Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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1ª Aula de Transfiguração

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1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Tétis em Ter 11 Jun 2013 - 18:14

Transfiguração

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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Allan Holmes Lancaster em Sex 21 Jun 2013 - 17:28



1ª Aula de  Transfiguração


   
Allan havia acordado mais cedo que o normal naquele dia de meio de semana o sol sequer tinha aparecido para clarear os terrenos de Hogwarts. O bruxo se deslocou até o banheiro onde tomou um banho morno, realizou toda a sua higiene pessoal e colocou os tradicionais trajes de professor.

Antes de ir para sua sala decidiu voar um pouco pelos terrenos de Hogwarts, passou pelo lago negro e pela floresta proibida aquela era uma sensação de liberdade da qual não vivia sem: O vento nas asas e o amplo campo de visão dos terrenos do castelo, o que era ainda mais incrível com o sol nascendo alaranjando o céu.

Allan pousou no parapeito da sua sala e se espremeu para o interior do aposento. Aguardou mais um tempo até que os discentes chegassem.

Bom dia senhores e é claro senhoritas é muito bom  revê-los espero que tenham aproveitado as férias  porque esse ano teremos muito trabalho pela frente... Deixando toda a teoria vamos começar a transfigurar.
 – dei uma piscadinha para turma que parecia relaxada e com ansiedade.

Transfiguração, das artes mágicas a mais antigas.
Dentre tantas conhecidas
Fascinante ele é.
Digo eu ao ensinar
Mas para um bom feitiço
É muito útil rimar.
Fósforos em Agulhas.
Nuvens de algodão
Montanhas em castelos.
Casas de caramelo.
Não há limite para os sonhos.
Nem o céu, nem o infinito.
Solte a sua imaginação
Faça o cântico mais bonito.
Para a  transfiguração.
Use sempre o coração
Nos feitiços alegóricos
Nas magias de bordão.
Com a Transfiguração.
Podes ser grande tens noção?
Muito estudo é preciso
Prática e dedicação
Mas acima de tudo feiticeiro.
Solte a sua fantasia
Sinta alegria.
De aprender a transformar
O mundo em diversão.

No momento que terminou ouve uma mistura de aplausos e assovios de empolgação por toda a sala, o bruxo curvou seu corpo como se fosse um maestro após uma apresentação – Obrigado, obrigado!... o que vocês conseguiram entender com esses versos?... – depois de escutar a resposta de três alunos - A melhor forma de realizar as transfigurações pontuais e através da rima é fundamental que o reagente e o produto estejam presentes nos versos, a rima devem ter entre dois a quatro versos para que seja bem sucedida, qualquer transfiguração fora desse padrão não será eficiente é importante também frisar que a varinha fica realizando movimentos semicirculares assim – ele demostrou o movimento varinha.  

Então Allan pegou um pote que continha um dente canino que parecia esta muito tempo ali – Observem bem! –  falou o professor realizando o movimento de varinha.

Dente de serpente, Água fervente, Faça com que o seu dente, Fique verde para sempre! -logo depois o dente ficou totalmente verde – Viram! Muito provavelmente vocês não terão muito sucesso nas primeiras tentativas, mas como me diz o poema que acabei de recitar pra vocês é necessário prática e dedicação - Allan foi até ao seu armário e pegou mais um pote do armário esse continha algumas peças de xadrez de bruxo e juntou ao que já estava em sua mesa, depois fez os potes flutuarem até os alunos – Aqui eu tenho duas opções para que vocês escolham aqueles que acharem melhor - à medida que os potes circulavam pela sala os alunos iam pegando – Então, estão esperando o que? essa é a melhor parte da aula podem praticar.

Todos começaram a praticar como era esperado nas primeiras tentativas não tiveram nenhum êxito e a rima de alguns era bem desajustada, aqueles que pediam ajuda Allan atendia com a maior atenção, mas só dava explicações teóricas nada de colher de chá para nenhum aluno.  Depois de algum tempo alguns alunos começaram a fazer pequenas alterações na estética dos seus exemplares  “ bom, bom é isso ai!” pensou Allan.

O docente foi surpreendido pelo fim da aula  – Bom foi um excelente começo, quero que vocês treinem em seus horários livres, transfigurem outros objetos , estão liberados até a próxima aula – a turma recolheu o seu material e saiu, mas só depois que organizou tudo foi que Allan saiu da sala.    
       
 [Off: Coloquem o treino no final do post em spoiler, não realizem treino nas comunais não tenho acesso as comunais da Sonserina, Lufa-lufa e Corvinal]

Observações:


-> Não vou aceitar post com menos de 20 linhas, será nota zerado caso ocorra.
-> Sem cores fortes e em quantidades exageradas, caso aconteça não vou me dar o trabalho de ler e a nota será zerada.
-> Post sem o table padrão para aulas não serão corrigidos.
-> Smileys no post perderá a metade da nota.
-> Textos riscados perderá 30% da nota
-> Ortografia: Como não sou nenhum mestre do português não vou cobrar isso de vocês, mas não vou tolerar erros grotescos.
-> A aula será fechada dia 06/07 ás 23:59.  
-> Sejam direto na introdução de vocês, estou mais interessado em suas participações em aula.

Metodo de avaliação:


-> Criatividade (4)
-> interação com a aula (2)
-> Originalidade (2)
-> Ortografia (2)


Pontuação:

Ótimo (O) - 10 / + 5 pontos extras
Excede as Expectativas (EE) - 8,0 a 9,9 / + 4 pontos extras
Aceitável (A) - 5,0 a 7,9 / + 3 pontos extras
Péssimo (P) - 3,0 a 4,9 / 0 pontos extras
Deplorável (D) - 1,0 a 2,9 / 0 pontos
Trasgo (T) - 0,0 a 0,9 / 0 pontos
Vou conferir mais 10 postos ao post do melhor aluno e ao post da melhor aluna
E mais 10 pontos para aluno(a) que responderem as perguntas.
                                   





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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Evelyn M. V. Hotchner em Sex 21 Jun 2013 - 23:00

Primeira Aula de Transfiguração

Eu caminhava pelo castelo, atordoada. Dessa vez, meu sonho tinha me feito acordar gritando. Eu tinha que parar esses pesadelos antes que eles acabassem me parando. Sentei à mesa da sonserina e comecei a comer, apressada. Certamente não queria me atrasar para a aula de Transfiguração. Era uma das mais interessantes entre todas, embora História da Magia com a professora Vivyan tivesse sempre o lugar de predileta na minha lista. Comi rapidamente e então engoli meu suco sem sentir o gosto. Minha mãe me olhou da sua mesa, parecendo me repreender por minha pressa. Eu acenei discretamente para ela e então me virei, minhas vestes farfalhando, e corri para a sala de Transfiguração. Quando cheguei, o professor já estava na sala e, obrigada Merlim, era o mesmo. Não aguentava mais as mudanças no corpo docente da nossa escola.

