Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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1ª Aula de DCAT

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1ª Aula de DCAT

Mensagem por Tétis em Ter 11 Jun 2013 - 18:01

DCAT

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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Sophie Killer Cavendish em Sab 15 Jun 2013 - 17:06

Primeira Aula de DCAT



Tive uma noite de sono maravilhosa, dormi da melhor maneira possível, e uma vez que acordei satisfeita, tive a certeza que começaria o dia bem, tomei o meu banho cantando e não tive pressa quanto às roupas que usaria e o sapato da vez, porém quando terminei tudo e por fim sai do quarto tranquilamente tive a leve impressão que as coisas não seria da maneira que havia esperado. Tomei o meu café da manhã no salão tranquilamente junto aos outros professores, e observei as crianças de longe, tinham o mesmo tamanho, a mesma aparência, mais em essência eram tão diferentes que aos desconhecidos, primo talvez irmãos gêmeos jamais, por fim lindos e meus. Caminhando pelos corredores, pude notar diversos alunos novos, e de fato fiquei curiosa quanto aos tantos que teriam entrando na Sonserina, porém teria tempo suficiente para conhecê-los e aprender a lidar com todos, ou pelos menos assim esperava. Passei boa parte do dia, na biblioteca conversando com a bibliotecária, que era minha amiga a longo prazo , voltei ao salão quando já havia escurecido pra jantar e logo em seguida  ao meus aposentos para, me preparar em fim para a primeira aula com o segundo ano.  

Como de costume cheguei a sala de aula cedo, passei a arrumar as mesas e cadeiras da maneira de gostava e quando terminei as mesmas estavam distribuídas da seguinte maneira, em um formato de meia lua e a única fora da ordem era a minha que estava perto da parede centralizada para que todos pudessem me ver, sempre achei mais interessante arrumar as mesas assim, pois podia ver os alunos melhor e eles podiam ver uns aos outros com mais facilidade o que acabava gerando uma interação maior e claro para as aulas  praticas, o espaço no centro era sempre utilizado. Sentei em minha mesa e esperei os alunos chegarem, poucos depois apareceu o primeiro grupo de alunos e assim aos poucos foram surgindo os alunos que faltavam, a Lara apareceu junto ao Stefan e apontei pro pulso para lembra-los do horário, como já era esperado todos os alunos olharam para a sala e questionaram uns aos outros sobre o ambiente, sorri e assim comecei  o meu discurso de primeira aula.
 
_ Caros alunos, boa noite. O antigo docente se aposentou e hoje me responsabilizo pelo ensino de Defesa Contra as Artes das Trevas, sou Sophie Cavendish e serei a professora de vocês até o quarto ano, desde já tenho alguns avisos. - Sempre achei engraçado a tensão que existia por parte dos alunos quando se tratava das aulas de DCAT,  e enquanto falava passei a observar os alunos e notei que alguns aparentavam calma, já outros apertavam as mesas nervosos e olhavam pro outros alunos curiosos quanto a reação dos mesmos.

_Então, gosto de alunos esforçados, que dão o seu melhor, que questionam e procuram aprender os conteúdos ensinados, porém caso pegue os senhores conversando nas minhas aulas tomarei as devidas providencias, com isso não digo que não podem conversar, é claro que podem, contanto que os assuntos sejam relativos às aulas e que eu esteja ciente. Outra coisa, não tolero atrasos e não aceito desculpa, então não adianta tentar pois se chegarem atrasados não assistirão a minha aula. E pra finalizar quero ver em todas as aulas os seus livros, penas e pergaminhos em cima da mesa, pois se foram comprados deverão ser usados. -
 Suspirei tranquilamente e peguei um copo que havia na minha mesa com água, bebi devagar e uma que terminei, devolvi o mesmo ao seu local de origem e continuei a aula.

_Então, eu não tenho uma noção básica do que vocês aprenderam no primeiro ano, porém espero que estejam bem preparados para essa nova etapa, antes que esqueça desejo as boas vindas a todos os alunos que vieram das outras escolas bruxas que foram destruídas, espero que estejam bem acomodados e esperançosos quanto ao novo ano letivo que se inicia.  No segundo ano nos estudaremos um pouco sobre pragas domésticas, como esse é o primeiro assunto das nossas aulas, teremos uma aula introdutória para que eu possa observar a turma e entender as necessidades e na próxima aula começaremos com a prática.  Quando eu tinha a idade de vocês eu achava uma grande porcaria ter que aprender sobre pragas domestica, eu não tinha filhos e nem pretendia e não cuidava efetivamente da casa, então pra que aprender? Hoje que sou uma mulher casada e com filhos vejo o quanto foi importante ter aprendido o máximo sobre o assunto, agora peguem as suas penas e pergaminhos e se preparem para escrever um pouquinho.  – Observei os alunos pegarem rapidamente os seus materiais e voltarem a prestar atenção em mim, e com um sorriso prossegui a aula, pois o fato de receber atenção e poder observar certa preocupação quanto aos atos me fez entender que o meu discurso foi ouvido e prezado.

_É o seguinte pragas domesticas são animais que invadem as casas dos bruxos sem a devida permissão , ou seja são animais que não são domesticáveis e que de uma maneira ou de outra, perturbam a ordem do ambiente, entre os diversos exemplos que posso citar, existem os cinzais, as fadas mordentes , os gnomos e diversos outros animais, então na próxima aula estudaremos sobre os Diabretes e os Grindylow , e como foi dito existe muitos outros porém como o tempo é pouco e os conteúdos são diversos só estudaremos os dois animais que acabei de citar, tendo em mente que existe uma infinidade de animais , quero uma pesquisa sobre um outro que pode ser classificado como praga doméstica e que não estudaremos em  sala de aula. – Olho as horas no meu pequeno relógio que estava no pulso e noto que faltava apenas quinze minutos para aula terminar, tendo a noção do tempo que restava prossigo. _ Antes que saiam da sala de aula, quero que escrevam um resumo do que aprenderão no ano anterior com o professor antigo, uma vez que terminem podem colocar os pergaminhos sobre a minha mesa e se retirarem da sala, e, por favor, mantenham o silêncio, nada de dá tchau aos amigos que ficam ou atos que possam perturbar a paz do ambiente, caso queiram fazer alguma pergunta,podem me esperar fora da sala e os responderei na medida do possível. . –  Permaneci na mesa observando os mesmos escrevendo, aos poucos  os alunos foram se levantando e colocando os seus pergaminhos na mesa e logo em seguida se retirando, esperei que todos terminassem e uma vez que juntei todos os pergaminhos sai da sala, contente e curiosa quanto ao conteúdo dos resumos .

