Ambientação
Por cerca de 10 anos o Mundo Bruxo Britânico esteve sob a regenência de um governo ditador que, chantageado pelo intitulado Lorde K., o Lorde das Trevas, tomou algumas medidas drásticas para tirar o poder das mãos de famílias que já estavam há muito tempo na chefia das instituições bruxas. Bruxos foram perseguidos, presos, punidos.. Outros simplesmente desapareceram.

O Ministério da Magia, que a cada dia possuia novas regras para a população, sequer explicava para a sociedade o motivo daquilo. Parte da população bruxa apoiava tais medidas, querendo assim ver as famílias bruxas mais influentes finalmente fora do poder. Outra parte, formada principalmente pelas famílias atacadas, tentava resistir às ordens do Ministério. Hogwarts parecia treinar um exército. Famílias estavam fugindo. Os comércios estavam falindo. A sociedade bruxa britânica estava sucumbindo.

Anos se passaram, até que um grupo intitulado Lavender, formado inicialmente por mulheres das famílias perseguidas, surgiu com o apoio de muitos outros bruxos e ajudou a revelar toda a verdade da história. O Lorde K. não mais comandava a Irmandade e estava desaparecido. Seus próprios seguidores o haviam destituído de seu posto e assumido seu nome como um codinome para esconder o novo grupo, que almejava acabar com as famílias poderosas do mundo bruxo. Como se não bastasse, descobre-se ainda que uma Superior do Ministério e a Diretora de Hogwarts estavam por trás dos planos desse novo grupo, uma, por ter sido chantageada, a outra, por pura sede de vingança contra aqueles que um dia arruinaram sua própria família. Os grupos entraram em guerra.

Bruxos foram mortos de ambos os lados, mas por fim, o lado das trevas foi derrotado, capturado e mandado à Azkaban, que agora tem sua segurança mais que reforçada. As instituições estão sob novas direções. Famílias refugiadas retornam à seus lares. Os comércios tornam a ganhar freguesia com os bruxos finalmente andando sem grandes preocupações nas ruas. O que resta aos bruxos é recomeçar e crer que os tempos de paz e segurança irão durar.
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Mês: Junho
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Todo conteúdo contém exclusivamente seus criadores, quaisquer retiradas devem ser creditadas. Este fórum é a terceira geração que se iniciou no Aresto Momentum e depois se tornou Potterhead, seguindo algumas de suas ideologias, sistemas e projetos. Este RPG é feito em nome do PH e toda sua colaboração para o mundo Rpgista Potteriano. Skin feita por Hardrock de Captain Knows Best e adaptada por Danorum e Ohen.

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[INTERCASAS] Competição de Medibruxaria

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Mensagem por Narrador em Sab 9 Fev 2019 - 18:17

Competição de Medibruxaria


QUADRO DO PACIENTE:


Nome: De escolha do participante.
Idade: 12 anos
Ferimentos:
- Braço esquerdo quebrado sem fratura exposta;
- Braço direito com leve luxação;
- Rosto com escoriações;
- Tórax e costas com escoriações e leves sangramentos;
- Perna esquerda quebrada no fêmur;
- Omoplata direita muito descolocada para a direita.
Observações: Paciente alega fortíssimas dores. Sem sangramentos internos. Paciente também reclama de cefaleia forte.
Orientações: Por causa da forte cefaleia, não é recomendado que a/o paciente fique inconsciente, caso contrário ela/ele pode não retornar ao estado de consciência. Lembrando que dor em excesso pode causar desmaios.


