Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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1ª Aula de Herbologia

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1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Tétis em Ter 11 Jun 2013 - 18:22

Herbologia

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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Kenton Willians Lancaster em Sex 14 Jun 2013 - 18:27

Primeira Aula de Herbologia

O final do banquete do almoço estava quase se finalizando, da mesa dos docentes já via os alunos da Lufa Lufa, e entre os da Sonserina eu já via Rufo, meu filho adotivo, meu maior orgulho. Já que Durmstrang fora totalmente dominada pela irmandade, Rufo estava um tanto que triste em largar aquela grande instituição. Mas ao menos ele estaria perto de mim, para uma maior segurança. Hoje eu daria aula para os alunos do segundo ano, incluindo meu filho, talvez ele se sentisse meio sem foco durante a aula, mas enfim, eu deveria realizar meu trabalho. Terminei de beber meu suco e groselha, e também morder o último pedaço de uma tortinha de abóbora, levantou da minha mesa e desci o pequeno degrau da área dos docentes, percorri a mesa da sonserina com meu olhar a tentar avisar a Rufo que a aula começaria em breve. Pisoteei o chão do salão e logo abri a porta de madeira do local, atravessando-a e enfim dando minha saída do local.

Antes mesmo deu prosseguir para a estufa de número dois, dei uma breve passada na sala dos professores para pegar o Mil Ervas e Fungos Mágicos que eu havia comprado no Beco Diagonal, junto com Rufo. Logo depois tomei meu rumo para os terrenos do castelo, com fim ao sítio das estufas. O gramado recém-cortado estava esbelto, pequeno fiapos eretos e pedras que davam um pequeno tom marrom à área verde amarelada. Era incrível como essa época o sol não estavam tão quentes, ano anterior mesmo as janelinhas precisas das estufas ficavam todas borradas devido ao calor intenso que ficava dentro delas. Continuei percorrendo quando ouvi alguns passos vindos atrás de mim, olhei e me deparei com Rufo. - Como vai meu filho? - O garoto me abraçou e percorremos o caminho até as estufas, onde já havia uma pequena movimentação de alunos. Olhei seriamente para Rufo e sorrindo digo, - Divirta-se e espero que goste de Herbologia. - Digo adentrando na estufa e vendo Rufo se posicionar na mesa.

Foi o prazo deu colocar meu livro na mesa e esperar pouquíssimos alunos, que um grupo deles adentrou a sala e que eu já poderia dar início a mesma. - Sejam Bem Vindos os alunos das ex-escolas Durmstrang e Beauxbatons. Aos demais ... sejam bem vindos ao segundo ano. - Sentia aquele receio de lecionar perto de Rufo, poderia me retirar a atenção a qualquer momento. - Aos que não conheço sou Kenton, seu professor de Herbologia. - Grudei minha mão na outra e logo chamei a atenção dos alunos para o ponto principal da estufa, eu. - Então, ano anterior, aqui em Hogwarts, nós aprendemos somente o básico, os grupos classificativos, a introdução e também a reconhecer uma planta mágica. Pois bem, nesse ano entraremos no estudo sobre duas plantas bastante conhecidas, que são as do deserto e as da neve. - Sorri ao ver que o olhar deles já se conectava com os meus. - Vamos começar então com as do deserto, que são belíssimas, dizem serem as mais belas do mundo. O ponto características nelas são que as mesmas tem uma capacidade enorme de ficar até anos sem se nutrir através da água, mas ela nutre professor Lancaster? Sim, elas se nutrem, ela possui um compartimento no Termostander que capta a água e a mesma fica presa durante meses, assim a planta tem água durante anos. - Abaixei-me até a altura horizontal da mesa e apanhei um pequeno vaso que continha uma planta linda, a que se referia como planta desértica. - Essa plantinha se chama Hidra, ela é mágica, claro, e como podem ver é muito bonita. Mas antes de prosseguirmos, alguém palpita o que seja Termostander? Lembrando aos alunos de Hogwarts que aprendemos isso ano anterior. - Terminei de falar e percorri os alunos com meu olhar, a fim de procurar um dedo levantado ao ar. - Ninguém? - Indago-os enquanto contorno toda a mesa. Ao passar por um aluno eu rapidamente elogiei-o e o garoto em seguida me responde "Termostander seria a raiz da planta." - Muito bem, ótimo. Agora, todos vocês sabem quais partes forma a estrutura de uma planta? - Arrumei o vaso em cima da mesa e olhei os alunos. Retirei a parte de cima da planta, ou melhor, retirei-a do vaso. Apontei para uma pequena estrutura que ficam entre as duas raízes principais. - Isso é a Hidra, o mesmo nome que a planta. Nesse local é onde se guarda toda a água que a planta digere. Passe Rufo! - Entreguei a planta pro meu filho e o mesmo olhou, com certo nojo, e depois passou aos demais colegas. Fui até abaixo da mesa novamente e retirei outro vaso, pequeno. - Essa aqui é o Conge, uma planta da neve e é uma das plantas mais resistente do mundo. Ela consegue resistir a diversos desastres naturais, sejam erupções vulcânicas, queimadas, deslizamento, terremoto, e assim vai. Ela suporta também o frio como qualquer pessoa, ela pode ser até congelada que, quando voltar ao normal, está viva. É muito interessante essa planta. - Peguei minha varinha e, com um ato de demonstração, pronunciei "Incendio" contra ela. O fogo se alastrou por toda a planta, porém, depois de dois minutos a planta ainda estava intacta, somente um pouco suja devido às cinzas. - Viram ? - Olhei os alunos atentamente.  Apontei meu olhar para uma pequenina ampulheta que eu carregava no bolso, a sineta tocaria em breve. - Pequenos, nossa aula por hoje acabou, estão liberados. - Finalizei definitivamente a aula, os alunos iam saindo um por um, até que sobrou somente eu. Organizei a estufa e logo coloquei o Mil Ervas e Fungos Mágicos por baixo do braço e saí do local.


