Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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2ª Aula de Poções

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2ª Aula de Poções

Mensagem por Tétis em Qui 6 Jun 2013 - 21:54

Poções

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Re: 2ª Aula de Poções

Mensagem por Jerôme Villeneuve em Dom 7 Jul 2013 - 18:08

Potions

Sem o meu habitual café, marchei pelos sombrios corredores das masmorras. Os conhecia como ninguém e, cá entre nós, qualquer sonserino o faz. À frente possível era observar alguns alunos perdidos ou sonserinos que saíam, então, dos aposentos comunais. Assim que adentrei no local onde aconteceriam todas as aulas de Poções do ano letivo, senti o cálido ar, mesmo com archotes acesos. Tratei de deixar tais chamas fortes, mirando cada uma e conjurando fogo. Preparar-me-ei para o primeiro ano, é. Marchei até o armário rústico situado ao fundo do espaço, retirando do mesmo alguns objetos que seriam analisados em aula, logo os colocando sobre minha mesa de carvalho e sustentando meu corpo também em tal.

Primeiro ano, boa tarde. Sem delongas, darei início ao conteúdo. Aos atrasados, sinto muito, perderão uma proveitosa aula — com bruscos sacolejos de minha varinha, a porte bloqueou a passagem. — Bom, hoje iremos ver os objetos usado para aceitável desempenho no preparo de alguma poção. Olhem para o caldeirão à frente de suas mesas. Ele é utilizado para cozinhar e misturar os ingredientes, geralmente com água — observei os olhares curiosos vindos dos alunos para os caldeirões. — Ótimo. Olhem para cá, agora. Por favor — capturei um frasco da mesa e o deixei também exposto. — Esta ferramenta é utilizada para a coleta de alguma poção. Vejam a abertura do frasco, é grande, não? Olhem, analisem. Será muito requerido futuramente! — entreguei o frasco para o primeiro aluno visível e dei ordens para o mesmo analisar e, após ter feito, passar para o aluno ao lado. Enquanto os primeiranistas observavam o frasco, rumei para o armário rústico e organizei alguns frascos que continham líquido em seu interior, uma simples poção do sono. Assim que me postei ereto no próximo de minha mesa, bradei: — O último aluno que observar o frasco, venha até mim e o devolva, por favor. Bom, este aqui é um funil. É responsável em ajudar no momento de pôr a poção num frasco. Basta pôr o funil antes da transferência. Alguns frascos no armário possuem uma simples poção do sono em seu interior, peguem-no e transfiram a poção para um frasco vazio. Peguem o frasco vazio, também. E um funil, claro. Estão todos organizados lá. Sem tumulto, por favor — os vi marcharem até o armário e, instantes depois, voltarem para seus respectivos lugares. Traziam consigo dois frascos e o funil.

Minutos após.

Peguem suas varinhas e limpem toda a sujeira. Não quero mesas sujas. Parabéns aos que não causaram respingos, parabéns. Bom, esta aqui é uma balança. É usada para pesar os ingredientes — utilizei de um feitiço básico de levitação e levitei-a por todo o espaço da sala, a mostrando para os alunos. Afinal quando maior conhecimento sobre a ferramenta, maior conhecimento sobre como utilizá-la. Dois ou três minutos depois, a balança já estava em seu devido lugar. — Espero que estejam anotando. Precisão das definições para aulas futuras. Bom, esta é uma colher. É usada para misturar ou manipular ingredientes.

[Neste momento o senhor ou a senhorita deve supor que lhes contei as funções de duas outras ferramentas. Estejam atentos a essa parte, é crucial para a formação da nota].

Como estamos ficando sem tempo, mais uma ferramenta, para finalizar. Esta é uma faca, é comum, também. É utilizada para picar os ingredientes. E eu não vou repassá-la para vocês, desculpem. Não preciso contar o motivo, suponho! — risadas alheias vindas dos alunos. — Não se esqueçam dos respingos, por favor. Gravei os alunos que sujaram, punições virão caso encontre as mesas de tais alunos sujas. Um relatório deve ser deixado em minha mesa, na próxima aula. E é só isso, podem ir. Não se esqueçam, também, de trazer as ferramentas que foram compradas, aula que vem será para a preparação de uma poção. Podem ir.