Missão: Criar uma situação na qual acharam a pessoa e tratar todos os ferimentos acima descritos e deixar a/o paciente em condições de ser levada para um hospital para tratamentos mais específicos. O tempo para realização dessa tarefa é de duas horas. Não esqueçam os procedimentos básicos.
Boa sorte.
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Mensagem por Dylan S. Cartwright em Sab 9 Fev 2019 - 19:21



Legends Never Die

Quadribol era um dos passatempos favoritos de Dylan, além de participar dos jogos, assistir também era uma forma de se entreter e divertir com o esporte. Naquela bela tarde de domingo observava alguns testes realizados pela Sonserina para a adição de novos jogadores ao time, como Dylan já era um veterano e experiente no assunto teria uma voz importante na decisão dos escolhidos. Ficou a beira do campo junto de mais alguns membros do time enquanto olhava os competidores se prepararem no centro, cruzou os braços e comentou com os amigos. ▬ Não vamos dar moleza dessa vez, diga aos batedores. Não podemos dar ao luxo de trocar de jogadores todo ano, nunca vamos ficar fortes dessas maneira. ▬ E um dos garotos do seu lado caminhava até os menores, dando o recado. Poucos minutos depois o teste começava, os candidatos começava a voar rapidamente em volta do campo enquanto outros membros do time dificultavam sua vida, tanto com contato físico quanto com balaços. Os primeiros minutos haviam sido bastante calmos, tudo seguia conforme eles planejavam e os jogadores se saíam bem até o momento.

A situação mudou quando um grito ecoou de cima do campo, um dos meninos que estava perseguindo o pomo de ouro tinha sido acertado em cheio por um balaço e, com o nervosismo e a falta de experiência, perdeu o controle e se soltou de sua vassoura, o condenando a um trágico acidente. Como não tinha nenhum adulto por perto todos os alunos se assustaram com o acontecimento e paralisaram, apenas vendo o menino descer em alta velocidade e, em pouquíssimos segundos, atingir o chão do campo. Dylan era um dos mais próximos e foi o primeiro a correr o mais rápido que pôde até chegar no garoto acidentado, se assustando com o que via. Ele ainda estava acordado mas parecia sentir tanta dor que não conseguia nem falar, era como se fosse um sonambulo. Com a ajuda de alguns amigos retiraram a pouca proteção que ele usava e verificaram o corpo do garoto, notando alguns probleminhas. O braço direito havia sido acertado em cheio pelo balaço e estava deslocado enquanto o esquerdo tinha sido o apoio do garoto ao chegar no chão, fazendo com que esse tivesse sido quebrado. Seu rosto estava um pouco cortado devido aos contatos físicos com outros jogadores, assim como seu tórax e costas, que já estavam um pouco escoriados e pioraram com a queda, mostrando um leve sangramento.

Notou que o osso perto de seu ombro direito estava bastante deslocado, mas ficou em dúvida se isso teria acontecido no ar ou quando o garoto atingiu o solo. Entretanto, o que mais deixou Dylan assustado foi ver o garoto reclamar de intensas dores na sua perna e descobriu que seu fêmur havia sido partido, provavelmente quando o menino atingiu o chão. Sabia que teria que tomar alguma atitude, se esperasse por alguém chamar a ajuda e esperar a ajuda chegar, poderia ser fatal para o pequeno aluno da sonserina. Pediu pra que todos se afastassem e que alguém chamasse um professor ou responsável e, enquanto Dylan tratava o menor, ele chegaria a tempo de o levar para a ala hospitalar da escola. Assim que todos se afastaram dele o Sonserino notou que, com as queixas de dor de cabeça e todas as dores, se o jovem apagasse seria pior para a situação, com a sua varinha apontada para o rosto do garoto, que já estava quase fechando os olhos, disse. ▬ Consciu ▬ Percebendo os olhos do jovem alargarem e ele parecer mais consciente. Com bastante cautela segurou o braço esquerdo dele e apontou a varinha novamente, mantendo a calma e respirando fundo. ▬ Brackium Remendo! ▬ Torcia para que suas tentativas dessem certo, queria ver o braço dele melhor, nem que fosse parcialmente restaurado.