Informações para as Postagens:


* Aula com menos de 17 linhas serão desconsideradas.
** Não vou cobrar muito a ortografia, bem como eu também tenho pequenos erros.
*** Atenção aos procedimentos das aulas, e coloquem em spoiler o que foi pedido para colocar no pergaminho.
**** Não quero erros no template, que causa difícil leitura, por favor.
***** Atenção quanto às cores do post.
****** A maior parte da nota será dada à interação e criatividade durante a parte prática.
******* A aula se encerra dia 29/06 ás 9:00.

Pontos para as Casas:


+ 20 pontos à melhor aula do aluno.
+ 20 pontos à melhor aula da aluna.
+ 30 pontos à melhor aula prática.



Última edição por Kenton V. Lancaster em Qui 20 Jun 2013 - 17:48, editado 1 vez(es)
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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Christine L. Villeneuve em Sab 15 Jun 2013 - 8:01



1ª Aula de Herbologia

O meu entusiasmo em relação à primeira aula de Herbologia estava no seu pico. Era das minhas favoritas e eu lamentava profundamente nunca ter tido o prazer de usufruir da mesma no passado ano, em Beauxbatons. Verifiquei se transportava nos meus braços os materiais necessários. Dois pergaminhos, o livro "Mil Ervas e Fungos Mágicos" e um sorriso estampado no rosto. Tudo estava em ordem.
Atravessei os campos junto de um aglomerado de alunos da Lufa-Lufa, caso eles tivessem alguma dúvida acerca da localização da estufa número 2. Eu estudara Hogwarts, no pouco tempo desde  a selecção da casa, porque seria muito embaraçoso desconhecer o caminho para uma sala de aula ou para os lavabos, no caso de uma dúvida surgir. Com um passo apressado até à estufa, permanecia paralela aos diálogos dos outros lufanos, concentrando-me em chegar a tempo à aula.
Por fim, cheguei, pedindo licença para entrar. O professor e o monitor da Sonserina já lá se encontravam, bem como alguns alunos dispersos. Coloquei-me próxima do docente, pois desejava ouvir tudo. Eu queria ter boas notas, para compensar todos os meus outros defeitos.
A aula começou e eu ainda nem acreditava que estava a assistir a uma lição de Herbologia, na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Suspirei e sorri, prestando atenção. O professor Kenton mencionou algumas matérias que haviam dado no passado ano e eu fiquei completamente confusa. Não sabia de nada e provavelmente teria de dispensar o meu sono para decorar os grupos classificativos das plantas...
O assunto da aula seriam as plantas do deserto e da neve. Fiquei logo interessada e folheei o espesso livro até encontrar a página desejada, das plantas do deserto. Contudo, não era necessário fixar-me no livro. O professor retirou de debaixo da mesa um exemplar arrebatador e belíssimo desta planta. Fascinada, rejubilei a minha visão com aquele ser, tão frágil e bonito, mas que porém resistia a longos períodos sem água. Hidra, era o seu nome.
Uma pergunta surgiu, à qual não soube responder, baixando a cabeça e fingindo que não ouvira. Um(a) aluno(a), brilhantemente, acertou na resposta, deixando-me impressionada com o seu saber. Fui distraída por uma parte de uma planta que agora circulava entre os alunos. Quando chegou a mim, observei o seu depósito de água com uma atenção impenetrável. Como era fascinante, criaturas que parecem tão débeis mas que arranjam sistemas de sobrevivência tão bem pensados. O colega do lado teve de me cutucar. Estivera tempo demais a observar um ser inanimado... Fiz um sorriso atrapalhado e passei-lhe a planta, ouvindo o discurso do professor, agora sobre as plantas da neve.
Se eu pensava que a posterior planta era resistente, eu estava enganada. A Conge era hábil de resistir a todo o tipo de catástrofes, desde incêndios a neves fortes. Primeiramente, não acreditei, mas uma demonstração real do professor a incendiar a planta e esta escapar impune, deixou-me boquiaberta. Que mundo fascinante, este da Herbologia.
A sineta anunciou o fim da aula. Provavelmente deveria ter tomado apontamentos, porém toda aquela atividade prática distraíra-me de pensar em teoria alguma. Parecia que os conhecimentos me haviam entrado naturalmente na memória, sem esforço, e apenas por gosto. Com um sorriso na minha face, despedi-me do professor, peguei nos livros e abandonei a estufa. Era a primeira aula e eu já me estava a apaixonar por Hogwarts.




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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Stefan C. Cavendish em Sab 15 Jun 2013 - 13:19

1ª Aula de Herbologia


O almoço estava uma maravilha, apesar de estar um pouco cansado, eu ainda estava muito animado para a próxima aula que eu iria ter: Herbologia. Eu não sou muito bom com plantas, mas parecia ser algo com o que eu teria que me acostumar. Quando terminei o almoço, eu me virei e olhei para a mesa da Grifinória á procura de Lara, e assim que a encontrei eu me levantei e fui até ela, cutucando-a nas costelas e falei: - Pronta para ir para aula, Lara? – Ela resmungou e quando se levantou de um baita pisão no meu pé e saiu marchando para fora do salão principal. Fuzilei-a com os olhos e segui-a para fora do salão principal.

