Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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2ª Aula de Feitiços

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2ª Aula de Feitiços

Mensagem por Tétis em Qui 6 Jun 2013 - 21:50

Feitiços

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Re: 2ª Aula de Feitiços

Mensagem por Lillith Villeneuve em Dom 30 Jun 2013 - 18:28


2ª aula de Feitiços

E um outro dia nascia em Hogwarts. Particularmente para minha pessoa, aquela manhã não era tão agradável quanto tinha o potencial de ser. Estava toda dolorida por causa de um maravilhoso dom que me acompanhava sempre. “Eu sou a pessoa mais desastrada do mundo!” Sentia que minha vida não estava tomando o rumo correto: eu mal via minha filha, mesmo ela estudando em Hogwarts, meu primo já havia me mandado milhões de cartas e eu nem sequer pegara uma, meu joelho possivelmente poderia estar machucado, eu estava morrendo de saudades de meu bebê, que ainda é muito novinho para Hogwarts e meu casamento parecia ir de mal a pior por culpa da distância e da falta de tempo. Nem queria levantar para dar aula. Nem queria acordar naquele humor tão down, porque afetar os alunos seria uma consequência quase certa. Mesmo assim, compromisso é compromisso. Tentei vestir o meu melhor sorriso...

Fui para a aula me arrastando. Acho que pela primeira vez em toda minha carreira de professora alguns alunos chegaram antes de mim na sala. Entrei e os cumprimentei com um sorriso meio amarelo e sentei-me a esperar até que todos chegassem. Com a sala já cheia, levantei-me e, quando olhei aquelas carinhas lindas com expressões de “o que vamos aprender hoje?”, uma ideia muito supimpa me veio à mente e um sorriso revigorante me estampou rosto:

- Bom dia, meus amados! - Uma animação especial tomou conta de minha voz e me deixou um tanto quanto assustada. - Hoje eu não tinha preparado nada especial para a aula, porém vocês me deram uma ideia maravilhosamente linda! Esperem um pouco que eu vou preparar tudo! - Me virei para um canto vazio da sala e comecei a movimentar veementemente a varinha. De repente quatro portas estreitas apareceram na parede: uma alta com as maçanetas redondas, uma mais baixa com bordas arredondadas e sem maçaneta, uma completamente circular com maçanetas douradas e uma muito alta, retangular e bem estreita. Voltei-me para os alunos e os vi com caras de bobos, dei uma risada engraçada e pus-me a explicar:

- Então, queridos, hoje vamos praticar o feitiço de iluminação, Lumos e seu contrafeitiço Nox. O feitiço Lumos faz com que uma bolinha de luz apareça na ponta de sua varinha e serve para iluminar lugares escuros. Nox faz com que a varinha se apague. Lembro a todos que leram o livro que existem variações mais poderosas do Lumos como, por exemplo, Lumus Maxima e Lumus Solem, que aprenderemos depois, portanto o Lumos ilumina apenas pequenas regiões. Pronunciem Lumus para acender a ponta da varinha e Nox para apagá-la. - Eu não aguentava mais de tanta vontade de contar minha ideia, olhei para todos aqueles rostinhos e fiz uma expressão muito ansiosa. - Então! Atrás dessas portas estão salas escuras. Cada sala tem um grande baú com um presentinho para vocês. Porém a sala estará na mais completa escuridão e vocês terão que achar o baú usando Lumus e quando chegarem aqui do lado de fora, a ponta da varinha deverá estar já apagada. Simples não? - Dei um largo sorriso. - Ah! Como vocês já perceberam, vocês podem escolher a porta. Entrará um aluno por vez, mas quem quiser em dupla, trio ou quarteto, pode ir, contanto que todos sejam da mesma casa. O presente será o doce que vocês imaginarem quando tocarem o objeto dentro baú, portanto imaginem muito bem o que querem. Vocês têm quinze minutos para treinar o feitiço e depois podem começar a entrar organizadamente. - Eu já estava me dirigindo à minha mesa quando lembrei que não havia demonstrado o feitiço a eles. - Ah! Dears, prestem atenção aqui. Lumos! - E a ponta de minha varinha acendeu com uma luz branca. - Viram? Agora... Nox! - E a ponta da varinha apagou. - O movimento da varinha para o Lumos é um singelo “E” minúsculo em sua forma cursiva. - Demonstrei a eles. - E para o Nox, a forma de uma onda serve como movimento perfeito. - Demonstrei novamente. - Podem começar a treinar, queridinhos!!

Fiquei observando o treinamento deles, ajudando os que estavam com dificuldades e elogiando os que se saiam bem. Depois, organizei-os para entrarem nas salas.

... algum tempo depois...

Muitos saiam das salas felizes com suas guloseimas, porém alguns com a varinha ainda acesa. Ajudei esses a apaga-las. Quando todos já haviam concluído a tarefa, reuni-os:

- Dears, vocês estão de parabéns. Peço que vocês pratiquem durante os possíveis tempos livres. Por hoje é só! Até mais! Beijinhos da Tia Lillie! - e quando todos saíram, ficamos eu, alguns pergaminhos e uma longa maratona de correções.

thanks Lari @ CG!  