Repousou o outro braço, que estava numa condição um pouco melhor, e novamente lhe lançou um feitiço. ▬ Episkey ▬ Como era apenas um deslocamento, pensou que esse feitiço fosse suficiente para colocar o braço novamente no seu local de origem. ▬ Vai ficar tudo bem, Owen. Olha pra mim, eu vou te ajudar e logo você estará melhor, certo? Confie em mim. ▬ O outro ainda reclamava de dor intensa em todo o corpo, Dylan tomou alguns segundos pra pensar e virou para o menino. ▬ Fica olhando pra mim, certo? Não pensa em nada mais, vai tudo dar certo. ▬ Nesse momento voltou a estender a varinha contra o pequeno. ▬ Relidor ▬ Era uma espécia de analgésico, torcia para que as dores do garoto se tornassem mais toleráveis e ele relaxasse mais ali enquanto esperava por ajuda de um adulto. Com calma retirou a camisa de Owen e de cara viu o sangramento em seu tórax. ▬ Estanque Sangria... Ferula ▬ E, rapidamente, com dois feitiços, tentava estancar o sangramento do garoto acompanhado de ataduras que cobririam os cortes, repetiu o procedimento nas costas dele e voltou a olhar para o menino. ▬ Viu? Tudo vai ficar bem, um professor já está vindo e logo você estará melhor na Ala Hospitalar. ▬ Sorriu, tentando transmitir um pouco de confiança e relaxamento para o menor.

Agora chegava, talvez, a pior parte da situação. Dylan se encontrava de frente com a perna partida do garoto na altura do fêmur, sabia que era um ferimento grave e que provavelmente, independente da ajuda profissional, ele poderia precisar de um tempo para voltar ao normal. Como o osso havia partido em dois, na sua cabeça só um feitiço veio no momento, e já havia usado antes. ▬ Brackium Remendo ▬ Era algo mais difícil, o fêmur é o osso mais resistente do corpo, se ele se quebrou então tinha sido uma queda realmente feia, talvez a inexperiência de Dylan não fosse suficiente para curar o menor. Ao achar que havia finalizado o garoto dizia que ainda sentia seu ombro mole e com algumas dores, e então Dylan lembrou-se de que o Omoplata direito estava um tanto para o lado, mais do que deveria. ▬ Episkey ▬ Apontou para o local, tentando fazer com que voltasse ao normal, mesmo que não tivesse experiência com aquilo.

De longe pode notar um dos professores chegando para socorrer o pequeno sonserino até a Ala Hospitalar, antes de que ele fizesse isso Dylan virou para Owen e apontou a varinha em seu rosto novamente. ▬ Asclépio ▬ Fazendo com que os pequenos cortes em seu rosto fossem se cicatrizando aos poucos. E, com um breve sorriso, Dylan permitiu que o professor, que estava bastante preocupado, pegasse o garoto com bastante cautela e o carregasse nos braços até a escola para que o enfermeiro tomasse conta. Naquele momento o sonserino respirou fundo, tinha sido uma situação atípica no seu dia e certamente lhe causou um choque, torcia para que tivesse feito o suficiente para que o garoto sobrevivesse e ficasse bem.


Observações e Notas:
Nome do paciente: Owen W. Taylor

Feitiços utilizados:

♦️ Consciu - Usado para manter uma pessoa consciente.
♦️ Brackium Remendo - Feitiço usado para unir os ossos.
♦️ Episkey - Cura machucados simples.
♦️ Relidor - Alivia a dor, deixando-a suportável em casos mais graves.
♦️ Estanque Sangria - Um feitiço básico de primeiros socorros, usado para fazer estancar, parar sangramentos em pessoas com cortes profundos que necessitam do estancamento rapidamente.
♦️ Ferula - Cria uma atadura, que irrompe na ponta da varinha, para ser usada em machucados. Não tem poder curativo.
♦️ Asclépio - Faz um corte cicatrizar-se.´



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Mensagem por Leo LeBlanc Schwartz em Sab 9 Fev 2019 - 19:40



Pericullum

Leonard esticou-se na grama naquele fim de tarde. A preguiça não podia ter tomado mais seu corpo do que o fim de um longo dia de aulas e as competições intercasas já se anunciando no horizonte. Estava ansioso pela prática de duelos, deixar um sonserino cuspindo lesmas sem dúvida alguma melhoraria sua semana. Seriam boas notícias para contar para sua mãe na próxima carta que escrevesse, pensou, fechando os olhos enquanto deleitava-se com o silêncio ao seu redor e o calor fraco do sol que já se escondia. Finalmente descanso e não havia pessoa na terra ou nos céus que faria o Schwartz retornar ao castelo antes de um bom cochilo.

