Ambientação
Por cerca de 10 anos o Mundo Bruxo Britânico esteve sob a regenência de um governo ditador que, chantageado pelo intitulado Lorde K., o Lorde das Trevas, tomou algumas medidas drásticas para tirar o poder das mãos de famílias que já estavam há muito tempo na chefia das instituições bruxas. Bruxos foram perseguidos, presos, punidos.. Outros simplesmente desapareceram.

O Ministério da Magia, que a cada dia possuia novas regras para a população, sequer explicava para a sociedade o motivo daquilo. Parte da população bruxa apoiava tais medidas, querendo assim ver as famílias bruxas mais influentes finalmente fora do poder. Outra parte, formada principalmente pelas famílias atacadas, tentava resistir às ordens do Ministério. Hogwarts parecia treinar um exército. Famílias estavam fugindo. Os comércios estavam falindo. A sociedade bruxa britânica estava sucumbindo.

Anos se passaram, até que um grupo intitulado Lavender, formado inicialmente por mulheres das famílias perseguidas, surgiu com o apoio de muitos outros bruxos e ajudou a revelar toda a verdade da história. O Lorde K. não mais comandava a Irmandade e estava desaparecido. Seus próprios seguidores o haviam destituído de seu posto e assumido seu nome como um codinome para esconder o novo grupo, que almejava acabar com as famílias poderosas do mundo bruxo. Como se não bastasse, descobre-se ainda que uma Superior do Ministério e a Diretora de Hogwarts estavam por trás dos planos desse novo grupo, uma, por ter sido chantageada, a outra, por pura sede de vingança contra aqueles que um dia arruinaram sua própria família. Os grupos entraram em guerra.

Bruxos foram mortos de ambos os lados, mas por fim, o lado das trevas foi derrotado, capturado e mandado à Azkaban, que agora tem sua segurança mais que reforçada. As instituições estão sob novas direções. Famílias refugiadas retornam à seus lares. Os comércios tornam a ganhar freguesia com os bruxos finalmente andando sem grandes preocupações nas ruas. O que resta aos bruxos é recomeçar e crer que os tempos de paz e segurança irão durar.
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[RP] Noite de Ano Novo

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Mensagem por Narrador em Sab 2 Fev 2019 - 11:53

Relembrando a primeira mensagem :

Noite de ano novo
The Leaky Cauldron

Rua Alameda das Fadas
Vila residencial de Godric’s Hollow
31 de dezembro de 2030


O ano de 2030 já havia durado demais: uma nova guerra-bruxa, o fim de uma era de ditadura bruxa, ataques aos alunos por besouros e veelas.. mas entre festas, comemorações e romances, tentava-se disfarçar a ideia de o mundo bruxo talvez não voltar a ser seguro como um dia já fora. Logicamente, no último dia do ano não seria diferente, e ali estava o Hospital St. Mungus a organizar uma festa de fim de ano para angariar fundos para melhorias necessárias no hospital. Liberados das aulas e do castelo para as típicas comemorações de fim de ano, até os alunos estavam convidados a participarem com suas famílias no evento beneficente que acontecia na rua Alameda das Fadas em Godric’s Hollow a partir das oito da noite, sob vigilância dos aurores e demais funcionários do Ministério. Barraquinhas de comidas, bebidas e atendimento sem horário marcado com os medibruxos e enfermeiros da instituição estavam liberados para quem pagasse uma singela quantia de vinte galeões para curtir a noite de ano novo em uma tenda mágica com tamanho para atender toda a população mágica britânica e os manter aquecidos naquela noite de neve abundante, abrigando também as fadinhas luminosas que amam voar pela rua iluminando e enfeitando as noites do vilarejo, enquanto todos esperavam a meia noite para sair para a Alameda e apreciar um bom show de cores no céu de um novo ano que se iniciaria.

Considerações:
Ϟ RP Oficial da trama do TLC. Desfecho surpresa, participem se quiserem presenciar as novidades.

Ϟ G$20 serão cobrados automaticamente de todos que postarem nessa RP, mas é por uma boa causa, ajudem o hospital bruxo a investir em melhorias para vocês.

Ϟ No meio da semana já será postado a próxima parte, e a partir de então só posta quem já estiver na festa, não se atrasem.

Ϟ Um bom evento a todos. HAHAHA

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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Murtagh Bianchi Kalocsay em Sex 15 Fev 2019 - 15:05

In The End
A réplica a piada fraca que escapou pelos lábios finos do Murtagh viera antes do mesmo poder começar mais uma sessão de auto depreciação pelas besteiras que lhe escapavam em momentos assim, era de sua natureza estragar potenciais amizades ao falar as coisas mais estranhas possíveis nos momentos mais aleatórios.
Only one of the perks of being me.Apenas uma das vantagens de ser eu.
O pensamento extremamente ”feliz” quase arrancou um suspiro de sua parte se não fosse pelo moreno não só ter citado a palavra mágica doce como ter ativamente ido atrás de um. Alguns passos o levou a se postar em frente a uma mulher que lançou seu amável sorriso largo aos rapazes enquanto esperava que eles escolhessem o que iriam pedir.

A barraquinha de lona branca a sua frente emitia muitos cheiros gostosos incitando o instinto formiga do loiro, ele tinha certeza que se as circunstâncias fossem levemente diferentes ele pediria dois de tudo — um pra si e outro para sua pequenina, afinal —, mas ele estava em público, em uma festa de alto calibre do mundo mágico britânico, ele precisava se comportar. A voz do moreno forçou o homem-pássaro a pôr em pausa o wet dream que ele estava tendo com todas aquelas bombas de açúcar fazendo fila para serem devoradas enquanto muitas mais caiam do céu sobrescrevendo o mundo todo em um paraíso de glicose, um suspiro sonhador marcou a luta pelo foco no mundo real sendo finalmente ganha. A atenção foi voltada ao ambiente ao redor bem a tempo de ouvir o outro pedir um pudim de chocolate, uma ideia que alegrou muito o docente, que nunca julgaria um doce pela sua forma de preparo.

Tão logo o medibruxo recebera sua porção de pudim da moça, ele se voltou para o Murta, a voz alegre voltando a soar, dessa vez para questionar se o loiro iria querer algo da barraca também. A resposta para aquela pergunta pulou para a ponta da língua ao ver uma iguaria há muito tempo não degustada, e sem pensar duas vezes foi oferecida, porém após uma pausa de uns poucos segundos da primeira questão uma segunda foi falada, saindo antes mesmo da resposta por parte do bastardo e provocando um situação levemente embaraçosa. — ...A propósito qual o seu nome? — Ao qual a resposta apresentada pelo Kalocsay era guiada por seu estômago mais que pela cabeça. — Pudim de morango!

Claro, a frase lançada para não só a companhia como também para a dona da barraca referenciava a questão da fome e não do nome como momentaneamente parecia, e era sabido que era uma confusãozinha tola que não faria nada mais que arrancar umas risadas na melhor das hipóteses, mas assim o bastardo não pode evitar de sentir sua face em chamas. Tentando bancar o blasé — algo difícil com o rosto cor de pimentão — Murta voltou a falar em sua voz grave. — Eu me chamo Murtagh... — A frase foi dirigida a figura de cabelos negros do rapaz, sendo seguida de outra dirigida educadamente à atendente. — ...E ficaria grato por uma porção de pudim de morango, por favor... — A sentença sendo finalizada em direção do curandeiro novamente, enquanto ele esperava que lhe fosse oferecido seu doce pedido. — …E você, como se chama?
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Elizabeth L. Bringstrow em Sex 15 Fev 2019 - 18:55



Feliz ano novo

E muitas fofoquinhas à todos!
Mais um evento para frequentar, mais um local público com muita gente a ser vigiada sem esforço algum, mais uma festa geradora de fofocas, certamente, óbvio que Elizabeth não perderia essa. Com seu scarpin preto de bico fino, a loira vagava pelo interior da tenda, observando à tudo e todos enquanto bebericava de uma bebida doce que encontrara, sem conseguir distinguir exatamente o que era, só o que importava é que estava gostosa. Ver a mesa de comes e bebes com uma variedade imensa de comida para atender a todos os gostos, com diversos tipos de bolos que fugiam um pouco da ideia que ela tivera de um evento beneficente de um hospital, a fazia lembrar-se de seu filho, mas o próprio Otto havia preferido ficar em casa, dizia-se cansado e também estava gostando de ficar na companhia de Mönie, a elfo com extrema ligação amorosa com a família e que sempre cuidou de todas as crianças com sangue Bringstrow com muito carinho. Bem que Eliza queria estar lá com eles, mas também sabia como, em um mundo bruxo e em situações como a que estavam, era importantes manter as aparências, e sendo a mais nova cotada a redatora do profeta, tinha a necessidade de manter-se atualizada ao vivo e a cores, por mais que fosse para fazer fofoca, que as fizesse bem feitas.

Se tudo desse certo, logo logo a nova matriarca da família poderia retornar ao leito de seu lar para desfrutar da companhia do filho, que por mais que estivesse dormindo, ela sabia que receberia um abraço gostoso assim que se deitasse perto do pequeno. U sorriso pairava em seu rosto enquanto passava o olhar ao redor, e foi então que avistou sua parente Candice, antes uma pirralhinha bagunceira, agora uma mulher elegante e tão cheia de poder. Literalmente. Aproximou-se calmamente da parente de o homem com quem ela conversava bem a tempo de ouvir a conversa sobre ele ser um ex presidiário de Azkaban tentando se redimir, mas o olhar de maluco chegava a assustar a Lockwood. Os passos cessaram assim que o olhar se encontrou com o da sobrinha, apenas a alertando para sair de perto, ela mesmo nem se aproximando mais, e sim dando meia volta e indo em direção à um dos ali presentes que alguém havia lhe indicado como funcionário do Mungus alguns minutos atrás.

- Com licença.. boa noite! Elizabeth Bringstrow! - apresentou-se com um sorriso largo no rosto. - Você trabalha no hospital, certo? Sabe me dizer por onde anda a diretora Casphie? Não vi ela em lugar nenhum, mas é muito estranho a diretora não estar presente no evento da própria instituição, não acham? - perguntou docemente para o tal funcionário e o rapaz que o acompanhava. - E, assim, se não for ser muito intrometida e nem atrapalhar na conversa de vocês, sabe me dizer exatamente no que será usado o investimento aqui arrecadado? - perguntou a loira, encarando gentilmente o rapaz enquanto esperava por respostas.

[Off: Interagindo com George] 
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Narrador em Sex 15 Fev 2019 - 19:10

Noite de ano novo
The Leaky Cauldron

Rua Alameda das Fadas
Vila residencial de Godric’s Hollow
31 de dezembro de 2030.