Observações:
As ferramentas mostradas ficam a seu critério;
O prazo do relatório é até o dia do fechamento da aula, por meio de MP;
Aulas com menos de vinte e cinco linhas serão desconsideradas;
Uso do table padrão é obrigatório, o não cumprimento de tal regra pode gerar perda de 50% da nota;
Qualquer dúvida, não hesite em mandar-me uma MP.

A pontuação será da seguinte forma:

Vinte pontos para o(a) aluno(a) com melhor postagem prática;
Vinte pontos para o(a) aluno(a) com melhor descrição das ferramentas;
Vinte pontos para o(a) aluno(a) com melhor relatório.

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Jerôme Villeneuve
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Re: 2ª Aula de Poções

Mensagem por Brandon S. M. Drakhale em Sex 12 Jul 2013 - 19:45

Ferramentas e suas Características


Brndon estava acomodado na Sala Comunal quando olhou no relógio e se deu conta que era hora da aula de Poções, pegou seu material e se dirigiu à sala. que ficava ali mesmo, nas masmorras.
A sala se encontrava com as portas escancaradas , e seu interior estava quente e aconchegante.
O sonserino se dirigiu a uma das ultimas carteiras da classe e se acomodou. A sala ainda se encontrava vazia, poucos alunos haviam chegado. inclusive Mary, sua irmã. Após alguns segundos de espera, Mary finalmente adentra a sala e se senta ao lado do irmão.
-Poxa, estou atrasada!-Diz ela ofegante.
-Repara-se- Disse o irmão ironicamente.
Após a chegada da maioria dos alunos, o professor da início a aula, Professor Joseph sempre se mostrou rígido e exigente, hoje não estava diferente, e foi logo dando início a aula sem delongas. Com um rápido movimento de varinha ele fechou a porta deixando alguns atrasadinho no exterior da sala,hoje os alunos aprenderiam as características e funções de algumas ferramentas usadas no preparo de poções. Joseph começou apresentando aos primeiranistas, um frasco , ele passou o frasco de mão em mão para os alunos observarem atentamente suas características. Bran era o último da classe e quando finalmente o frasco de vidro chegou até suas mão, já estava até quente de passar de mão em mão, era um frasco de vidro pequeno, e tinha uma abertura relativamente grande que segundo o professor servia para auxiliar e facilitar quando fosse posta a poção em seu interior. Brandon se levantou e entregou o frasco nas mãos do professor.
Após isso ser feito, o professor mandou os alunos buscarem no armário, um frasco vazio como o mostrado por ele, um frasco com uma poção básica do sono e um funil, Após ter pegado, ele citou mais algumas ferramentas,citou o coador que era usado para tornar o ingrediente menos expesso e tirar impuresas dos mesmo e o conta-gotas que servia  para ter a precisão na quantidade de um liquido qual o uso deve ser em pequena quantidade, para não causarem alterações na poção.
O funil, segundo ele servia para facilitar quando fosse por a poção dentro do frasco, evitando assim , que a poção se derramasse evitando bagunça e até mesmo constrangimento.
Joseph os pediu que transferissem a poção do sono para o frasco vazio, claro com o auxílio do funil.
Brandon pegou seu funil e o encaixou na grande abertura do frasco vazio, desarrolhou o frasco da poção do sono e o despejou no funil, a poção foi caindo vagarosamente no interior do frasco vazio.
Após todo o conteúdo do frasco ter sido despejado em um outro, Bran olhou atentamente sua mesa, para ter a absoluta certeza que não havia derramado sequer uma gota, para seu alívio, isso não ocorreu, pois o professor iria notificar esses ocorridos.
Brandon olhou também a mesa da irmã, que parecia confiante e concentrada nas explicações do professor.
Brandon, nesse momento, pegou uma folha de pergaminho e anotou todas as características dos itens mostrados. Após todos os alunos terem acabado de transferir a poção o professor os apresentou mais uma  ferramenta usada no preparo de poções, ele mostrou-os a balança que servia para pesar os ingredientes , o que seria essencial para a qualidade da poção, em determinadas poções, o peso de um certo ingrediente pode fazer toda a diferença no seu efeito.
Após ter anotado tudo o que foi dito, o professor se despediu dos alunos e encerrou a aula.
Brandon guardou seu material escolar e abandonou a sala ao lado da irmã