Estava pairando entre o consciente e o inconsciente quando ouviu um grito. Um grito de dor tão sincero que despertou o grifino e o fez abrir os olhos, atento ao seu redor. Espichou o olhar a direita e a esquerda e, estava quase tentado a acreditar que fora algo de sua cabeça sonolenta quando ouviu o grito se repetir e arrepiar os pelos dos seus braços. Leo ergueu-se em um pulo, seguindo na direção do desconhecido. Era uma péssima ideia, sua mente parecia dizer, mas continuava caminhando do mesmo jeito. Meio sujo de terra e galhos, parcialmente escondido atrás de uma moita, Leo encontrou o rapaz ferido.

Eu vou chamar o enfermeiro — conseguiu formular, sentindo o pânico crescer nas entranhas. Que agonia! A camiseta do jovem estava salpicada de sangue, arranhões cobriam toda a pele visível e... aquele braço definitivamente não estava em uma posição fisicamente possível. Um pouco chocado, retardou o movimento de ir ao castelo e foi a brecha para o garoto quebrado conseguir formular, entre caretas de dor, que precisava de ajuda naquele momento ou iria morrer.

O pedido infiltrou-se na mente do grifinório que viu-se convencido, tal qual fora para a viagem que culminou no encontro com as veelas, a ajudar. — Certo.. — afirmou para si. — É melhor que eu te leve junto. — Repetiu, agachando ao lado do ferido. Agora, mais próximo, reconhecia o grifinório um ano mais velho que ele próprio. Ashton, aquele babaca risonho que adorava jogar snap explosivo na comunal. — Mas não, não posso te sair carregando pelos corredores. — Corrigiu-se, lembrando dos livros de primeiros socorros. Depois daquele susto no campo de quadribol onde achou que iria cair da vassoura, havia estado um pouco mais atento aos feitiços úteis de medibruxaria. Sabia encantar algumas ataduras, cicatrizar alguns cortes... — Calma, Ash, pelo menos nisso eu não sou um total estúpido. — Comentou, enquanto apontava a varinha para o alto e disparava um raio de vermelho, um pedido de socorro — Pericullum.

Apontou, a seguir para o conhecido, ignorando o fato que Ashton provavelmente queria qualquer outra pessoa no mundo resgatando-o do que um primeiranista piadista. — Eu nem sei o que fazer primeiro... — murmurou para o desespero do colega. — Fica parado, certeza que tu se quebrou. Merlin do céu, eu tô na dúvida se tu caiu de uma vassoura ou decidiu se explodir de uma vez com o snap. — acrescentou, murmurando um ventus a seguir para retirar toda areia e graveto com uma rajada suave de vento sobre o ferido. — Ia ser bem melhor se um reparo resolvesse todo o problema né? — tentou aliviar o colega, que reclamava de dores na cabeça. Uma vistoria no meio dos cachos escuros do rapaz provou que não havia dano externo algum. Murmurando que foi só o choque da cabeça e que estava tudo bem, Leo tentou se iludir com a sua própria tranquila voz. Se Ash tivesse quebrado alguma coisa dentro da cabeça, ele nem ia querer saber o que fazer.

