.

Algumas horas depois uma aluna viu os machucados do dono do gato e decidiu fazer alguns curativos, de acordo com os ensinamentos de sua mãe. A dona do roedor que me atacara pediu para que ela fizesse o mesmo com minhas mordidas. Os curativos ficaram bons, não me incomodaram em nada, mas ela disse para visitar a enfermaria depois para ver se não tinha contraído nenhuma doença. E assim continuamos nossa viagem.



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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Sex 12 Fev 2016 - 16:59

Se um já dá trabalho, imagine dois pets aloprados?
Dentro do trem, preferi não seguir imediatamente para a cabine destinada aos monitores, por alguma razão senti que era melhor ficar um pouquinho no corredor e deixar para ocupar a cabine mais tarde. Apoiando a gaiola – que eu gosto mais de chamar de casinha – do Floop no chão, tire-o de lá e fiquei acariciando o pet em meus braços enquanto observava pelas janelinhas do corredor a plataforma de embarque distanciar-se cada vez mais.

Quando a construção de tijolos e pilastras já não podia mais ser vista, caminhei vagarosamente até a cabine, segurando meu pufoso com um braço e sua gaiola na outra. Por mais que o objeto fosse bonitinho e, de certa forma, grande para Floop, não gostava de deixá-lo lá dentro, só o colocando lá quando ia para Hogwarts, visto que era obrigada, então coloquei a gaiola no chão mais uma vez quando entrei no cubículo, dessa vez debaixo da mesinha, visto que não teria nenhuma utilidade até que tivéssemos que desembarcar, o que ainda demoraria o resto do dia.

Apenas quando fui fechar a porta de correr é que me dei conta de que só estávamos eu e Floop naquela cabine. ”Mas que tonta!” – fui vítima de um pequeno auto julgamento de minha consciência.   – Devem estar em outras cabines.. Eles sempre fazem isso. Nem sei por que eu insisto em vir para esta aqui! – acariciei os pelos azuis do bichinho enquanto devaneava e sentava-me. O lado bom daquilo é que deu para brincar um pouco com meu mascote que ficou bastante ciumento depois que achei Zayn abandonado na rua e adotei-o. Ah, qual é? Vai dizer que se achasse um amasso precisando de cuidados você não ajudaria? Não importa, pois eu ajudaria, e ajudei. Sou do tipo louca por bichos, tenho uma coruja, um pufoso, um amasso, adoro brincar com o ratinho do meu quase primo – só não contem isso pra ele, ele não pode saber que coloco o rato dele perto do meu gato ou ele me mata –, e no fim do ano pretendo comprar um cachorro, para o qual já tenho até nome escolhido. Dizem que os animais são tipo nossas varinhas, eles é que escolhem o dono, então obviamente eu não poderia deixar Zayn sozinho na rua, não quando ele miava e me seguia para todo canto quando eu saia de casa. Mas deixando essa história pra lá, vamos voltar à do trem..

Fiquei brincando com Floop por um bom tempo, jogando-o nas paredes e no teto, me perguntando por que raios algum bicho gostaria de ser jogado para todo lado e, tipicamente, fugindo das tentativas do bichinho de por sua fina e comprida língua em meu nariz. Eca. Mas quando aquele zumbido irritante fez-se audível, soltei meu pufoso por um instante e passei a mão no ar para espantar o inseto dono de tal incomodo e, talvez fosse algo psicológico, mas aquilo pareceu resolver. – Com essa cabine vazia, Zayn até podia estar aqui com a gente.. Espero que ele esteja bem com a tia Nora. – comentei com meu confidente peludo enquanto passava a mão por meus curtos e lisos cabelos, um gesto que já era uma mania antiga.

Segundos depois peguei-me a questionar qual havia sido meu erro: comentar do Zayn ou arrumar meu cabelo. Acho que os dois, pois Floop pareceu ficar mais maluco que o normal e pulou em minha cabeça, me despenteando toda e ainda melecando minha face de baba com sua língua gigantesca antes de voltar para a mesa. – Floop, para com isso! Só o que me faltava era um animal ciumento revoltado.  Você sabe que eu te amo de mais, não precisa ficar assim. – falei a segunda parte mais docemente, tentando adoçar a fera, crente de que o motivo daquilo tudo era ciúme. Ainda bem que eu estava sozinha naquela cabine, pois fazer papel de trouxa na frente de outra pessoa seria dureza.