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Re: 2ª Aula de Poções

Mensagem por Mary E. M. Drakhale em Sab 13 Jul 2013 - 12:47

Segunda aula de poções...

O almoço estava divino como em todos os dias. Um suco de laranja com acerola levemente adocicado com açúcar deu um toque a mais na refeição. Depois de estar devidamente alimentada, ando para as masmorras. O lugar era sombrio e abafado, e me perco duas vezes em seus corredores idênticos. Porém eu estava prevendo isso, então fui dez minutos adiantada. Ainda sim, se não fosse por uma leve corrida, eu não teria chegado a tempo de assistir a aula. Sabia que o professor Joseph não tolerava atrasos. Ao chegar na sala, me sento e falo com meu irmão. Eu não estava suada, mas estava respirando rápido. Bebo um gole de minha água gelada e respiro fundo. A aula iria começar.

O início da aula se dá quando o professor anuncia que os atrasados não iriam ver a aula. Nesse momento, meus pensamentos estão voltados a que eu precise memorizar o caminho para as aulas de Poções. O professor, por meio de feitiço, fecha a enorme porta e dá início a aula. Os objetos usados para um desempenho proveitoso de poções seria o assunto tratado naquela aula. O mestre pede aos alunos para que observem o caldeirão e explica suas finalidades. Eu nunca tinha refletido muito sobre o assunto, e depois da menção do professor o objeto me pareceu mais fantástico. Em seguida, ele pede para observarmos um frasco, dá o objeto para o primeiro da fila e pede para que ele observe e passar para o aluno do lado. Depois de uns cinco minutos, o frasco estava em minhas mãos. Meus olhos atentos reparam em alguns arranhões, muito provavelmente feitos por outros alunos em tal aula. O observo por alguns momentos e o passo para meu irmão, silenciosamente. Enquanto todos admiravam o frasco, o professor anda em direção ao armário da sala e faz alguma coisa lá, que não dava para ver devido a sua posição. Então o professor ordena que lhe devolvam o frasco assim que todos já o tivessem examinado. Após, ele nos mostra um funil. Segundo ele, o objeto era útil em ajudar o bruxo a por uma poção num frasco. Bastava só colocar o funil. Ele pede para que transfiremos uma poção do sono num frasco vazio utilizando o funil.
Me direciono para o armário e pego os materiais. Após, volto a mesa onde meu irmão ainda não voltara.
Com as mãos um pouco trêmidas, seguro o funil e o posiciono adequadamente sobre o frasco. Despejo a poção azul celeste no funil, que por sua vez a transfere para o frasco. Não deixo nada vazar, ao contrário de muitos alunos.

Depois de alguns minutos, posiciono o frasco e os demais objetos de forma que o meu pergaminho, onde eu já havia anotado as descrições do professor, ficasse ao centro da mesa. Volto a pena e a tinta para a mesa, eu os tinha colocado na mochila durante o processo do funil. Em seguida o professor volta a suas descrições.
-Esse é um conta-gotas. -eu admirei o instrumento por um instante e voltei minha atenção a fala do professor. - Ele é útil quando estamos preparando uma poção em que com uma pequena diferença de líquido do que é pedido nas instruções, a poção fica alterada.
Em seguida, ele prossegue.
-Alunos, vos apresento o coador. É usado, como já nos diz o nome, para coar. Pode separar líquido de sólido e separar as impurezas de um conteúdo.
Após, ele explica a finalidade óbvia da faca e minhas anotações estavam bem organizadas. Enrolo delicadamente o pergaminho e guardo o resto de meu material. Fico um pouco excitada quando o professor anuncia que a próxima aula seria prática. Deixo a sala, contente com a aula produtiva.