O nervosismo, como sempre, fazia o grifinório tagarelar, mas isso não significava que o menor não estava completamente concentrado na cena a sua frente, procurando soluções que fossem aceitáveis naquele cenário. Merlin, como ele sentia falta de uma aula mais focada em "O que fazer quando um colega mais velho aparece quebrado quase morto na sua frente no único segundo que Hogwarts parece deserta?". Respirou fundo, buscando na mente a ilustração do encanto de aliviar as dores. — Eu já fiz esse feitiço, eu consigo. — Incentivou-se, apontando a varinha para as fraturas de Ashton. — Relidor. — E, não suficiente, repetiu o encanto duas vezes mais para ter certeza que o amigo não estava sofrendo.

Com o silêncio nos seus ouvidos, voltou a ouvir a batida do seu próprio coração. — As vezes eu tenho que concordar que grifinórios são estúpidos. — Resmungou, largando a varinha e puxando com toda delicadeza a camiseta do colega já cheia de furos. Repetiu o ventus, mas pouco resultado houve, nada de galhos ou folhas ou terra na região. A camisa estava até que cumprira sua função de proteger o tronco... exceptuando-se a horrível omoplata e aquele braço estranho. — Asclépio. — Murmurou, mas raio nenhum saiu de sua varinha. O que havia feito de errado? — Ashton? — chamou, vendo os olhos do amigo demorarem-se apagados. Prontamente desferiu um tapa na face do grifinório, talvez um pouco mais forte do que seria o saudável, mas que serviu para despertar. — Não morre, cara, pelo amor! — Gritou, desesperado, enquanto apontava a varinha para cima e repetia o Pericullum. O jato de adrenalina que corria pelo seu corpo fluiu direto para sua mão e para a varinha fazendo a luz vermelha brilhar gigante no céu. Eles tinham que chegar rápido, mais rápido! Desejava o Schwartz, mesmo que não fizesse mais que cinco minutos que havia disparado o primeiro dos jatos.

Ferula.— Encantou a seguir, se falhava em cicatrizar alguns cortes, as ataduras poderiam pelo menos estancá-lo um pouco. O cuidadoso movimento e a magia cheia de adrenalina e pânico não foram a melhor combinação: Ao mesmo tempo que o feitiço envolvia o tórax do grifinório, também assumia lugar ao redor dos ombros do ferido, nos braços... Leo estava quase transformando-o em uma múmia egípcia quando tacou a varinha para longe, cessando o feitiço. — Ashton, fica acordado. Tá conseguindo ouvir? — Perguntou, erguendo minimamente os olhos. O monitor-chefe vinha acompanhado de um professor e... seria o enfermeiro? Tinha mais sorte que juízo, constatou, limpando a testa suada com as costas da mão. — Aqui, ajuda por favor! Ele se quebrou todo, olha essa perna! Graças a Morgana— Gritou, chamando o socorro enquanto afastava-se do ferido engatinhando de costas. Por Arthur e sua espada, ele próprio podia morrer agora que ia agradecer só pelo segundo de descanso. Que raios havia acontecido ali?

Informações:
Sobre o paciente:
Ashton S. Bowen, aluno do segundo ano da grifinória. Sofreu uma queda de vassoura logo acima do salgueiro lutador, o resultado não foi dos melhores.

Ferimentos tratados com Ferula para contenção de membros e estancar sangramentos; Ventus para limpar as feridas (sim); Relidor para as dores; Tapa na cara para desmaio; Pericullum para chamar os adultos.
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Mensagem por Ethan Watson em Sab 9 Fev 2019 - 19:41



Inter casas

Naquela noite Ethan caminhava por uma das trilhas do colégio que ainda não conhecia, o garoto não sabia bem ao certo o porquê mas lhe causava certa paz caminhar pelos arredores do castelo, ainda mais com a neve que des de que se recordava sempre foi um dos seus maiores fascínios, via magica naqueles pequenas gotas de agua que congelavam lentamente ao cair e formar uma capa densa sobre o chão verde, porem isso não permitiu ao loiro perceber que aos poucos se dirigia ao salgueiro lutador, que furiosamente golpeara um aluno atirando seu corpo alguns metros e que graças a intensa forca da gravidade caiu violentamente chocando seu corpo contra o chão. O lufano não pensou duas vezes, correu em direção ao garoto abaixou em sua direção retirou a varinha do bolso apontou para cima e disse. — Pericullum! Algumas faíscas de luz vermelha subirão ao céu como um pedido de socorro.