Spoiler:

Apenas alguns avisos.

Postagens com menos de vinte linhas serão zeradas
Pontuo por criatividade, fidelidade à primeira postagem e interação então me surpreendam.
O que foi pedido em sala de aula espero receber por MP, o prazo pra entrega é dez dias, ou seja, se a aula foi postada no dia quinze só pontuo até dia vinte e cinco.
As mensagens devem ser identificadas da seguinte maneira: Nome do aluno- Casa- Ano.

E os pontos para as casas são atribuídos da seguinte maneira.

Melhor aula =   20 pontos
Melhor aula prática =  30 pontos


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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Evelyn M. V. Hotchner em Sab 15 Jun 2013 - 23:17



Primeira Aula de Defesa Contra as Artes das Trevas

Quando eu vi meu horário seguinte, suspirei. Defesa Contra as Artes das Trevas era interessante, mas considerando que meu ano anterior se resumiu a professor atrás de professor, sendo que até o meu favorito fora substituído, eu simplesmente tinha perdido o gosto pela matéria. Fora que os sonhos que eu andava tendo, que não ajudavam em nada a gostar da mesma. Não ajudava a me concentrar em me defender quando sonhava em ver alguém morrendo porque eu era inútil. Suspirei e então terminei meu bolinho de baunilha numa bocada só, pegando minhas coisas e saindo do Salão Comunal para a sala de DCAT. Quando entrei, juro que quase dei meia volta e voltei para comer mais um bolinho. A professora tinha arrumado a sala em meia-lua, que crueldade com os desajustados, como eu.

 Gemi. Já não estava feliz, e ainda me vinha uma dessa. Suspirando mais uma vez (seria essa a décima vez do dia?), eu escolhi um lugar distante dos demais, que logo se encheu de colegas com os quais eu nunca fizera amizade. Arrumei minhas coisas em silêncio em cima da mesa, pergaminhos, tinteiro, pena... Enquanto executava essa simples tarefa, pensava em como era legal ser socialmente incompetente. A professora se apresentou e então eu escrevi seu nome no topo do pergaminho. Ela também disse algo sobre conversar, que me fez pensar, infeliz, que esse problema jamais existiria comigo. A professora então deu o assunto: pragas domésticas. Anotei no meu pergaminho, também.

 Ela então deu o exemplo da sua própria vida de como aquilo era importante. Para mim, todos os assuntos eram importantes, mas, eu não esperava me casar, mesmo. Eu não conseguia nem falar com as pessoas direito, quanto mais desenvolver alguma coisa. Ia acabar sozinha com sete gatos. Mas não era tão mal, a solidão era uma das minhas maiores amigas ao longo da minha vida, de qualquer jeito. Tentei me concentrar na professora, percebendo onde minha linha de raciocínio ia me levar.

 A professora dava uma explicação sobre pragas domésticas, que eu tentei me situar e começar a anotar os pontos mais importantes. Ela então nos passou uma "atividade". Mas como assim, o que aprendemos ano passado? Ah, não. Eu simplesmente tinha lido tantos livros que não lembrava o que o professor tinha passado ou o que eu tinha aprendido sozinha. Os alunos cochichavam entre si, tentando lembrar o que tinha sido dado em sala. Mais uma vez, soltei um lamento por não conseguir ser assim. Pessoas faziam falta, às vezes. Então tentei me lembrar do que tinha aprendido ano passado, mas simplesmente me falhava demais a memória. Escrevi algumas poucas linhas e, extremamente infeliz, me sentindo mais inútil do que nunca, saí da sala.
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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Megan B. Lancaster em Dom 16 Jun 2013 - 20:04

Primeira Aula de DCAT
 
O primeiro dia de aulas estava sendo espetacular, estava conhecendo melhor alguns alunos vindos das escolas destruídas e fazendo amizades com os novatos, sem contar com os velhos amigos, estava sendo um bom dia. Me encontrava sentada diante de uma das mesas do salão principal, sem prestar a devida atenção em quem estava ao meu lado. Me concentrava apenas no barulho que minha pena fazia ao chocar-se com o papel do pergaminho e terminava de anotar alguns lembretes da aula de feitiços, teria que treinar um pouco mais e dar o melhor de mim durante as aulas.

Pensava em quando poderia subir a biblioteca, e procurar algum lugar para treinar, quando ouço uma voz me dizer: - Temos aula de DCAT agora mocinha, vamos! – Guardei meus pertences que se encontravam sobre a mesa e saiu do salão principal. Desci as masmorras em busca do meu material para a próxima aula, como sempre, havia esquecido de algo e desta vez o pobre e abandonado livro de DCAT fora a minha vitima. Assim que adentrei o dormitório, o vi em cima da minha cama, o peguei e saí correndo do quarto, deixando a comunal da Sonserina para trás. 

Subia as escadas em direção a sala de aula de Defesa Contra as Artes das Trevas e enquanto fazia isso, observava o por do sol do lado de fora do castelo. Era uma visão realmente fantástica e de e de tirar o fôlego de qualquer um. Ajeitei a mochila as minhas costas e entrei silenciosamente à sala de aula, alguns alunos já se encontravam ali, se questionando o porquê de as carteiras estarem postadas em um formato de meia lua. Apenas dei de ombros aos cochichos que ouvia e sentei-me em uma qualquer.

 Retirei o livro da mochila e o coloquei sobre a mesa, apenas observando os alunos que chegavam em seguida. E pela primeira vez naquele dia, eu me silenciei ao ver alguns amigos se juntarem a mim na aula. A professora, que até então eu não fazia idéia de quem se tratava, se apresentou e explicou-nos o motivo de sua presença e passou-nos alguns avisos sobre sua matéria e sua didática de ensino. Permite me distrair diante de seu discurso e comecei a observar mais detalhadamente a gigantesca e quase desprovida da presença de luz, sala de aula de DCAT. 

Voltei a minha atenção as duas palavras, quando ela disse que gostava de alunos que buscavam sempre o seu melhor no âmbito escolar e sorri. Este ano daria o meu melhor, Sonserina teria que levar a taça e tinha que provar ser a melhor, para meus e para mim mesma. Sem contar que teria que provar também o motivo de merecer o distintivo que carregava no peito, o da monitoria. - E pra finalizar quero ver em todas as aulas os seus livros, penas e pergaminhos em cima da mesa, pois se foram comprados deverão ser usados.

Aproveitei o momento para retirar da mochila o restante dos meus materiais e os colocando sobre a mesa juntamente com o livro que já se encontrava ali. Anotei no pergaminho, por hábito, o nome da matéria e da professora, Sophie Cavendish. A mesma desejou boas vindas aos novos alunos e continuou dando uma breve introdução do que estudaríamos em sua matéria no decorrer do ano letivo. Era algo sobre pragas domésticas, ela resolver por primeiramente passar para nós apenas o conhecimento teórico sobre o assunto, e mais adiante, teríamos o conhecimento prático.