A festa acontecia normalmente, tudo ocorrendo muito bem. Encontros, reencontros, novas e velhas amizades, velhas e talvez novas paqueras, novos desejos para um novo ano que se aproximava mais a cada tic-tac dos relógios, e a mesma velha esperança de paz e sossego. Ao beirar da meia noite, lá estavam os bruxos presentes na festa beneficente se encaminhando para fora da barraca a fim de prestigiar a virada de ano com um prometido show de luzes mágicas no céu. Pena que, em um mundo bruxo, tal esperança nunca perdura por muito tempo.

01 de janeiro de 2031, 00h00min.


Assim que o relógio principal da rua anunciou a virada de ano, varinhas erguidas em direção ao céu disparavam bolinhas luminosas junto a patronos animadamente dançantes e desenhos para enfeitar o céu noturno de um novo ano que havia chegado. Junto com ele, porém, vinha uma surpresa que os buxos não esperavam. As mesmas luzinhas que iluminaram o céu, iluminaram também a área de uma grande árvore seca em uma parte mais vaga da rua, onde haviam apenas terrenos vazios, sem casa ou qualquer outra coisa, chamando atenção de alguns para algo diferente no local. Para ajudar com a visibilidade, outras oito varinhas iluminaram diretamente a árvore, revelando o que ali existia.

Corpos, oito deles, era isso que estava pendurado na árvore para enfeitar com terror a noite de todos. Corpos humanos pendendo dos galhos, enforcados com panos pretos envolta de suas cabeças. Em coro, as oito vozes donas das varinhas que clareavam o local gritavam ”Se querem paz, que tenham paz, mas para isso, que se elimine todo o mal. Saudações dos Acólitos do Caos!” antes de atearem fogo na oca e enorme árvore e sumirem dali, desaparatando do local.

Observações:
A partir de agora só posta quem já está presente, e eu voltarei em dois dias, com o encerramento ou, talvez, mais atos a serem postados, dependendo somente da interação dos aqui presentes com a cena descrita. Até logo.
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por George Bauer Forge em Sex 15 Fev 2019 - 21:55

Fim de plantão...O que está acontecendo?
A resposta inusitada vindo da pergunta sobre o nome do moço mais velho me fez sorrir. Na verdade eu achei bem engraçado, ele parecia realmente ser uma pessoa muito simpática pois logo depois percebi seu rosto enrubescer. Corrigiu-se então e descobri que seu nome era Murtagh, um nome não muito comum mas bem legal de se pronunciar na minha opinião. Ele parece meio envergonhado ainda pelo erro na hora de dizer o nome, por muita vontade de saborear um doce talvez… Eu me incluo na categoria “formiga” quando se trata de doces então sei bem como é precisar de açúcar e não encontrar na hora exata.

Ele pede seu pudim de morango e eu ainda sorrindo pela situação respondo a sua pergunta. - Me chamo George, mas pode me chamar de Geo se quiser. - Mal tinha terminado de me apresentar e uma moça, aparentando ter idade próxima de Murta (se é que posso chamá-lo assim em meus pensamentos) ou talvez mais velha, com seus cabelos loiros balançando surge de repente se apresentando como Elizabeth Bringstrow, o sorriso dela era muito bonito. Todas as pessoas naquele lugar pareciam ter dentes perfeitos e fiquei me sentindo meio estranho por ser o sorriso a primeira coisa que noto nas pessoas.

Ela queria saber acerca da diretora do hospital, Dr. Caspie. - Ah sim, sim. Então... Ano novo né? Nessa data acontece cada loucura que vc não acreditaria. Parece que quanto mais perto de algum feriado mais pessoas sofrem acidentes e surgem no hospital. A Dr. Caspie precisou ficar no hospital por conta de uma emergência de última hora e ela é a mais experiente. Ela e alguns outros funcionários permaneceram lá, ficaram de vir para cá assim que pudessem mas desde que saí de lá não tive mais notícias… - Disse sorrindo no início e fazendo uma leve expressão de dúvida no final da frase, afinal eu não tinha certeza se eles conseguiriam chegar a tempo. Apesar de ser novo no local eu já havia sido alertado pelos outros internos que nessa data sempre acontecem umas loucuras. Olhei para Murta, ela parece perceber que estávamos conversando e na sua próxima pergunta se desculpa por talvez estar atrapalhando algo. Dessa vez a pergunta se redirecionou para o motivo da arrecadação de fundos. Eu parei para pensar nessa resposta. Estava no hospital a apenas alguns dias. Não tenho muita ideia de o que possa estar precisando de atenção financeira por conta própria, mas sabia pelo o que os mais velhos haviam me contado. - Então, eu sou novo na instituição. Mas pelo que eu sei o Mungus está precisando contratar mais funcionários, comprar alguns utensílios novos e alguns ingredientes para poções. - Respondi aquilo que sabia, estava com medo de estar faltando alguma informação mas a princípio era o que eu tinha conhecimento no momento.

“Espero que as coisas no hospital estejam tranquilas” Era o que eu pensava na hora, ficava imaginando que eu poderia estar lá ajudando no que quer que fosse preciso mas entendia que também era parte da minha função ajudar aqui, a festa não podia ficar sem ninguém do hospital em sua própria festa beneficente. Naquele momento imaginei que havia dado meia noite e o ano novo já começava a ter seus primeiros segundos de vida. Olhei para os dois adultos na minha frente e sorri. - Feliz ano novo! - Disse com o maior sorriso que podia ter. Luzes começar a serem disparadas para o céu e tudo ficou mais colorido e bonito. Estava sorrindo pois era minha primeira festa relacionada ao trabalho novo no Mungus, meu primeiro ano novo separado de meus pais, e pela fascinação toda do momento de virada.

Tudo estava muito bonito até algumas pessoas começarem a murmurar algo parecido com “Ohhh” num muxoxo de surpresa mas mais voltada para uma surpresa ruim do que para uma boa. Segui com meus olhos para onde todos estavam olhando, atrás de mim podia-se ver uma árvore seca sendo iluminada pelas luzes das cores que estavam no céu. Mas eu ainda não havia entendido o que se passava. - Mas o que está aconte… - Fico sem palavras. Luzes de provavelmente algumas varinhas iluminaram diretamente o local e lá se encontravam alguns corpos pendurados, como se estivessem enforcados… Na verdade estavam enforcados. Com panos presos em suas cabeças. Eu gelei e senti um frio subir pela minha espinha e senti como se um vento gelado tivesse tirado todas as cores do céu. O que significava aquilo? Como estávamos aqui do lado e não vimos aquilo alí? Principalmente nós que estávamos aqui a mais tempo arrumando… Nada daquilo estava lá antes… Ou será que nós apenas não havíamos notado?

Me senti totalmente desprotegido. Sabia que haviam alguns aurores no local mas mesmo assim eles também deveriam estar perplexos. Umas vozes começaram a falar em coro como se fosse tudo parte de um filme de terror, eu não sabia de onde elas estavam vindo. ”Se querem paz, que tenham paz, mas para isso, que se elimine todo o mal. Saudações dos Acólitos do Caos!”

“Acólitos do Caos? O que é isso? Ainda estava parado no mesmo local que antes quando uma luz tremeluzente de chamas invade o local. A sensação de perigo eminente ativa meus movimentos e olho ao redor rapidamente vendo que as chamas estavam em toda a parte. - Se abaixem e não respirem a fumaça! - Gritei. Foi a primeira coisa que eu pensei, numa ocasião de incêndio comum, deveríamos retirar as pessoas com calma do local enquanto outros se encarregariam de tentar apagar as chamas, mas numa ocasião de ataque é quase impossível as pessoas não saírem correndo desesperadamente. - Vamos sair daqui! - Falei para Murta, Elizabeth e Rachel que estava atrás da bancada dos doces a alguns segundos atrás mas que não estava mais lá. Resolvi que era melhor correr para fora da tenda na direção oposta a da árvore seca. No caminho para lá algumas pessoas esbarravam em mim e eu pensei em tentar usar o aquamenti em algumas das chamas mas minha especialidade não era essa. Na hora eu só queria sair dali para ter uma visão melhor do local, encontrar possíveis feridos e ajudar no que fosse necessário. Não percebi se Murta ou Elizabeth vieram atrás de mim. Não sabia se quem tinha causado tudo isso estava no meio de nós e não sabia onde estava o meu pudim.

Spoiler:
[OFF] Murta e Eli, não estou expulsando vocês da interação kkk só que não queria prender vcs comigo, caso não queiram me seguir estão livres para ir para onde quiserem e se me seguirem tbm tá ótimo, ficarei muito feliz kkk kkk bejinhos


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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Narrador em Dom 17 Fev 2019 - 19:34

Noite de ano novo
The Leaky Cauldron

Atônitos com a cena que se desenrolava ao redor deles, a grande maioria dos bruxos ali presentes não soube o que fazer, talvez sem entender de verdade o que acontecia no local. Um dos funcionários do Mungus, a instituição que estava a organizar aquela festa, pareceu ser o único rápido e esperto o suficiente para fugir do local logo que tudo começou a acontecer, enquanto os demais permaneciam encarando a cena macabra de corpos pendurados e chamas bruxuleantes clareando a noite e queimando árvore e carnes, aquecendo o coração de todos que ali estavam de maneira nada reconfortante.

As duas bolinhas de chamas vermelhas conjuradas pelos responsáveis daquela cena tenebrosa, agora iam em direção as pessoas que encaravam o cenário do que parecia ser um filme de terror, derretendo qualquer vestígio de neve e consumindo tudo por onde passava, se não fossem rápidos e espertos, os convidados acabariam consumidos pela tal chama, assim como a árvore e os corpos que dela pendiam, até que as chamas alcançassem a tenda do evento e destruíssem todo e qualquer esforço feito para conseguir melhorias para o hospital bruxo.


Observações:
Em 5 dias eu volto, e aí veremos o que aconteceu por aqui.

Antes não precisava de rolagem de dados, agora, se forem usar feitiços, rolem um dado de 1 a 20. Acima de 5, seu feitiço funcionou, abaixo disso, sinto muito. E mesmo que funcione, será contado de 5 a 10 como fraco, 10 a 15 como médio, e 15 a 20 como ótimo.

Para ações e aparatações não será cobrado dado.

Bom fim de evento à todos.
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Murtagh Bianchi Kalocsay em Seg 18 Fev 2019 - 0:18

Fire And The Thud
Na primeira colherada do doce os olhos azuis do croata se encheram de lágrimas, fazia milênios que ele não comia algo tão bom assim. A luta para não se render e fechar os olhos, diante das sensações de prazer que a substância avermelhada causava em suas papilas gustativas, foi recompensada ao ver o sorriso do moreno com sua gafe, Murtagh podia não ser orgulhoso de seu jeito atabalhoado, mas sempre gostou de ver que ao menos alguns se divertiam com isso. Se sentindo levemente melhor pelo tratamento amigável mesmo após o embaraço do nome — e pelo pudim que repetidamente morria lentamente em sua boca — o professor alargou seus lábios em um sorriso ao ouvir novamente o som da voz do mais novo.