 Parei derrapando na sala e, não deu outra, caí no chão. Dessa vez, por sorte, consegui girar para cair de lado. Meu braço doeu e eu resmunguei baixinho. O professor pareceu meio preocupado, então lhe garanti que estava tudo bem e fui para uma carteira perto do quadro. Distribuí meus materiais pela mesa com atenção e então guardei a mochila no meu colo. Os alunos começavam a ocupar seus lugares, agora. O professor nos cumprimentou animadamente e então começou a recitar um poema. Tentei absorver o máximo que pude do que o mesmo dizia. O professor então fez a tão esperada pergunta. Minha mão se levantou na velocidade de um raio antes mesmo que eu me desse conta. O professor apontou para mim com sua já conhecida calma.

  - Bom, eu entendi que Transfiguração é uma matéria que nos permite soltar nossa imaginação e transformar um pouco o mundo, ao pé da letra, mas que também exige prática, dedicação, e estudo. - tomei fôlego para continuar já que falava muito rápido - Além disso, uma observação ao verso "Para um bom feitiço é muito útil rimar", que sugere que rima é uma parte importante da transfiguração, mas não a mais importante de toda ela.

 Eu parei para pensar por um minuto e concluí que estava satisfeita com a minha resposta. Abaixei a mão, feliz. Era a primeira pergunta que eu respondia em todo o ano. Os professores estavam perdendo este hábito, infelizmente. O professor escutou mais dois alunos e então partiu para o resto da sua explicação. Rapidamente, comecei a fazer algumas anotações do que achei importante na fala do professor. Ele também nos ensinou um movimento com a varinha, que eu tentei praticar por um segundo, mesmo sem a mesma na mão. Ele então pediu nossa atenção para uma demonstração. "Nossa, isso rimou, que brega" pensei comigo mesma e então tratei de prestar atenção no professor. O mesmo fez uma rima e, com um aceno de varinha, fez um dente podre ficar verde.

 Com um pequeno esclarecimento de que não conseguiríamos fazer nada assim de primeira, o professor nos mandou praticar com algumas peças que estavam em potinhos flutuantes pela sala. Eu peguei um bispo e então guardei meus materiais para dar espaço à peça e evitar desastres. Peguei minha varinha e quase dei um sorriso. Quanto tempo eu não a usava. Vi meu primo ao longe e então decidi conversar um pouco com ele. Era agora ou nunca.

  - Oi, primo. Gostando de Hogwarts? - perguntei ao chegar perto da sua mesa.

  - Os elfos são demais! Yeah! - diz Rufo animado.

 Eu olhei sem reação para ele e então franzi o cenho. Ele ficara tão diferente de quem eu tinha conhecido e tão parecido com a Megan que eu não sabia o que dizer. Por fim, murmurei "Ah, ok..." e voltei rapidamente para a minha mesa. "É um sinal claro de que eu não sirvo para socializar" pensei e então me concentrei na minha tarefa. Rimas.

  - Vamos lá... - falei e então pigarreei fazendo movimentos com a varinha como o professor ensinara - Peça de xadrez, minha querida! Seja gentil, fique da cor de uma margarida!

 Eu parei para pensar na minha rima e até doeu o coração. Tinha saído ridícula. Horrível. Desprezível. Medíocre. "Incrível como meu vocabulário é amplo e eu não sei rimar" pensei e então dei de ombros. Então, parei para pensar em uma boa rima. Escolhendo as palavras com cuidado e depois de um longe minuto, pigarreei novamente e acenei minha varinha.

  - Faça-me o favor de obedecer, não aguento mais me aborrecer, você agora vai apodrecer! - falei.

 E mais uma vez, nada. O professor estava passeando pela sala e então eu ergui minha mão. Levou um minuto para ele vir até mim, mas quando veio, pareceu nada chateado pela minha solicitação de ajuda.

  - Evelyn, certo? - perguntou o professor.

  - Metamorfomaga, aluna destaque em sua matéria, antiga primeiranista. - falei simplesmente - Professor, acho que não estou fazendo direito o movimento com a varinha.

 Eu franzi o cenho e ele então fez o movimento com a própria mão. Eu tentei imitar, mas saiu errado. O professor fez novamente, mais devagar, de modo que eu consegui reproduzir o mesmo. Depois, mais depressa, e eu consegui pegar o jeito. Acenei positivamente com a cabeça e agradeci. Ele então foi embora após murmurar "De nada". Passei alguns minutos mais pensando numa nova rima, e então ergui minha varinha, determinada.

  - Cara peça inanimada, não seja malcriada, me tire dessa cilada, fique da cor de uma cevada! - falei.

 A peça, antes preta, ficou quase imperceptivelmente mais clara. Murmurei algumas palavras comigo mesma enquanto formava uma nova rima, tentando achar algo que pudesse produzir um efeito notável. Por fim, satisfeita, ergui minha varinha mais uma vez.

  - Vamos ver agora se essa rima vai funcionar, eu só queria que você vermelha ficasse já. - falei.

 Para a minha surpresa, a peça ficou um pouco mais avermelhada, mas ainda muito longe de ser um vermelho verdadeiro. Por fim, o professor deu a aula como encerrada. Lhe entreguei a peça de xadrez, guardei minha varinha e então rumei para a comunal, um pouco mais animada.
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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Christine L. Villeneuve em Sab 22 Jun 2013 - 16:55



1ª Aula de Transfiguração


Eu pouco sabia sobre Transfiguração. E pelo que calculava, pouco ficaria a saber. Allan, o meu cunhado, era o professor desta disciplina. Seria uma sorte se não me esvaísse em lágrimas nesta aula. Havia um grande elo que o unia a ele e Hannie, nos meus pensamentos, pois quando o via estava sempre acompanhado dela. Como nos bons velhos tempos em que eu corria e saltava para o colo da minha irmã e Allan se ria. Não era fácil. Nunca mais seria fácil, olhar para Allan da mesma feliz maneira do que antes.