Quando eu ia novamente fazer carinho em meu pufoso, eis que a porta abriu e um garoto assustado entrou, sua roupa meio rasgada e a face mega assustada e meu coração quase que sai pela boca. – O que houve com você? – perguntei já esperando por algo terrível, mas não precisei de uma resposta. Floop pulou para fora da cabine e, quando cheguei até a porta para ver onde o azulzinho estava indo, vi aquela loucura toda no corredor. – O que está acontecendo?! – gritei para um garoto que lutava para conter seu cão eufórico, mas tudo que recebi foi um olhar perdido do garoto. Tudo bem, independente da causa daquilo, precisava de uma solução: precisávamos conter aqueles bichos todos.

Imediatamente me pus a correr atrás de Floop que pulava entre as pernas e sobre as cabeças de muita gente por onde passava. A sorte, ou não, é que literalmente todos os bichos estavam malucos e ninguém nem percebia a loucura de Floop. – Accio pufoso! –apontei minha varinha para ele e o vi voar em minha direção. Agarrei-o no ar, quase me sentindo em um jogo de quadribol, mas então ele começou a se balançar e vir com sua língua maléfica para cima de mim. – Mas que coisa! Hypnus! – coloquei-o para dormir, assim não traria mais problemas e, quem sabe eu poderia ajudar outras pessoas a controlarem seus pets. Ou não.

– Jhéssylinnnn! – o berro de Nora Pierce fez-se ouvir antes mesmo que ela surgisse no corredor em que eu estava, e a cena a seguir foi um tanto quando assustadora, mas confesso que minha vontade de rir foi maior que tudo. Tia Nora corria desesperada, e sobre seus cabelos estava Zayn, que parecia fazer uma dança louca, rodando e puxando os cabelos da professora para todos os lados. Jamais havia sequer imaginado ver a diva Nora despenteada, quanto mais descabelada daquela forma. Parecia mais um ninho de algum bicho bem grande, mas esse pensamento eu achei melhor não comentar com ela. – Impedimenta! – parei os movimentos do bichano tempo suficiente para que titia o jogasse no chão. – Também não precisa machucar ele! – falei nervosa, mas o animal pareceu não se importar com meu ato defensor e passou direto por mim, correndo para a cabine em que eu estava antes. ”Pelo menos não me dará tanto trabalho lá dentro” –pensei cedo demais.

Um grito apavorado veio de dentro da cabine e levei alguns segundos para assimilar que o garoto das roupas rasgadas ainda devia estar lá dentro, e agora tinha um gato louco querendo atacá-lo. O meu gato louco. – Que ótimo! – comentei sarcasticamente enquanto voltava à cabine. O garoto espremia-se junto ao vidro da janela e Zayn preparava-se para pular em sua direção. – Bamboé! – fiz suas pernas bambearem, impedindo que ele avançasse no menino.   – Hypnus! – bradei em seguida, fazendo meu segundo mascote também tirar uma sonequinha, aproveitando para fechar a porta e impedir que mais algum animal maluco entrasse.

– Obrigado! Perdi minha varinha na correria e se você não tivesse parado esse bicho ele iria rasgar o que não rasgou das minhas roupas na outra cabine. – disse o garoto e assim eu descobri que Zayn era o responsável pelo estado das vestes do menino. – Não há de que... – respondi, sem a mínima intenção de contar que ele aquele diabinho peludo era meu. Coloquei Floop na gaiola dele e fechei com feitiço, caso ele acordasse ainda agitado, aquilo o conteria.

Ficamos ali esperando a bagunça do corredor acabar até que finalmente veio o silêncio e um funcionário passou em nossa cabine para ver se estava tudo bem, e já que os dois diabretinhos dormiam lindamente, ele logo se retirou. – É melhor você se trocar.. Já estamos para chegar ao castelo. – comentei com o garoto que concordou e logo deixou a cabine. Respirei aliviada. – Que situação, hein?! Imagina se esse garoto me faz comprar roupas novas para ele? Eu te venderia para suprir o prejuízo.. – falava enquanto pegava meu amasso cuidadosamente e o colocava em cima do banco, ainda dormindo. – Até parece um anjinho dormindo assim.. – ri. Por fim, estiquei-me no outro banco e fiquei deitada ali esperando o fim da viagem.
Salve-se quem puder!;



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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