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Re: 2ª Aula de Feitiços

Mensagem por Andrew H. Lancaster em Seg 1 Jul 2013 - 15:19

Second Class Spells

O dormitório dos rapazes estava um certo alvoroço, eu compartilhava o minúsculo local com mais quatro companheiros que, por sermos todos tímidos, quase não havia-se conversas. Mas o tal barulho me incomodara como se eu nunca esperaria tal efeito no dormitório. - O que houve ? - Levantei assustado retirando o travesseiro de cor branca do meu rosto, e colocando minha sandália de cor negra nos pés. Dois dos garotos revirava tudo conter criado, cortinado, camas, procurando algo que eu ainda desconhecia. O óculos deixado na cama por um dos alunos, ou melhor, o principal autor do alvoroço estava quebrado em migalhas de vidros, a cama estava totalmente revirada como se um furacão tivesse passado pelo local. - Meu sapo, sumiu ! - Dizia o responsável coçando a cabeça e em seguida começando a revirar minha cama. - Não, não, aqui não, e nem vem ! - Dizia cruzando o dormitório e indo até o banheiro, e de vez em quando dando uma virada para ver se tudo corria muito bem na minha cama. "Meu Merlin, por causa de um sapo nojento e ridículo ?" - Reviro os olhos agarrando minha escova e começando a fazer minha higiene bucal. A água quente do chuveiro começava a escorregar pelo meu corpo e caindo no piso frio que escorria por um pequeno tubo. Saí do banheiro já arrumado com meu uniforme e em seguida jogando minha mochila nas costas e dando uma última verificada na minha cama. - Não quero ver bagunça, por favor. - Alertei-os enquanto vasculhava por debaixo da minha cama para ver se assim via aquele maldito sapo, mas sem sucesso. Atravessei uma pequena portinhola do dormitório e saí querendo fazer meu trajeto para o salão principal, que me aguardava para o belíssimo café da manhã.

O salão estava como sempre, cheio. Apalmei a minha varinha que estava dentro das minhas vestes e em seguida dei um murmuro após me sentar na mesa da sonserina juntamente com vários colegas de casa. Peguei o de sempre, costeletas, e como bebida apanhei um suco de limão verde claro que ficava numa jarra completamente adornada. "Que bom ... só espero que a professora Lillith não nos sirva o banquete de guloseimas, ou vou estufar completamente !" - Penso limpando minha boca com um guardanapo branco que ficava por baixo dos pratos de vidros, alguns brancos e outros transparentes. Vasculhei a mesa dos docentes e em seguida a mesa das demais casas, pareciam todos ótimos, silenciosos, somente digerindo os belos e gostosos alimentos que era servido como banquete. Fitei as vidraças adornadas atrás da extensa mesa dos docentes, as árvores lá no fundo dava uma bela paisagem, junto com as nuvens esbranquiçadas que rodeavam o céu azulado, e também com pequenos pontinhos pretos que se movimentavam. Despejei mais um pouco de suco na minha taça enquanto relembrava a última aula de feitiços, a pena esbelta da menina, a mesa de cupcakes da professora, os exercícios danados e ameaçadores que faziam nossas cabeças doerem e partir para a lógica, e assim foi-se a última aula. Eu esperava que a segunda aula fosse melhor que a primeira, afinal, até então não tínhamos aprendido nenhum feitiço ainda. Dei o último gole no suco e a última mordida na costeleta, e logo reparti um bolo caramelado que estava na minha frente. Uma deliciosa cobertura açucarada deixava-me mais feliz e mais disposto, a massa fofa do bolo - que só os duendes conseguiam fazer - era algo espetacular, seguido do caldo de caramelo que escorria pelas beiradas da fatia de bolo. - Oh Deus, olha as horas. - Vi os pequenos ponteiros do meu relógio de pulso, o tempo tinha passado rapidamente. Limpei meus lábios novamente para tirar as migalhas de açúcar e em seguida lancei a mochila pro meu ombro direito e, me retirando da mesa, acompanhei um aglomerado de alunos que seria do primeiro ano.

Depois de passar por vários corredores iluminados por archotes e pela claridade dos raios solares que passavam pelas janelas, a sala de feitiços já poderia ser vista ao longe. Uma pequena placa de madeira ficava exposta ao alto da porta indicando o nome do local, o qual seria Sala de Feitiços. Esperei que o aglomerado de alunos entrasse na sala, e finalmente entrei na mesma ao ver que dois alunos ainda estavam prestes a chegar. Parei na porta por um instante e logo mais sentei no mesmo lugar da aula passada, na mesma fileira, na mesma mesa, enfim, no exato local. Coloquei minha varinha na mesa a esperar que a aula fosse um tanto que prática, não me importaria se fosse teórica, mas ao menos praticar um feitiço seria demasiadamente bom. A professora tinha acabado de chegar e arrumava suas coisas em sua mesa de madeira, que ficava quase ao centro das enormes mesas enfileiradas que era destinado a nós, alunos. "Então, veremos o que essa aula promete, hoje." - Pensei balanceando minha varinha de um lado para o outro e assim descontrair-me do tédio assustador que parecia permanecer ali, inquieto. - Bom dia professora. - Murmurei cumprimentando-a como ela havia feito conosco e em seguida dizendo que teríamos uma boa aula, enfim, foi isso que entendi pelo porém vocês me deram uma ideia maravilhosamente linda ! A professora acabara de pegar sua varinha e ia conjurando quatro porta, todas adornadas e belas com suas especiais característica, seja seu tamanho, a beleza, a figura geométrica que representava e entre outros. Quando ela terminou de conjurar a terceira porta, que era uma porta esbelta, circular e com maçanetas completamente douradas que ficava reluzente com a pouca claridade que o sol fornecia na sala. "Escolherei aquela, se for para escolher alguma." - Pensei vendo a última porta, enorme e estreita, se materializar na parede alta da sala. - Mas, professora, para que serve essas portas ? - Digo depois de levantar minha mãe e ter a autorização da professora para falar. Ela somente deu seu formidável sorriso e começou a explicar a razão das enfeitadas - nem tanto - portas. Ela começara a dizer brevemente, e quando eu ouvi ela dizendo sobre praticar o feitiço de iluminação, uma felicidade imensa parecia extravasar do meu corpo. "Amém, aleluia, feitiços ..." - Pensei.