Ethan conhecia algo de medibruxaria já que por muito tempo viveu isolado, e obviamente não contava com medibruxos para ajudá-lo sempre que caia de sua vassoura, tratou de fazer uma exploração rápida no garoto enquanto se apresentava e coletava dados. — Me chamo Ethan, estou aqui pra te ajudar mas preciso que fale comigo, qual o seu nome, de que casa você e, sua idade? O garoto parecia um pouco desorientado nas respostas porem o que mais interessava Ethan naquele momento era a dor de cabeça forte que relatava sentir o garoto, sabia que deixá-lo dormir não seria boa ideia, um choque violento poderia causar lesões no cérebro, e micro sangramentos com a formação de hematomas, estes hematomas perca de função, o melhor seria mantê-lo acordado ate que seu corpo tratasse de fazer as hemóstases se fossem necessária, assim que apontando a varinha em direção ao garoto Ethan disse em um tom confiante de voz, era surpreendente como o garoto mantinha a calma em momentos tensos. — Consciu! Mantendo a concienciensa da vitima antes de qualquer coisa.

Depois de garantir que o garoto não perderia a consciência, agora Ethan podia se preocupar com os ferimentos tocando um dos braços identificou que se encontrava apenas deslocado, porem a clavícula estava também e por isso deveria primeiro colocar os ossos proximais no lugar e logo os distais e poderia fazer isso sem o uso de muitos feitiços, apenas olhou pro jovem que se mantinha ali no chão com um olhar que revelava uma grande dor e disse. — Eu preciso colocar seu braço no lugar, isso pode incomodar um pouco, vou usar um feitiço para anestesiar, mas mesmo assim pode ser um pouco incomodo. Tocando de leve com a varinha o ombro do garoto Ethan disse. —Anestecsi. Uma espécie de luz azul começou a sair da varinha e envolver o ombro e a escapula do garoto, depois de alguns segundos, Ethan tocou firme a escapula e em um estalo a mesma voltou pro lugar, agora só faltava o ombro, segurando a mão do garoto o loiro deu um leve giro e o úmero voltou pro seu lugar. Sempre mantando a calma o garoto observou o outro braço e que visivelmente havia quebrado, precisaria de um pouco mais de cuidados, apontando com a varinha o jovem disse. —Brackium Remendo! imediatamente os ossos começaram a mover em direção normal e finalmente pararam no lugar correto como se nunca tivessem quebrado, o garoto no chão contorceu um pouco de dor mas logo o alivio chegou.

Ethan sabia que a perna seria o pior, nesse lugar exatamente passam grandes vasos como a veia de maior calibre a safena, e qualquer movimento errado poderia rompê-los e causar uma hemorragia severa no garoto, ou até mesmo um trombo qualquer pedaço de sangue coagulado poderia viajar pela corrente sanguínea e chegar no pulmão e matá-lo, por isso pensou que o melhor seria imobilizá-lo e tratar de levá-lo para a enfermaria, nesse momento seguramente já estavam a procura deles devido ao sinal de perigo, então tomando um pouco de distancia o garoto apontou a varinha em direção ao jovem e disse conjurando um feitiço para mantê-lo imóvel até chegarem na enfermaria. —Immobilus! O corpo do garoto se tornou imóvel no chão estão agora Ethan só precisava transportá-lo em direção ao castelo, assim girando levemente o punho disse apontando a varinha mas uma vez em direção ao companheiro. — Mobilicorpus. O corpo começou a flutuar a alguns centímetros do chão guiado pela varinha de Ethan, assim dos dois se dirigiram em direção a enfermaria do colégio.
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Mensagem por Serena C. Lancaster em Sab 9 Fev 2019 - 20:11