— Me chamo George, mas pode me chamar de Geo se quiser. — A apresentação informal fez o loiro corar novamente ao mentalmente associar o apelido do outro com a matéria escolar trouxa, e ele simplesmente sabia que teria que se controlar para não deixar escapar um “
GeographyGeografia
” quando fosse se dirigir a ele. — Pode me chamar de Murta, se quiser. — A frase veio em complemento a anterior, uma tentativa de esquecer o embaraço anterior com a informalidade de possíveis amigos.

Qualquer coisa que pudesse ter sido conversada entre eles entretanto, foi impedido pela aparição de uma jovem mulher. Os cabelos loiros brilhantes e o sorriso cativante teria feito o homem-pássaro olhar duas vezes para a figura feminina se a situação fosse outra, entretanto o ar meio intrometido da mulher apenas o fez perder interesse. A loira se apresentou como Elizabeth Bringstrow, e tão logo terminou com as formalidades iniciou uma saraivada de perguntas para cima do medibruxo. Murta sentiu uma certa empatia para com George que inicialmente aparentava meio sem jeito ao ser o foco da — muito provável — repórter do
Daily ProphetProfeta Diário
, tal sensação quase o fez se adiantar e tentar de alguma forma proteger o menor, todavia assim que o mesmo começou a falar ficou claro que ele não necessitava de ajuda. Assim sendo, o Kalocsay ficou livre para cuidar do seu pudim.

Minutos se passaram enquanto os outros dois — repórter e entrevistado — conversavam, dando tempo ao amarelo de terminar seu pudim e trocá-lo por uma taça de espumante numa das bandejas que circulavam pelo ambiente. Tão envolto em seu próprio universo, com o olhar farreando por entre os presentes na festa, o scarface tomou um pequeno susto ao ouvir a voz alegre do curandeiro voltar a soar e dessa vez dirigido a si também. — Feliz ano novo! — A frase relembrou o docente do horário e com um rápido olhar no relógio de pulso ganho no natal de um dos Bianchis mais novos ele confirmou que o ano de 2030 havia terminado. — Feliz e prospero ano de 2031. — A comemoração logo foi seguida do entornar de sua taça de champangne, que ao esvaziar-se foi deixada sobre o balcão da barraca de comida que estavam perto, a varinha de nogueira foi elevada em direção aos céus, luzes coloridas saindo de sua ponta para se unir às demais que pintavam o domo celeste em um quadro de arco-íris.

Entretanto, como uma máxima trouxa dizia “Nada que é belo dura pra sempre…” ou algo tão semelhante que não faria diferença. Em meio à beleza do espetáculo celeste, luzes esbranquiçadas de Lumos foram direcionadas para um lugar nas redondezas terranas logo em seguida de expressões de medo e choque serem arrancadas da plateia de bruxos cativos. Abaixando os olhos e a varinha, Murtagh se deparou com uma cena que sua infeliz vida já lhe apresentara antes, uma árvore velha e sem folhas próximo a terrenos ainda selvagens e inocupados nas redondezas era o palco de oito figuras encapuzadas penduradas como marionetes pelos seus pescoços, e na frente do show dos fantoches de carne outras figuras com as faces ocultas pela escuridão e capuzes de pano se postavam, esses infelizmente estavam também vivos. — Se querem paz, que tenham paz, mas para isso, que se elimine todo o mal. Saudações dos Acólitos do Caos! — As palavras foram ditas em coro, uma sensação de pavor puro e claro foi instigada à corrente sanguínea do loiro, e bem provavel na de vários outros ali presentes.

Em algum momento, lâminas de fogo foram evocadas sobre tanto a árvore quanto a barraca onde os bruxos se encontravam, o calor e a fumaça foram as únicas coisas capazes de retirar o falso Bianchi das memórias tristes de sua adolescência, das visões dos corpos dos parentes balançando ao sabor do vento, dos gritos enquanto o fogo os engolfava famintos pelo sangue de oferenda. As chamas eram como dançarinas exóticas, seus movimentos rápidos e ao mesmo tempo lentos a faziam se alastrar como mágica pelo ambiente, se aproximando cada vez mais rápidos dos ainda estáticos bruxos britânicos. Um grito para ter cuidado com a fumaça e um leve puxão em suas vestes foram as últimas coisas que o croata reconheceu como advindo do medibruxo, ele sabia que deveria seguir o outro para fora dali, mas as pernas pareciam ter criado raízes por entre os paralelepipedos da rua.

“Papai!”
O grito mental ecoou, escapando das sombras do passado para a realidade do presente, a voz de sua versão mais nova presenciando a cena do patriarca Saberhagen queimando no belo e ensolarado fim de tarde de um domingo no verão de de dois mil e dez foi o estopim para que seu transe fosse quebrado. Olhando ao redor, apenas caos e confusão alcançou o jovem Murtagh, seus instintos de auto-proteção sonserinos lhe informaram que era melhor usar da táctica da “saída estratégica” — lê-se fugir. Sentindo seu corpo agir automaticamente o Murta viu-se num piscar de olhos na forma de um corvo, as penugens negras eriçadas ao sentir de forma mais intensa o calor do ambiente.

Os pés amarelados logo deixaram o chão, um impulso leve sendo o suficiente para facilitar o ascender aos céus de seu corpo com o auxílio de um bater das asas escuras, a curvatura aquilina contraiu e se esticou repetidamente, levantando o Kalocsay com facilidade acima das cabeças dos convidados em pânico. O pescoço rotacionava ininterruptamente, buscando facilitar a caça por um lugar seguro utilizando de sua posição vantajosa. Pouco mais de meio minuto se passou antes que o bruxo-ave conseguisse localizar uma área grande por detrás da tenda, logo ao lado de uma das casas da rua — na verdade, o espaço cercada por muros baixos de pedras pertencia à residência, e por mais que fosse de certa forma uma invasão de propriedade privada o barbudo esperava que o dono entendesse a motivação. As esferas cor de carvão espiaram o pandemônio, logo abaixo de si enquanto voava para seu novo destino, no que a antes recatada e bela festa beneficente havia se transformado, muitos tiveram o bom senso de aparatar para longe e para o conforto de suas casas (provavelmente) enquanto que outros ainda tentavam fugir de maneira trouxa. Havia claro também aqueles que tentavam combate as chamas que se aproximavam e ajudar os que não conseguiam escapar por si só.

Assim que pousou num dos bancos de neve que cobria o quintal, Murta voltou ao seu estado humano, a transformação fora a única maneira lógica que seu cérebro em choque conseguiu manejar como resposta aos acontecimentos recentes, e por Merlim, ele agradeceu pela quinquagésima vez ter sido capaz de adquiri-la tão cedo, afinal essa não fora e nem seria a única ou última vez que ela o salvaria de alguma enrascada. Bem provável que ele devesse focar em treiná-la mais vezes. Um suspiro aliviado escapou do scarhead ao perceber que estava a salvo e principalmente que ele se negara a trazer sua passarinha pra festa, por mais que a mesma tenha insistido e esperneado. Todavia algo o fez lançar um olhar de volta para onde bruxos e bruxas ainda fugiam das labaredas, uma sensação de aperto dentro de si insistia para ele deixar de ser pau no cu e voltar, ajudar — ou ao menos tentar — alguém.

Em contraponto, o âmago de sobrevivência serpentino indicava que ele não conhecia ninguém lá, que seus amigos ou familiares não estavam lá, que ele não precisava se preocupar com nenhum dos rostos desconhecidos e infimes que ainda permaneciam sobre a ameaça de ser engolido por um casulo de fogo… Bem, havia o medibruxo, mas ele havia escapado do incidente, não foi?
“Você o viu a salvo? Presenciou ele escapando da tenda?”
O pensamento em tom zombeteiro era uma provocação ao que seu falso pai a muito indicara como fraqueza: Amizade. Um suspiro resignado foi a última coisa que a pequena parreira coberta pelos folículos brancos no quintal da casa presenciou antes que o “pop” indicando que o docente aparatara ecoasse pelo local.

O novo ambiente onde Murtagh se encontrava era muito diferente do qual ele tinha gravado em seu crânio ao mentalizar o destino de seu teletransporte, a área central sobre o toldo da barraca ao qual ocorria previamente a festa se encontrava literalmente do avesso. Cadeiras e mesas estavam viradas, barracas de comida esparramava seus coloridos conteúdos no chão, cacos e pedaços das mais diversas fontes eram dentes de armadilhas aos incautos por todos os cantos visíveis, e o fogo, a estrela do show dançava faminta e devastadora em direção ao palco branco que era a tenda. Controlando seus nervos, o professor empunhou sua varinha, lançando feitiços a torto e a direita, a maioria dos feitiços eram simples Evanesco e tinham o objetivo de transfigurar os objetos virados em pó,  afinal além de limpar os obstáculos que os bruxos que estivessem a fugir a pé pudessem se deparar, ele estaria evitando alimentar ainda mais as chamas.

Íris cor de céu rodopiavam pelo ambiente em busca do rapaz que ele tentava ajudar, as pernas deslocando-o rapidamente pelo perímetro que antes se encontravam enquanto feitiços escapavam da ponta polida da madeira escura. Resmungos de múltiplos Aequora Teggo foram lançados na direção das labaredas escarlates com o intento de evitar o avanço das mesmas, mesmo sendo uma tentativa arriscada pois ele não possuía conhecimento de qual magia de incendiar fora usada, porém ele tinha que tentar, além disso, um Ceruleanous escapou em direção ao céu com o objetivo de alterar o clima para algo um pouco mais chuvoso.

Os pés ligeiros o conduziam para perto da antiga barraca onde comeu o pudim de morango, porém os olhos distraídos não observaram as costas largas logo a frente, terminando assim numa cena quase cômica do Murta esbarrando em um homem de terno. O rapaz a sua frente se voltou para ele e durou apenas um segundo para que a face com barba por fazer tocasse o sininho de reconhecimento do loiro. O garboso moreno que o encarava com uma expressão de confusão na face clara parecia não o ter reconhecido ainda, ou talvez não estivesse entendendo apenas como alguém era capaz de se esbarra na mesma pessoa duas vezes seguidas em duas festas distintas e tudo isso em menos de uma semana. A piadinha de “Temos que parar de nos esbarrar por aí.” clássica para o Kalocsay estava na ponta da língua, pronta pra ser desferida para o bruxo, contudo o timing não era dos melhores. Assim sendo, com uma olhadela para o local da barraca onde antes ele eo Geografia estiveram, apenas para se deparar com um vazio, o croata agarrou o braço do moreno a sua frente, aparatando ambos para o quintal encontrado mais cedo.
“Só espero que meus feitiços ajudem.”