Apanhei minha pena curta e azul da mochila e seguido das anotações da aula anterior, coloquei "Feitiços de Iluminação | Lumus e Nox". A professora Lillith, que agora não estava perto de uma mesa de gostosuras, andava de um lado para o outro explicando sobre ambos os feitiços, ou melhor, um feitiço e um contra-feitiço. A docente então explicava agora nosso objetivo, o que faríamos atrás das portas adornadas. Ela dizia lentamente que deveríamos usar o feitiço Lumus e Nox em plena escuridão das salas ocultas, que estavam atrás das portas. Olhei fixamente para a circular e com maçaneta dourada, era ela que eu escolheria. - Doces ? - Digo um tanto que alto, mas ninguém escutou-se devido aos demais alunos surpreendendo-se por causa dos doces. "Chamarei a professora Lillith de senhora dos doces ..." - Penso fazendo uma comparação com a primeira e a segunda aula que tivemos da docente. Uma fila indiana começara a ser feita atrás das portas, andei rapidamente para pegar o primeiro lugar da fila de porta circular, porém tanto esforço me fez ser o quarto da fila.

Para minha sorte os dois primeiros alunos entraram em dupla, como fora permitido pela docente. "Vejamos, se eu for em dupla terei de repartir o doce, então ... não, não, irei sozinho mesmo."
- Pensei lembrando de um doce que eu adorei ao comer, para que quando eu chegasse ao baú desse tudo certo. Agora eu já era o segundo da fila. - Dear, não vai treinar o feitiço ? - Dizia a voz alegre da docente que me alertava sobre o treinamento. - Ah, é mesmo ... - Digo envergonhado e tirando a varinha da minha veste. Lumus e Nox seria os dois feitiços de hoje. Com a varinha nas mãos eu rapidamente fiz um movimento em "e" minúsculo, apontei para um ponto qualquer da parede e pronunciei. - LUMOS ! - E a tal bolinha esbranquiçada que deveria sair da ponta da varinha não cumpriu seu objetivo, ou melhor, eu não cumpri. Fiz uma cara pensativa, imaginando o que faria na escuridão sendo que eu nem tinha praticado o tal feitiços. Empunhei a varinha novamente, agora segundo-a firme e pronunciando, - LUMUS ! - E finalmente uma luz fraca estava estampada na ponta da varinha, e é claro, como a sala estava clara a luz não teria tanta intensidade a não ser no escuro. A pequena luz apagou-se e a varinha permaneceu como estava. - LUMUS ! - Novamente a ponta da varinha ficou esbranquiçada e seria a hora perfeita para praticar o contra-feitiço. - NUX ! - Pronunciei rápido, entretanto a luz ainda permanecia. - NOX ! - Mais intenso falei e finalmente a luz se apagou completamente da ponta da varinha.

Depois de mais algumas tentativas vejo o aluno que estava na minha frente sair com um doce longo e avermelhado, e que tinha umas quatro fileira entrelaçadas. - Pode ir dear. - Dizia a professora dando-me a permissão. Empunhei a varinha, dei longos passos e girei a maçaneta dourada e ultrapassei a porta circular. Preto, preto e mais preto, era a única coisa que eu podia ver naquele instante. Antes de prosseguir fiquei a imaginar o que eu deveria pedir ao senhor baú. - Vejamos ... feijões de todos os sabores ? Delícia gasosas ? Ér ... varinha, sapos de chocolate ? - Dizia pouco alto, afinal ninguém estava ali comigo a não ser a escuridão e o senhor baú que até agora eu desconhecia sua localização. - Ah, deixo isso pra depois. LUMUS. - Pronunciei vendo a brilhante luz me indicar dois passos para frente, nada mais. Caminhei pela extensa sala, indo de parede a parede para achar o baú velho. - LUMUS ! - Pronunciei novamente ao ver a "chama" esbranquiçada se apagar. Depois de mais três pronúncias, três passos para frente e uma girada para a esquerda vi o senhor baú ali, parado, quieto apenas esperando para abri-lo. O item era completamente adornado como as portas e as vidraças do castelo, um tom dourado era reluzente com a luz da varinha e em seguida pensei em feijões de todos os sabores. "Não, isso é muito popular, quero algo mais ... vejamos !" - Fazia um esforço danado para pensar em um dos doces que havia comprado em Hogsmeade um dia desses, na Dedos de Mel. "Diabinhos de pimenta." - Pensei abrindo a parte de cima do baú e dando de cara com um pacote cheinho do doce. - Maravilhaa. - Comento comigo mesmo apanhando o saquinho com a ajuda da iluminação devido o feitiço Lumus. Tentei achar a porta circular novamente. Finalmente achei depois de quase cinco minutos. - Pera, não posso sair com o feitiço armado. - Digo mirando minha varinha para um ponto qualquer, e num movimento estilo onda pronuncio, - NOX. - E assim vejo a luz branca desaparecer. Giro a maçaneta dourada e em seguida vejo a claridade intensa da sala de aula, meus olhos derramavam água de tanto ficar no escuro e agora expor a luminosidade da sala. Abri o pequeno pacote de diabinhos de pimenta e fui comendo até ver que a aula se finalizara.

A aula foi extremamente ótima, eu apanhei a mochila e percorri um caminho até a porta da sala, onde sai da mesma ouvindo para que possamos praticar o feitiço.

Já tinha um tempo que a aula se finalizara, eu cheguei na comunal da Sonserina colocando minha mochila na cama e terminando de comer os doces, eu estava literalmente cansado. - Meu Deus. - Dizia sentindo uma leve dor nas pernas. - Groeber ... Groeber ! - O barulho do sapo sumido era tocado embaixo da minha cama. - Não acredito, você está aí seu danado ? - Deitei no chão para ver o maldito animal, porém tava escuro e não permitia minha visão. - LUMUS ! - Pronunciei iluminando o espaço debaixo da cama, agarrei o anfíbio e apertei-o com força e enfim coloquei-o dentro de sua gaiola que ficava em cima da cama do seu dono. - Agora fica quieto. - Dizia ao ver que acabara de praticar o feitiço, como pedia a professora, e que a aula foi realmente importante.