Um ponto interessante da aula foi quando a professora usou a si mesma como exemplo sobre o assunto e nos contou sobre como também não se sentia muito feliz em estudar sobre esse assunto, mas que apesar de tudo, o conhecimento sobre ele a ajudou durante sua vida adulta. E que era de suma importância ter o mínimo de conhecimento sobre pragas domésticas. - (...) Agora peguem as suas penas e pergaminhos e se preparem para escrever um pouquinho. Molhei a pena no tinteiro, tirando o excesso de tinta para não borrar o pergaminho e comecei a escrever delicadamente o que era ditado pela professora.

No pergaminho fazia pequenos tópicos, explicitando o que as pragas faziam e a maneira como agiam. Durante a explicação, a professora falava que esses animais não domesticáveis causavam o caos e que traziam a desordem para os ambientes. Citou muito exemplos para nós e disse que na próxima aula, estudaríamos sobre os Diabretes e os Grindylow, mas que apesar de estudar apenas estes dois, havia inúmeros animais como estes e não teríamos tempo de estudar a todos eles. Ela então nos passou uma tarefa para a próxima aula, uma pesquisa.

Ótimo! Aí estava a minha chance de ir visitar a biblioteca e aprofundar um pouco mais o meu conhecimento. Teriamos que procurar pragas domesticas que não estudaríamos em sala e lhye entregar a pesquisa. Terminava de escrever as últimas palavras no pergaminho quando a vi lançar um olhar para o relógio. Pelo que pude perceber a aula se aproximava de seu fim. Para finalizar as atividades, a professora Cavendish nos pediu para resumirmos o que nos foi ensinado no ano anterior e colocar o pergaminho sobre sua mesa e sair silenciosamente da sala.

Assim fiz. Peguei um novo pergaminho e no mesmo descrevia o que me lembrava da matéria do ano passado. Rabiscava o pergaminho avidamente. Ao que as lembranças do conteúdo lecionado anteriormente vinham à minha mente. O professor Arthur Cavendish havia nos ensinado muito a respeito da importância do DCAT e eu tratava de passar tudo aquilo ao pergaminho. Terminando de escrever, guardei meu material restante dentro da mochila e levantei-me, levando o pergaminho e o depositando à mesa da professora. Olhei de canto para os restantes dos alunos e sorri, me retirando da sala de aula finalmente.
 



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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Christine L. Villeneuve em Ter 18 Jun 2013 - 7:25



1ª Aula de DCAT

Uma ansiedade curiosa e interrogadora arrepiava-me ao pensar na desconhecida disciplina de Defesa Contra as Artes das Trevas. Era muito relativo o que poderia aprender lá, tendo em conta que eu me considerava a mim mesma algum tipo de verme das trevas. Eu ainda não sabia quais, mas tinha a certeza que um dia emergiriam as consequências de adivinhar o futuro e ver o passado... De outras pessoas.
O meu dia-a-dia em Hogwarts era... solitário e estudioso. Era triste saber que todas as minhas esperanças e sonhos em Beauxbatons sobre Hogwarts, se haviam revelado não concretizadas e distantes. A diferença deste ano para o passado, seria, talvez, que perdera a pessoa mais importante da minha vida, Hannie, e que agora aprendia assuntos mais úteis e interessantes. Já para não mencionar que fora adotada e que previa o que ainda não acontecera... Fora isso, tudo continuava igual. Como uma versão piorada da minha anterior vida, continuava baixinha e desajeitada, mas com todos estes novos e deprimentes pontos a queimar a felicidade restante da minha alma. O meu semblante estava enxuto, mas a minha consciência chorava rios, esperando aquela pessoa ou notícia que me fizesse rir e ser alegre mais uma vez. Voltar a ser uma menina sorridente, como ainda transparecia no presente, mas desta vez honestamente...
Acabando com esses típicos pensamentos diários, entrei na sala, disposta de uma maneira peculiar, porém bela. As mesas estavam distribuídas numa meia-lua. Poucas pessoas já estavam presentes, incluindo a professora, a qual cumprimentei simpaticamente. Sentei-me na mesa mais próxima, descansando de imediato os braços que transportavam, como sempre, um peso bárbaro.
A bela professora apresentou-se. Era uma Cavendish, da família do antigo ministro que falecera. Ela, de certeza, ficara repleta de mágoa com a morte do seu familiar. Pessoas assim, faziam-me sentir menos solitárias. Eu não havia sido a única a perder um ente querido... Mas... O que é isto? Estava feliz porque uma pessoa chegada da professora tinha falecido? Eu estava a tornar-me mesmo um monstro... Com estes pensamentos ténues que eu julgava serem inócuos. E temia que um dia, com alguma veneta acidental, todos descobrissem o que eu verdadeiramente era.
A professora iniciou um discurso comunicativo acerca de pragas domésticas. Eu não sabia ao certo para que tinha de saber isso, mas como ela explicitou, um dia nós entenderíamos. Todavia, a única praga doméstica naquele momento era eu. 
Apenas para esquecer a minha depressão, eu escrevia tudo o que a professora dizia, raspando nervosamente a pena no pergaminho, e fazendo alguns salpicos sugestivos pela mesa. Diabretes e Grindylows iriam ser o tema da minha noitada de estudo do dia de hoje. Afinal, tinha que aprender sobre os seres mais parecidos comigo. Indesejados e não-planeados... 
A professora marcou um dever de casa acerca do que aprendêramos no ano anterior. Não sabia se era bom ou mau, mas eu não assistira a estas aulas, portanto não tinha o que escrever. Peguei nos meus materiais e passei pela mesa da professora. -Eu era aluna de Beauxbatons o ano passado e não tive aulas de Defesa Contra as Artes das Trevas-Disse eu, um pouco tímida. -Então não tem de fazer o trabalho, claramente. Já está liberada, pode ir.-Disse a professora, sorrindo. Acenei e sorri também, deixando a sala e sendo vaiada por alguns outros alunos. Quando fechei a porta da sala, os meus olhos ficaram vermelhos e inchados e uma impressão no nariz impulsionava-me a chorar. Engoli a tristeza e dirigi-me a algum outro local, longe daquelas pessoas que me pareciam desprezar.