Ajudando o encrenqueiro

Serena caminhava rumo a comunal corvina naquela tarde consideravelmente fria, subindo as escadas com cautela para que não fosse para em algum lugar desconhecido e tivesse que rodear meio castelo para conseguir completar sua jornada, como ocorrido na semana anterior. Não que não gostasse de descobrir novas partes do castelo, oras, essa era uma de suas intenções diárias ali, mas tinha uma atividade por terminar e queria se livrar logo daquilo para depois ficar livre para qualquer aventura que surgisse. Entre um degrau e outro, já em metade do caminho, assustou-se ao sentir um vento muito perto de sua cabeça acompanhado de um “zuumm” e seguido de um “CUIDADO!”, e quando entendeu o que acontecia, viu um garoto do segundo, se não estivesse enganada, voando em uma vassoura no espaço das escadas. Dentro do castelo!! E outra parte das escadas, um grupinho de segundanistas gritava incentivos e parabenizações para o outro, que com vestes vermelhas, parecia ostentar a nova vassoura e suas habilidades com manobras de quadribol. “Meninos adoram de gabar.. espero não ter que passar por essas coisas para conseguir uma vaga no time ano que vem! Voar aqui dentro deve ser proibido, esses meninos estão loucos!, a mente da menina tagarelava enquanto ela observava a cena com certo aperto no coração, aquilo não iria acabar bem.

Nem precisou esperar muito para que outros gritos se fizessem ouvir. – Cuidado, cara, olha ‘pra frente! – desesperaram-se os torcedores enquanto garoto da vassoura ia em alta velocidade para frente, mas olhava para trás, gabando-se com os amigos, e quando voltou a encarar seu caminho, já era tarde demais. O choque do corpo do garoto e o cabo da vassoura contra um lance de escada que se movia foi tão forte que o barulho ecoou pelos andares de escada acima e abaixo, ou era simplesmente o susto da corvina fazendo seu coração disparar loucamente enquanto seus olhinhos se arregalavam. Acima de si, encarou o grupo de amigos do menino que outrora estava no ar, mas com a mudança dos degraus eles não tinham como chegar rapidamente ao menino que se encontrava caído e, aparentemente, muito machucado, dois lances de escada abaixo dela, que por ironia do destino, tinha acesso rápido e direto ao tal local. – Só pode ser zueira.. – a boca da pequena Lancaster quase não fechava em choque, ela teria que ajudar o garoto, os outros demorariam demais! – Chamem o enfermeiro! – sua voz ecoou para os segundanistas assustados, que olhavam a cena mais embasbacados que ela própria. “Pelo menos minha mãe me ensinou alguns truques de primeiros socorros para emergências como essas, mas.. eu nunca tentei usar de verdade e esse garoto não parece uma boneca. Santa Morganinha de tranças emaranhadas, me ajuda!”, suplicava enquanto corria e pulava degrau por degrau antes que as escadas se mexessem novamente e isolassem o menino todo quebrado lá embaixo.