Treinamento do feitiços:


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Última edição por Andrew H. Wahid em Dom 7 Jul 2013 - 12:45, editado 1 vez(es)
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Re: 2ª Aula de Feitiços

Mensagem por Flavia G. D. Fournier em Qua 3 Jul 2013 - 22:13

Aula Pratica


Acordo um pouco cansado, a ultima noite foi muito perturbadora tive pesadelos durante do à noite, acabo acordando com algumas meninas conversando baixinho para não acordarem ninguém, rapidamente pego o meu travesseiro e jogo nelas e falo "sussurrando nessa altura, vocês vão acorda todo mundo do dormitório", "céus para eu viu falar" penso, isso todas vieram rapidamente para minha cama e começaram a falar, como não tinha outra solução mesmo e eu não estava afim de outro pesadelo resolvi participar da conversa, depois de alguns minuto vou tomar um banho, quando volto algumas meninas já estão prontas para a aula de feitiços me arrumo rapidamente, juntas vamos tomar café da manha, depois de muita conversa e papo furando resolvemos ir para a sala de feitiços devagar, pois ainda faltavam alguns minutos ainda. Quando chegamos à sala procuro sentar num lugar diferente da ultima aula, enquanto a professora não chega resolvo ir ate as meninas para ouvi o que elas estão falando, ela estava falando sobre como seria a aula de feitiços eu falo " a aula hoje poderia se pratica, pois a ultima foi teórica ", algumas meninas concordam comigo, umas acham melhor teórica mesmo, pois ainda estamos no começo, mas na hora que eu já ia falar alguma coisa a professora entrar na sala um pouco desanimada, aparentemente, ela: "Bom dia, dears", todos responde a ela rapidamente. Ficamos alguns segundos em silencio, passando- se um tempo ela abre um sorriso no rosto como se tivesse tido alguma ideia brilhante, e fala: “Queridos, tive uma nova ideia para aula de hoje mas, vocês vão precisar esperar um pouco enquanto eu arrumo as coisas". Todos ficam empolgados com o que a professora estava fazendo, ela esta conjurando alguns feitiços com sua varinha, ela  também estava criando quatro portas, cada uma com a cor diferente ela criou na cor azul, preto, cinza e branco.a azul será a minha favorita, caso tenha que fazer alguma coisa com ela, sempre foi uma das minhas cores favoritas depois do verde é claro", assim que ela termina de fazer o que ela queria ela se vira para nos e fala: " hoje a aula como alguns de vocês podem percebe será pratica, quero que peguem suas varinhas eu irei realizar os feitiços primeiro e depois vocês façam o mesmo que eu fizer, ok?" Ela fala LUMOS, e começa sair algumas faíscas da sua varinha logo em seguida uma fagulha de luz se acende na ponta da sua varinha, depois ela fala NOX e a luz na varinha se apaga, ela explica que o primeiro acende e outro apaga, mas depois irei explicar melhor isso. "atrás de cada porta tem um baú escondido, eu quero que vocês entre lá e utilizem os feitiços que eu lhes ensine, usem o lumos depois que entrarem e encontraram o baú, antes de abrirem pensam em algo que querem, depois antes de saírem apaguem a varinha com Nox, agora pratiquem um pouco os feitiços antes de entrarem”. Rapidamente todos começam a praticar o feitiço, a única coisa que consigo imaginar e no que eu vou querer encontrar no baú, minha colega ao lado me dar um empurrão para mim voltar a terra, então pego a minha varinha e digo "LUMOS" mas nada acontece, tento de novo e fracasso de novo, resolvo parar por alguns segundos e começo a pensar de novo do baú, depois digo de novo LUMOS", e consigo acender a varinha, mas me esqueço do feitiço para apagar então procuro nas minhas anotações e vejo qual é, então digo NOX" ela se apaga, pratico mais algumas vezes, tendo sucesso na maioria dela, depois de algum tempo a professora me pede para formamos uma fila em frente as portas, ela fala que se quisermos podemos entrar em dupla, trio, quarteto ou sozinha, penso: acho melhor entrar sozinha, assim será só para mim o que eu conseguir no baú, um pensamento um pouco egoísta" Ela manda cada aluno ficar na frente da porta em que deseja entrar, vou para fila da porta azul. Depois de alguns alunos entrarem, chega a minha vez. Assim que fecho a porta atrás de mim, tento lançar o feitiço LUMOS, mas não tenho nenhum sucesso, penso que não posso ficar no escuro por muito tempo, continuo tentando e vou andando de vaga rinho, depois de algumas falhas consigo, então saio procurando o baú de pois de alguns minutos e alguns apagões da varinha encontro o baú, penso num doce de trouxas, tentando desafiar o baú, penso em alfajor de chocolate com recheio de coco, quando abro o baú para minha supressa tem mais de uma dúzia de algajor, na hora que eu estou quase saindo digo NOX" assim a varinha se apaga, saio da sala escura comendo os meus alfajor e vou para o meu lugar aguardando os outros alunos a sair da sala escurar. Depois que os últimos saem da sala a professora se despede de todos, rapidamente corro para o dormitório Feminino da sonserina, com meus doces em mãos logo em seguida as minhas chegam, uma delas diz: que doce é esse? posso provar?", então resolvo dar um para cada uma delas, e quando percebo que elas gostaram começo a comer rapidamente os que restaram, mesmo assim elas pegam alguns para elas.


Última edição por Flavia Goncalo em Dom 7 Jul 2013 - 11:29, editado 1 vez(es)


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Re: 2ª Aula de Feitiços

Mensagem por Brandon S. M. Drakhale em Sex 5 Jul 2013 - 17:49

Oh meu Deus, como amo brigadeiro!