  




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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Ter 18 Jun 2013 - 15:25

Defesa Contra as Artes das Trevas

Ainda receoso de que Christine não falasse mais comigo, marchei ao Salão Principal. A menina fora jogada ao chão —  não por meu querer, claramente —, mas fora, machucando-se ou não, ela não especificou. Os corredores de Hogwarts tornavam-se apinhados de alunos nos intervalos de aulas, impossibilitando a passagem por alguns pontos do castelo. O primeiro dia de aulas estava caminhando para um perfeito dia, sem estresses e desavenças — excluindo meu receio sobre Christine.

O Salão Principal estava mais abarrotado de estudantes do que para com os corredores. Porém, como é um espaço com capacidade de abrigar todos, movimentei-me tranquilamente por entre as quatro mesas. Acomodei-me na quarta mesa, onde outros alunos com gravatas esverdeadas devoravam seus pratos e acabavam com os sucos. Avistei Megan no começo da grandiosa mesa, conversando com algumas amigas. Senti-me sozinho. Não havia feito muitos amigos, apenas os companheiros de dormitório — que riam de meus sonhos estranhos, mas, mesmo assim, amigos.

Aprumei meus óculos e o distintivo de monitor — cujo plano de fundo já possuía o brasão sonserino —, fitando todos aqueles que estavam no percurso de minha visão. Parei por alguns instantes para olhar para o enfeitiço teto do Salão, que emanava uma claridade excessiva aos meus olhos. Desviei meus olhos da luz, evitando lágrimas não desejadas.

Preciso lembrar-me de não olhar para o teto quando for dia — foi o que eu disse antes de abocanhar uma torrada saborosa. Os elfos nunca erram? Deuses! Não me lembrava de tamanho gosto em comer quando em Durmstrang.

Finalizo a primeira torrada e uma dúvida surge repentinamente: tomar suco de abóbora ou café? Eu tomava somente café em Durmstrang, já que o frio extremo não me permitia tomar algo gelado. Minha íris azulada passou do café para o suco e do suco para o café, sucessivamente. Abocanhei uma segunda torrada, ignorando o café e o suco. Eles estavam somente tirando o meu tempo livre antes de mais uma aula — última do dia.

...

Não consegui evitar o semblante surpreso. A sala estava organizada no formato de meia lua. As salas em Durmstrang sempre possuíam um padrão seguido à risca. Todas enfileiradas, somente. Procurei ser o mais lento possível antes de acomodar-me em uma das cadeiras do lado esquerdo do aposento, analisando tudo ao meu envolto. As aulas não eram de Defesa Contra as Artes das Trevas em Durmstrang, mas, sim, Arte das Trevas. Qual seria a diferença entre tais? Será que a professora seria menos rígida para com o diretor Ivanovich? É o que todos os alunos de Durmstrang esperavam, penso.

Abri minha mochila e retirei um pergaminho e minha pena obediente (mais conhecida como de repetição rápida). Sustentando minha cabeça sobre minha mão direita, esperei o restante dos alunos. Grupos e duplas de alunos foram chegando e chegando. O silêncio fora rompido e murmúrios, gargalhadas e gritinhos foram tomando seu espaço.

Defesa Contra as Artes das Trevas, título — a pena, que anteriormente matinha-se alguns centímetros distantes do pergaminho, irrompeu-se sobre tal, produzindo um ruído extremamente confortante e as palavras foram sendo formadas. Após terminar, se jogou sobre o pergaminho, dramaticamente. — Drama... sempre drama — retomo minha atenção à professora.

Quando as falas da tutora foram iniciadas, tentei lembrar da voz do diretor Ivanovich. As lembranças do antigo instituto tentavam fugir de mim, o que eu não desejava. Tentei lembrar da voz do professor de Arte das Trevas, mas me fugia e não conseguia recuperá-la. Dando-me por vencido, procuro lembrar de como eram as aulas. Macabras? M-m, sim. Interessantes? Oh, sim!

Paro de devanear. As falas da professora haviam prosseguido e não sabia o quanto havia perdido. Não deveríamos conversar quando o assunto não possuir fundamentos da aula. — Aí vai, peninha, primeira linha: não conversar quando o assunto não for baseado nas aulas. Não, não, não escreva! Eu posso me lembrar disso! — a pena já se preparava para escrever quando jogou-se sobre o pergaminho por mais uma vez.

Posiciono o pergaminho estrategicamente ao lado da pena, deixando uma aparência organizada de uma mesa de um aluno. A aula seria sobre pragas domésticas, argh. Löke me vem à cabeça. A elfa doméstica de minha família que muitas das vezes encontrava uma fada mordente pelos arredores dos terrenos construídos, até mesmo dos não construídos. Devo parar de ser tão distraído, qualquer descuído e minha atenção se esvaí e demora para ser retomada. Preciso parar.

Prestar atenção era meio que impossível quando os archotes acessos chamavam tanto minha atenção. Tentei não movimentar meus olhos, apenas olhar para o pergaminho e apurar os ouvidos. Dever de casa, fora o próximo tópico vindo da professora. Um resumo sobre como eram as aulas com o professor antigo; os assuntos tratados e afins. A professora permite nossa retirada assim que finaliza com suas falas.

Resumo sobre os assuntos tratados nas aulas do professor Ivanovich. Ou não, espere, espere! — a pena já deveria estar cansada, mas, mesmo assim, manteve-se preparada para escrever.

P-professora, é... eu não estudei Defesa Contra as Artes das Trevas enquanto em Durmstrang. M-m, eu estudei Arte das Trevas. Devo falar de tal no pergaminho, certo? Eu vim de Durmstrang — minha voz fora iniciada altivamente, fazendo-me gaguejar, porém, tomei o controle e perdi-o novamente, perdendo o tom e não conseguindo pronunciar a última palavra com perfeição. Devo parar com tamanho nervosismo e timidez.

Ouço sua afirmação e ordeno que a pena escreva o que é necessário para o resumo. Guardando-a logo após e me retirando. O primeiro dia se fora e sorrio ao lembrar de um sofá negro e confortável aguardava-me; não contando com uma lareira convidativa em sua frente.
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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Ryan Lewis Schwartz em Qua 19 Jun 2013 - 0:50



DCAT: A pena escapuliu, portanto não tenho culpa!

Ryan acordara de abdômen para baixo. Sua perna esquerda pendia para fora da cama e as costas desnudas estavam completamente à mostra, evidenciando que o edredom devia ter caído ao chão ou estaria abaixo de seu corpo. O short que usava para dormir era até um pouco infantil, já que os desenhos nele eram de elefantes e ursinhos. Quando percebeu a situação a qual se encontrava, tratou logo de cobrir-se com o edredom e viu que alguns garotos estavam rindo de si. Nessa hora, ele correu para o banheiro masculino, frustrado por não poder dar uma lição naqueles garotos.