Lara estava um pouco aborrecida comigo por eu tê-la cutucado tão forte, mas nem era pra tanto, já que o meu dedão estava quase esmagado. Caminhávamos pelos terrenos de Hogwarts para chegar às estufas, onde são ministradas as aulas de Herbologia. Alguns alunos já se encontravam á porta da estufa de numero 2. Lara apressou o passo e eu segurei-a pelo braço e falei: - Ah, qual é Lara. Você sabe que eu te cutuquei forte por que eu quis. – Ela continuou á me encarar com cara feia e eu falei: - Sério que você vai ficar fazendo careta durante o resto da aula? – Lara resmungou alguma coisa e eu revirei os olhos e me agarrei nos braços dela e falei: - Você não vai ficar com os grifinos. Vai ficar comigo! – Ela gargalhou e concordou. O professor chegou junto com o monitor da Sonserina, e abriu a estufa deixando que os alunos entrassem. Lara escolheu uma mesa bem no centro da sala, e eu me sentei em outra mesa ao lado da dela.

Quando os últimos alunos entraram na estufa, o professor Kenton deu inicio á aula dando as boas vindas aos alunos que vieram de outras escolas. Olhei para Lara que estava muito ligada na aula e sorri, voltando minha atenção para o que o professor estava falando. O professor começou á relembrar o que havíamos visto no ano anterior, que foi a parte básica da matéria e que neste ano vamos aprender sobre as plantas do deserto e da neve. Apesar de não me interessar muito pela matéria, eu sempre fiquei curioso de saber como as plantas sobrevivem aos desastres naturais. O professor deu um sorriso para a turma e começou á falar sobre as características de uma planta do deserto, que era uma planta que vivia muito tempo sem água. Professor Kenton falou que as plantas possuem um Termostander que capta água e que a água fica durante meses na planta, sem que ela precise de água durante alguns anos. Ele se abaixou e pegou um vaso com uma planta e falou que seu nome era Hidra. Olhei para Lara e ela continuava concentrada na aula, parecia até fazer um esforço pra conseguir se concentrar. Balancei negativamente a cabeça, e escutei a pergunta que o professor havia feito. “O que seria um Termostander?” – pensei, tentando me lembrar do ano anterior. O professor vinha caminhando pela sala esperando uma resposta, mas eu não conseguia lembrar tão bem, mas mesmo assim iria tentar. Quando o professor se aproximou, e falou: - Sr. Cavendish vejo que está bem, isso é muito bom! Mas, o senhor saberia responder a pergunta? – Acenei com a cabeça e falei: - Termostander seria a raiz da planta. – O professor ficou contente por eu ter acertado a pergunta e voltou para sua mesa e retirou a planta de dentro do vaso. Lara me olhou com surpresa e eu simplesmente dei de ombros. Voltei-me para o professor, que estava explicando que a Hidra tinha uma parte de sua estrutura que também se chamava Hidra, e ele mostrou a pequena estrutura que ficava entre as duas raízes maiores, que seriam as raízes principais. “Por Merlim, como eu estou sabendo tanto sobre Herbologia?” – perguntei-me mentalmente enquanto uma garota me passava a planta para que eu olhasse de perto. Passei a planta rapidamente para a garota que estava atrás de mim e limpei as mãos nas vestes. O professor Kenton pegou outro vaso com outra planta, mas essa era uma planta das neves e não mais do deserto. Aquela era a Conge, a planta mais resistente do mundo, como o professor estava falando, esta era uma das plantas mais resistentes aos desastres naturais e ela suporta até ser congelada e quando volta ao normal ainda estaria viva. Fiquei um pouco mais interessado quando o professor tirou a varinha de dentro das vestes e lançou o feitiço Incendio na planta. A planta ficou completamente em chamas e Lara olhava pasma para a planta, ela me olhou com uma expressão estranha e quando nos voltamos para a planta, a mesma já não pegava mais fogo, estava completamente intacta, só estava um pouco suja de fulirgem. Lara abriu um sorriso e eu falei: - Brilhante! – E sorri para Lara.

O professor deu a aula como encerrada e eu me levantei da carteira e Lara fez o mesmo. Quando estávamos saindo da sala, vi que Megan também estava na sala, acenei para ela e então voltamos para o castelo.




Última edição por Stefan C. Cavendish em Sab 15 Jun 2013 - 17:01, editado 1 vez(es)
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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Lara Chevalier Lockwood em Sab 15 Jun 2013 - 16:31

Herbologia #1

Em meu sonho eu estava nos jardins do castelo Cavendish, estava sozinha tomando um sol com meu dragão. O dia estava lindo e brilhante, as flores pareciam que dançavam no ritmo do vento. Eu estava feliz, mas, de alguma forma o céu se escureceu as flores murcharam  e meu dragão cresceu. Aquele sonho feliz e lindo em poucos minutos se tornou em um pesadelo, o dragão me perseguia e de alguma forma eu não conseguia sair do lugar, eu gritava mais ninguém me escutava. Por Merlin eu não conseguia me mexer. – Lara, Lara. Acorda! – Foram as palavras que me acordaram nessa manhã. Eu estava toda molhada de suor. – O que aconteceu com você? - A menina pergunta perplexa.  – Foi só um pesadelo, já passou. – Eu disse sentando na cama colocando a mão em meu rosto. – Percebi você gritava “socorro”. – A olhei assustada. – Eu gritava? – As palavras saíram assustadas. A novata me disse que acordou com meus gritos, que não precisava de despertador, eu fazia a função dele. Nos duas começamos a ri e eu a agradeci por ela ter me acordado. Fui para o banheiro e fiz minha higiene matinal. Desci as escadas com minha nova companheira de casa.

Segui para o salão principal para o café, tentei avistar meu gêmeo e minha prima, mais eu acho que eles perderam o horário, ou melhor, o Stefan perdeu o horário Jhessy provavelmente deveria estar na primeira fila de carteiras de sua sala. Troquei meias palavras com o gary e o pedi para dar um recado para ela, depois disso fui para minhas aulas na parte da manhã, “o que, meu gêmeo já na sala”. Meus pensamentos foram instantâneos. – Stefan tinha formiga em sua cama? -  Perguntei para meu irmão que fez cara de tedio. Sorri para ele e sentei ao seu lado.