Coisas:
Então, não foi especificado q quantidade de feitiços que se podia utilizar, então utilizei três. Se forem menos, me desculpe, eu não sabia, primeira narrada que participo aqui (e já quase morri q), se forem mais que três... oras, poderiam ter me falado (brinks q)

Enfim, rolagem de dados ai embaixo;

Aliás, aparatei o persoagem do Zack Leonne Bringstrow para longe da confusão;

Dados:
Evanesco:
Quantidade aleatória (1,20) : 6
+ 9 (8 + 1 de Animagia) em Transfiguração

Aequora Teggo:
Quantidade aleatória (1,20) : 18
+ 3 em Magia Elemental;

Cerulaneous:
Quantidade aleatória (1,20) : 4
+ 9 (8 + 1 de Animagia) em Transfiguração e + 3 em Magia Elemental;
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“Thoughts”



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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Dylan S. Cartwright em Sex 22 Fev 2019 - 3:06




A dor é temporária, a glória é eterna


De braços cruzados e encostado na parede, Dylan observava o céu e reclamava a si mesmo daquela noite, tinha ido sem a companhia do irmão e achava que estava sendo a pior virada de ano de sua vida, não tinha noção do que estava por vir. Tinha acontecido de surpresa, apesar de ser uma festa bastante calma todos pareciam estar tendo um bom momento, a maioria das pessoas conversavam entre si e provavam os inúmeros aperitivos.

Distraído, apenas conseguiu ouvir um grito de longe que fez seus sentidos se aguçarem, com um susto o garoto se virou para frente e notou uma correria em meio a diversão, de começo achou que era apenas alguma brincadeira mas o fogo lá atrás o fez perceber o que estava acontecendo. Notou rapidamente os corpos pendurados na árvore mas não tinha tempo pra reagir, se não fugisse naquele momento provavelmente seria engolido pelas chamas.

Instintivamente puxou sua varinha do bolso e começou a correr para longe daquelas chamas, as pessoas estavam desesperadas e esbarravam umas nas outras, pareciam formigas perdidas. ▬ Venham, venham! Por aqui! ▬ Tentava controlar, sem muito sucesso, a multidão a sua frente. Fugiu o mais rápido que pôde, tentando se afastar o máximo das chamas, mas ainda assim se virou no final e apontou a varinha na direção do fogo. ▬ Glacius! ▬ Bravejou, tentando diminuir o fogo e que as pessoas atrasadas não se machucassem. Independente do que acontecesse o seu foco era manter distância o suficiente para que não fosse consumido pelas chamas.

Dado:
Quantidade aleatória (1,20) : 2

. ano novo ⅱ. festa  ⅲ. st. mungus




live fast die young
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Candice Marie Bringstrow em Sex 22 Fev 2019 - 6:39

New Year’s Eve
O queixo da Bringstrow só faltou cair de sua face ao ouvir o que o homem dizia, o coração acelerou-se, as forças involuntárias de seu corpo a pouco adormecidas quase que despertaram de uma só vez, mas por sorte ela conseguiu controlar-se, principalmente, talvez, por ter notado ali perto a presença de sua tia, que a propósito lhe sugeria para sair de perto do tal ex prisioneiro de Azkaban. Mas simplesmente ignorar uma pessoa e sair de perto na cara dura? Candice era melhor do que aquilo, e apesar de seus instintos dizerem que era melhor ser a última vez a conversar com o tal Heckyl, ela não iria simplesmente fugir do homem sem mais nem menos, se ele estava solto, motivo tinha, e não seria ela a tirar as esperanças de uma segunda chance dele. – Eu não tenho motivos para me afastar de você, Blodstone, muito menos medo, e eu não te atacaria apenas por isso. Entretanto, é bom mesmo que não esteja planejando nada contra ninguém aqui presente, não acabaria nada bem para você. – os lábios curvavam-se em um sorriso gentil, porém fraco, e os olhos encaravam o homem de forma séria, era melhor mesmo que ele não tentasse nada ou Candy nem conseguia pensar no que seria capaz de fazer.

A conversa até poderia continuar ali dentro da tenda se não fossem chamados para o lado de fora para supostamente admirar o show de luz que banharia o céu naquele inicio da primeira madrugada daquele novo ano. Lá fora, entretanto, bastou Candy virar-se para o lado a procura do homem recém conhecido para desejar-lhe um feliz ano novo que deu de cara com a cena assustadora que se passava ali bem perto. Completamente horrorizada, a morena sequer conseguia se mover, ficando estancada em seu lugar encarando aquela vista nada bonita. Corpos, morte, terror, medo, crueldade. Era difícil acreditar que os tais responsáveis por aquilo estavam mesmo fazendo aquilo por "paz", como diziam, aquilo era o extremo oposto do que a menina conhecia por paz, mas também ela não conhecia muita coisa sobre isso, e ainda mais difícil era conseguir respirar com algum ritmo certo e conter todo o turbilhão de sentimentos que lhe corroíam por dentro naquele momento.

Sem que se desse conta, não conseguindo se controlar, a britânica apenas permanecera ali, atônita, encarando todo o evento inesperado sem perceber o tempo passando. Via as pessoas ao seu redor correndo, tentando se salvar e salvar a festa beneficente, mas ela apenas conseguia encarar as chamas que consumiam árvore e os corpos nela enforcados, um tremendo horror. Em sua mente, vários pensamentos e lembranças passando como flashes, os sentimentos mais devastadores lhe preenchendo quase que por completo em segundos, até que voltou a si ao sentir uma lágrima quente escorrer por sua bochecha gelada pelo clima frio da noite, e aí poderia ser tarde demais.

Encarou uma bola vermelha de fogo pairando a sua frente, aproximando-se lentamente, como se fosse um divertimento ver o desespero de Candy crescer a cada segundo, mas a Marie não conseguia se mover, era como se estivesse presa ali, atolada até o pescoço nas forças e energias de seu próprio corpo. Tentava mover uma perna, mas não conseguia, tentava mover a outra, mas essa também não obedecia. Podia sentir a energia ali, acumulada, pronta para ser lançada para longe de uma maneira que talvez nunca tivesse conseguido antes, mas ela simplesmente não conseguia usufruir de seu "dom" com eficácia, sentia-se inútil naquele momento. Um suspiro misturado com um soluço quase a fez engasgar quando fechou os olhos esperando pelo pior, mas o pior não chegou, o fogo não chegou. Candy conseguia sentir o ar ao seu redor esquentar levemente, mas nada comparado com o calor absurdo que imaginava que sentiria ao ser acertada pelas chamas que conseguiam consumir uma imensa árvore em questão de segundos, e onde estavam todas as dores e desconfortos de uma queimadura? O que estava acontecendo? Abriu os olhos para encarar uma espécie quase visível de campo de força ao seu redor que não permitia que o fogo alcançasse seu corpo, e foi aí que ganhou confiança.

Antes desacreditada das funções de seus poderes, agora Candy sorria de canto, mesmo que sem humor, ao sentir as energias que agiam ao seu favor, repelindo qualquer perigo eminente. Um passo foi dado para o lado, não com tanta facilidade, mas não era mais um coisa impossível como em instantes atrás, e isso a deixava ainda mais determinada. Levantando as mãos e as mirando na direção da esfera, apenas para facilitar seu trabalho, a Brings concentrou suas energias e forças para lançar tudo para fora do seu caminho quando conseguiu, finalmente, emanar toda aquelas forças na direção certa, tudo sob seu controle, talvez fosse mesmo um dom, afinal.

Já fora do caminho das chamas, respirou fundo, recuperando o fôlego que nem sabia quando havia perdido, o olhar encarando a correria ao seu redor e procurando um lugar a salvo. – Glacius! – disse com a varinha apontada para a região principal do incêndio, a árvore e terreno ao redor dela, entretanto, sentia-se cansada e abalada demais para tentar qualquer outra coisa, e ao encarar a correria desesperada ao seu redor, Candy não conseguiu fazer outra coisa se não desaparatar dali rumo ao apartamento que ainda dividia com Josh, rezando para que sua tia e qualquer outro parente que ela não tivesse avistado na festa estivessem a salvo.

Quantidade aleatória (1,20) : 13

obs:
Repostando pois esqueci dos dados e pedi a ADM que excluísse minha para que eu pudesse postar novamente com o lançamento de dados.



Candy
No more gas in the red
Can't even get it started
Nothing heard, nothing said
Can't even speak about it
All my life on my head
Don't want to think about it
Feels like I'm going insane
Yeah

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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Sex 22 Fev 2019 - 19:00

one more year, one more path
O ar nostálgico tomava conta da conversa entre os Cavendish, fazendo Jhessy lembrar-se mais a fundo do antigo Camp Sky Rippers e, consequentemente, de sua família e amigos da época de Hogwarts enquanto tagarelavam sobre metas e promessas a serem cumpridas ou não. Onde estaria Katrina? E Isaac? E sua prima Lara que havia desaparecido? Ainda havia Lucas, Megan, Rufo, Brandon, Mel, Crhis, Fran, Luke, Gabriel.. Por Zeus e todos os deuses! Tanta gente que havia sido tão importante em sua vida durante tanto tempo e que de repente haviam simplesmente desaparecido sem explicações. Sua família nem se fala.. não fazia a menor ideia de onde estava Chord, nem Britt, Arya então nem se fala.. não sabia nem se podia considerá-los família. Família é quem está presente para todos os momentos e necessidades, e eles não estavam, nunca. Não, não eram família, parentes seria mais apropriado apesar de nem isso soar bem. "Ao menos eu tenho pessoas importantes para mim ainda presentes na minha vida", pensou, um olhar de esguelha encarando Patch, feliz por ele ser uma delas.

A conversa e pensamentos da metamorfomaga de cabelos coloridos foi interrompida pelo tic-tac dos relógios e convites das pessoas que anunciavam o chegar da meia noite, para que pudessem admirar um belo show de luzes a estrear no céu de dois mil e trinta e um. Uma ótima ideia, e que teria sido muito bem produzida se não fossem os corpos pendurados na árvore do terreno ao lado e as oito faces escondidas anunciando em coro que tal atrocidade havia feito em busca de paz. "De novo não..", a mente da diretora implorava enquanto a mulher encarava a cena com extremo horror, a mão apertando o braço de seu primo involuntariamente. – Acólitos do Caos? Vocês lembra de algo assim? – perguntou ao enfermeiro, não conseguia lembrar de nenhum nome como aquele nos arquivos que tiveram acesso dos últimos dez anos, o que estava acontecendo?