Peguei no livro de Transfiguração com as mãos a tremer, o meu nariz a expandir-se repetidas vezes e picando, como sinal que tinha de chorar. Comecei a piscar muito os olhos, que iam inchando e ficando cada vez mais vermelhos. Baixei-me, escorregando as costas pela parede do dormitório, e chorando. Coloquei a cabeça entre as pernas e chorei, chorei, chorei... Eu nem pudera dizer adeus. E nunca deitara para fora toda a tristeza, a mágoa, de a melhor e praticamente única pessoa da minha vida ter partido...

Ergui-me, com a manga completamente húmida, o semblante molhado, fraco e abatido e as pernas a tremer. Um novo ataque de choro sufocou-me, mas dessa vez engoli. Peguei nos materiais e dirigi-me, a cambalear, à sala de aula.

De cabeça baixa, entrei na sala. Não estava disposta a olhar para Allan, que naquele lugar era o Professor Allan. Eu ainda não estava preparada. Sentei-me na última fila, numa mesa em que mal se via o quadro e o docente.

A sua voz grave soou e eu apoiei a cabeça na mão, fazendo desenhos no fundo do pergaminho. De seguida recitou algo, criativo e belo, que eu ouvi parcialmente. As rimas flutuavam delicadamente na minha audição, até que aplausos me acordaram e fizeram com que continuasse o meu feio e desajeitado desenho de um rosto triste, no pergaminho. Uma lágrima escorreu-me do olho, indo cair diretamente no olho do desenho deprimido. 

O professor foi buscar um canino-tão afiado como a lâmina da morte de Hannie- e mudou a sua cor com uma rima perspicaz. Bonito, mas impossível de eu conseguir alguma vez fazer. Mas claro, a atividade prática chegou. Todos estavam ansiosos pela mesma, mas eu apenas desejava ficar petrificada naquele lugar a tentar não ouvir uma voz que me relembrava da melhor pessoa da minha vida.

Contudo, tinha de ser. Fui forte e dirigi-me à mesa do professor, pegando um cavalo de xadrez, com a cabeça já inexistente. Sempre de cabeça baixa, cheguei ao meu lugar. Peguei na varinha, com um suspiro. -Objeto sem cabeça... Pelo menos não tem olhos para chorar!- Disse, agora enervada. Concentrei-me, coloquei o cabelo húmido atrás da orelha e tentei mais aplicada. -Cavalo sem cabeça, deteriorado pelo tempo, fica verdinho, e não te deixes voar ao vento!- Nada aconteceu. Pois, não me admirava, a rima fora absolutamente ridícula. -Cavalo, cavalinho, cavalão, torne-se verde, mas não fique igual, não!-Mais uma vez, as mudanças foram tão notórias como a possibilidade de eu alguma vez sorrir, ou seja, nulas. Uma outra tentativa se seguiu: -Cavalo sem cabeça, nas prateleiras abandonado, se torne nada mais nada menos, do que um objeto esverdeado!- Ele ganhou uma tonalidade muito ténue de verde, o suficiente para eu ganhar o mínimo de motivação. O professor aproximou-se para perguntar se eu queria ajudar. Oh meu Merlin! Eu só rezava que ainda não tivesse os olhos vermelhos e inchados. Depois de engolir a seco por ter olhado fixamente nos olhos de Allan, respondi que não necessitava de ajuda- o que era uma grande mentira- e desviei pouco graciosamente o olhar. -Peça de xadrez, de cor apodrecida, torna-te mais colorida, como um belo... cidra?- Claro que nada aconteceu, tirando o aviso de que a aula estava quase a terminar por parte do professor. Teríamos de praticar como dever de casa, o que até era bom, para me distrair um pouco.
Um pouco mais regularizada, com menos lágrimas, mas ainda a mesma tristeza, abandonei a sala. O peso daquela lágrima no pergaminho parecia ser infinito....  

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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Qua 26 Jun 2013 - 14:41

Transfiguração

O salão principal estava apinhado de alunos e poucos lugares restavam. Os grupos se juntavam e sentavam próximos uns dos outros, deixando desfoques em diversos pontos. Ignorei aqueles grupos e rumei para o piso subterrâneo, onde os elfos domésticos viviam. Deslizei pela superfície de pedras até estar defronte com um grande quadro. Executei todos os procedimentos necessários e uma abertura fora exposta, permitindo minha passagem. Os elfos domésticos me lembravam Löke, elfo doméstico de minha família. Assim que pisoteei no interior da cozinha, as criaturas vieram até mim e me ofereceram diferentes tipos de comida, desde bolinhos até suco de abóbora. Capturei dois bolinhos e me despedi. Marchei até os aposentos comunais sonserinos e lá permaneci por todos os minutos faltantes para o início da aula de Transfiguração.

Boa noite, professor! — engraçado chamar meu tio de professor, porém, necessário. Sempre soube que deveríamos nos dirigir formalmente aos professores. Não esperei resposta, apenas retirei minha pena obediente (também conhecida por de repetição rápida) e um pergaminho, posicionando-os de modo organizado, como já era habitual.

As aulas de Transfiguração de Durmstrang sempre foram proveitosas e ávidas, o que deixou em mim uma ótima impressão sobre tal disciplina. Nós teríamos muito trabalho pela frente, dizia o professor, depositando total pressão em nós, os alunos segundanistas. De súbito, o tutor pronunciou algumas palavras sábias sobre Transfiguração, conseguindo aplausos de todos os presentes no interior daquela sala. Minhas mãos terminaram levemente rosadas por conta da velocidade e força com que bati palmas.

O professor perguntou o que poderíamos entender com os versos citados pelo mesmo, preparei-me para responder. Assim que abri minha boca e já liberava falas baixas em demasia, o som fora abafado por novas falas vindas de Evelyn, cujo tom estava demasiado alto. Irritado, abaixei meu olhar para o pergaminho e à pena. — O título será Transfiguração. Anote aí! — ordenei à minha pena, observando seus movimentos cortantes sobre o pergaminho.