O dia passou depressa, rapidamente eu estava de volta ao salão principal saboreando aquele maravilhoso almoço. – pronta para ir pra aula, Lara? – Stefan me pergunta com um gigantesco cutucão nas costas. O fuzilo com meu olhar, deixando a mesa pisando em seu pé, “bem feito”. Meu irmão logo segue atrás de me, dizendo que fez por que quis. – Eu sei, seu chato. E estou ti ignorando por que eu quero também. – Mostro língua para ele e sigo em frente. Ele me puxa e diz que eu irei ficar com ele e não com meus colegas de casa. Solto um sorriso para ele e o abraço. – Vamos mano.

Entramos na estufa e escolhemos um lugar legal para sentar. O professor já estava à espera dos alunos, ele se apresentou deu boas vindas para todos e começou sua aula. Herbologia não era uma das minhas matérias favoritas, mas, eu gostava de saber sobre as plantas e suas composições. O professor começou a falar sobre as plantas que iriamos aprender nessa aula, plantas do deserto e da neve. Minha atenção estava voltada para a explicação do professor, eu sempre imaginava as plantas como pessoas, plantas delicadas, plantas fortes para me as plantas pareciam um pouco com as pessoas. Elas podem matar e podem curar como o ser humano de certa forma.

A do deserto é forte e guerreira. Prestava atenção nas palavras do professor, imaginando cada planta que ele citava. Stefan me surpreendeu de novo respondendo a pergunta do professor, o olhei surpresa e logo voltei para meus pensamentos e minha concentração, “realmente é uma planta linda”, pensei. Era uma planta magica delicada, a peguei observando cada detalhe e logo passei para trás.

A próxima planta foi a da neve, a mais resistente, “ela pode viver muitos e muitos anos, então. Imortal”. Pensei, pois a planta resistia a tudo. Para minha surpresa o professor coloca fogo na planta e a mesma continua impecável. Fico surpresa, olhando para meu irmão que estava maravilhado com o que acontecerá. Por fim o professor se despede de todos os alunos. A aula acabou, peguei meus materiais cumprimentei alguns alunos e eu e meu irmão voltamos para o castelo.




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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Clover Alborne Looken em Sab 15 Jun 2013 - 17:27

1ªAula de Herbologia

Como todos sabem, ter saído de Beauxbatons para mim tinha sido uma coisa muito ruim, pois aquela escola tinha tudo haver comigo. 
Eu não tinha demorado muito no banquete na noite anterior, por conta de novos amigos, e o Peter também, tinha desmaiado, enfim muitas coisas aconteceram, eram muitas coisas para um só cabeça e muito pequena por sinal. E ainda ao chegar na comunal, dei de cara com uma projeto de patricinha, que mal sabia se comportar, e ainda tive uma mini discussão com ela. "Ai minha Morgana, são muitas coisas para uma simples criança." 
Quando o dia amanheceu levantei-me logo, e percebi que estava um pouco adiantada em meu horário, mesmo assim levantei-me logo da cama fiz minha higiene, coloquei o uniforme e desci para o salão principal onde acontecia o café da manhã, junto com a Cat, ao chegar lá não comemos muito, pois damas não podem engordar, e logo seguimos até a estufa onde aconteceria nossa primeira aula em hogwarts. 
(...)
Ao chegar na estufa sentei-me em uma das mesas ao lado de Caterine, como sempre, unidas pelo In albes, é uma longa história. O professor estava a demorar um pouco, nós fomos uma das primeiras a chegar, vi que logo a minha frente tinha uma menina que não me era estranha ela tinha vido do instituto igual a mim e a Cat, nós tínhamos pouca aproximação, por conta de nunca cairmos na mesma casa, era assim toda vez em que se dividia grupos. 
O professor logo entrou na estufa, acompanhado de um garoto. ele se apresentou e nos deu boa vindas, logo vi que ele era um professor muito educado. Como a Nataly havia me ensinado sentei, cruzei as pernas, e não coloquei meus cotovelos em cima da mesa, ele começou a falar e falar sobre flores e plantas, não vou negar era um assunto meio chatinho, não sei se por que era a minha primeira aula e eu não entendia muita coisa.
Ao passar da aula, aquela matéria que eu havia pensado que seria chata foi se tornando legal a cada segundo, ele foi passando de mesa em mesa um jarro com uma raiz de planta, fiz uma carinha de nojo e logo passei a diante. Ele era um professor com muita paciência, ele explicava lentamente com calma, para o nosso melhor entendimento, ao terminar de passar aquele jarro, ele falou que aquela raiz não poderia ser congelada nem queimada, eu falei em tom baixo :- Eu duvido. Ele então tocou fogo naquela pequena raiz, o fogo foi se alastrando naquela raiz até que se apagou e nada aconteceu com ela :- Uau! Falei ao ficar boquiaberta com aquilo. Após aquilo não demorou muito e ele deu como finalizada a aula de hoje. Peguei meu material e sai da sala junto com Caterine comentando sobre aquele fenômeno acontecido na sala. 
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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Ryan Lewis Schwartz em Sab 15 Jun 2013 - 19:29



Herbologia - Hidra e Conge

Faziam dois meses que Ness se fora. Ryan estava um tanto sensível quanto a isso, talvez até mais do que o irmão, Brandon, que provavelmente estaria dormindo tranquilamente, já que não era tão apegado a mãe e nem a datas. O garoto olhou para si mesmo no banheiro masculino do dormitório Lufano e decidiu que não deixaria se abater. Não queria ver o pai largar seu trabalho para vir consolá-lo em seu pequeno torpor de dor de saudades. Sentiu Nessiel, o dragão-miniatura, rastejar por suas costas, subindo até encontrar um local satisfatório e aconchegante que era o topo da cabeça do menino.