Sem muito tempo para pensar, o que era até difícil de se fazer frente aquela cena bizarra, os olhos da Cavendish tornaram-se de um azul marinho profundo, o medo estampado em seu olhar contrastando-se perfeitamente com o vermelho ardente das chamas. O oito ocultos haviam desaparecido, deixando apenas os outros oito corpos a queimar na árvore. – Estão tentando apagar as provas.. mas precisamos ir, Patch, temos que sair daqui! – disse ao ver o fogo espalhando-se por todo o resto com demasiada facilidade. Como podia tanto fogo em uma noite tão fria e em um lugar coberto por neve? Foi então que ela viu, as tais bolinhas vermelhas que eram quase idênticas, se não completamente iguais, aquelas que ela tivera que enfrentar nas aulas de feitiços certa vez. "O fogo que a tudo consome e que só pelo fogo pode ser consumido." Aquelas palavras pairaram em sua mente na voz de sua professora, Lilith Villeneuve, outra da qual Jhessy não fazia ideia de onde estaria naquele momento, mas que era grata por a ter conhecido e a ter tido como mentora em Hogwarts. – Calma, Patch, acho que sei um jeito. Fogo vermelho e fogo azul, se lembra? – apertava mais uma vez o braço do primo enquanto iam se afastando rapidamente em meio a correria que havia se formado ao redor.

Se aparatasse em meio ao desespero do momento, poderiam haver complicações, não conseguia nem parar para focar-se e visualizar bem o local para o qual pretendia ir. Em sua mente apenas uma coisa se passava: acabar com aquele desastre, já bastava de mortes. Sacando sua varinha, ainda em meio aos passos ligeiros e sem um rumo específico, a loira, cujos cabelos agora estavam e um laranja ainda mais intenso de determinação, tentou observar melhor o local e o que ali se passava. Via pessoas correndo, outras tentando salvar a tenda, outras aparatando, outras lançando feitiço contra o fogo que já consumia árvore e corpos, mas as esferas vermelhas ainda perseguiam os demais, carbonizando tudo o que tocavam. – Uma minha e uma sua? – encarou Patch com seriedade. Era aquilo ou deixar o fogo solto por ali até que não restasse mais nada pela rua, ou talvez pelo vilarejo inteiro. – Ignotus Glaciare! – a varinha mirava precisamente na bola de chama vermelha, no intuito de lançar uma chama azul que a anulasse.

Dado:
Quantidade aleatória (1,20) : 12
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Heckyl Blodstone em Sex 22 Fev 2019 - 20:41

Even if you could have stayed
Tudo ocorria bem e a voz da garota me fazia bem ainda mais pelo jeito que ela se dirigia a mim, porém, antes que eu conseguisse falar algo a festa era atacada de forma rápida.

A única coisa que consegui pensar naquele momento era em proteger as pessoas o mais rápido o possível, porém, as crianças ali presentes eram o que mais me importava e logo pegava minha varinha.

-Pode deixar que eu protejo as pessoas e as crianças! - Pronunciava entre olhares estranho e mesmo assim não ligava logo me aproximava de alguns bruxos que não tinha tempo de pegar suas varinhas e as crianças aponta minha varinha de for a proteger todos.

-Protego! - Pronunciava de forma clara em quanto apenas observar o retorno das pessoas ali presentes.

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Mensagem por Patrick C. Drakhale em Sex 22 Fev 2019 - 23:10

Saint Mungus' Eve
Happy New Year?
E
m um minuto Patrick estava conversando com sua prima sobre todas as baboseiras de virada de ano, promessas, metas, lembranças, desejos.. No minuto seguinte, estava envolto pela caótica cena que roubava os holofotes para si. Tudo era muito inesperado e muito rápido, corpos pendurados, vozes em coro gritando sobre a paz no mundo bruxo, fogo, correria, medo, destruição, um completo pandemônio.  – Nunca ouvi falar, e no momento estou desejando ser a primeira e última vez! – dizia enquanto tentava correr pela multidão, carregando sua prima consigo.  – Sim, sim, precisamos sair agora! – confirmava as palavras ditas pela Pierce, mas a própria mulher, contraditória, o parou. Claro que ela tinha ideias mirabolantes em momentos como aquele, era a Jhessy, o que mais ele esperava? Contrariado, parou, a testa se franzindo em uma careta, a diretora de Hogwarts podia ser esperta o suficiente para sacar aquelas coisas e se dar bem nos feitiços, mas e o enfermeiro do castelo? Conseguiria?

"Vamos, Drakhale, está com você agora!" - sua mente o alertava enquanto seus olhos encaravam o fogo dominar o local e sua prima a combater uma das bolinhas vermelhas.  – Fogo vermelho com fogo azul, certo? Ignotus Glaciare! – repetiu o feitiço falado pela chefe assim que avistou a segunda pequena esfera avermelhada a vagar pelo local, cuidando para que não acertasse alguém no lugar da chama redonda.  – Eles vão conseguir se safar assim tão fácil? Apenas colocando fogo em tudo? – dessa vez a pergunta soou indignada, agora era ele quem queria fazer algo para ajudar a salvar a situação, ou ao menos controlá-la.  – Glacius! – sua voz era decidida e centrada em acabar com as chamas que consumiam a árvores e corpos de pessoas não identificadas, mas o nervosismo, junto com cansaço e falta de ar causados pelo calor o deixavam tonto. – É bom que você tenha mais algum plano para nos salvar. Agora! – comentou, o olhar implorando pela ajuda da outra.

Dados:
Ignotus Glaciare
Quantidade aleatória (1,20) : 16

Glacius
Quantidade aleatória (1,20) : 9
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Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Sex 22 Fev 2019 - 23:29

one more year, one more path
Vendo que seu feitiço parecia funcionar, a metamorfomaga deixou-se olhar para o primo enquanto esse tentava controlar mais a situação, vendo-o parecer exausto. É, o calor não a estava fazendo bem também, antes um imenso frio, do nada fogo sobre a neve, além de todo o clima pesado que os cercava, o cheiro de coisa queimada, cheiro esse que Jhessy não queria confirmar de que tipo de "coisa" vinha, tentava nem olhar para os corpos crepitantes enquanto tentava ajudar. – Glacius! – foi sua vez de seguir os demais e tentar apagar aquelas chamas da árvore, na direção dos corpos mais especificamente, os responsáveis por aquilo precisavam mesmo serem descobertos, ou seria mais um tempo de medo, caos e desordem, tudo que eles menos precisavam e queriam. Após a tentativa de extinguir as chamas, encarar toda a confusão ao redor parecia coisa demais, não se sentia bem em "abandonar o posto", mas se desse sorte, o fogo não voltaria a queimar na parte atingida pelos feitiços ali lançados. Ela não se sentia bem, não exatamente de forma física, mas não conseguia se sentir bem, muito menos em segurança ali, exposta e sem saber quem havia causado aquilo. Naquele dia, especificamente, seu senso de proteção apitava mais alto, e mesmo sem saber o motivo, Jhessy o ouviu e deixou o local, desaparatando dali com Patrick junto de si.

Dado:
Quantidade aleatória (1,20) : 20
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Narrador em Sab 23 Fev 2019 - 1:37

Noite de ano novo
The Leaky Cauldron

Dentre todos que estavam em choque com tudo que ocorria ao redor, alguns bruxos conseguiam parar e tomar decisões que poderiam salvar suas vidas e de outros, ou simplesmente conduzi-las para ainda mais perigo. Murtagh Kalocsay, Dylan Cartwright, Candice Bringstrow, Jhessy Cavendish, Heckyl Blodstone e Patrick Drakhale são os nomes dos donos das ações que ganharam destaque em tal noite escarlate. Murtagh, o professor de voo e animago, acabara transformando-se em um morcego em meio ao desespero, e depois, ao voltar a sua aparência humana, focou-se em destruir alguns objetos que serviam de obstáculo em meio a maratona que o local estava se tornando, também livrando o o loca de mais objetos que poderiam ser incendiados, muito esperto de sua parte. Os feitiços de água e mudança de clima por ele usados, por sua vez, surtiram um bom efeito, as barreiras contendo as chamas de avançarem, e a chuva provocada diminuindo sua intensidade, mas as duas esferas vermelhas ainda continuavam a solta incendiando qualquer coisa que parecesse possível entrar em combustão.

Dylan, o corajoso sonserino do quarto ano, já com sua fama de salvador, tentava ajudar os demais ali presentes a escaparem das chamas, esquecendo ele mesmo que a maioria dos demais bruxos conseguiria desaparatar com certa facilidade, enquanto ele teve que correr apenas, e ainda mais rápido quando seu feitiço falhou em meio a tensão do momento, lhe causando exaustão e falta de ar por inalação de ar quente, e se não fosse pela rápida ação de outros, ele provavelmente teria virado churrasquinho de Salazar.

Candice, a ousada bruxa formada pela escola francesa, após um tremendo golpe de sorte, tentava usar os poderes de sua telecinese para livrar-se da bolinha vermelha que entrava em seu caminho. Após o sucesso de suas ações, concentrou suas habilidades com feitiços para tentar apagar o fogo que consumia o terreno da árvore, onde tudo havia começado, obtendo sucesso em sua ação, mas apenas liberando do incêndio a área do chão, a árvore e os corpos ainda crepitando, queimando e evaporando todas as evidências em forma de fumaça.

Jhessy, a diretora de Hogwarts com uma reputação não muito boa até então - devido a todos os acontecimentos no castelo e arredores -, tivera mais eficácia em conter o problema, focando-se em extinguir uma das bolinhas causadoras de toda aquela queimada, enquanto Heckyl, seu funcionário, tentava em vão lançar um Protego que não funcionou de forma alguma, talvez tivesse perdido a prática de feitiços simples depois de tanto tempo em Azkaban, afinal, o deixando com graves queimaduras no braço direito. Mas Patrick, outro funcionário de Hogwarts, seguindo os passos de sua superior, conseguia anular a segunda esfera incandescente com sua esfera azul, tendo ainda mais facilidade na execução do feitiço que a própria Cavendish.

Por fim, os feitiços conjuntos de Patrick e Jhessy, somados ao resultado do feitiço lançado por Candice e a mudança de clima causada por Murtagh, resultavam em um local novamente frio e sem chamas bruxuleantes, contando apenas com o vapor e fumaça que escapava dos locais que ardiam em chamas segundos antes. O que restava agora em cena eram corpos quase completamente congelados pendurados nos galhos macabros da árvore seca e parcialmente queimada, pessoas apavoradas e cansadas, algumas caídas e feridas e outras que deixavam o local junto com seus amigos e familiares, tentando se manter a salvo. E restava ainda, a cada um do mundo bruxo exercer o seu papel para que providências fossem tomadas e que a segurança e esperança, aquelas despedaçada mais um vez em plena noite de ano novo, pudessem ser restabelecidas no Mundo Mágico Brtânico.