Bran andava pelos corredores do castelo rumo a aula de feitiços, ao seu lado, cominhava sua irmã Mary, que estava um tanto quanto agitada naquele dia. Bran, não sabia o motivo pelo qual teve uma insuportável insômia na noite que se passara, mas a insônia deixou graves sintomas após o dia clarear, Bran estava com um mau humor insuportável.Mary, parecia bem irritada com o garoto por isso.
-Bran você está tão chato hoje, espero que não faça essa cara para a professora, ela não gostará nada disso.- Disse a corvina com um tom bem irritado na voz.
Eles continuaram andando em direção a sala da professora Lillith. Brandon já estava começando a sentir dó da irmã e resolveu quebrar o gelo.
-Desculpe-me Mary, mas estou cansado pois por algum motivo desconhecido eu não preguei os olhos essa noite.- Mary o olhou com uma expressão de alívio.
-Ok. Já estava pensando que havia feito algo com você para estar me tratando desse modo.
Depois de tudo esclarecido eles entraram pela porta escancarada da aula de feitiços e se encaminaram para as carteiras no centro da classe.
Brandon, achou bem estranho a professora não estar ali já que em todas as suas aulas ela sempre se encontrava sentada em suam mesa antes mesmo da chegada dos alunos. Os alunos foram chegando um a um e nada da professora chegar, após todos os alunos já estarem impacientes com a espera, a professora finalmente adentra a sala e se senta. Ela não estava com a cara nada boa e quando andava o garoto percebeu que ela parecia sentir alguma dor. Suas feições estavam incrivelmente parecidas com a de Bran, só que com um grau avançado de canseira, Mary parecia ter percebido isso também e comentou com teu irmão.
-Bran, você passou seu mal estar para a professora? Ela parece mal. - Disse Mary com um tom preocupado.
-Bem, Mary, eu não sei o motivo do mal estar dela, mas ela parece pior que eu sem sombra de dúvida.- Mary concordou com a cabeça e a professora deu início a aula de feitiços.
Ela desejou bom dia à classe e disse aos alunos que aprenderiam a usar o feitiço Lumos , feitiço que fazia uma pequena luz se acender na ponta da varinha do bruxo que o usasse, e o feitiço Nox, uma espécie de contra_feitiço para o Lumos, ele fazia a luz da varinha se apagar.Bran, achou aquilo super legal e já vira Ryan usar aquele feitiço várias vezes. Mary ouvia atentamente as explicações da Sra. Lillith e após uma pausa na explicação comentou
-Bran, será que esse feitiço é difícil de se fazer?-Bandon fitou sua face preocupada e respondeu.
-Relaxa Mary, você é inteligente, não terá dificuldades! Além do mais, a professora Lillith não exitará em te ajudar se aparentar ter algum tipo de dificuldade.
Após a explicação dos efeitos dos feitiços citados, a professora sacou sua varinha e apontou para uma das paredes da sala, pronunciou um feitiço e na parede apareceram 4 portas de tamanhos e aparências totalmente diferentes. A sala ficou extasiada e se perguntando como aprenderiam os tais feitiços com 4 portas. A explicação era simples, teriam que escolher uma das portas ,e no interior das determinadas portas teria uma sala totalmente escura, o aluno teria que entrar com a varinha apagada , lá dentro teria que acende-la com o feitiço Lumos, e encontrar um baú, dentro do baú teria um doce qualquer, que o aluno teria que mentalizá-lo , abrir o baú pegar seu conteúdo e saír com a varinha já apagada.
A professora pediu para os alunos se dirigirem a uma das portas escolhidas, Bran se dirigiu a uma porta com uma maçaneta redonda e esperou o sinal da professora para adentrá-la. Após esse sinal Bandon girou a maçaneta e adentrou a sala escura. a porta se fechou automaticamente as suas costas, com um barulho alto e assustador. Bran estava nervoso, mas sacou sua varinha do bolso e pronunciou "Lumos" da ponta de sua varinha agora emitia uma luz branca que iluminava um pequeno círculo de escuridão ao seu entorno , Bran andava pela sala quando tropeçou em algo e caiu, nomesmo instante sentiu uma dor lacinante no joelho esquerdo, mas se levantou e procurou o bau, depois de 15 minutos de procura, Bran achou o determinado baú e pensou no seu doce preferido, o magnífico brigadeiro, abriu o baú e seu conteúdo era justamente um grande e redondo brigadeiro. Bran o pegou e se dirigiu a porta, antes de abri-la disse "Nox" e aponta da varinha se apagou, abriu a porta e saiu para claridade da sala com um enorme brigadeiro na mão. A professora o saudou.
-Parabéns senhor Gagerdoor.
Após Mary sair com sau guloseima eles foram embora para a próxima aula.



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Re: 2ª Aula de Feitiços

Mensagem por Mary E. M. Drakhale em Qua 10 Jul 2013 - 22:31

Lumus and Nox

O dia nasce quando todas as meninas do dormitório já estão acordadas. No dia anterior, exatamente nessa hora, elas estavam se arrumando para a aula de História da Magia. Mal sabiam elas quanto que teriam de chorar, se despedir da mestra que se tornaria ministra. A aula não saía do pensamento de ninguém. À noite Mary tinha examinado os livros curriculares de Feitiços, Herbologia, Transfiguração e Defesa Contra as Artes das Trevas. Muito provavelmente uma aula prática aconteceria em Feitiços, segundo o livro, sobre os  Lumus e Nox. Mas Mary não estava preocupada, não muito, pois tinha outras coisas em mente.