Foi com o pensamento de superação forçada de sua dor que Ryan começou o dia.

**

O almoço fora um tanto corrido para o pequeno lufano, já que queria chegar primeiro a estufa para conseguir um bom lugar em que pudesse prestar atenção no professor e, ao mesmo tempo, copiar algumas informações para que pudesse estudar em um momento oportuno. Assim, ele acabou comendo muito rápido as costeletas de porco servidas no almoço e, ao chegar na estufa, sentiu-se um pouco inchado do exercício feito logo depois de comer. Conseguiu um bom lugar, ficando entre o meio e o final do local em uma posição da mesa que lhe era suficiente para as intenções as quais o trouxeram ali.

Os outros alunos chegaram, em grupos ou mesmo sozinhos, o que fazia Ryan indagar se iria ficar sozinho naquela aula. Desviando seus pensamentos para analisar as pessoas que não lhe eram conhecidas do ano passado, notou o sotaque carregado de alguns garotos e o modo como algumas garotas falavam. Estava claro que não foram de Hogwarts até agora. Quando o professor chegou, o lufano se endireitou e começou a prestar atenção no que ele falava, mentalizando algumas palavras-chave para entender a situação. Lembrou-se das notícias do Profeta Diário e entendeu perfeitamente o que estava acontecendo para que houvessem tantos novatos no segundo ano.

O professor começou a aula explicando sobre as plantas de deserto. Ryan olhou para a planta colocada em cima da mesa, de nome Hidra. Ela era de uma beleza tão fascinante que o garoto teve de anotar o nome em um dos cantos do pergaminho que usava para que pudesse comprá-la para colocar no túmulo da mãe. Pensar nisso o fazia entristecer-se, mas sabia que, seja lá onde estivesse, ela ficaria feliz ao ver o que tinha deixado. Quando o professor perguntou sobre o que seria Termostander, o garoto teve um leve flashback:

"- Ryan? Querido, poderia me ajudar com as plantas?

Ryan, que na época estava com nove anos, correu para o jardim e viu sua mãe sorrir enquanto mexia com as mãos na terra úmida. O garoto sabia que ela era mais tolerante com as coisas estranhas que acontecia consigo, principalmente o fato de acreditar que ele falava com animais. Ela o pegou pela mãozinha e o guiou até a terra. Ele colocou suas mãos sobre a areia e ficou mexendo, enquanto ela pegava o regador.

- Quer regar? - Ness perguntou.

Assentindo afirmativamente, Ryan pegou o regador com alguma dificuldade, por estar cheio. A mãe ainda estava com uma das mãos debaixo do objeto, tentando equilibrá-lo da melhor forma para o filho. 

- Só não coloque muito. As raízes dessa planta não precisam de tanta água, já que elas podem guardar.

Ryan assentiu e parou de regar, achando que a água já era o suficiente."

Antes que pudesse pensar em falar, outro aluno já tinha dado a resposta. Ficou deveras frustrado com a sua lerdeza, mas logo parou de se martirizar para conseguir prestar a devida atenção ao professor. De mão em mão, as plantas foram passadas, e chegaram até o garoto, que, apesar de olhar meio estranho para a planta do Conge, tocou-a para sentir como eram suas folhas. Anotou algumas observações sobre as duas plantas e passou adiante, em meio a protestos de outros alunos que esperavam as plantas chegarem até eles. Sorriu levemente ao ver o que tinha anotado e, um pouco envergonhado, desenhou um coração mal-feito ao redor das anotações sobre a Hidra.

Quando a aula terminou, Ryan iria perguntar sobre onde poderia encontrar a Hidra, mas se conteve, envergonhado. Será que se perguntasse algo sobre aquela planta, o professor iria deduzir alguma coisa errada? Não sabia, por isso resolveu se prevenir de perguntas constrangedoras, mesmo que as respostas fossem inocentes demais para que o professor achasse que o aluno estava apaixonado. Pegou seu pergaminho e saiu. Iria encontrar a informação por si só.
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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Evelyn M. V. Hotchner em Dom 16 Jun 2013 - 19:52



Primeira Aula Herbologia

Minha boca estava cheia enquanto eu mastigava vagarosamente e observava o comportamento já esperado das pessoas que me cercavam. Era ótimo estar de volta a Hogwarts e, uma vez na vida, me sentir normal. Os alunos sonserinos tinham quase sempre a mesma cara: não muito entusiasmados e metódicos. Eu quase me encaixava nesse perfil, o que fazia com que eu me sentisse inclusa em algum grupo social. Eu observei minha mãe jantar ao longe, na mesa dos professores. Como sempre, ela estava linda, transbordando alegria e charme.

 Minha mãe dizia que eu puxara mais ao meu pai. Ela não falava muito dele, e eu não era de perguntar nada. Suspirei e então puxei meu horário. Minha próxima aula seria com o Tio Kenton, o professor de Herbologia. Assim como o professor Nimbus, ele era bem... Incomum. Mas, no final das contas, eram homens muito inteligentes, os dois. Terminei de comer e então me levantei. Não me dei ao trabalho de me despedir de ninguém. Todos estavam entretidos demais em suas próprias conversas para ligar para a minha ausência inesperada.

 Com passadas largas, porém que se seguiam em intervalos relativamente longos, eu segui para a estufa número dois. Era sempre interessante ser um dos primeiros a chegar na sala, pois nos dava a oportunidade de observar por mais tempo as plantas. Admitindo, Herbologia não era uma das minhas matérias prediletas, mas estava muito longe de ser a menos predileta. Quando eu cheguei na sala, porém, alguns alunos já estavam lá. Procurei um lugar distante dos demais para me acomodar e fiquei ali, meio que encolhida.