A minha pena anotou todas as falas vindas do tutor e percebi o quão bom ela estava me fazendo. Poupar-me as mãos e, por cima de tudo, conseguir prestar total atenção ao professor, seus movimentos e suas falas. Assim que o homem mostrou-nos como deveriam ser feitos os movimentos para que uma rima fosse realizada com sucesso, tratei de copiá-los e copiei por pouco menos de seis vezes. Eu poderia jurar que aquelas ações já eram conhecidas por mim, algo feito em Durmstrang estava sendo relacionado para com tais. Ignorei tudo ao meu envolto e segui tentando capturar memórias do fundo de minha mente, procurando algo que esclareça o meu conhecimento sobre as rimas e os movimentos necessários.

Demonstrações foram feitas, porém, não as percebi. A memória me fugia e não conseguia lembrar de onde vinha tal aptidão com Transfiguração. Retirei uma peça de xadrez — a torre, para ser exato — do recipiente passado de aluno para aluno e o posicionei sobre minha mesa de carvalho. O preto do mesmo não contrastava com o tom amarronzado da madeira. Retirei minha varinha das vestes e posicionei em riste, pronto para recitar uma rima qualquer e observar o resultado.

Uma voz é direcionada para mim, fazendo-me parar e segui-la. Girei meus calcanhares e deparei-me com Evelyn. Evelyn é a minha prima com mais coisas em comum comigo, nossa habilidade sendo um dos exemplos. Está aí! Deve ser por conta de minha facilidade em transfigurar partes de nosso corpo que gerou a minha aptidão para com Transfiguração! Paro com meus devaneios e focalizo Evelyn.

Os elfos são demais! Yeah! — murmuro. Os elfos domésticos deixavam-me a cada dia mais encantados, fato que pode ser explicado por minha paixão por bolinhos de chocolate e de limão. Perguntei-me se Evelyn já avistara meu distintivo de monitor, porém, notando que não faria diferença. Evelyn resmunga algo que não consegui entender e se afasta, deixando-me aborrecido.

Enquanto pensava em alguma rima capaz de alterar a coloração escura da peça de xadrez, algumas palavras vieram ao meu encontro, palavras conhecidas. Ah, sim! Eu já havia aprendido a rimar em Durmstrang! No ano letivo passado! É claro que eu me darei bem! E foi com esse pensamento otimista que preparei-me para rimar. — Ei, assim você me deixas aborrecido! Torne-se colorido, não seja indiferente! Abandones este tom depressivo e vire branco coerente! — aquelas palavras vieram seguidas pelos movimentos corretos da varinha e a peça de xadrez não tardou a estar branca.

Feliz com o resultado, parti para ajudar aqueles que necessitavam de ajuda. É, havia aprendido tal matéria no ano passado e veja! Agora sou capaz de executar sem pestanejar! Olhei para o lado e observei outro sonserino tentar executar os movimentos.

Ei, amigo! Faça assim! Vá por mim! — indiquei os movimentos corretos e o esperei executá-los corretamente. Sem esperar agradecimentos, voltei-me ao professor. — Professor, eu já consegui, olhe! — olhei fixamente nos olhos de meu tio. Ele sabe ser ameaçador quando quer, porém, aparentava estar descontraído.

Meus parabéns! E você também, Cavendish, parabéns! — o professor parabenizou-me e parabenizou o meu amigo do lado, também.

Preparei-me para sair assim que as últimas falas do professor foram ouvidas. Teríamos que praticar. Retirei-me e segui para os aposentos comunais. Dormir, finalmente.

Treino e uma observação:
Bom, quero dizer que minha aptidão para com Transfiguração é por conta de minha habilidade, o que permite que consiga realizar assuntos complicados com maior facilidade do que com os outros. E o treino está aqui: http://tlcrpg.forumeiros.com/t184-campo-de-quadribol#8376




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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Megan B. Lancaster em Qui 27 Jun 2013 - 3:44

Primeira Aula de Transfiguração

Primeira aula de transfiguração do ano e eu me encontrava muito ansiosa para tal. Estava tão “aérea” e empolgada com a aula, que mal tomei café da manhã direito. Estava parada diante a mesa as Sonserina, mas não prestava atenção em quem se encontrava por lá, observava atentamente os alunos das outras casas atrás de uma pessoa, certa loira e corvina a qual eu andava distante ultimamente. Percebendo que ela não apareceria por lá, ou que já deveria ter dado o ar de sua graça e ido embora, apenas catei uma maçã da mesa e saí em disparada para a sala de aula.

Não sei o que estava mais propenso a despencar, minha mochila, meu distintivo ou eu mesma. Mas era aquela velha história: ser uma Villeneuve é estar propensa a esbarroes, distrações e falta de habilidades na hora de locomover corretamente. Por fim cheguei à porta da sala, mas antes de entrar observei quem já se encontrava dentro da mesma. Mediante um olhar de permissão de meu padrinho, adentrei o local e me sentei mais a frente. Tirei o material necessário de dentro da mochila e os posicionei sobre a mesa.

Quando a aula se iniciou tivemos uma ótima noticia, utilizaríamos muito mais a parte pratica do que a teórica da transfiguração. O professor então nos recitou uma espécie de “poema” em que citava as maneiras como poderíamos usar a arte da transfiguração e como deveríamos realizá-la. Após o termino de suas palavras, uma salva de palmas se iniciou por parte dos alunos. E eu, é claro, não pude deixar de parabenizá-lo por tais palavras. Ele agradeceu por tais gestos e lançou-nos uma questão.

Mais propriamente dito, ele gostaria de saber o que havíamos entendido sobre suas palavras. Raciocinei por uma fração de segundo e ergui a mão, pronta a lhe responder. Porem ele permitiu que Evelyn iniciasse a sessão de respostas.  Ouvi sua resposta e isso me fez pensar melhor sobre o meu próprio entendimento. Quando a palavra fora passada a mim, apoiei os braços sobre a carteira e lhe respondi: - Assim como a Evelyn disse, além da imaginação e a rima, creio que a concentração durante a rima é essencial e devemos ser objetivos em nossas palavras.

Ele assentiu e passou a palavra a outro colega. Assim que resolveu dar fim às nossas respostas, tio Allan continuou com sua explicação. Escrevia no pergaminho tudo o que considerava de suma importância e que era realmente relevante de se anotar. Após nos mostrar como se realizava o movimento com a varinha e a maneira correta de utilizá-lo, o professor resolveu mostrar sua utilização na prática. Retirando um pequeno objeto, que eu percebi um bom tempo depois de que se tratava de um dente, de dentro de um pote.