– Ei! ‘Tá tudo bem? Quer dizer, bem eu sei que não está, mas o que você está sentindo? Aliás, qual seu nome? – perguntou, nervosa, trocando as perguntas, só queria ser capaz de ajudar o garoto. Ele, prontamente se identificou como Allan Rhys, mas não parecia nada confortável em ter uma baixinha para curá-lo, deixando isso bem explicito em suas falas. Com fúria nos olhos por ser julgada como incompetente por outro que não ela mesma, Serena quase que deu meia volta e o largou ali, mas por mais uma ironia, as escadas se moveram, e ela não sabia mais onde aqueles degraus levariam, além do que sabia que sua consciência pesaria depois. – Se eu não te ajudar, você vai ficar aí jogado cheio de dor por um bom tempo, seu estúpido! Eu não vou te matar nem nada do tipo, minha mãe dava aula de primeiros socorros aqui e me ensinou algumas coisas, então se você disser onde dói, eu posso te ajudar! – dizia com seu nariz empinado e muita confiança, embora ela mesmo desconfiasse de suas capacidades de ajudar o menino, que a propósito, continuava teimando que não queria ajuda de uma pirralha. – Como se você fosse muito mais velho que eu, ‘né, tiozão? – debochou do vermelho irritante. – Quer saber de uma coisa? Asclépio! disse determinada, apontando sua varinha para o rosto do garoto mais de uma vez, fazendo os machucados cicatrizar, só então ganhando verdadeiramente a atenção do tomate podre que pareceu um pouco mais confiante na corvina, embora não quisesse demonstrar de verdade, apenas indicando um machucado de cada vez. Sonso! Ou seria.. ah, por todos os bruxos famosos, eles estava ficando inconsciente! – Não, não! Consciu! – bradou com a varinha ainda em punhos, fazendo o menino despertar de seu estado de sono.

– Minha cabeça dói demais! – confessava ele. – Headolor si! – bradava Serena, dos feitiços simples ela lembrava e tinha segurança, o problema todo eram os mais complicados que iria precisar assim que o menino, um pouco aliviado das dores, conseguiu contar que braço e perna também latejavam de dor, assim como suas costas ardiam, e a parte da frente de seu corpo também. – Relidor! – apontou a garota para o braço e para a perna, vendo luzes saírem de sua varinha e aliviarem a expressão de sofrimento do outro. “Como é mesmo aquele feitiço que mamãe me ensinou..?”, sua mente martelava. – Ilcorporis! – concluiu ela, já tratando de usar o feitiço no menino, que por sorte deu certo e ela pôde ver a luz esverdeada mostrar mostrar os machucados internos do garoto. Santa Morgana!! Quer dizer.. vai ficar tudo certo, o enfermeiro Patrick vai chegar logo, fica calmo! – dizia ela, tentando não demonstrar seu nervosismo, aquele também era um truque ensinado por sua mãe para manter os feridos fora do desespero, mas por dentro, o coração de Serena dava cambalhotas e piruetas sem parar. – Vou abrir então a sua capa, beleza? Pra.. pra ver se posso ajudar com as dores e queimação. – conforme ela tomava essa decisão e dizia a frase, suas bochechas iam queimando mais intensamente. Onde estava o enfermeiro? E por que alguns dos colegas ainda assistiam a cena lá de cima?? Incompetentes!

Cautelosa, abriu a capa do garoto e se deparou com um pouco de sangue lhe sujando a blusa de baixo, e num impulso, levantou aquela ali também, os olhos se arregalando de vergonha e de surpresa, pois haviam vários pequenos cortes ali. – Estanque Sangria! Episkey! Asclépio! – finalizou com concentração redobrada, fazendo tudo que podia para ajudar o debilitado. Não se aventuraria a mais que aquilo, os feitiços mais complicados poderiam dar errado, além do que não poderia mexer muito o menino para cuidar de suas costas e ele provavelmente precisaria de poções para uma cura cem por cento. Agora, restava a corvina fazer companhia ao menino e o manter consciente enquanto esperavam pelo Drakhale chegar ao local.

Feitiços:
Usei sim alguns feitiços que não encontrei em nossa lista do fórum, mas creio que ali não tem feitiços voltados especificamente para a área da medibruxaria, entretando, Ilcorporis e Headolor si são fáceis de se achar em sites que falam sobre isso. Espero que sejam aceitos, pois como disse em post, mamãe ensinava sobre primeiro socorros, e é verdade, então eu posso sim ter conhecimentos sobre eles mesmo sendo do primeiro ano.

Obs: Ilcorporis é tipo um raio-x, e o outro é para curar dores de cabeça.




Serena Connington Lancaster

Primeiro ano. Maluquinha.
Cria da Ágatona e do Noah.

Serena C. Lancaster
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