 Eu já estava ficando ansiosa com a demora do professor, mas ele chegou acompanhado do meu primo não depois de uns minutos. Eu o cumprimentei, mas creio que o mesmo não me viu ali, isolada. Estava certa. Ele estava quase de costas para mim ao falar. O professor se apresentou, nos deu boas-vindas e então começou a falar. Ele fez uma introdução, uma explicação inicial e então uma pergunta. Murmurei a resposta certa, mas eu fora lenta demais. Alguém já falara antes de mim. Resmunguei, chateada, e resolvi ir para mais perto do professor.

 Professor Kenton tirou de algum lugar que eu não pude ver uma planta enquanto eu me aproximava. A reconheci de imediato das minhas leituras: Hidra. Ele então indicou a parte da planta onde a mesma guardava a água que absorvia e a passou para Rufo, que fez cara de nojo. Bem, família nem sempre é sinônimo de semelhanças. O professor ainda tirou uma conge de não sei de onde. Eu quase perguntei ao mesmo onde havia a conseguido. Eu queria uma dessas faz tempo. Depois do acônito, era minha planta predileta.

 O professor explicou as curiosas capacidades de resistência da planta enquanto eu a observava com atenção. Até parecia gente, a planta. Ele então tocou fogo na mesma e a passou entre os alunos, mas nenhuma das plantas chegou à minha mão. Continuava longe demais dos alunos. Quando o professor nos liberou, fiquei surpresa. Essa fora uma das aulas mais rápidas que eu já tinha presenciado. Observei a conge por mais um momento e então, após pequeno aceno para o meu tio, saí da estufa, tomando muito cuidado para não tropeçar e acabar quebrando os vasos das plantas que ali viviam.
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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Megan B. Lancaster em Seg 17 Jun 2013 - 0:16

Primeira Aula de Herbologia

O burburinho já costumeiro do salão principal estava mais do que irritante aquele dia, ao menos para mim. Impacientemente coloquei a taça de suco sobre a mesa e olhei para a pequena lista de horários que se encontrava sobre o meu colo. Segundo a mesma, a próxima aula era Herbologia e me adiantei ao levantar da mesa e direcionar meus passos até as estufas. Ajeitei a mochila às minhas costas e continuei a caminhar tranquilamente pelo lado de fora do castelo. Enquanto seguia meu rumo até o local das aulas, enrolava as pontas do meu cabelo com a varinha, totalmente distraída e sem me preocupar muito com o horário.

Tinha quase certeza que chegaria a tempo na estufa dois. Quando dei por mim, já me encontrava frente a ela. Adentrei e vi alguns colegas já postos e prontos para o inicio da aula. Evelyn também se encontrava na estufa, apenas lhe sei um sorrisinho e esperei que o professor Lancaster desse inicio a sua aula. Vi o professor adentrar a sala juntamente de um garoto, Rufo. Sorri mais ainda, o garoto dos olhos azuis inesquecíveis então me encarou por milésimos de segundos e desviei meu olhar.

Respirei profundamente e direcionei minha total atenção ao professor. Ele cordialmente nos cumprimentou e deu as boas vindas aos alunos das outras escolas. Ele fez uma breve introdução sobre os assuntos que tínhamos aprendido no ano anterior. – Pois bem, nesse ano entraremos no estudo sobre duas plantas bastante conhecidas, que são as do deserto e as da neve. – Era incrível como meus olhos brilhavam com a simples menção da palavra neve.

Sim, eu sou apaixonada pela neve, não é a toa que minha forma transfigurada era a de um Leopardo das Neves. Mas novamente voltei a minha atenção às palavras do professor. Sua explicação sobre as plantas do deserto era ótima e a capacidade que essas plantas tinham, de ficar muito tempo, até anos, como o professor falara, de ficar sem água era fantástica. Ele então disse que tal capacidade era devido a algo que ela possuía, e que tinha um nome muito difícil de pronunciar, mas que captava a água e as ajudava durante o período em que ficavam sem.

Ele então nos mostrou um pequeno exemplar de uma planta do deserto, se chamava Hidra. E assim como o professor anunciara, a planta era mesmo muito bela. Ele então veio com uma pergunta para nós: – (..) Alguém palpita o que seja Termostander? – Matutei por alguns segundos, enquanto o professor apenas nos observava. Até que ouvi a voz de Stefan responder a questão proposta e sorri ao constatar segundo o professor, que a resposta estava correta. A questão seguinte também demorou a ser respondida, ou melhor, o próprio professor a respondeu.

Retirando a planta do vaso e nos mostrando o a parte da planta que levava o mesmo nome que ela. Pediu para que Rufo nos passasse a planta, para observamos ela de uma maneira melhor. A expressão que o menino teve, me deu imensa vontade de rir. E logo a planta chegava às minhas mãos. A observei detalhadamente e realmente, era uma planta lindíssima e fascinante. O professor logo retirou outra planta debaixo da mesa. – Essa aqui é o Conge, uma planta da neve e é uma das plantas mais resistente do mundo. – A planta da neve que o professor nos mostrava era ainda mais linda e sem dúvidas, muito mais interessante, a meu ver.

Era muitíssimo resistente agüentava tudo o que pudesse acontecer. Reprimi um grito e tive vontade de arrancar a pobre planta das mãos do professor quando o mesmo ateou fogo a ela com um feitiço. Mas após as chamas se dissiparem a planta voltou a seu estado natural e anterior, como se nada tivesse ocorrido. Fiquei ainda mais admirada com toda a sua capacidade de se “regenerar” e voltar ao estado inicial, como se nada tivesse lhe acontecido.