No café da manhã, Brandon chega  para conversar coma irmã, porém seu tom de voz estava rude e frio. Será o que teria acontecido com ele? Mary estava animada com a aula da diretora da Corvinal Lilith. Porém Brandon estava num mal-humor realmente insuportável, pois conseguiu que Mary se estressasse com ele. Depois de a menina ralhar com ele, o irmão pede desculpas e os dois seguem o caminho para a aula. Mary não se cansara de admirar a beleza rústica do castelo, e a menina realmente adorava arquitetura.

Finalmente os dois irmão se deparam com a porta de madeira , detalhes em vários tons de marrom e bege. A porta se encontrava aberta para que os alunos pudessem entrar. Eles se posicionam e percebem a docente. Agora a corvina estava um pouco nervosa com e aula, mas tentou se acalmar bebendo alguns goles de sua água gelada que trazia na mochila. Quando todos os alunos estavam ali presentes, a “tia Lillie”, como ela mesmo se chamava, começa a aula.

“Como eu havia imaginado:Lumus e Nox” A Srta. Hugh, ou "tia Lillie" segue explicando os dois feitiços, e Mary conseguira memorizar a explicação do livro, portanto não teve dúvidas em relação a teoria dos mesmos . A mestra , com um tom entusiasmado, aponta para algumas portas que estão no fundo da sala. Ninguém parecia ter prestado atenção nelas até a tia Lillie dizer delas. As pessoas entrariam em algum lugar pelas portas e treinariam os feitiços ensinados. Com êxito, ganhariam algum presente.

Mary entrou depois de algumas pessoas em uma porta talhada e totalmente delicada. Não sabia o porquê da escolha da porta, ela simplesmente a achara bonita. Fechou a porta e o local estava numa escuridão sem fim. O coração da corvina estava acelerado pois ela tinha medo de escuro. “Você vai ficar bem, se acalme”. Agora a utilidade do feitiço se tornou bem melhor na cabeça da menina.
-L-lumus. - o seu tom era inseguro e ela estava com medo. Nada aconteceu. Ela estava se desesperando.
-Lumus! -somente uma leve faísca. A menina se sentiu tonta.
-Lumus. -seu tom era decidido, pois ela sabia que se não conseguisse iria desmaiar.

Finalmente uma pontinha de luz tomou conta da varinha de Mary e iluminou uma pequena parte da sala. Ela pausa um pouco para respirar fundo e observa um espelho. Preso ao espelho, um bilhete: “Parabéns!” A corvina achou graça. A professora era realmente muito legal. Um banquinho de madeira estava na frente da estudante, e em cima dele estava apoiado uma caixa. Outro bilhete: Pense em seu doce preferido, dear. “Brigadeiro” foi a primeira coisa que veio a cabeça de Mary. Abriu a caixa, e dentro desta havia outra. “Tente de novo”.  Mary entendeu. Com um pouco de agonia e irritação, falou:
-Nox.
O feitiço funcionou de imediato e a escuridão tomou conta da sala novamente. Sentindo um frio na barriga, Mary abre a caixa intuitivamente. Dentro, consegue sentir um brigadeiro. Ela estava nervosa com o escuro, mas toma o doce na boca. Ao encostar os lábios na gostosura, ela se sente feliz. Percebe que o escuro fazia com que o sabor se tornasse mais acentuado e perceptível. Ela achava que já tinha lido isso em algum lugar. Se lembrava claramente do parágrafo, depois de pensar um pouco: “Quando o ser humano fica com medo, seus sentidos se tornam mais aguçados”. Depois de uns bons cinco minutos de degustação, ela se dá conta que está no escuro e tinha dominado seu medo. “Obrigada, tia Lillie. Te devo uma”.

Depois de sair da sala escura, a professora a cumprimenta com um sorriso de satisfação. Mary nota que naquela brincadeira havia aprendido dois feitiços com êxito, e gostava cada vez mais do modo de ensinar da professora. A aula termina e Mary segue em direção a saída, com a cabeça repleta de pensamentos.



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Re: 2ª Aula de Feitiços

Mensagem por Sophie T. G. Villeneuve em Qua 17 Jul 2013 - 15:17

Um Verso sobre a luz!

Meus cabelos estavam adornados por uma trança enorme e me olhei no espelho, de modo a poder contemplar meu corpo inteiro já pronto em um uniforme para ir as aulas do dia: -Ei garota, espera que estou indo contigo. Uma garota correu atrás de outra que descia a escada para a sala comunal as pressas. Observei e voltei a contemplar meu reflexo no objeto refletor posto à minha frente. "Não precisa disso, Sophie. Nunca precisou. Seja apenas você novamente." - Meu pensamento ecoou pela minha mente absorta em pensamentos acerca do que tudo tinha significado até aquele momento. Deslizei as mãos por sob a superfície da roupa uma vez mais e disse: -Eu serei, sim. Caminhei até a cama e peguei minha bolsa de lado, colocando-a no ombro direito e em seguida tomando posse dos meus pesados livros das disciplinas do dia. Comecei a descer a escada e apertava os livros contra o corpo de maneira usual. Muitos alunos dirigiam-se à saída como eu o estava fazendo naquele momento. Um barulho ensurdecedor vinha das conversas formadas pelos diversos grupos que caminhavam em conjunto no decorrer do percurso até o grande salão para o Café da manhã. Quando a imagem do recinto surgiu diante dos meus olhos, pude contemplar os vários grupos de casas que vinham das mais diferentes direções para o mesmo lugar. Mantive-me em minha postura de caminhar delicada e procurei um local para sentar  não ficar tendo que ouvir as conversas de como certo garoto o era bonito, ou talvez de como aquela vassoura era demais. Várias opções erguiam-se por sob a mesa e como de costume, peguei uma xícara do delicioso chá de lírios e adocei com um pouco de mel fresco. "Isso é divino." - Foi o que pensei enquanto elevei o líquido denso e saboroso até os lábios. Peguei meu bloco de rascunhos e anotações e ergui em cima da mesa, abrindo-o em seguida e puxando uma pena da bolsa. Havia em mim uma inspiração naquela manhã e eu nem sabia o que poderia escrever, apesar de saber sim que precisava o fazer. Encostou a ponta da pena no pergaminho e deixou que sua imaginação fluísse da melhor forma. Por mais que não soubesse o resultado que iria obter. As palavras foram surgindo conforme o fluxo entre a mão e o cérebro movimentavam-se num contraste perfeito.

