Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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1ª Aula de Herbologia

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1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Tétis em Ter 11 Jun 2013 - 19:19

Herbologia

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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Kenton Willians Lancaster em Sex 14 Jun 2013 - 18:29

Primeira Aula de Herbologia

Já não fazia tanto tempo que eu havia saído do salão principal, de ter completado minha primeira refeição do dia, de ter saboreado uma excelente torta de não sei o que seja aquilo, e também alguns goles de suco de groselha e também de hortelã com abacaxi, uma delícia, realmente. Eu estava vasculhando um pequeno cômodo do meu dormitório, uma zona completamente, uma bagunça, eram caixas de livros num lado, eram penas num outro, era vassouras, estava parecendo mais um armário velho e empoeirado. Bom, enfim, eu estava caçando um livro que eu usava desde minha infância aqui no castelo, literalmente há muitos anos atrás. O livro tinha variados assuntos e que um destes serviria bastante para minha aula com os alunos do quarto ano, empurrei caixas, retirei caixas, varri, tentei me proteger da enorme onda de poeira, e enfim achei. "Isso, exato, afinal, quem fez essa bagunça ?" - Pensei tornando no meu rosto um olhar sarcástico e irônico, dos meus tão poucos defeitos, organização era o cume delas. E para que a pontualidade não seja um defeito meu, eu já comecei a percorrer o rumo para as estufas de herbologia, exatamente para a de número quatro.

Com o fino livro debaixo dos braços eu me adentro na estufa de número quatro, talvez a maior das demais estufas, mas enfim, para um estudo aprimorado, uma estufa também aprimorada, certo ? Certo. Caminhei até a pequena mesa destinada a mim, diferente da enorme que destinava aos alunos, mas voltando ... , os alunos iam chegando lentamente, como se eu tivesse paciência, sei que mudei de cargo, mas continuo o mesmo, certeza. Enquanto eles iam se posicionando, e ficando com aquele olhar de, "muitos professores foram embora, porque ele não ?", eu fui arrumando meu conteúdo para hoje e também organizando o que puder dentro da grande estufa. - Bom dia, e ... - Programei para dizer "seja bem vindos", mas acho que não seria uma boa ideia. - Enfim, é um prazer tê-los aqui em Hogwarts, novamente ! - Fitei-os com meu olhar super maligno, ou melhor, maléfico, e rapidamente esperei suas reações. - Bom ! Vejo o quão estão dispostos hoje, não é mesmo ? Para começar o ano eu preparei para falar sobre dois tipos de plantas, as briófitas e pteridófitas, mas vamos falar, por enquanto, somente da primeira. - Dei um fim na minha pronunciação e logo retirei de um pequeno copo com água um musgo. Regulei-o na palma de minha mão, era estranho ver aquele corpo verde e cheio de filamentos pontiagudos, aliás, era tão pequeno, será que realmente era como as demais plantas ? Ou seja, era um ser vivo ? - As briófitas possuem uma grande característica das demais plantas, ela é uma planta avascular, ou seja ? - Indaguei alguns dos alunos a fim de sugar algum conhecimento deles, entretanto ninguém respondeu. - Plantas avasculares são as que não têm vasos condutores, impossibilitando-as de desenvolver e crescer como o salgueiro lutador, por exemplo. Inclusive essas plantas medem poucos centímetros e vivem em locais úmidos e sombreados, são bem estranhas não é mesmo ? - Notei somente balanços positivos com a cabeça, nada mais. - Além dessas características que eu citei o corpo deste musgo e dos demais também, possui três partes, oa rizoides, cauloide e filoides. Os rizoides são filamentos que fixa o musgo em seu ambiente, ou seja, a raiz. Cauloide é uma pequena haste de onde parte os filoides, e os filoides são estruturas de clorofila que permite a planta fazer o processo fotossintético. - Logo terminei de explicar e coloquei o musgo no copo de onde estava. Caminhei até o quadro recebendo a atenção de todos, e tentando, desenhei as estruturas das briófitas.