– Não é simplesmente fantástica? Estou encantada com ela! – Sussurrei mais para mim mesma do que para qualquer outro ser que estivesse por perto. Controlava a imensa vontade que tive de me aproximar dela e a cuidar para que nada lhe ocorresse, inicialmente me parecera uma planta muito frágil e delicada, mas ela conseguiu se provar e mostrar o quão forte era. Estava explicito mais uma vez minha paixão pela neve.

Professor Lancaster então resolveu por finalizar sua aula daquele dia e percebi que pela primeira vez, eu havia gostado de estar em meio às plantas. Saí da estufa número dois e segui para o castelo. Por incrível que pareça, estava com muita ânsia de ir a biblioteca estudar um pouco. “Ótimo, agora esta ficando maluca de vez, Meg” Quando tal pensamento me atingiu, não pude deixar de sorrir e continuei meu caminho até estar de volta ao castelo.



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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Qui 20 Jun 2013 - 19:04

Herbologia

Recusei-me a acordar, embora os raios solares penetrantes resistissem para que tal não ocorresse. Movi-me para o lado esquerdo, de modo com que o meu braço pendente fosse sustentado sobre a superfície esverdeada do lençol. O padrão verde dos aposentos comunais deixava-me encantando, tudo ao meu envolto possuía algum detalhe com tal cor. Dando-me por vencido, me posto ereto, apenas com um pijama e pantufas. Capturo meus óculos do criado-mudo, posicionando-os em meus olhos, cumprindo todos os requisitos para ir ao banheiro, executar a higiene necessária. Meus fios capilares estavam em total desalinho e os olhos azulados prosseguiam azulados, sem alguma mudança, afinal, não havia sonhado esquisitices, não é? Eu precisava aprender a controlar tal dom, não posso mudar de aparências em todas as vezes em que algo estranho acontece em algum sonho, não.

Ignorando o cabelo desalinhado — esquecendo-o, para ser exato —, retorno ao dormitório, me preparando para as aulas. Vesti-me com os trajes sonserinos e coloquei, sobre o tecido próximo de meu peito, o distintivo de monitor. Com os óculos já em meu rosto, não precisava de mais algo para poder subir e ir até o local onde ocorreriam a primeira aula do dia.

...

Quase todos os alunos residentes de Hogwarts estavam à mesa, comendo. Os professores, por sua vez, também comiam à sua mesa, não dando atenção aos seus alunos, tagarelavam incansavelmente. Acomodei-me ao lado de Megan.

Boa tarde! — disse, servindo-me da saborosa carne preparada pelos elfos domésticos de Hogwarts. — O que fora aquilo, ontem? — ignorei a comida e passei a olhar fixamente nos olhos de minha companheira de encargo. Nunca reparara em como eles têm um brilho e coloração encantadores antes.

Ouço sua explicação sobre o quão aquele lugar estava perigoso e prossegui boquiaberto. Um licantropo? Lucas, será?, pergunto-me. — Deixou-me sem qualquer explicação por duas vezes, mocinha. Não faça mais isso! — como eu falara daquele modo? Sim, estava indignado com a falta de informação, mas isto não me dava direito de falar daquele modo com uma dama.

Percebo os movimentos de meu pai à mesa dos professores. O mesmo se ausentara e rumava para o lado exterior do salão. O senhor meu pai olhou-me de forma convidativa e lembrei-me de que a próxima aula seria de Herbologia. Papai sempre fora extremamente apaixonado por plantas, chegava até a falar com tais. Gesticulo com minha cabeça, de modo com que ele entendesse que eu já estaria indo. — Me desculpe, preciso ir.

...

Pisoteei sobre a superfície gramínea, rumando para uma das estufas em que as aulas aconteceriam. Usufrui de passadas rápidas e longas, anteriormente, conseguindo perceber um ponto escuro à frente, meu pai. Muitos dos alunos saíram, também, do salão para as áreas externas do castelo. Deveriam estar indo para alguma aula, como Trato das Criaturas Mágicas. Acelerei meus movimentos, tentando alcançar o alto professor.

Pa-papai! — meu coração pulsava enlouquecidamente e gotículas de suor brotaram em meu rosto. — E-eu vou ficar bem, pode deixar — foi o que consegui dizer. O cansaço dos movimentos apressados fora deixado exposto e eu não desejava chegar à sala desse modo.

Prosseguimos por todo o caminho lentamente. Papai depositou sua mão sobre meu ombro esquerdo. Eu não saberia qual estufa me dirigir. Senti-me sortudo em ter encontrado alguém como o professor para me orientar. Estufa números dois, repito as falas de meu pai, mentalmente.

Obrigado, pai. Eu vou ficar bem — a verdade é que estar estudando algo novo com meu pai sendo o professor aumentava a pressão. Tudo deveria ser perfeito, minhas notas devem ser perfeitas. Minhas falas, escritas, ações, tudo. Acomodei-me em uma das mesas, lembrando-se de tudo o que papai houvera dito para minha pessoa quando mais nova. Eu consigo entendê-las, filhote, e elas me entendem, ele dizia. Quantos anos deveria eu ter? Nove?

O falatório dos alunos parou e Kenton iniciou suas falas. Inciou citando as escolas destruídas, fazendo-me relembrar de coisas que já haviam sido esquecidas. Desagradável, aprumei-me ereto, evitando dores futuras. Os antigos primeiranistas — mais da metade dos segundanistas, para ser exato — haviam aprendido o básico de Herbologia. Senti-me deslocado desde o infeliz acontecimento.