Eu queria ter te mostrado minha luz,
O coração já estava aprendendo;
Eu queria que tivesse visto metade do que eu tinha pra mostrar,
Existiam mais do que palavras sussurradas sob o céu nublado;

"Ruivinha", esta era memorável,
Mas eu queria ter descoberto o que isso significou para você;
Eu gostaria de apenas uma chance para ver  mostrar um coração triste,
Será isso que exibirei sempre em face do mais triste sorriso?


Olhei atônita para o pedaço de pergaminho em minha frente. Em face eu não demonstrava, não sentia nada. Mas eu sabia que havia um peso em meu coração, e tal peso permaneceria lá até o fim dos meus dias. Era uma das poucas coisas a qual eu podia ter certeza. "Não pense nisso, Sophie. Não pense! Pense na vida que vai dar para sua mãe em poucos anos e em como serão felizes." - Apertei a pena contra a mão e senti que havia feito um corte pequeno na palma da mão. Nada demais. Peguei mais uma vez a xícara e elevei até os lábios ostentando um sorriso descomunal na face e tornando a dar mais goles na bebida fumegante e deliciosa. Quando esta acabara por findar-se, juntei todos os materiais espalhados pela mesa e os coloquei dentro da bolsa. Peguei tudo que era meu e sai do salão na direção da classe da feitiços da Srtaª Hugh. Ao caminhar pelo corredor avistei alguns retratos que erguiam-se pelas paredes. Nunca havia reparado muito em seus detalhes desde que chegara na escola. Haviam as mais variadas situações. De florestas á homens nobres em posições elegantes. Parei por um momento e contemplei os quadros com alguns breves questionamentos em minha mente. "O que estas pessoas realmente faziam neste tempo?" - A visão percorreu até o retrato de uma garota sozinha e com livros na mão. A mesma caminhava por um grande campo de uvas e tinha um sorriso no rosto. "De certa foram feitas há muito tempo. Há uns desgaste nas laterais de alguns." - Ouvi algumas garotas passando pelo corredor e falando alto: - A Srtaª Hugh já está na classe. Venham meninas. Não pensei duas vezes e apertei os livros contra o corpo mais uma vez. Continuei a me encaminhar na direção do meu destino inicial. A sala já estava lotada por pessoas e avistei um único lugar próximo ao que eu costumava ocupar. Na primeira fileira ele estava vago e corri para me sentar nele. Coloquei meus livros em cima da bancada e escorreguei para o lugar, me sentando na cadeira. Dei um aceno contido na direção da Professora Lillith e disse fracamente: -Um boa dia professora. A mesma em um de seus sorrisos acolhedores disse: -Bom dia, querida. E guardei seu desenho. Exprimi mais um sorriso e voltei-me para meus pensamentos. Poucos minutos depois a Srtaª Hugh direcionou-se a sala em um bom dia e iniciando assim a aula.

A partir do momento no qual ela citou que demos uma boa ideia, fiquei um pouco eufórica pro dentro. Se havia algo sobre a professora Hugh ao qual eu havia notado e admirado muito, isto seria sua capacidade para improvisar situações importantes nas quais exploraria de forma descontraída o assunto da aula. De posse da minha posição elegante, admirei enquanto feitiços conjuravam o novo ambiente ao qual a sala se adequaria para uma possível aula prática. A julgar pelo sorriso estonteante e de satisfação no rosto da professora Hugh, algo bem interessante viria a seguir. Meus olhos estavam ávidos pelo conhecimento, mas também por uma curiosidade crescente que brotava do âmago do meu ser ao ver aquelas portas surgirem. Não havia como eu observar atentamente o detalhe das três imediatamente. Havia uma maior que as outras, e também uma com maçaneta dourada. Eram poucos os detalhes que vi da distância onde estava. "Feitiço de iluminação. Que primor." - Meus lábios contraíram-se no mais largo e estonteante sorriso. Volto minha atenção para as considerações teóricas acerca dos encantamentos e reparo em cada tópico abordado pela mestre. Peguei minha pena e fiz um breve fichamento no pergaminho, conforme a mesma seguia acrescentando o aporte teórico do assunto. Eu estava totalmente curiosa com relação as portas postas dentro da sala. Ansiava pela revelação acerca das mesmas. Apesar disto, passei a dar continuidade para minhas breves e simplórias anotações. "Observação: Fazer uma pesquisa acerca dos feitiços avançados e das ramificações dos feitiços de luminescência." - Continuei a deslizar a pena por sob a superfície um tanto áspera e finalizei quando já não havia mais nada teórico. Fecheis meus materiais e passei então a atentar-me para as questões referentes ao momento prático da aula. Foi então nos esclarecido o motivo das portas estarem ali. Foi instruído que primeiramente treinaríamos a execução dos feitiços e posteriormente deveríamos adentrar em uma das portas. O objetivo era fazer com que os doces que estavam lá dentro servissem de estímulo para que executássemos o feitiço a fim de receber a recompensa. "Muito bom, Srtaª Hugh. Vai mobilizar até mesmo aqueles que não fazem nada." - Fui absorvida uma vez mais num devaneio involuntário e voltei a prestar atenção, dando-me conte de que ela não nos passara a forma de execução do feitiço. Eu pretendia lembrá-la do feitiço, entretanto a mesma rapidamente se deu conta do esquecido e voltou a nos instruir, e fez uma luz surgir da ponta de sua varinha ao executor o feitiço inicial e depois o final. Em seguida saquei minha varinha e exercitava apenas os movimentos indicados pela mestre. Primeiro o Lumos e posteriormente, Nox. Tendo familiarizado-me com os movimento necessários, passei a fazer um breve treino de pronúncia: -Lumos! Não foi o suficiente e repeti novamente: -Lumos! Senti uma clareza na voz e ergui a varinha fazendo o movimento de um "E" minúsculo e falei claramente: -Lumos. A ponta da varinha clareou e dei um sorriso. A Srtª Hugh passara por mim no exato momento e dissera: -Isso mesmo, Docinho. Parabéns. Tenham sempre foco, alunos. Essa é a alma do negócio. Agora tente o Nox, dear. Olhei um pouco aflita por ela estar a observar-me e levantei a varinha traçando o movimento de uma onda e dizendo em alto e bom som: -Nox! Um sorriso brotou no rosto da mestra ao ver a luz se esvair da ponta de minha varinha: -Parabéns, mocinha. Professora Lillith se afastou e treinei o tempo necessário, sem sair dos padrões estipulados pela docente.