Observações:
1. Quando eu disse "será contado de 5 a 10 como fraco, 10 a 15 como médio, e 15 a 20 como ótimo", eu quis dizer de 6 a 10, como fraco, 11 a 15 como médio e 16 a 20 como ótimo - apenas para esclarecer já que não tivemos problemas com isso.

2. Todos os presentes que não postaram suas saídas/defesas e nem foram salvos por outros encontram-se 1) feridos, e/ou 2) exaustos pelo calor e/ou 3) com falta de ar e queimaduras pelo corpo, tudo causado pelo caos da correria em meio ao fogo, mas serei bonzinho e deixarei vocês mesmos escolherem o que suas personagens terão, desde que sejam 2 dos 3 sintomas acima descritos. Encaixam-se aqui aqueles cujos feitiços usados foram falhos, mas no caso destes, eu mesmo já narrei o que lhes aconteceu.

3. Agora, a RP do evento está aberta a todos, mesmo aos que não estavam antes do acontecimentos. Aurores e Ministeriais podem exercer suas funções, investigando o que aconteceu. Medibruxos e Enfermeiros podem postar ajudando os feridos. Redatores do profeta podem postar suas pesquisas, entrevistas, ou o que for necessário. Aos demais, podem ainda postar suas saídas e chegadas (caso queiram presenciar a cena pós caos), e todos que aqui postarem ganharam bonificações em PPH e, possivelmente, XPs.

4. Essa RP ficará aberta por mais três semanas, e eu voltarei nas duas próximas sextas-feiras para acompanhar o andamento de tudo, bonificando aqueles que merecerem e narrando algum acontecimento ou descoberta específica, se for o caso. Se não tiver o que ser narrado, fica como está à espera de mais interação. Sexta feira dia 15 a RP sera fechada definitivamente, aproveitem enquanto há tempo.

----- Bonificações -----

Murtagh Bianchi Kalocsay: 20 XP em ME, 20 XP em T e 20 em MM.

Dylan S. Cartwright: 30 XP em ME.

Candice Marie Bringstrow: 40 XP em ME e 10 XP em MM.

Jhessy Pierce Cavendish: 40 XP em ME e 20 XP em MM.

Heckyl Blodstone: 20 XP em MD.

Patrick C. Drakhale: 40 XP em ME e 20 XP em MM.

**Peçam atualização no tópico de solicitação, para que mantenhamos um melhor controle sobre os XP.

----- XPs atualizados -----
Heckyl; Murtagh; Patrick


+ 70 PPH para cada um dos supracitados. PPH já atualizados.

Bônus: + 50 XP para George Bauer Forge, pela única participação sem livre e espontânea pressão, pode escolher como distribuir esses XP no seu perfil no tópico de solicitação. + 100 PPH já adicionados ao perfil.

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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Artemisa Kinsky em Sab 23 Fev 2019 - 21:14

feche os olhos, tome ar
Artemisa escorregou os pés para fora das sapatilhas, levando-os ao encontro direto com o solo frio. Tão gelado quanto o chão de pedra de Azkaban, sempre úmido pela proximidade com o mar e as tempestades. Muito mais familiar do que calçar o modelo confortável, macio, que havia nas lojas. Com os dedos salpicados de neve, a Kinsky seguiu em uma caminhada individual pelo interior da tenda.

As horas avançaram sem que fossem notadas pela mulher. Provou de bebidas alheias, mordeu restos abandonados sobre as mesas e quando os patronos brilharam acima de sua cabeça, Artemisa sentiu-se completamente arrasada. O fantasma de Apolline havia aparecido em sonho, garantindo-lhe que aquela noite mudaria sua experiência de vida até então. Desde que havia saído de Hogwarts, conhecia exclusivamente Azkaban, com suas janelas pequenas gradeadas, o frio da pedra e o insuportável barulho do oceano. Aquele mundo que havia se desnudado ao retornar, adulta, para Londres, não lhe era nada familiar. Sentia-se morta - e talvez estivesse.

Mas no minuto seguinte, quando a voz de todos que festejavam silenciou e os alegres animais prateados desapareceram, Artemisa soube que havia chegado o momento. Ergueu a cabeça a tempo de ver as oito figuras terminarem de entoar sua marcante frase. Acólitos do Caos, repetiu, a língua demorando-se com as sílabas, deleitando-se com a promessa que o nome representava. Como se hipnotizada, foi caminhando a passos largos na direção da árvore que agora ardia em chamas.

Se queres paz, te prepara para a guerra. – Cantarolou, aproximando-se cada vez mais. – Se não queres nada... descanse em paz.– A voz perdia-se naquela imensidão de gritos desesperados, na correria de casais juntando suas crianças e desaparatando do local. Amadores, pensou a Kinsky, uma de suas primeiras preocupações se fosse orquestrar um ataque seria com o método de fuga, definitivamente ela riscaria a possibilidade de aparatar. – A menos que a intenção seja que a notícia corra. – acrescentou e um sorriso a contragosto enfeitou seu rosto enquanto virava-se para olhar aquela imensidão de pessoas. – Caos... eles conseguiram. – comentou, como se surpreendida pelo ato, enquanto sentia os olhos arderem e a garganta apertar. A proximidade com as chamas cobrava seu custo e a Kinsky ali caiu, desmaiada, enquanto os encantos eram jogados ao seu redor.

(últimas palavras, lucidez completa)
depois: silêncio
(C) ROSS




─ Violentamente encantadora, friamente aconchegante.
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Heckyl Blodstone em Sab 23 Fev 2019 - 21:38

Even if you could have stayed
Meu braço direito estava ardendo de mais depois do meu feitiço0 não ter funcionado de jeito alguns e logo me sentava em qualquer lugar sentindo muita dor em meu braço. -Mas que merda de feitiço idiota! - Gritava comigo mesmo em quanto guardava minha varinha com minha mão esquerda no palito. -Ahhhhhhhhhhhh eu odeio Azkaban ahhhhhhh, isso doí! - Gritava em dor em quanto ficava ali sentando percebendo que um dos funcionários do St. Mungus se aproximava de mim que acalmando deixando minha mente menos maluca.

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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Matthias Baumgartner em Sab 23 Fev 2019 - 22:31

catch the snitch
Expecto Patronum – Encantou, girando a varinha a sua frente e logo o sanhaço cinzento surgiu da ponta desta, batendo as diminutas asas prateadas e misturando-se aos inúmeros patronos da multidão. Era um espetáculo a parte de animais, as cores, as pessoas sorrindo. Matthias viu-se tomado pela alegria das festividades do final do ano. – Alexia Kinsky! – cumprimentou, reconhecendo a ruiva jogadora de quadribol escolhida para ser arrodeada por seu sanhaço. Não haviam tido a oportunidade de competirem ao mesmo tempo, mas já haviam encontrado-se algumas vezes nos bastidores. – Feliz Ano Novo! – desejou, erguendo o copo em brinde.

E naquele brinde tudo mudou diante de seus olhos. Oito desconhecidos entoaram seus gritos, apresentando-se como mais um terror a assolar a Inglaterra, aquela terra amaldiçoada que o Baumgartner havia escolhido viver. Sentiu-se atordoado, parado no instante infinito enquanto o mundo continuava a correr ao seu redor. Não era de ser lento em reação, mas naquele momento a ameaça pegou-o tão desprevenido que sua varinha – ainda na sua mão esquerda, desde o patrono –  foi levada por alguém que passou correndo, trombando no seu braço.

O alemão tentou ainda encontrá-la pelo chão, mas a fumaça oriunda da árvore em chamas apertava seus pulmões e fazia seu rosto arder – ora pelo frio do inverno, ora pelo calor do fogo – se conseguisse sair dali, era certeza que visitaria o saint mungus com algum tipo de resfriado, como se aquilo fosse preocupação a se ter naquele momento. – Ei, você! – Chamou, ao se erguer do piso, inútil sem sua varinha. Uma mulher caía a beira do fogo que ia sendo resfriado graças aos feitiços dos bruxos ao seu redor. Sua boca tentou formular um Aresto Momentum, mas sem um canalizador não tinha valor algum, saiu então correndo na direção da desconhecida.

Apanhou-a do chão, envolvendo o corpo magro e sustentando-o no colo. – Ei? – chamou, encostando o rosto contra a pele fria. Precisavam ir ao Mungus, mas tampouco ele estava em condições de aparatar. Deixar um pedaço da estranha pelo caminho era pior do que deixá-la quase morta no chão congelado. – Precisamos de ajuda aqui! – Gritou, enquanto afastava-se o máximo que podia daquela cena horrenda com a outra nos braços.
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Robb Oakheart em Qua 27 Fev 2019 - 17:07

Oakheart
As pessoas caminhavam lado a lado, rindo e distribuindo votos de felicidade para o novo ano que começava. Henry, cambaleando agarrado ainda as calças do pai, parecia ter sido contagiado pela atmosfera tranquila do evento patrocinado do Saint Mungus – ainda assim, porém, resistia a toda ação que poderia cercear seus movimentos. Colo? Nunca mais.

Robb, por sua vez, resistia a aceitar a “independência” do filho. Havia passado pela adolescência de Alyssa para vê-la sumir com a mãe para a França, forçando-o a uma distância que ele nunca sequer cogitou possível. Agora seria ele forçado por uma criança de dois anos a saber os limites do quanto de interferência era sadia ou o quanto era aceitável? Por favor!

Henry! – Chamou imediatamente ao sentir a mão pequena afrouxar o aperto contra sua calça. Havia quase adquirido um sexto sentido para as ações dos filhos, antes mesmo dos menores repararem que estavam fazendo algo contrário às vontades do Oakheart, este já estava recriminando-os, corrigindo-os em uma disciplina quase idêntica a que aplicava no quartel general. – Onde você estava indo, rapaz? – questionou, erguendo uma sobrancelha frente ao olhar surpreso e o corpo estático do bebê. A pergunta, no entanto, despertou-o para as suas ações anteriores. Henry largou o medo de lado e saiu correndo na direção da tia, ajoelhada a alguns metros de distância.

A carranca do comandante auror agravou-se ainda mais, mas não cessou os passos do caçula frente a sua irmã. – Lily. – Cumprimentou, analisando-a de cima abaixo, assim como seu acompanhante. O que a Lancaster fazia com Zack Bringstrow? Robb, devido a sua proximidade com os assuntos ministeriais – e, consequentemente, com a família Bringstrow – tinha plena consciência que a presença do jovem em área bruxa não era algo comum. – Um Bringstrow? Que raro encontrá-los fora do Ministério da Magia. – Comentou, o mau humor não muito discreto na fala. Voltou-se para a irmã, agora com o filho no colo e fez um sutil gesto para o outro lado. Tinha algo bem sério a tratar com a nova estrela do Profeta Diário.