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Re: 2ª Aula de Poções

Mensagem por Andrew H. Lancaster em Ter 16 Jul 2013 - 18:22

Second Potions Class

Estava ereto, sentado em uma pequena escada que ligava o saguão do local até a passarela de Hogwarts, uma enorme ponte feito de concreto que deixava gárgulas falantes residirem na mesma. Vários archotes - apagados - era visível devido seu tom preto que destacava no cinza dos rochedos e no azul do céu. O local não parecia residir vários fluxos de alunos todo o dia, possivelmente a passarela só era atravessada para as aulas de poções, nas masmorras. Um vento morno batia contra meu cabelo fazendo-o locomover centímetros ao lado, e em seguida obrigando meus olhos piscarem. Alisei a mochila de couro marrom ao meu lado e retirei da mesma um pequeno livro, estreito e fino que condizia "Guia de Azarações para Azarados", e em seguida folheei-o até achar a página vinte e três e ler sobre o feitiços das pernas presas. Eu adorava azarações, era um método de deixar o adversário bobo e desajeitado, facilitando que perca um duelo.

Depois de ler toda a página eu notei barulho de passos que se aproximava do saguão, baixei a cabeça um pouco mais quase encostando o nariz no livro, e em seguida varri (com o olhar) a sombra dos garotos que terminavam de cruzar a passarela. "Nossa, estou quase atrasado." - Penso ao ver os ponteiros do meu relógio de pulso e logo em seguida enfiando o livreto dentro da mochila. "Professor Joseph já é rígido, é bem capaz de deixar eu de fora." - Pensei relembrando a figura humana do professor, terno, cabelo em pé, sorriso maléfico, irônico e demais personalidades. Apontei meu olhar para dentro do saguão e me levantei vagarosamente tentando sorrir para a parede chamuscada. - Olha, eu tentando conversar com uma parede ... - Murmurei vendo mais três alunos adentrarem escada abaixo. - Agora preciso acelerar meu motor. - Penso idealizado e rapidamente me infiltrando em uma escada com forma de espiral, e logo mais vendo o último degrau surgir em seu devido lugar. A porta da sala de poções encontrava à minha frente junto com dois archotes, um em cada lado da porta de madeira. Fitei o professor logo frente da nova turma, e em seguida entrei no local vislumbrado por caldeirões, chamas e variados potes nos armários rústicos da sala.

Depois de contemplar o restante dos objetos da sala eu me sentei num banco alto e deixei minha mochila ao meu lado, apoiada na bancada que, no meio dela, havia um caldeirão sem chamas por baixo. O professor Joseph, com seu ar culto e direto cumprimentava-nos com uma simples "Boa tarde" e em seguida começava a dizer sobre o conteúdo. Peguei meu pergaminho e uma pena azul prateada, apanhei meu tinte ... "Epa, esqueci meu tinteiro ? De novo ?" - Fiquei nervoso, na aula de feitiços eu bem que tinha pegado um tinteiro emprestado, de uma aluna, mas agora ? Só tem dois alunos na minha mesa e ambos são corvinos, realmente. - Co-m licença ! - Perturbei o garoto que estava praticamente paralelo a mim, e o mesmo, com seu olhar de "Como sou inteligente", seguido de seus óculos redondos virava seu olhar contra o meu e em seguida esperava-me. - Poderia emprestar-me um tinteiro ? - Para minha tão - que ás vezes falta - amada sorte o garoto tinha dois tinteiros. "Por Merlin, que coisa boa." - Pensava vendo o corvino retirar um pequeno frasco de tinta de sua mochila preta e em seguida colocava em cima do meu pergaminho. O professor Joseph começou a dizer sobre os principais materiais que são devidamente utilizados para preparar uma poção quaisquer. Ele começou falando sobre o caldeirão, e assim lancei uma olhar triunfante para o objeto de estanho que ficava no centro da bancada marrom. "Bom, esse é o mais óbvio, é claro ..." - Penso anotando sobre no pergaminho. A voz do docente continuava e agora já dizia sobre os frascos, e antes mesmo dele dizer sobre eu raciocinei, "Serve para coletar o líquido da poção ..." - E com o pequeno raciocínio vi que a resposta estava correta. Agora, eu mergulhei novamente a ponta da pena no tinteiro emprestado e anotei sobre o funil e a colher de madeira, que servia para auxiliar o despejamento da poção num frasco e o outro para mexer o líquido da poção.