Ele utilizou uma simples rima e transfigurou a cor do tal dente, passando-o de encardido para verde. A transformação daquele dente assim tão de pressa e de forma simplificada foi algo surpreendente. – (..) Muito provavelmente vocês não terão muito sucesso nas primeiras tentativas, mas como me diz o poema que acabei de recitar pra vocês é necessário prática e dedicação. – Apesar de saber não obteria muito êxito em minhas primeiras experiências e tentativas de transformar objetos, continuei animada com a expectativa.

Acompanhei o professor se locomover até um armário e retirar de seu interior um pote. Logo o mesmo, juntamente com o pote que estava sobre sua mesa, estava flutuando sobre as carteiras. Assim que se aproximou da mesa a qual estava, retirei uma peça qualquer e saquei minha varinha. Olhei atentamente a peça e percebi que se tratava de um cavalo branco. Treinei os movimentos da varinha e quando ele permitiu que iniciássemos, respirei fundo e posicionei a pequena peça sobre minha mesa.

Assim como o Lago Negro, espero que você mude de cor. Sem exageros, fique azul, por favor. – Para minha total frustração somente a parte superior da miniatura inanimada do eqüino tornou-se azulada e fracamente.  Bufei e voltei a me concentrar, pensando em outra rima. – Tão anil quanto o céu ou doce quanto o mel, deixe-se mudar, fique azul, ó lindo corcel! – O objeto então foi mudando de cor, muito lentamente, mas foi. Fiquei extasiada quando finalmente ele completara sua mudança e tornou-se completamente azul.

Procurei por meu padrinho por entre os outros alunos para lhe mostrar o resultado positivo que eu obtivera e quando o mesmo se aproximou de mim, lhe sorri e mostrei o pequeno cavalo azul celeste. Ele me parabenizou por tal ato, mas disse que necessitava de mais pratica e estudo, estava muito bom, mas poderia melhorar. Assenti e logo foi retirada de mim a sua atenção, outro aluno o chamava. Perdida em meus pensamentos, falar com meu padrinho me fez lembrar que necessitava conversar com Mel.

Quando ele deu-se por encerrada a nossa manhã de aula, o docente nos pediu para que treinássemos fora do período escolar. Recolhi meu material e guardei minha varinha, me preparando para sair da sala. Acenei brevemente ao meu padrinho e saí do local. Teria que encontrar um local calmo e vazio para treinar, para que não me distraísse. E também teria que procurar por Mel, estava com saudades da pequena cupcake e necessitava revê-la. Parti rumo ao salão principal ou qualquer lugar que a visse.

Treinamento no Saguão de Entrada:
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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Ryan Lewis Schwartz em Sab 29 Jun 2013 - 21:43



Tranfiguração e Rimas: a melhor combinação.

Ryan nunca teve tanta sorte quanto estava tendo naquele dia frio de outono. Ao acordar e se vestir para ir para as aulas, encontrou alguns galeões escondidos no bolso da calça. No corredor para chegar à primeira aula de Transfiguração do ano, ajudou uma garota desconhecida a juntar seus livros e recebeu um beijinho na bochecha como agradecimento. Depois, conseguiu se abaixar de alguma coisa que foi lançada em sua direção e viu um grandalhão ficar com olho roxo por causa da pegadinha que fora armada ali. E, quando chegou a sala, encontrou um lugar muito bom perto da janela, onde poderia ver a sala como um todo e ainda tinha acesso fácil à parte sem cadeiras.

Estranhou tudo aquilo que acontecia consigo e até pensou que colocaram em sua bebida algo para lhe dar sorte, como a poção Felix Felicis, mas, quando a pena caiu no chão e ele se abaixou para pegá-la, acabou caindo da cadeira e chamando a atenção de todos ali na sala, fazendo-os rirem de seu mico. Bem... Isso mostrava que, apesar de ter tido tanta sorte, não tinha bebido nada demais para tê-la. Suspirou e se levantou ao som dos risos dos colegas.

"Bem... Pelo menos não foi algo tão ruim como, sei lá, as calças rasgarem no meio de uma aula prática..."

Com o som do toque que indicava o começo da aula, Ryan foi retirado dos seus pensamentos e se endireitou na cadeira. Ele pegou seu pergaminho e pena e começou a escrever o cabeçalho: Seu nome e o nome da aula no centro, e seus diminutos pensamentos no canto da folha. Surpreendeu-se com as rimas do professor, perguntando-se:

"Ele improvisou tudo isso ou já tinha decorado?"

Escreveu tudo o que o professor disse e, quando ouviu que partiriam para a prática, ele ficou, além de ansioso, nervoso com os resultados bons ou ruins que poderiam ocorrer. Pegou um peão branco no pote que flutuava em sua frente e ficou olhando atentamente para ele, como se o objeto pudesse se mexer ou falar algo para que começasse. Vendo que estava perdendo tempo, estendeu sua varinha, quase tocando a peça e disse:

- Peão branco de um lorde,
Ser bravo e guerreiro você pode!
Mas para ter grande sucesso,
Com cor vermelha terás progresso!


A peça mudou lentamente para cor-de-rosa e escureceu, ficando com um vermelho bem clarinho. Não satisfeito, o garoto respirou fundo e pensou um pouco. Talvez tivesse mais chance com alguma cor clara, certo?

- És grande homem pintado de vermelho,
Glórias e bençãos merecerás então.
Mas lembre-se de que, mesmo guerreiro,
Tu ainda és um amarelo peão.

A cor vermelha deu lugar a uma fraca cor amarela, que podia ser percebida caso olhassem muito atentamente para a peça. Satisfeito com o resultado que, mesmo não sendo o esperado, acabou sendo bom no fim das contas. Sorriu abertamente e percebeu que quase todos da sala tinham terminado, restando somente ele e mais dois colegas. Deu de ombros e acenou para outro lufano que veio e lhe perguntou:

- Ei, conseguiu mudar a cor do objeto? Foi tão difícil para mim!

- Bem... Eu consegui, mas é complicado ter de achar palavras que combinem para formar uma rima legal.

- Verdade, cara. Ei, você acha que a Lufa terá chance esse ano? Por que vejo que tem muitos concorrentes e estou nervoso quanto a copa das casas. Além disso, todos nos subestimam.