Para sua infelicidade, o momento não tinha como ser menos propício. A contagem regressiva para 2031 havia começado, o barulho ensurdecedor ao redor de ambos e as varinhas todas apontadas para o céu, esperando o segundo certo para enfeitarem toda a escuridão com patronos e cores diversas. Robb esticou as mãos para reaver o filho que tão facilmente havia se oferecido para o colo da tia. Henry jogou o rosto para o outro lado, ignorando-o veementemente. Lily sorriu-lhe na escuridão, no segundo exato que o coro de feitiços explodia ao seu redor.

A luz também iluminou uma cena digna de um acervo de horror. De primeira, Robb não acreditou nos seus olhos, mas assim que as demais oito varinhas iluminaram a árvore, tornando facilmente visíveis meia dúzia de corpos dependurados um peso afundou o coração do comandante auror que envolveu a irmã e o filho no colo desta, empurrando-os na direção do chão. Sua principal preocupação naquele segundo era que aquelas figuras desconhecidas, aparentemente responsáveis por aquela exibição horrenda, não ferissem seus familiares de maior estima.

É um ataque. – Comentou, apressado, para Lily, as mágoas passadas superadas naquele instante. Deixou-a com o menor no colo e ergueu a varinha fazendo um risco vermelho cruzar o céu. – Saiam da frente! Se protejam! – Gritava, enquanto corria na direção da árvore. Mesmo a distância pode ouvir as palavras ditas em coro pela trupe, que acentuaram o pânico da população. Acólitos do Caos, que porra era aquela?

Vendo que seu avanço era infrutífero no meio de tantos, isolou-se o máximo que pode e aparatou para o cenário que vislumbrava há pouco. Num piscar de olhos, viu-se aos pés da árvore que agora queimava e sem nenhuma outra pessoa ao seu lado, em uma questão de segundos havia perdido os tais acólitos, nenhum rastro. As chamas consumiam com rapidez os galhos secos e os corpos e Robb hesitou, mas logo tomou o controle. Com um floreio de varinha fez surgir um Leopardo que sumiu entre as chamas na direção do Quartel General. Não havia porquê demorar, todos os aurores seriam chamados. Em seguida apontou sua varinha para a árvore juntando-se ao coro de anulação das chamas.

E falhou, a varinha escorregou pelo canto onde havia de existir um dedo mínimo, consumido pelas veelas meses antes. Naquele segundo inteiro quando ajoelhou-se para recolher a varinha, reposicioná-la e entoar novamente o feitiço, Jhessy e outros bruxos já haviam sido mais efetivos. Outros feiticeiros já haviam assumido a parte de mostrar uma saída rápida para os festivos que agora viam-se em um cenário de terror, muitos destes ainda com a lembrança da última guerra fresca na mente.

Robb olhou para trás e tranquilizou-se (estranhamente) com a falta de contato visual que teve com Lily. Isso significava que a irmã não havia se metido no fogo com o sobrinho a tira colo. Uma subcomandante de babá e um auror-chefe sem dedos, que momento para uma nova organização aparecer no mundo bruxo!

Retornando para a realidade com os gritos ao seu redor, Robb viu-se seguindo na direção de um jovem casal atormentado. O homem, loiro e alto, carregava nos braços uma mulher morena em um vestido de ano-novo, os pés da jovem roxos de frio. Sentindo a tontura de aspirar a fumaça começar a nublar sua visão quando se encontraram, o comandante teve a consciência de ver que aparatar não era a melhor decisão.

Uma mão amparava o casal, a outra levou a varinha aos dentes para desocupar-se. No ato, sentiu a carne queimada arder no dorso, região próxima a de onde retirava um pano de Henry. Não era momento para ele estar ferido, mas tranquilizou-se que estavam todos indo para o Hospital. Voltando a ter a varinha em mãos, o comandante então encantou o item infantil com um Portus, definindo como destino final o Saint Mungus.

(OFF: Robb, Matthias e Artemisa estão fora!)


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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Nikolai O. Dimitroff em Qua 27 Fev 2019 - 18:20

Supercalifragilisticexpialidocious
Nikolai sempre tinha tempo para todos, era uma das características pelas quais era conhecido. Sempre, qualquer um que viesse pedir-lhe refúgio ou auxílio de qualquer tipo seria atendido. Nem sempre interromperia a segurança da mansão Kinsky – não havia situação alguma que convencesse o russo a por seus filhos ou familiares em risco direto. –, mas, facilmente abasteceria os revolucionários e os perseguidos com montantes de ouro suficientes para que encontrassem segurança (ou patrocínio) em suas empreitadas, emprestaria seus ouvidos para qualquer tormenta que estivesse afligindo os amigos e também aos inimigos e, provavelmente, chamaria a todos sem distinção para uma reunião semanal em qualquer pub da Inglaterra bruxa.

As vezes, porém, era ele que tinha problemas. Problemas tão grandes que nem mesmo ele, o digníssimo Nikolai Dimitroff, conseguia resolver. Não eram problemas com a esposa e tampouco com a pequena ninhada que havia acidentalmente produzido na última década, não eram de saúde e menos ainda financeiros. Eram problemas que sequer eram seus. Estes pertenciam ao Acampamento Sky Rippers.

A colônia de férias fora abandonada a no mínimo seis anos, mas Nikolai tinha que dar o braço a torcer ao admitir que fazia dez que não era dignamente aproveitada. Em meio a perseguição que sofrera e o descaso que o governo ditatorial tivera com as opções de lazer dos jovens bruxos, o acampamento havia sido deixado ao acaso. A vegetação mágica da ilha brigava entre si, havia uma confusão de feitiços deixados da era do Yeti que ainda estavam ativos, a decoração natalina guerreava com a areia do deserto… uma bagunça total e isto para não começar a falar dos animais, que haviam adaptado-se para viver naquele caos.

Sua pequena equipe que atuava na Creche e no Orfanato não tinham o treinamento necessário para resolver as pendências da ilha e o desleixo que havia restado apertava o coração do bruxo. Como podia convencer os pais a mandarem seus filhos para uma temporada de férias se mais parecia que eles iriam ser devorados por hipogrifos assim que pisassem no Acampamento?

Corroído por dúvidas, viu surgir na entrada da tenda o homem que poderia por fim a toda aquela desordem. Acompanhado por uma comitiva, surgia Sebastian Cray, o ministro da magia. — Ari, fica perto da tua mãe, ok?— Instruiu, libertando o caçula do seu colo e dando uma espiada na esposa, que estava ocupada com os gêmeos intermediários. Sabia ser incômodo interrompê-lo em tal evento, sem dúvidas o homem tinha outras preocupações, mas assim como Nikolai oferecia a todos um braço, não esperava em hipótese alguma que lhe recusassem a mão.

Senhor Ministro, como vai? — Perguntou, infiltrando-se entre os aurores. Soube no exato instante que um feitiço revelador acertou-lhe na mão esquerda, inquirindo-lhe se estava a tentar se passar pelo auror-chefe. Naturalmente que não, mas não seria mentira falar que o Dimitroff por vezes aproveitasse a similaridade com o irmão gêmeo para acessar camadas que não era de seu comum participar. — Sou Nikolai Oakheart-Dimitroff — Apresentou-se, declinando a cabeça de leve em respeito. Tinha a atenção do idoso que dispersou o grupo para melhor se locomoverem pelo evento. — Obrigado, entendo que não seja a melhor hora para falarmos de negócios, mas sinto-me na obrigação de prendê-lo um instante. É urgente. — Declarou, conduzindo-o ao extremo oposto da movimentação.

(...)

Uma boa conversa e duas taças de champanhe haviam adiantado pelo menos dois meses de burocracia e Nikolai estava orgulhoso por isso. Nada de filas intermináveis na hora de marcar uma reunião – e tampouco a frustração de vê-la sendo cancelada por um compromisso mais urgente do ministro –, assim que o recesso terminasse já teria suas solicitações encaminhadas aos departamentos em uma parceria bem-vinda para ambos os lados. Nikolai precisava de suporte, de pessoas e energia e Sebastian precisava ser visto positivamente pela imprensa e sociedade. Todos sairiam ganhando.

Assim, quase exultante, Nikolai retornou a companhia da esposa e dos gêmeos. A contagem já estava correndo ao seu redor, Atticus e Ágape gritando a plenos pulmões os números, os olhos azuis claros – herança dele – esperançosos frente ao novo ano e, quando deu meia noite em ponto, Nikolai juntou-se a esposa em um beijo emocionado. Finalmente estavam onde haviam escolhido como casa, seguros, com apenas otimismo pela frente. Ele sentiria falta das viagens – e do que aprontaram durante estas –, mas a sensação de que seu pescoço não tinha um preço era adorável.

Mas assim que os gritos começaram e ele notou-se sendo empurrado para trás, o sentimento voltou ainda mais forte. Acólitos do caos, ele ouviu, enquanto preocupava-se em juntar suas crianças. Aurora havia permanecido em Hogwarts, felizmente, Ágape e Atticus estavam por perto e Ariel… onde estava Ariel? Trocou um olhar carregado com Florence, haviam vivido cenários similares tantas vezes – tanto em realidade quanto em pesadelo – e naquele meio segundo de batalha, chegaram num consenso. Ela protegeria os mais velhos, ele iria encontrar o menor.

Ariel! — Gritou, vendo a esposa e os filhos saírem para fora do evento. Uma pontinha minúscula do seu cérebro cogitou se não havia um ataque lá fora, mas apegou-se a confiança que tinha em Florence e começou a correr no sentido contrário ao daquela horda de gente em fuga. — Vocês viram um menininho? Loiro, desse tamanho? — perguntava e a cada olhar pesaroso, negativo, sua mente tratava de imaginar o pior cenário. Eles não haviam vivido tudo aquilo para se perderem logo agora, não em casa.

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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Murtagh Bianchi Kalocsay em Qua 27 Fev 2019 - 22:18

Fire And The Thud
A penumbra do quintal mal iluminado saudou novamente o loiro, porém dessa vez, o rapazote não se encontrava sozinho. Um homem alto com cabelos curtos se encontrava sob o aperto firme da mão esquerda do professor.
“Eu deveria parar de arrastar homens por aí, não quero uma má fama tão pouco tempo depois de ter voltado.”
Limpando a garganta para tentar afastar o pensamento constrangedor, o scarface lançou um olhar para a companhia, e após um leve momento de timidez, desencadeou uma superficial conversação iniciada com o intento de saber se o moreno estava machucado e se estava tudo bem com ele. Entretanto, o papo não durou muito, uma chuva grossa e fria desmorona sobre eles, um alerta claro sobre a situação qual por pouco escaparam.