Levantei ao ver que o docente pediu-nos para despejar a poção do sono em um outro frasco. Caminhei até um dos armários rústicos e agarrei um frasco com um líquido turquesa, e sem mais apanhei um funil e um frasco vazio no mesmo local. Voltei para a bancada em busca do meu assento, botei o furo menos do funil na ponta larga do frasco, e em seguida - vagarosamente - derramei a poção do sono no frasco vazio, vendo a mesma escorrer até o fundo do recipiente. - Pronto ! - Murmurei seguido de uma tossida.

As bancadas já não eram as mesmas, várias quantidades da poção do sono estava na bancada e assim deixando-a suja. Apanhei a varinha e com um certo feitiço fiz os respingos desaparecerem. Ele agora continuava a explicação falando sobre a balança de latão, que servia para pesar os ingredientes. "Claro, claro, qualquer miligrama adicionada sem constar na receita já pode gerar uma explosão." - Acabei lembrando dos fatos que ocorreu com meu tio, enquanto ele cursava Hogwarts, o mesmo dizia que quase destruíra a sala de poções, e fico em detenção e ainda perdeu pontos para sua casa.

O professor Joseph agora falava sobre o pilão, que é uma ferramenta que deixa os ingredientes em pó, tem um ferro em cima e um estilo de concha embaixo, e apertando deixa o ingrediente em migalhas e em seguida em míseros pós. "Fácil ... haja força, somente." - Pensei vendo o ferro enferrujado do pilão.

Ele agora mostrava-nos o coador, que é um estilo de peneira que separa duas substâncias. "Certo ... fácil também, haja paciência, somente." - Penso ao ver a demonstração do docente ao separar uma poção da sono que ele havia pegado na bancada mais próxima, de algumas migalhas de pedra. Ele terminou de explicar sobre a faca, que serve para amassar ou cortar ingredientes, e logo em seguida nos liberou seguido de um relatório. "Deveres, deveres e mais deveres." - Penso apanhando minha mochila e agradecendo o corvino pelo tinteiro. Sorte deu não ser cleptomaníaco. E assim me retirei da sala a pensar na próxima aula.



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Re: 2ª Aula de Poções

Mensagem por Jerôme Villeneuve em Dom 21 Jul 2013 - 2:14

Potions

Mary E. C. Gagerdoor: 8. São visíveis mudanças em suas postagens! Apenas aconselho uma aprofundação nos detalhes. Seja mais detalhista! Crie situações! Seu trabalho ficou bom. +5 pontos.

Brandon F. Gagerdoor: 6,5. Brandon, sua postagem fora incoerente e senti faltas de muitas informações que são cruciais. Não encontrei estrutura, o que até me confundiu. Lhe aconselho uma separação dos parágrafos, irá ajudar no perfeito entendimento. Vejo que suas postagens estão melhores, por fim. Aconselho-lhe um aprofundamento nos detalhes. Seja detalhista! +3 pontos.

Andew H. Wahid: 9,5. Suas aulas são muito boas. O senhor usufrui dos detalhes, cria novas situações. O relatório fora mandado com estrutura diferenciada, o que deixou-me surpreso. Meus parabéns. +5 pontos.

Vinte pontos para Andrew H. Wahid por ser o aluno com melhor descrição das ferramentas;
Vinte pontos para Mary E. C. Gagerdoor por ser a aluna com melhor relatório.

Corvinal: 25 pontos.
Sonserina: 28 pontos.
Lufa-Lufa: --
Grifinória: --

Agradeço a Lilith Villeneuve Hugh por ajudar-me com as avaliações.
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Re: 2ª Aula de Poções

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