- Não sei. Acho que temos que fazer o que pudermos para ganhar, certo? Se não conseguirmos, ainda tem os outros anos!

O colega concordou consigo. Ao colocar a peça transformada dentro do pote e perceber que já tinham sido liberados, Ryan e o outro lufano se despediram e partiram para caminhos diferentes. Era hora de ir para o salão principal e comer um pouco.

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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Stefan C. Cavendish em Dom 30 Jun 2013 - 20:57

1ª Aula de Transfiguração


As coisas estavam começando á voltar ao normal, meu sono agora tinha começado á vir mais cedo e eu acordava bem mais disposto para fazer tudo, até meus sonhos estavam sendo bem mais legais do quê antes. Assim que acordei, percebi que já havia alunos acordados no dormitório, olhei meu relógio e pulei da cama. – Por Merlin, porque vocês não me acordaram? - Perguntei pegando minhas vestes no malão e correndo para o banheiro. Quando terminei o meu banho e me vesti, eu voltei para o dormitório e um garoto falou: - Mandaram te avisar que se você não se apressar você vai se atrasar pra aula de Transfiguração. – Arregalei os olhos e comecei á arrumar minha mochila com os materiais que eu iria usar no dia, peguei minha varinha em cima da mesinha de cabeceira e corri para o salão principal.

Assim que cheguei ao salão principal, que normalmente está cheio, percebi que muitos já estavam saindo para ir para suas respectivas aulas. Gemi e falei: - Porque justo hoje que estou com uma disposição, eu tive que me atrasar? – Corri até a mesa da Sonserina, peguei uma pêra e voltei correndo para as portas de carvalho, saindo do salão principal. Quando eu finalmente cheguei á sala de aula de Transfiguração, eu já havia terminado de comer minha pêra e ainda continuava com fome, mas mesmo assim adentrei á sala de aula e me sentei em uma das carteiras do canto esquerdo. Eu não havia percebido que o professor estava na sala, baixei a cabeça, envergonhado e quando voltei á levantar, a sala já estava relativamente cheia. Comecei á retirar meus materiais de dentro da mochila quando Lara parou em frente a minha carteira e reclamou o porquê de não tê-la esperando, dei um sorrisinho e falei: - Eu me atrasei. – Ela revirou os olhos e foi se sentar em uma carteira do outro lado da sala. Quando terminei de colocar tudo em cima da carteira, o professor deu inicio á aula.

O professor começou a aula com uma grande rima. Abri um sorri e quando ele terminou a rima, todos aplaudiram. Parecia algo improvisado naquele momento e foi tudo tão rápido que mal deu para decorar. “Talvez ele fale de novo” pensei enquanto o professor agradecia aos aplausos. Ele perguntou o que entendemos com os versos e rapidamente três alunos responderam, e eu escutei atentamente ao que eles falaram. “Ah, então foi isso que ele falou?” pensei enquanto anotava aquilo no pergaminho. O professor falava que para realizar transfigurações pontuais tem que ser através da rima e que é fundamental que o reagente o produto estejam na rima. A rima poderia ter de dois á quatro versos para que fosse bem sucedida e teríamos que fazer movimentos semicirculares com a varinha. O professor fez uma demonstração com um dente velho, que depois da rima e dos movimentos de varinha, ficou verde. Eu fiquei um pouco ansioso para tentar esse feitiço, seria bastante excitante mudar a cor dos cadarços da Lara enquanto ela estivesse distraída. O professor foi até um armário e tirou de lá um pote com várias peças de xadrez de bruxo e quando voltou à mesa, enfeitiçou os potes para flutuarem até nós, quando o pote passou pela minha carteira, eu peguei um rei branco e logo o pote voltou á flutuar para as outras carteiras. Posicionei a peça no centro da carteira e tirei minha varinha de dentro do bolso interno das vestes, e quando o professor falou que poderia praticar eu comecei á fazer movimentos semicirculares com a varinha e falei: - Quando olhei, vi que acabei, fique verde meu grande rei. – Nada aconteceu. Respirei fundo e tentei novamente: - Fingi saber, mas na real não sei, torne-se verde peça rei. – A peça escureceu um pouco, quase imperceptível, mas mesmo assim eu tentei outra vez: - Eu roubei duas garrafas de xerez, torne-se verde peça de xadrez! – Ela escureceu um pouco mais para o preto e eu abri um pequeno sorriso, e quando eu ia tentar mais uma vez o professor encerrou a aula e pediu para praticarmos no tempo livre. Eu guardei meus materiais na mochila e coloquei-a nas costas, coloquei a peça de xadrez em cima da carteira e saí da sala de aula pensando em uma forma de mudar as cores do cadarço da Lara.

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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Clover Alborne Looken em Seg 1 Jul 2013 - 15:17

1ª Aula de Transfiguração

O dia havia começado bem, eu sempre acordava uma hora antes do horário normal, para arrumar-me e não me atrasar, assim que acordei peguei meu uniforme, fiz minha higiene pessoal, coloquei  meu uniforme e fui direto até a cama da Caterine paras que ela não se atrasa-se :- Vamos acorda, já. Para que isso não rendesse muito tempo, descobri seus pés e a puxei para baixo, como faço todas as manhãs. Ela não se demorou  logo levantou, falando aquilo que fala todas as manhãs quando tento acorda-la :- Juro que rasgo todas as suas roupas. Aquilo não me colocava mais medo, então descemos juntas até o refeitório, para tomarmos o café da manhã. Assim que ela se arrumou, descemos as enormes escadarias até chegarmos até o refeitório .

Não demoramos muito lá, e fomos direto para a aula de transfiguração. Chegando lá sentei-me uma banca a frente da Caterine, como sempre fazíamos.  Ele começou a sua aula, nos dando um bom dia, e falando sobre as férias “Barbas de Merlim” esse ano teríamos aulas praticas, não que eu não gostasse, mas eram sempre complicadas. Sentada em minha carteira, de pernas cruzadas como uma bela mocinha, como a Nataly tinha ensinado a todos em beauxbatons, mas enfim.  Ele começou a fazer uma rima, rima linda a propósito, eu havia adorado, após o termino da rima muitos bateram palmas para ele, eu como sempre em meus aplausos comportados,  ele passou alguns minutos falando sobre rimas de feitiços, de como seriam feitas, e demonstrou o movimento que deveria ser fito pela varinha. Fazendo um movimento com a  varinha ele falou :- Observem.  Ele então fez uma rima de feitiço em um pote com dentes caninos, e todos ficaram verdes, arregalei meus olhos, aquilo era maravilhoso, como eu queria aprender a fazer aquilo, mas como ele falou, no nosso caso precisarmos de pratica, e não teremos sucesso em nossas primeiras rimas, mas com o tempo nós aprimoramos os nosso dons como poetas.