Do covardemente confortável quintal de um estranho qualquer, o Kalocsay assistiu enquanto feitiços voavam pela área do que previamente era a festa de ano novo, as consequências dos variados brilhos que escapavam da varinha de um punhado de bruxos foi animadoramente positiva — principalmente sabendo que ao menos um pouco ele deve ter ajudado. A cena
frame-by-framequadro a quadro
das chamas diminuindo até sua completa extinção trouxeram um certo alívio momentâneo ao amarelo, porém ainda assim seu coração pesava dentro da jaula óssea do seu peito. O sentimento de esperança para com o futuro que o levara aquela festa era enterrado não tão lentamente quanto o desejado por uma sensação de inquietação, como se as tragédias daquele fim de ano não fossem nada se comparadas ao barril de pólvora que seria dois mil e trinta e um.

Um suspiro escapou por entre os lábios finos do homem-pássaro, por mais que ele estivesse sendo deteriorado pela curiosidade de investigar aquela situação toda, como cubos de açúcar sob água corrente, o chamado interno para correr para sua pequenina era muito mais forte, afinal ele precisava confirmar que ela estava bem e a salvo. Assim sendo, o jovem sonserino rodopiou em seu eixo e esticou um braço ao companheiro moreno que estivera sentado em um estado meio desolado, meio cansado enquanto ambos observavam o
scarlet party crasherpenetra escarlate
desaparecer após uma fervorosa expulsão de sua figura. O calor da mão do outro em seu extensor digitorum foi recebido como resposta ao convite silencioso, e o Murta os aparatou dali. A aflição do ocorrido e a preocupação com sua passarinha deixavam sua garganta seca, e ele sabia que precisaria passar uma noite na companhia de um barman.


Coisas:

Considerar a saída do Murta e do Zack Leonne Bringstrow da festa

Adoraria dar uma de Cheroque Houmes e talz, mas sem tempo infelizmente ç.ç
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“Thoughts”



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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por George Bauer Forge em Sab 2 Mar 2019 - 18:34

Fim de Festa...E agora?
Muitos feitiços eram disparados ao redor. Já estava fora da tenda quando comecei a procurar as pessoas que poderiam estar feridas nesse meio tempo. Eu poderia ter tentado fazer alguma coisa contra todas aquelas chamas mas na hora eu não consegui pensar em nada. Fui andando pelas laterais enquanto muitos fugiam, desaparatavam ou tentavam fazer as chamas cessarem. Depois de um tempo quando aparentemente os causadores de tudo aquilo pareciam não estar mais entre nós e o fogo estava em sua maioria contido, segui meu rumo para uma das barracas no fundo que graças aos céus não havia sido muito destruída. Minha maleta com alguns utensílios e algumas poções estava guardada ali.

Retirei uma placa de ferro da barraca parcialmente quebrada e em baixo dela estava minha maleta preta intacta. Peguei-a e fui rumando ao redor de toda a destruição causada no lugar. Não consigo acreditar que alguns minutos atrás estávamos todos felizes, eu estava interagindo com várias pessoas novas, talvez pudesse até criar algum laço de amizade com alguém e ter alguém com quem sair no fim de semana depois de um árduo plantão no Mungus. Mas esses Acólitos do Caos tiraram isso de mim. Tiraram também todo o motivo da festa. Tiraram nossas boas expectativas para o novo ano que começa e essa grande festa para arrecadar fundos pro Mungus. Tenho medo de que nós tenhamos causado mais prejuízo do que o que conseguimos juntar pois aí então teremos mais um problema para se preocupar.

Mas a minha principal preocupação no momento era se tinham pessoas gravemente feridas. Olhando ao redor vejo que muitos já haviam ido embora, alguns dos feridos provavelmente foram para o mungus, lá já tem uma galera esperando para ajudá-los. Eu vou precisar permanecer aqui por mais um tempinho.

Vejo um homem mais perto do centro da tenda com o braço machucado em algumas queimaduras e mais algumas outras pessoas com partes do corpo também queimadas. Mas algo mais ao fundo chama minha atenção. Próximo de onde estava a árvore que queimava antes da chuva forte estava uma mulher aparentemente desacordada. Ela foi a primeira a quem eu fui atrás.

Nesse momento só conseguia me lembrar de minha conversa com Elizabeth, sobre coisas estranhas que acontecem no ano novo num hospital, eu não podia estar mais certo sobre isso e como eu desejaria estar errado, mesmo sendo nesse caso um evento do hospital.

Cheguei perto da moça desacordada e abri minha maleta, vesti minhas luvas verdes e toquei em seu pescoço, ela tinha pulso e estava um pouco gelada devido a chuva gelada que caía. - Mobilicorpus! - Fiz seu corpo levitar para uma área da tenda ainda seca e protegida da chuva. e deixei-a suavemente sobre o chão - Wingardium Leviosa. - Trouxe minha maleta para perto de mim novamente e observei a moça. Ela não parecia ferida externamente, deve ter desmaiado pelo calor ou pela inalação de fumaça… Não tinha certeza. Tirei minha capa, que eu não estava usando pois estava guardada na maleta, e coloquei sobre o corpo dela para esquentá-la. - Enervate! - Digo na tentativa de trazer ela a consciência novamente. - Consciu! - Queria manter ela acordada para o caso de estar ignorando algo, ela poderia me dizer aonde dói por exemplo. Mas ela não parecia conseguir respirar… - Respirate! - Digo em mais uma tentativa de animá-la. Era difícil saber o que fazer sem um medibruxo por perto, eu era apenas um estagiário e estava dando o meu melhor para ajudar os que estavam precisando ali.

A moça parece reagir e abre os olhos consciente. - Olá me chamo George, como você está se sentindo? - A moça parece um pouco atordoada. - Tome um gole disso aqui e descanse um pouco, se precisar de mim pode gritar que eu apareço. - Tirei da maleta um frasquinho com uma poção verde, chamada de poção wiggenweld, que era uma poção que ajudava a restaurar as forças de uma pessoa que encontrava fraca, e entreguei a moça para que ela tomasse e rumei em direção ao homem que gritava de dor com seu braço queimado.

- Hey moço se acalme, eu vou te ajudar fica tranquilo. - Me abaixo ao lado de onde ele estava sentado com minha maleta flutuando ao meu lado me seguindo. Pouso a maleta à minha direita enquanto examino o braço dele. - Relidor! - Digo apontando a varinha para o seu braço para que a dor fosse pelo menos mais suportável. - Fica calmo, isso pode arder um pouquinho mas você vai achar mais aliviador em alguns segundos - Retiro um tubo branco da maleta e abro a tampa, este tubo novo nunca havia sido usado mas ainda assim era pequeno para a quantidade de pessoas que estavam precisando de ajuda por aqui, teria que racionar seu uso. Retiro um pouco do tubo de uma pasta laranja e aplico uma boa camada na pele do homem sentado à minha frente que reduziria a queimadura aos poucos até que a pele ficasse nova novamente. - Férula! - Depois que atadura cobre o braço do moço eu digo. - Olha não vá embora, essa pasta não pode ficar aí muito tempo, eu já volto. - Dou uma olhada ao redor e muitos que podiam sair sozinhos do local aparataram provavelmente para o hospital. Ajudei mais algumas pessoas feridas com as queimaduras e quando a pasta já estava quase no fim voltei para o moço com mechas azuis no cabelo. - Como estamos? - Retirei a atadura com a pasta para avaliar seu braço. As queimaduras haviam diminuído bastante mas sua pele ainda não estava completamente curada. - Você ainda vai precisar dar um pulinho no Mungus, meus materiais estão acabando aqui e vai ser necessário passar mais algumas camadas desta pasta. - Mostro o tubo vazio para ele sorrio. - Vai ficar tudo bem - Digo e olho ao redor.

- Estão todos bem? - Sento numa das cadeiras e suspiro, acho que é a primeira vez que respiro fundo depois de toda a loucura. Como eu estou cansado. Pensei em aparatar com cada uma das pessoas que estavam ainda ali mas isso estava muito além das minhas capacidades. Me sentia muito cansado no momento, e agora também estava me sentindo sozinho.

[OFF] Interagindo com Artemisa e Heckyl, sinta-se livre para pedir ajuda ou ser uma das pessoas com quem eu ajudei com a pasta laranja de queimadura ;)


George Bauer Forge
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[RP] Noite de Ano Novo - Página 2 Empty Re: [RP] Noite de Ano Novo

Mensagem por Narrador em Sab 23 Mar 2019 - 10:48

Noite de ano novo
The Leaky Cauldron

Rua Alameda das Fadas
Vila residencial de Godric’s Hollow
1 de janeiro de 2031


Após as chamas terem sido combatidas, o que restava era o cenário visível de destruição do local e perturbação total dos bruxos que antes comemoravam o início de um novo ano, provável início de uma nova era. É, eles estavam certos, nada mais seria como antes, seria um pouco pior, talvez. Os corpos, antes em chamas, agora refrigerados por feitiços, ainda pendiam da árvore que não havia sido destruída por completo pelo fogo, as provas de toda aquela insanidade estava ali, "preservada", mas o foco de todos os presentes, aurores ou não, parecia ser apenas um: fugir. Mesmo o Auror-Chefe, Robb Oakheart, teve que deixar o local para ajudar alguns feridos e não retornou. Um ou outro funcionário do hospital, provavelmente sentindo-se responsáveis pelo desastre, ou talvez apenas cumprindo seu papel, ajudavam alguns dos feridos ali mesmo antes que esses partissem, e nesse momento de ajuda e prestação de serviço, George mais uma vez ganhava destaque em meio a multidão. Multidão essa que diminuía rapidamente, até que não restasse mais ninguém. Aliás, quase ninguém. Ainda restava Nikolai Dimitroff, Diretor do CSR, o atual responsável pela creche e orfanato Bruxo Feliz, e, ironicamente, seu papel ali era procurar inutilmente por Ariel, o filho que ele havia perdido em meio ao alvoroço, mas que já não se encontrava mais a vista de ninguém.

Considerações:
Prometi voltar nas sextas para postar algum desfecho necessário, e voltei, mas juro aqui com minhas garras não cruzadas que eu havia visto apenas os demais deixando o local e cuidando de feridos, coisas que não necessariamente precisariam de uma narração específica, e optei por pedir apenas o fechamento dessa RP, até que fui avisado de um acontecimento que eu não prestei atenção antes, mas que não poderia deixar passar despercebido assim. Boa sorte Nikolai, espero que encontre seu filho em alguma outra ocasião, pois essa RP está encerrada e você não achou o seu pequeno.


rp finalizada
chega de desastres em um único evento

purr!
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