Olhou-se no espelho. Será que era tão velho assim para continuar usando o calção que sua mãe tinha lhe dado de aniversário? Será que se ele abdicasse daquela peça de roupa, a mamãezinha iria desaparecer da sua memória? Estava morrendo de medo de não mais lembrar-se da pessoa que mais o amou e que sempre esteve ali por ele. Mas, tanto seu pai, quanto seus tios já avisaram que ele já não era mais um garotinho de cinco anos. Precisava crescer e era esse fato que o aterrorizava, já que isso significava na sua cabeça que iria perder o contato com suas lembranças de infância, inclusive com sua mamãe.

Esperou os garotos saírem do quarto para pegar seu uniforme. Enquanto se vestia, acabou notando um papel amassado que estava em um dos bolsos da calça da escola. Desamassou um pouco o bilhete para ver do que se tratava e, quando o leu, lembrou-se da semana passada, em que se candidatou a ser capitão do time de quadribol da Lufa-Lufa. Seu coração começou a bater mais forte com a expectativa do teste chegar. Sabia que seu pai estava torcendo por si e que talvez ficasse muito feliz caso ele conseguisse a vaga, o que estimulava e, ao mesmo tempo, o deixava tenso. 

Decidiu esquecer-se de todos os problemas e ir para as aulas do dia.

**

Depois do lanche da tarde, que ele acabou comendo algumas torradas e tomando um pouco de chá verde, chegou calmamente à sala de Defesa Contra as Artes das Trevas e estranhou a ordenação das cadeiras. Era a primeira vez que via as cadeiras da sala organizadas em meia-lua e era a primeira vez que teria uma aula em que poderia ver todos os alunos e todos poderiam vê-lo, o que o fez se sentir incomodado: Se alguma garota o flagrasse com um dos dedos no nariz? Com certeza, ela não se aproximaria de si durante todo aquele ano. Qualquer erro ou falta de educação poderia ser notado por qualquer pessoa que estivesse na sala e isso o deixava mais tenso do que de costume.

Ele sentou-se em uma das cadeiras perto de uma das pontas da meia-lua. Guardou seu material delicadamente e esperou os outros colegas chegarem. Quando finalmente todos já estavam ali, a professora começou a aula. Quando ela disse que queria ver os pergaminhos e as penas em cima da mesa, o garoto pegou as folhas de pergaminho, o tinteiro e a pena. Na hora de começar a escrever, ele acabou derrubando a pena e se martirizou por isso.

"Venha cá, peninha!" - ele pensou, enquanto tentava rolar a pena com o pé para perto de si. - "Argh! Assim não dá! Como vou conseguir te pegar sem que a professora me veja fazendo isso?"

Ryan teve uma ideia na hora em que a professora estava terminando seu exemplo real sobre o quão importante era conhecer as pragas. Retirou delicadamente seu sapato direito e, com o pé direito ainda vestido com a meia, tentou agarrar a pena. Mas ela se afastava cada vez mais e ele temia que a docente pudesse vê-lo se contorcendo para pegar a bendita pena. Na hora em que a Sra. Cavendish virou-se para olhar um lado da meia lua, ele deu uma última investida e conseguiu pegar a pena. Trouxe-a com o pé para sua mão direita e, fingindo que nada tinha acontecido, calçou o sapato desajeitadamente sem a ajuda das mãos e começou a copiar o que a professora falava.

"Não aconteceu nada. Eu estava copiando, atento as palavras da professora, portanto não olhem para mim estranhamente." - pensou, tentando se convencer de que não tinha feito nada demais.

Continuou a copiar até que ouviu a tarefa de casa: Pesquisar sobre alguma praga que não iriam estudar na disciplina. Ryan pensou por um momento sobre o que iria pesquisar, descartando aqueles animais que fossem mais chatos de encontrar informação. Acabou dando de ombros ao ter um nome de uma praga na mente. Era muito clichê pesquisar sobre aquilo e sabia que muitos iriam entregar a mesma pesquisa que ele, mas era um tanto interessante pesquisar sobre aquelas criaturas.

"Tenho de lembrar de passar na biblioteca para alugar os livros que utilizarei para fazer o trabalho."

Depois de anotada a tarefa de casa e feito o resumo, no qual teve de matutar para lembrar o que tinha estudado no ano passado, Ryan percebeu que todos foram liberados e tratou de sair do lugar, entregar o resumo à professora e sair da sala. Tinha muito a providenciar.

Mas, se a professora tivesse observado melhor o aluno, perceberia que o sapato direito estava mal-calçado. Por que será, não?
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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Thierry Villeneuve Hugh em Sex 21 Jun 2013 - 15:56



Primeira Aula de Defesa Contra as Artes das Trevas

Seu dia iniciou com cornetas soando dentro do dormitório masculino. O monitor havia soado o alarme indicando mais um dia de estudos no Instituto. O lufano tentou ficar mais algum tempo na cama, mas os alunos que haviam resolvido se levantar resolveram fazer muito barulho e era impossível cochilar novamente. Não no dormitório masculino dos texugos. Vencido, Thierry levantou e fez a higiene matinal comum. Arrumou seus pertences dentro da mochila verde e, depois de terminar tudo, vendo-se totalmente pronto, seguiu calmamente para a primeira aula do dia.
  
Assim como as outras, a sala de DCAT continha uma aparência rústica. Embutido nas paredes continha quadros perfeitos retratando criaturas malignas, objetos de quadribol, pinturas aleatórias e bastante bugigangas que Thierry não conseguiu reconhecer. No centro da sala estava uma mesa circular de cor marrom, com uma senhorita belíssima sentada. Não havia a visto na cerimônia, então, não a conhecia. Com toda a certeza era a professora de DCAT.
Bom dia, senhorita... ─ Procurou olhar para a mesa dela, aonde normalmente estava o nome de todos os professores. Encontrou-o, lá dizia: Sophie C. Killer Cavendish. ─ Cavendish. ─ Completou, depois de alguns segundos vagos.
Com toda a educação do mundo, Senhorita Cavendish o indicou um bom lugar para se sentar. Informou-lhe as horas e disse que havia chegado dez minutos antes, então, poderia aguardar ali mesmo. Thierry agradeceu a educação da moça e retirou o material para a aula de sua mochila, incluindo seu diário. Tinha um tempo livre, enfim, e o dia estava apenas começando. Abriu o caderno mágico e escreveu, em letra gótica, dizeres em grego antigo equivalentes a ‘’Tudo foi feito, surpreenda-me.’’ Passou mais uma página, e então escreveu.