Ele nos passou um pote com peças de xadrez, peguei uma peça e passei o pote adiante, eu tinha pego o cavalo, a minha peça preferida. Era a melhor parte da aula, sem duvidas  :- Cara de morcego,  corpo de catapora faça com que esse cavalo vire uma caipora.  Bem, como o esperado não funcionou muito bem, então tentei mais vezes, e todas sem sucesso, então resolvi parar pois eu acabaria fazendo algo ruim.
Ele pediu para que praticássemos muito, pois da pratica vem a sabedoria, então peguei meus materiais  e sai da sala, comentando com Caterine sobre a aula.

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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Lara Chevalier Lockwood em Sab 6 Jul 2013 - 14:33

Transfiguração #1

Eu rolava na cama pedindo aos deuses para que meu sono voltasse, “logo hoje que eu não tive pesadelo o sono foi embora, volte”, mais era em vão, não tinha santo que fazia o sono voltar. O dia ainda estava escuro, fechei meus olhos e esperei o despertador tocar para enfim levantar e ir para a primeira aula. Quando aconteceu fui a primeira a estar de pé, corri para o banheiro feminino me arrumei e desci para o salão principal. Eu estava com fome, isso também me deixou com uma pulga atrás da orelha “sem pesadelos eu tenho fome, com pesadelos eu não tenho fome. Pesadelos vão embora para sempre”.  Com esse pensamento peguei um pedaço de bolo e comecei a degustar junto com uma achocolatado. A mesa da grifinória começou a encher e as conversas a ficar interessante. Stefan não se fazia presente na mesa da sonserina, era mais fácil eu perder o café do que ele e isso me deixou inquieta.  Terminei o café peguei minha mochila e fui em direção para a sala da primeira aula. No caminho avistei Lucas, como ele estava lindo dei um oi discreto para ele sorrindo e segui em frente. Ninguém sabia de nosso namoro secreto e não queríamos da bandeira.

O professor de transfiguração já estava na sala esperando os alunos, e como eu tinha pulado da cama hoje fui umas das primeiras a entrar na humilde sala e sentar em uma cadeira não tão à frente. O professor era o diretor de minha casa pai de Mel e Gary, mais logo me dispersei pensando em outras coisas. Minha mão se encontrava em minha bochecha e em um piscar de olhos a sala se encheu. Stefan estava sentado em uma carteira um pouco longe da minha “acho que ele não quer ficar perto de mim, hoje”.  Fui a sua direção a ele perguntar por que ele não me esperou mais como eu temia ele tinha se atrasado. Sorri e voltei para meu lugar.

A aula começou, professor Allan recitou um poema que eu não conseguir decora-lo mais era muito lindo, as palmas se ecoaram pela sala, “será que ele achou esse poema em algum livro na biblioteca?”, queria escutar de novo, e certamente eu iria procurar em algum livro. O professor perguntou sobre o que entendemos sobre o poema, eu até abri minha boca para falar mais teve alunos mais rápidos “droga”. Conformei-me e coloquei meu pergaminho tinteiro e pena em cima de minha mesa para começar com as anotações.

Por fim ele disse que iriamos praticar, soltei um sorriso faceiro e segurei minha varinha esperando minha vez de pegar alguma peca para fazer a transfiguração. – Vamos la, minha vez. Espero que não exploda. – Disse para me mesma. Olhava para os alunos e alguns conseguiram na segunda tentativa e eu ainda não tinha tentado nada. Segurei a peca do xadrez em uma mão e a varinha na outra e comecei-a pensar em uma rima, “eu já ganhei uma rima de feitiços uma vez, por que não to conseguindo com essa?”.  Concentrei-me e então disse: - Peão meu querido ti quero verde abacate já. – Minha varinha balançou no movimento correto e o peão rodopiou na carteira, a parte de cima estava ficando escura. – Pelo menos não explodiu. Mais por que não ficou verde abacate? – Fiz cara de brava para o objeto ali presente, ele iria ficar de outra cor se não abacate de outra cor ele iria ficar. – Professor, ou eu perdi a pratica de rimas ou minha varinha ta com defeito. Ele não ta me obedecendo. – Falei para o professor que estava na carteira ao lado ajudando um aluno, “ah peão você vai ficar verde”. Eu já estava chateada, queria ele verde de qualquer jeito, o professor veio até me e ajudou com o movimento da varinha. – tente outra vez, lara. – Ele disse, então respirei fundo olhei para o peão e tentei de novo. – Peão, peãozinho sem cor está, em cor abacate irá ficar. – O peão magnificamente se transformou em um verde abacate, meu sorriso era gigantesco. – Consegui, consegui. – falava segurando o peão, o professor veio até me e me parabenizou.

A aula já estava no final, ele pediu para treinarmos nas horas vajas. Peguei meu material arrumei tudo e deixei a aula. “Vou transfigurar as meias do Stefan.”

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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Caterine Poésy Romaric em Sab 6 Jul 2013 - 22:00



Primeira Aula de Tranfiguração-Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts



-Clover....Clover...CLOVER!!! -Caterine desperta a amiga no dormitório da Corvinal. -Já está na hora. São exatamente seis e quarenta. -Diz observando o sol que nascia.

-Cat, dá um tempo! Quem além de você acorda esse horário? -Questionou a outra loira, colocando o travesseiro na cabeça.

-Tudo bem! Depois não reclame que os banheiros estão lotados e que você não conseguirá fazer o seu ritual de beleza matinal. -A veela deu com os ombros e deu as costas.

-Opa, espere Cat! Acho melhor levantar, não é? Afinal, preciso de um bom tempo na manhã de hoje.

Caterine e Clover então fazem sua higiene matinal. Clover insiste em passar produtos estranhos no rosto de Caterine e por fim, uma bela maquiagem. Ótimo, pareço uma boneca!. As duas saem para o café no salão principal. A veela era muito vaidosa, mas odiava se maquiar. Porém permaneceria quieta para não magoar a amiga. Seguiram para a primeira aula do dia.