Mensagem por Juliett Collins Drakhale em Sab 13 Fev 2016 - 13:26


Returning to Hogwarts
Foi incrivelmente familiar e satisfatório entrar mais uma vez no Expresso e rever alguns colegas que eu conhecia. Alguns conhecia vagamente por causa das aulas. Passei pelo vagão da Sonserina e vi algumas meninas olharem feio para mim. Mas espera, o ano mal começou !-Malucas-Resmunguei comigo mesma, enquanto chegava finalmente no vagão da Grifinória e finalmente me senti em casa. A cabine que eu encontrei estava sendo ocupada apenas por um menino loiro, que reconheci ele como artilheiro do time da Grifinória.-Com licença, posso ficar aqui ? As outras cabines estão cheias.-Eu perguntei ao garoto, sorrindo um pouco tímida. E acrescentei em seguida :-Ah, e sou a Juliett, mas pode me chamar de Julie.-Eu acrescentei, me apresentando. O garoto se apresentou como Adam Salvatore(NPC) e disse que eu podia sim entrar na cabine. Um pouco tímida, entrei na cabine e guardei minha bagagem no bagageiro, deixando apenas a gaiola com Snowflake do meu lado. Adam me contou que ele era do terceiro ano e que tinha duas irmãs na Lufa-Lufa, do quarto e do sexto ano. Eu não tinha irmãos, na verdade. Tinha apenas meus primos. Eu e Adam estávamos conversando, quando de repente, nossos animais de estimação começaram a ficar mais agitados do que o normal. O que diabos tinha dado na minha coruja ? A Snowflake nunca ficava tão agitada assim !-Que é isso, Snowflake, o que aconteceu ?!-Eu perguntei á minha coruja, ansiosa. Tudo bem, isso estava mesmo estranho, porque de repente, todos os bichos pareciam que tinham surtado. De repente, o gato de Adam pulou em cima de mim e começou do nada a arranhar meu rosto.-Ai !!!!-Eu comecei a gritar, desesperada, enquanto Adam tentava, com todos os feitiços que conhecia, tirar seu gato de cima de mim. E foi aí que com aquela barulheira toda na cabine, Snowflake de repente foi pra cima de Adam. Caramba, era melhor um monitor passar por aqui logo e nos ajudar !-Adam, é isso !Quietus !-Eu bradei, apontando a varinha para Snowflake e para Hades, o gato negro de Adam. Imediatamente, os bichos pararam de fazer barulho, mas eles ainda estavam muito agitados. Adam logo deu um jeito para fazer com que nossos bichos se acalmassem e eles logo se acalmaram.-Espera, que feitiço foi esse que você usou ?-Eu perguntei ao garoto, curiosa. E logo com essa agitação toda, nossos mascotes começaram a se cansar. Também achei uma boa descansar um pouco.-Me acorda quando chegarmos nas carruagens ? Valeu.-Eu disse á Adam. Adam logo concordou e eu vi que ele também estava com sono. Coloquei Snowflake de volta na gaiola e logo eu também peguei em um longo cochilo. Ainda queria saber o que tinha acontecido com os animais do pessoal.
post 105 × tagged Adam(NPC) × place Expresso de Hogwarts × music ESTOU OUVINDO × notes Novo ano letivo começando × thanks juuub's from @ bg !



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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

Mensagem por Narrador em Dom 28 Fev 2016 - 21:43

QUEST  FINALIZADA
Após avaliação e distribuição dos prêmios

bazinga!


Prêmios:
Os critérios aqui usados para a distribuição dos pontos e galeões (que como dito anteriormente irão variar de 50 a 400 G$ e de 10 a 100 PPH) são: criatividade, coerência na postagem e, obviamente, a ajuda na solução do problema. Não há “quem foi melhor”, é apenas uma distribuição de pontos por participação. Se você não ganhou o máximo de galeões ou PPH é porque deixou a desejar em algum desses critérios.

Seth Chamberlain – 400 G$ +90 PPH
Ashley Butera – 300 G$ + 70 PPH
Kim Changgok – 400 G$ + 100 PPH
Kenton Willians Lancaster – 400 G$ + 100 PPH
Patrick C. Drakhale – 400 G$ + 100 PPH
Lily O. Lancaster – 350 G$ + 60 PPH
Stefan C. Cavendish – 400 G$ +100 PPH
Mel V. Lancaster – 400 G$ + 100 PPH
Barbara Kinsky Moogreyd – 320 G$ + 85 PPH
Gabriel Stark – 400 G$ + 100 PPH
Lief E. Rosenfeld – 400 G$ + 100 PPH
Jhessy Pierce Cavendish – 400 G$ + 100 PPH
Juliett Collins Drakhale – 320 G$ + 60 PPH

**Pontos e galeões já computados**

Nota: Qualquer dúvida sobre a quantidade de galeões ou PPH que receberam, enviem-me uma MP.
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[Quest] Deu a louca na bicharada! Empty Re: [Quest] Deu a louca na bicharada!

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