Quando o tempo para treinos atingiu seu limite, os alunos começaram a organizarem-se e adentrar uma das três portas. A maioria optava por seguir em grupos e era notável algumas risadas dos mais diversificados grupinhos. Parei de frente para as portas e esperava um momento oportuno  apropriado para seguir e cumprir minha parte prática. Esperei um grupo de Corvinas entrarem pela porta de bordas arredondadas e me direcionei então á porta mais estreita. Ao me aproximar da entrada da porta, segurei firme a varinha e empurrei a porta alta. A mesma abriu-se e nada se podia enxergar d dentro daquele recinto. Movi meus pés e entrei no espaço completamente obscuro e aterrador. Ouvi a porta bater atrás de mim e um breu invadiu não somente minha visão, como também minha mente. "Fique calma Sophie. Pense no que acabou de aprender. É muito fácil." - Ergui minha varinha e a movimentei de modo que fizesse o formato exato de um "E" minúsculo em forma cursiva, não esquecendo de uma pronúncia em alto e bom som: -Lumos! O breu desfez-se e consegui visualizar algo lá no fim do recinto. Paredes antigas compunham o espaço anteriormente enegrecido. Pus-me a caminhar de forma tranquila na direção da arca, sem estar isenta de cambalear algumas vezes por conta do nervosismo que me assolava. Já estava bem próxima da arca e pensei em algo que eu gostasse muito, ainda que eu não fosse uma fã de coisas doces. "Não lembre Sophie, não. Você é forte." - Os pensamentos vieram tão rápido como uma tempestade de inverno, adentrando sem permissão a minha mente: - Esse doce se chama Marshmallow, coma. Olhei para o papai e elevei o doce aos lábios infantes. Ao sentir o sabor doce e gostoso, sorri: - É gostoso, papai. Sorri e continuei a comer. Quando voltei aos meus atuais pensamentos, minha mão tocava o conteúdo dentro do baú. Senti algo macio e inconfundível me tomar o tato e puxei a mão. Eram em várias cores, de rosa á azul. Marshmallows. Faziam anos que eu deixara de comer tanto estes, quanto qualquer doce. De qualquer forma, recolhi um e elevei até a boca. Senti o sabor agradável preencher minha boca e suspirei. "É tão bom." - Lembrei-me de que precisava sair dali e ainda segurando a varinha, me dirigi até a saída. Chegando próximo desta, movimentei minha varinha, de forma a produzir o movimento ondulado e pronunciei claramente: -Nox! Empurrei a porta e saí do recinto escuro. Muitos alunos se deliciavam em doces de variadas formas. A Srtª Hugh estava em sua mesa e me encaminhei até ela: -Srtª Hugh, pode me dar licença? Ela assentiu e me aproximei mais da mesa: -Gostaria de agradecer por esta lição. Me fez acessar uma parte da minha vida a qual eu bloqueara há anos atrás. Ela estava intrigada: -Como assim, docinho? Minhas feições meigas eram expostas e disse: -Algo complicado, Srtª. Mas obrigado. Direcionei-me até onde os alunos esperavam o término da aula. Não demorou tanto até que todos exercitassem os feitiços dentro das salas escuras e a professora Hugh se encaminhou até nós no intuito de encerrar a aula. Após ter feito o anúncio, caminhei até minha carteira  recolhi meus materiais. Sai dali absorta em meus pensamentos mais uma vez.

Minhas falas - Pensamentos - Outros


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Re: 2ª Aula de Feitiços

Mensagem por Lillith Villeneuve em Sab 20 Jul 2013 - 8:33



Encerramento da 2ª aula de Feitiços

Queridinhos,

Aqui encerramos nossa segunda aula de Feitiços desse ano. Como esperado do primeiro ano, vocês deram uma melhorada da aula passada pra cá. Lembrem-se de postar pela escola, sozinhos ou com alguém. Assim vocês melhorarão muito seus posts.

Continuei rígida nessa segunda aula.

Às notas agora:


Grifinória


Sophie T. G. Villeneuve - 10 - O


Sonserina


Brandon L. Gagerdoor - 7 - A
Andrew H. Wahid - 9 - EE
Flavia Goncalo - 5,5 - A


Corvinal


Mary C. Gagerdoor - 7,2 - A


Pontos Extras


A aluna Sophie T. G. Villeneuve fez o melhor post e, por esse motivo, angariou 20 pontos para sua casa.
A Grifinória angariou 30 pontos por ter tido o melhor desempenho de seus alunos. E a Sonserina angariou 15 pontos pelo empenho de seus alunos.


Pontos Extras Totais


Grifinória: 55 pontos
Sonserina: 25 pontos
Corvinal: 04 pontos
Lufa-Lufa: 00 ponto


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Re: 2ª Aula de Feitiços

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