Dizeres do Caderno:
Oi. Meu nome é Thierry e tenho 12 anos. Sou um bruxo; estudo em Hogwarts, e isto é uma coisa doida. Também não tenho família e sou sozinho, não tenho amigos. Confiarei os meus dias a você e somente a você, meu único companheiro. Hoje é dia 21 de Junho, dia do meu  aniversário e o dia que você nasceu.

Estou esperando a aula de DCAT começar e estou escrevendo em você, compartilhando os meus sentimentos, pois só confio em você. Obrigado por você existir, diário. Agora, preciso ir... a aula vai começar! Até mais.

Terminou a escrita calmamente e guardou-o, analisando os alunos já presentes na sala. Consultou o relógio: faltava dois minutos para a aula. Quando se deu por si já havia começado a aula. Pegou um pedaço de pergaminho e começou a transcrever as regras da docente, escutando com grande atenção e mantendo-se com uma postura. Franziu as sobrancelhas quanto ao atraso. Vai ser difícil não chegar atrasado, eu sou atrasado de nascença. Nasci atrasado.  Lamentou-se friamente, dando continuidade as anotações.

Professora, no verão passado havia fadas alguma coisa lá em Durmstrang. Sim, eu também vim de lá. ─ Olhei para Rufo e os demais alunos que vieram da escola e eles confirmaram com a cabeça. Tentou disfarçar a timidez na nova escola por um momento, respirou fraco e contou até três. Fitou atentamente a professora.  ─ Um dos alunos acabou sendo picado e ficou internado durante um tempinho, disseram que era grave. Mesmo sendo só uma ‘’fada’’. ─ Fez um desenho de uma fada mordente em seu caderno, pensando. ─ O que pode ter acontecido? ─ Perguntou, por fim, e teve um breve resumo sobre os efeitos colaterais e tudo o mais.

Pós uma breve explicação da senhorita Cavendish, Thierry pôs-se a escrever o trabalho. Molhou sua pena e pensou, baixinho, o que escreveria. Durmstrang não tinha aulas de DCAT! Era de Artes das Trevas, aliás. Rufo fez menção de perguntar a professora e explicar a situação, então Thierry entendeu que deveria escrever também os assuntos. O lufano escreveu tudo o que conseguia lembrar sobre as aulas do professor Ivanovich; haviam sido tantas e ele não se lembrava de muita coisa. No fim, o sinal tocou e ele teve de entregar o que conseguiu fazer. Deixou a sala observando o horário.



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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Lara Chevalier Lockwood em Qua 26 Jun 2013 - 20:20

Primeira aula de dcat

Eu estava bastante cansada aquele dia, a manhã e o restinho da tarde parecia eternidade e eu não estava muito a fim de assistir mais aulas. Fui para o café da tarde com o objetivo de depois dali voltar para os dormitórios e dormi até o próximo dia. Mais  sentada ali eu descobri que era a aula de minha mãe. “Por Merlin como eu esqueci”, se eu faltasse mamãe me mataria ou pior o castigo seria fatal.

Comia lentamente, meus pensamentos estava em uma única pessoa Lucas. Como eu queria o encontrar agora, mais infelizmente ele não se fazia presente na mesa da lufa. Olhei para a da sonseria e avistei meu irmão. Mostrei a língua para ele e sorri voltando para comer mais alguns bolos. Fiz sinal para o Stefan dizendo que eu estaria indo para a sala.

Não demorou muito ele já estava ao meu lado. – poxa irmão, você sumiu. Deixou-me sozinha, to triste com você. – Fiz cara de choro. – Precisava tanto falar com você. Mais depois a gente vê isso. – Meu humor logo mudou. – E me diz ae, aminado para a aula da mamãe? – Eu e meu gêmeo saímos comentando sobre as aulas que ele me deixou sozinha. Logo estávamos na sala de aula. Entrei com o Stefan, e mamãe já estava ali. – Vixe, ferrou. – Disse para ele, mamãe estava batendo em seu relógio me fazendo abaixar a cabeça e sentar com os rabos entre as pernas.

Mamãe se apresentou, eu e Stefan estávamos com expressões de alunos exemplares. Prestando atenção em tudo e não olhando para o lado. Tive vontade de cutuca-lo mais se mamãe visse o coro iria comer depois. Era a parte chata de ter parentes docentes, tínhamos que ser exemplares e comportados. Coisa que nenhum de nos dois éramos. Ajeitava-me na cadeira, já sabia de tudo aquilo que minha mãe estava falando. Nas férias ela já tinha lido a cartilha inteira para nós. Quando ela disse sobre penas e livros logo puxei os meus e pus em cima da mesa, olhei para Stefan que estava ali ainda olhando para mamãe e dei um cutucão nele. – Os livros. – Ele me olhou com cara de tedio e pegou os dele também.

Mamãe dizia sobre os alunos das outras escolas, sobre o que estudamos ano passado e outras coisas a mais. Eu observava o ambiente silencioso e a olhava doce, mais mamãe em sala de aula era uma excelente profissional e não dava atenção para as caras e bocas dos filhos. Mamãe continuou sua fala sobre o que iriamos estudar. – Pragas domésticas. Seria bastante interessante isso, coloquei meus cotovelos em cima da mesa esperando o horário de escrever. Uma vez por outra eu deitava sobre o ombro de Stefan mais ele não deixava ficar ali por muito tempo.  

Mamãe disse sobre a família, e eu olhei para meu gêmeo sorrindo. Logo pensei “Além das pragas ainda tem a gente”, soltei um sorriso maroto e peguei a pena para escrever. “Vamos la”. Comecei a escrever cada palavra dita e tudo mais. Coloquei o titulo os tópicos mais importantes, eu sempre fui rápida para escrever e isso estava me ajudando. Já estava dando o horário, então mamãe finalizou a aula e pediu um resumo sobre o ano anterior. Comecei a escrever sobre o ano passado. Fui umas das primeiras a terminar. – Aqui está, mãe. – Disse baixinho, soltando um sorriso. Stefan ainda estava escrevendo encostei perto dele. – preciso falar com você, é urgente. Ti espero lá fora. – Disse para ele, me virei e mandei um beijo para ela. Deixei a sala junto com as pessoas que já tinham terminado a tarefa.