Quando chegaram em classe, o professor já esperava. Sentou-se em uma banca logo a frente, gostava de prestar atenção de perto. O docente disse que iria pular a parte teórica e iria a prática. Começou recitando um poema sobre o que era transfiguração, que precisava de criatividade e rimas e muito aprimoramento. Ao final, me levantei e aplaudi. 'Isso foi demais!Ele é demais!'

-Psiu...Clover! -Chamou a amiga sussurrando. -Qual é o nome desse professor?

-Senhor Lancaster. -Respondeu a outra.

Caterine retoma sua atenção a aula. Aquele professor de alguma maneira chamava a sua atenção. Após os aplausos, a veela se senta. Começou a focar seu olhar no homem. Um sorriso bobo brota em sua face. Seus olhos mudam de cor lentamente, para um lilás bem claro. A pequena não escuta mais nada. 'Será que eu estou bonita? Será que minha maquiagem borrou?'. Pensava dando leves piscadelas. Uma bolinha de papel é jogada na menina, fazendo Caterine acordar daquele transe. Era Clover do outro lado, reclamando por Caterine não está prestando a atenção.

-Acorda criatura! -Silabou Clover.

A veela havia perdido mais da metade da aula. Apenas viu um pote chegando até ela. A menina   pega uma das peças e presta atenção nos passos dos companheiros. 'É para transfigurar isso em que?'. Olhou aflita para Clover, que ensinava de longe como manusear a varinha. Ao seu lado, um garoto começou a rimar apontando para a peça de xadrez bruxo que o professor distribuíra a pouco. 'Deve ser para transfigurar em qualquer coisa!'. Atentou-se mais uma vez para os colegas e decidiu tentar.

-Peça de xadrez, que já feliz me fez. Quando eu falar, em uma rosa irá se transformar? -Proferiu e nada aconteceu. Ao longe, o professor ria da menina desajeitada.

-O movimento da varinha está errado e você não deve questionar e sim ordenar a transfiguração com firmeza. Quer tentar novamente? -O professor pega a mão da menina, deixando-a totalmente corada e desconsertada. -Vamos lá? Eu te ajudarei com o movimento, enquanto você pronuncia a sua rima.- O docente guia Caterine, que quase sem fôlego, profere.

-Peça de xadrez, que já feliz me fez. Quando eu falar, em uma rosa irá se transformar!

O peão de xadrez vira metade rosa, metade xadrez.

-Parabéns. Agora você só precisa de prática! -Disse o professor saindo para atender outro aluno.

'Ele pegou na minha mão, que fofo!'A pequena se empolga, afinal, o professor encantador a havia elogiado. Decidiu seguir praticando até que a transfiguração fosse completada com exito.

-Peão teimoso, ficou horroroso. Com o toque de minha varinha, vire uma rosa linda!

A peça começa então a criar folhas. Caterine se encanta. Mais um pouco quem sabe, ela conseguiria o seu objeto final. 'Sua última chance, Cat! Vai!'

-Pequena quase pronta, deixe-se desabrochar. A partir de agora, uma rosa será!

Havia dado certo. Caterine vê então o pequeno peão tomar a forma de uma rosa. Elevou as mãos a boca, incrédula com o feito. Foi bem na hora em que a aula foi encerrada. A veela pega a rosa com cuidado, deposita na mesa do professor, sorridente. Apanha seu material, e junta a Clover, sua amiga inseparável, sai para a próxima aula.




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Narração-Minhas Falas-Fala de Outros-'Pensamentos'






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Re: 1ª Aula de Transfiguração

Mensagem por Allan Holmes Lancaster em Seg 8 Jul 2013 - 3:36

Notas



Devo dizer que estou muito satisfeito com o desempenho de todos na aula parece que estão fazendo jus ao ano que estão meus parabéns a todos. Devo dizer também que me surpreendi pela qualidade de seus treinos a decisão de qual fora a melhor foi difícil, sem mais aqui estão as suas notas.

Evelyn Hotchner - 9,4 (E.E)

Evelyn, evelyn sinceramente adoro seus post, bem detalhados interativos e sempre tem algumas coisas que me surpreendem.. Parabéns e continue assim..

Christine Villeneuve -    9,3 (E.E)

Post bem dramático esse seu não? adorei de verdade você só cometeu alguns erros em relação algumas atitudes minhas em sala.

Rufo Lancaster - 9,1 (E.E)

Sua postagem está ainda melhor que nos tempos de Durmstrang teria recebido uma nota mais alta se não tivesse cometido um pequeno erro com relação ao horário da aula e se não tivesse tão direto no sua aula prática.

Megan Hugh - 9 (E.E)

Uma postagem Coerente, interativa e criativa meus parabéns

Ryan Gagerdoor - 7,7 (A)

Achei sua aula um tanto corrida demais a parte mais longa da sua aula fora a introdução, senti falta de um pouco mais de criatividade e teria sido muito melhor uma descrição maior da aula prática, mas gostei da sua interação forma geral. Mas sei que podes fazer muito melhor que isso.  

Stefan Cavendish - 8,2 (E.E)

Seu post está bom, mas gostaria de ter visto um pouco mais de seus pesamentos e principalmente de uma aula prática mais detalhada.

Clover Looken- 6,8 (A)

Seu post apesar de está dentro das vinte linhas ficou demasiadamente curto tornado toda a sua aula muito seca e direta gostaria de ter visto muito mais detalhes em sua aula prática.

Lara Cavendish - 8 (E.E)

Sr. Cavendish não tenho muito pra dizer do seu post, se não apenas que foi bom.

Caterine Romaric - 9,7 (E.E)

Depois de todo esse tempo como professor não são muitos que conseguem me surpreendem nas aulas, mas você conseguiu.  

20pnts para Caterine Romaric pelo melhor post aluna
20pnts para Rufo Lancaster pelo melhor post aluno
2pnts para Rufo Lancaster, Megan Hugh e Evelyn Hotchner pela participação em aula => total 6pnts.
10 pnts para Clover Looken melhor rima entre todas (aulas e treinos).
10 pnts para Megan Hugh melhor post treino.

Total de pontos

Sonserina: + 52 pontos
Lufa-lufa:  + 7 pontos
Corvinal: + 37 pontos
Grifinória:  + 4 pontos


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Re: 1ª Aula de Transfiguração

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