Iríamos aprender sobre duas plantas conhecidas: Hidra e Conge. Deserto e neve, respectivamente. Retiro minha pena obediente (também conhecida por de repetição rápida) da mochila, colocando-a sobre um pergaminho que também fora retiro do interior da mochila. Ignoro o trabalho da pena, que escrevia incansavelmente tudo o que o professor — engraçado chamar meu pai de professor, porém, necessário —, pausadamente, dizia. As características da primeira planta foram descritas e o restante dos alunos manteve-se calados, assim como eu.

A caligrafia produzida pela pena eficiente era de perfeito arredondamento, deixando-me extremamente humilhado. Minha caligrafia nunca fora das mais bonitas, em muitas das vezes, ilegível. Papai capturou um vaso e perguntou se arriscaríamos algum palpite sobre o que seria Termostander. Desejei imensamente saber o seu significado, afinal, causar uma boa impressão sempre ajuda. E é notável que uma certa pressão cairia sobre mim. Por fim, outro aluno responde.

A planta fora retirada de seu vaso. A complexa raiz fora deixada exposta e olhei-a atentamente. Raízes menores saíam das principais, passando despercebida para quem não a analisasse de perto. Quando ouço o "passe, Rufo", sinto meu coração pulsar rápido e mais rápido a cada segundo. Hesitei em capturar a planta por sua parte superior, porém, fazendo-o. Com cerimônias, agarrei-a e a trouxe até mim. Minha mão direta já havia sido suja e procurei não me preocupar com isso, posicionei a planta ao ar, pouco mais de quarenta centímetros de meus óculos. As raízes "secundárias" estavam perfeitamente visíveis, permitindo a percepção das "terciárias". Arrisquei apalpar tais raízes, assim fazendo, sentindo partes úmidas.

Percebendo que os alunos próximos também olhavam, passei-a para eles, indicando, assim, as raízes. — Olhem a complexidade das raízes! Notem-na! — senti-me um abobalhado em fazer aquilo, porém, feliz. Sujar as mãos com plantas não era tão ruim, afinal.

A primeira planta passou por todo o espaço, voltando para meu pai. Ele iniciou suas falas sobre a planta que suporta o frio. Imaginei-a em Durmstrang, com aquele frio exagerado, congelando. Será que seria possível resistir? Ah, claro que sim, Durmstrang possuía muitas árvores e vegetação, mesmo que o branco fosse visível em suas copas.

Aproveitando de um feitiço que não identifiquei de imediato, papai produziu chamas contra a planta. Senti um certo desconforto em ver as chamas se alastrando, o senhor meu pai nunca atearia fogo contra uma plantinha, algo estava terrivelmente errado. Quando o fogo fora sumindo e, em seu lugar, cinzas surgiram, lembrei de que elas eram resistentes e que nenhum mal fora causado.

Ouço um "ei, Rufo!" vindo de alguém ao fundo. — Huh? — assustado, me viro e deparo-me com Megan. Sua mão estava sobre meu cabelo e meio que ela estava tentando alinhá-los. — Deuses! Esqueci de penteá-lo! Obrigado! Mas que vergonha! — a vergonha era tanta que pigmentos vermelhos surgiram sobre minhas bochechas, deixando-as rosadas.

Rindo, eu e Megan saímos. Acenei para meu pai. Herbologia não fora ruim, como um companheiro de dormitório houvera dito.

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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Kenton Willians Lancaster em Sab 29 Jun 2013 - 8:15

Notas - Segundo Ano



Christine E. Villeneuve - 6: Enfim, sua aula ficou um tanto que "pausada", você utilizou muitos pontos finais, substitua por vírgulas que ficará melhor. Não interagiu, não ganhou nota, valorizo isso muito. Então da próxima tente conversar com a planta que está sendo estudada (Caso isso aconteça), ou então coloque seus pensamentos à respeito da aula.

Ryan L. Gagerdoor - 8:Admito que gostei da sua aula, muito bem. Gostei dos pensamentos que teve na sua infância antes da morte de sua mãe. Continue assim garoto.

Stefan C. Cavendish - 8: Post muito bom. Perdeu o ponto de ortografia (que abrange a gramática e coesão) por repetir muitas vezes uma só palavra, como exemplo "planta". Só mais atenção quanto à isso, o resto está ótimo.

Evelyn M. V. Hotchner - 7: Senti falta de sua interação, seus posts do ano passado eram bem melhores, e conseguiria um dez se os conservasse. Enfim, ortografia excelente, culta e tudo mais. Parabéns e melhore.

Megan Villeneuve Hugh - 6: Querida, porque copiou minhas falas ? Sabes que detesto isso e tiro ponto mesmo, e como pode ver ficou sem dois pontos em criatividade, um ponto em interação e em originalidade. Ortografia impecável e muito boa, parabéns.

Rufo Villeneuve Lancaster - 10: Muito bem, aula ótima. Parabéns.

Clover Alborne Looken - 6: Houve alguns pontos com pequenos erros ortográficos, seguido também por falta de leitura. Eu havia escrito claramente que lancei chamas contra a planta e não só contra a raiz, afinal, deve ter entendido que só a raiz que é tão resistente, nada disso, é a planta toda. Acho que tem muito para se melhorar.

Lara Chevalier Cavendish - 5: Querida, o que houve ? Não interagiu dentro de sala de aula, não teve muita criatividade, ao menos poderia ter escrito sua demonstração ao pegar a planta e demais. Enfim, peço que melhore, você é capaz de muito mais.

Caterine Poésy Romaric - 8: Ela realizou um trabalho completo sobre os dois assuntos abordados em sala de aula, devido ela não ter sido capaz de realizar a aula. A mesma teria o valor de nove pontos.

+ 20 pontos para a Sonserina graças ao aluno Rufo V. Lancaster
+ 20 pontos para a Lufa Lufa graças graças a aluna Christine E. Villeneuve

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Re: 1ª Aula de Herbologia

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