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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Stefan C. Cavendish em Qui 27 Jun 2013 - 21:15

1ª Aula de Defesa Contra as Artes das Trevas


O dia estava completamente cheio de aulas. Eu estava literalmente morando nas salas de aulas, apesar de algumas das aulas serem legais, ainda ficava meio que com pânico de ficar trancado quase que o dia inteiro dentro das salas de aula. Mas, quando finalmente chegou à hora do café da tarde, eu estava completamente cansado e até um pouco atordoado. Sentei-me á mesa da Sonserina e me servi com um pouco de suco de abobora e coloquei a mochila ao meu lado, olhei ao redor tentando encontrar minha gêmea louca na mesa da Grifinória e não me tardei á encontrá-la. Balancei a cabeça negativamente ao vê-la fazer careta e eu simplesmente abri a bolsa e olhei o meu horário, neste exato momento eu tive um mini-ataque cardíaco. “Pelas Barbas Grisalhas de Merlin! Hoje tem aula da Mamãe!” pensei enquanto arregalava os olhos e voltei á olhar para a Lara do outro lado do Salão. Coloquei a taça de volta na mesa quando vi que Lara estava sinalizando que ia sair para ir para a aula, coloquei a mochila nas costas e fui até ela e parei ao lado dela, que já começava á reclamar porque eu havia deixado-a sozinha pra fazer um trabalho na outra aula. Revirei os olhos e respondi da forma mais calma que consegui: - Lara temos que nos enturmar, sabe. Não precisamos fazer tudo junto só porque somos gêmeos. – Começamos á caminhar para a aula de DCAT enquanto Lara tagarelava sobre querer falar comigo depois da aula, eu acenei que sim com a cabeça e ela perguntou-me se eu estava ansioso para a aula da mamãe, mas eu simplesmente dei de ombros e continuei caminhando.

Quando chegamos á sala de aula, Lara já começou á chiar. Revirei os olhos e falei: - Você não vai conseguir fugir das aulas da Mamãe, Lara. – Mamãe estava apontando para seu relógio de pulso e eu logo entendi, murchei um pouco e caminhei rapidamente para um lugar com Lara me seguindo logo atrás. Quando nos sentamos, mamãe começou a aula se apresentando e eu me sentei mais ereto na cadeira, assim como Lara. “Vamos fingir que somos comportados, assim ela não implica com a gente!” pensei prendendo um pouco a respiração. Apesar de estar em uma aula como qualquer outra, era bem estranho ter minha própria mãe como professora, além de ela ser um pouco rígida, ela era uma ótima educadora, mas isso não tirava o fato de que ela pegaria no nosso pé e disso eu tinha certeza. Lara se mexeu na cadeira e eu utilizei o momento para soltar um pouco a respiração. “Nossa Stefan. Parece até que é você que está dando aulas! Pare de tanto nervosismo!” pensei, relaxando um pouco os ombros. Continuei á olhar para mamãe, mas eu estava simplesmente voando em meus pensamentos sobre minha cama macia e quentinha no dormitório e Lara simplesmente me tirou do devaneio com um cutucão e falou uma só palavra que me fez voltar á sala de aula.

Peguei meus livros, penas, tinteiro e pergaminhos e arrumei-os na carteira, tediosamente. Mamãe falava um pouco sobre o ano anterior para os alunos que vieram de outras escolas e eu Lara ficávamos simplesmente olhando para ela, esperando uma simples troca de olhares com ela, mas isso era uma coisa que ela provavelmente não faria á não ser que fosse para repreender um de nós dois. Mamãe, neste ano letivo, iria nos ensinar sobre as Pragas Domésticas. Eu sabia um pouco sobre isso, ainda nas férias eu ouvi Arya reclamar que havia uma fada mordente nas cortinas do quarto dela e foi mamãe quem resolveu o problema dizendo que teria que olhar o castelo inteiro pra ver se não estava infestado de Pragas Domésticas. Lara colocava a cabeça constantemente em meu ombro e eu sempre balançava o ombro pra que ela saísse de cima dele, mas parecia que ela estava gostando de me irritar, mordi a língua pra não xingá-la e graças á Merlin mamãe nos fez escrever. Apesar de só ter escutado falar em fadas mordentes, ainda existiam várias pragas que eu não ouvi falar, apesar de ter uma mãe expert no assunto, eu não me interessava muito pelo assunto. Quando eu finalmente terminei de escrever o que minha mãe dizia sobre as pragas mais conhecidas, ela pediu uma pesquisa sobre uma praga que não veríamos em sala de aula. Fechei a cara quando ela pediu um resumo sobre o que o professor havia passado no ano anterior e queria que fosse entregue ainda naquela aula. Lara já começou á escrever o seu resumo, eu não lembrava muito bem do ano anterior e tudo isso começou á me deixar nervoso novamente. Peguei um pedaço de pergaminho limpo, escrevi o título no topo do pergaminho e fiquei tentando me lembrar das aulas de DCAT do ano anterior. Lara se levantou da cadeira e foi entregar seu resumo á mamãe e quando voltou de lá, juntou seus pertences e falou que estaria me esperando fora da sala de aula para falar algo comigo, respirei fundo e falei: - Claro, não vou demorar. – E então ela saiu da sala de aula. Quando a porta da sala bateu, eu me lembrei. O simples barulho da porta batendo forte me fez lembrar o professor e as aulas. Comecei á escrever meu resumo o mais minuciosamente possível e quando finalmente terminei, só havia umas poucas pessoas na sala. Levantei-me e fui até a mesa de minha mãe e coloquei o resumo na mesa e sussurrei: - Ótima aula, mãe. – Dei uma piscadela e voltei para minha carteira, juntei meus pertences e quando me aproximei da porta eu passei a mão pela porta e como um louco, sussurrei pra mim mesmo: - Obrigado, porta. Sem você eu não teria terminado este resumo. – Abri a porta e saí da sala de aula e fui me encontrar com Lara para saber o que ela queria tanto me falar.
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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Caterine Poésy Romaric em Sab 29 Jun 2013 - 0:40



Primeira Aula de DCAT-Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts



-Caterine, acorda! Ei, acordaaaa!

Essa era Clover acordando a companheira naquela manhã, saculejando-a. A pequena havia dormido um tanto a mais que o horário que deveria.

-In Albis, está muito frio! Por favor, me deixa!

A veela volta a colocar o travesseiro no rosto.

-Então tudo bem! Já são 7h e 30m. Você ficará sem o café da manhã. Já estou descendo. Nos vemos em sala!

Ao ouvir o horário, a menina pula da cama. Corre e toma uma ducha de 5 minutos, coloca o uniforme. Pega seu material, corre até o Salão de Refeição e apanha apenas uma maçã que sai comendo pelos corredores. 'Aqui não é Beauxbatons e ninguém se importará se eu estou eu não comendo fora do salão. É apenas por hoje!'

(...)

Após as aulas do período da manhã, almoçou como nunca havia feito. Comeu o quanto podia. 'Nossa, que almoço mais delicioso da minha vida!', pensou assim que terminou a refeição. 'Caterine, nunca mais fique sem tomar o café da manhã.'

Depois do almoço, passou na Biblioteca, para apanhar um livro de Defesa Contra as Artes das Trevas e saiu em direção a sala. Saiu lendo pelo caminho. *Defesa Contra Arte Das Trevas é uma matéria onde se estuda , Uma proteção exata contra magia negra Dentre essa magias se encontram Azarações , Maldições e Magia do Mal.*
(...)

Ao chegar na classe, a professora já se encontrava. Caterine escolheu uma banca aleatória,pois a sala estava disposta em meia lua e seguiu com sua leitura. *É uma matéria essencial para se tornar um auror é a matéria mais importante do mundo bruxo.* A veela para a leitura bruscamente. 'Por Morgana descabeladíssima, eu não tenho idea do que seja Azaração, Maldições e Magia do Mal. Estou perdida!'. Foleou o livro e encontrou o título Azarações e passou a ler. *Azarações são feitiços que tem como principal intenção causar um dano negativo em algo ou alguém. Para combater uma azaração é usado umacontra-azaração.Uma azaração é parecida com uma maldição porém as maldições tem um efeito muito mais poderoso e ruim.Há muitos feitiços maléficos que não são considerados azara...*

Sua leitura foi interrompida quando a docente. Era Sophie Cavendish. Caterine a olhava apavorada, pois nunca havia sequer ouvido falar na tal matéria em Beaxbatons. Não sabia se prestava atenção na professora ou em sua leitura. Decidiu pelo primeiro. Marcou a página do livro dobrando o pedaço de sua ponta e o fechou. A senhorita Cavendish continuou dando as suas explicações e regras dentro de sala de aula. Caterine aproveitou para apanhar Pergaminho e tinteiro e anotar tudo o que era falado. 'Silêncio, Esforço, Atrasos e Livros.'.

A professora fala sobre noções básicas sobre DCAT 'Não sei nada sobre DCAT!' e dá as boas vindas aos alunos novatos. Obrigada!. O assunto do dia é anunciado: Pragas Domésticas. A pequena já havia ouvido falar sobre as tais Pragas mas nada a fundo. A senhorita Cavendish pede então que apenhem penas e pergaminhos para as primeiras anotações, mas Caterine já o estava fazendo. A pequena olha para o frente e vê um Sonserino com uma Pena de Repetição Rápida. 'Por Morgana e suas tranças, isso é permitido por aqui?. Recompôs seus pensamentos. Resolveu olhar toda a turma. A menina estava tão apreensiva por aquela aula, que nem reparou a presença de Clover. Quando seus olhos repousaram do seu lado, seu coração paralisou. 'Santo Merlim, é ele!. Sentiu sua pele arder, sabia que estava corada. O Sonserino com os olhos mais lindos em todo mundo, estava ao seu lado. Pensou em iniciar uma conversa, mas não tinha assunto. Olhou para o garoto várias vezes de canto de olho. Era inevitável. Observou então que a explicação já estava no fim e ouviu apenas as palavras Diabretes e os Grindylow. Resolveu anotar. É pedido então que seja feito um resumo sobre o que foi estudado na matéria no ano anterior. 'Nada!'. Ainda assim, sem graça por estar ao lado de Stefan e tremendo muito, e não sabendo nada sobre DCAT, Caterine apanha um pergaminho e começa a anotar.



“Prezada Senhorita Cavendish.

Sou aluna transferida da Academia de Magia de Beauxbatons e não e a matéria em vigor não era lecionada nesta. Peço encarecidamente que me ajude, pois sinto-me perdida.

Grata,

Caterine Poésy Romaric.”


A pequena coloca o pergaminho sobre a mesa da docente e lhe dá um sorriso amarelo. Volta a sua banca, arruma seus pertences. Olha mais uma vez para Stefan, que se encontrava de cabeça baixa, rascunhando seu resumo. Passa a mochila de lado no dorso e sai para a sua comunal, seguida do jantar.




Pergaminho de Caterine:


Primeira Aula de DCAT
Professora: Srta. Cavendish

Obs.: Silêncio, Esforço, Atrasos e Livros.

Pragas Domesticas

-Copiar tudo da Clover.

Estudar: Diabretes e os Grindylow

Obs 2.: Ele se sentou ao meu lado nessa classe e ele é muito cheiroso.






Narração-Minhas Falas-Fala de Outros-'Pensamentos'






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Re: 1ª Aula de DCAT

Mensagem por Sophie Killer Cavendish em Dom 30 Jun 2013 - 18:01

Notas



Caterine Poésy Romaric 9,0: Então, narrou muito bem os fatos, escreveu tudo corretamente, só senti falta de um trabalho. Parabéns!

Christine E. Villeneuve 7,0: Eu acho que você é ótima para estabelecer conflitos e narra-los, porém, eu achei que faltou um pouco da descrição do espaço, da interação com os colegas e senti falta do trabalho.

Evelyn M. V. Hotchner 7,0: O que houve? Não era sua professora no ano passado, porém conheço a sua fama, você é ótima quanto aos conflitos e desenvolvimento de tramas, só que nessa postagem faltou um pouco de descrição e interação com os colegas. Melhore.

Lara Chevalier Cavendish 6,0:  Descrição, interação, criatividade são pontos que notei minimamente na sua aula, não recebi os trabalhos e espero que na próxima tudo isso seja resolvido , eu sei que você é capaz, então melhore !

Megan Villeneuve Hugh 10,0: A aula foi ótima, e o trabalho bem estruturado. Parabéns!

Rufo Villeneuve Lancaster 9,0: Atente para os trabalhos, pois foi à falta de um deles que não li rendeu um 10,0 fora isso Parabéns, a aula foi bem estruturada, o português zelado e interação e criatividade não faltou.

Ryan L. Gagerdoor 10,0: Adorei a sua aula, o post foi bem estruturado, abusou da criatividade, atentou pela escrita, narrou as coisas corretamente, está de parabéns espero sinceramente que prossiga assim até as últimas aulas.

Stefan C. Cavendish 9,0 :  Atente para os trabalhos , fora isso parabéns.

Thierry B. Mountbatten 6,0 : Achei que faltou um pouco de descrição e interação com os colegas , fora isso parabéns !


(...)

Então, as notas foram somadas da seguinte forma.

2 pontos do trabalhos.  ( 0,5 do resumo e 1,5 da pesquisa )
8 da postagem.  ( 3 Criatividade, 3 Narração, 2 estrutura )


Pontos extras:

Melhor Post: Ryan L. Gagerdoor - 20 Pontos para a Lufa - Lufa
Melhor Post quanto a estrutura: Rufo Villeneuve Lancaster - 20 Pontos para a Sonserina.

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Re: 1ª Aula de DCAT

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