Estruturas das Briófitas:


- "Mas professor, como essas plantas de reproduz ?" - Como ninguém teve a curiosidade fui obrigado a imitar uma voz feminina, típico dos professores nesses casos. - Muito bem, vejo que temas uma aluna interessada. - Os alunos riram por algum momento e retornamos para a explicação. - Existe dois tipos de reprodução para os musgos, o gametófito que é a reprodução através de gametas, e esporófitos que é a fase produtora de esporos. as briófitas, os gametófitos em geral têm sexos separados. Em certas épocas, os gametófitos produzem uma pequena estrutura, geralmente na região apical - onde terminam os filoides. Ali os gametas são produzidos. Os gametófitos masculinos produzem gametas móveis, com flagelos: os anterozoides. - Aguardei um pouco, retirei o musgo do copo e fui mostrando e explicando as estruturas da briófita. - Já os gametófitos femininos produzem gametas imóveis, chamados oosferas. Uma vez produzidos na planta masculina, os anterozoides podem ser levados até uma planta feminina com pingos de água da chuva que caem e respingam. Na planta feminina, os anterozoides nadam em direção à oosfera; da união entre um anterozoide e uma oosfera surge o zigoto, que se desenvolve e forma um embrião sobre a planta feminina. Em seguida, o embrião se desenvolve e origina uma fase assexuada chamada esporófito, isto é, a fase produtora de esporos. - Encerrei minha pronúncia e logo depois repassei o musgo mimoso para os alunos. A aula já estava acabando, o que me impossibilitaria de explicar as pteridófitas. - Meus queridos, não seria meu plano passar um trabalhinho para vocês, mas como visto o tempo não colaborou. Para a próxima aula quero que tragam para mim uma pesquisa completa das pteridófitas, como escrevei no quadro. - Caminhei até a lousa novamente e com um giz amarelo comecei a escrever.

Trabalho Avaliativo sobre as Pteridófitas:


* Pesquise e transcreva para o seu pergaminho sobre:

a) O que são plantas pteridófitas e suas características;
b) Qual a importância dessas plantas para os interesses humanos;
c) Exemplifique cinco tipos de plantas pteridófitas;
d) Reprodução das Pteridófitas;

- Bom, como eu havia dito, é um trabalho e ele será avaliado com notas. Não vou estipular tamanho, quero que sejam diretos e faça o que achar melhor. Podem ir ... ah, e se quiserem pegar uma amostra aqui na mesa, fiquem a vontade. - Depois que distribuiu os musgos para pouquíssimos alunos, eu sai do local juntamente com meu livro que, por ser importante, não foi usado.

[ Trabalho é para ser entregue via MP com assunto "Trabalho - Herbologia - Quarto Ano". A aula terá o valor de cinco pontos, e a do trabalho cinco pontos ]

Informações para as Postagens:


* Aula com menos de 22 linhas serão desconsideradas.
** Não vou cobrar muito a ortografia, bem como eu também tenho pequenos erros.
*** Atenção aos procedimentos das aulas.
**** Não quero erros no template, que causa difícil leitura, por favor.
***** Atenção quanto às cores do post.
****** A aula se encerra dia 29/06 ás 9:00.

Pontos para as Casas:


+ 20 pontos à melhor aula do aluno.
+ 20 pontos à melhor aula da aluna.
+ 30 pontos à pesquisa feita.



Última edição por Kenton V. Lancaster em Qui 20 Jun 2013 - 17:50, editado 1 vez(es)
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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Seg 17 Jun 2013 - 6:02



1ª aula de Herbologia

Mais uma manhã fria se iniciava em Hog. O vento gelado batia no gramado e uns passarinhos infelizes cantavam alguma coisa muito chata, o que me revoltou. – Tá de brincadeira, né? Tão cedo! Esses passarinhos não tem o que fazer, não, hein? – O sol parece que acordou de mau humor. Estava meio cinza, meio tô-nem-aí. Eu, como ele, nem quis levantar direito. A preguiça me dominava. As nuvens sorriam brancas para um dia que elas ajudavam a fazer. O vento que soprava parecia vir do oeste, o que era estranho, pois o que deveria estar trabalhando naquela época era o do leste, só que ele é tipo eu, preguiçoso. Por culpa dos malditos pássaros madrugueiros, eu levantei já possesso. Tomei banho de mau humor, me vesti de mau humor, tomei café de mau humor e fui pras estufas de mau humor. Era aula de Herbologia.

Pelo menos o Tio Kenton, como sempre, estava animado. – Com certeza aqueles passarinhos não cantaram perto do dormitório dele! – Murmurei sozinho e de mau humor. O professor começou com seu ânimo um tanto contagiante a falar de plantas briófitas e pteri-alguma-coisa. Ele mostrava um musgo estranho. “Quê que é isso, mano? Musgo... Eca...” Eu olhava para aquele musguinho com cara de nojo enquanto o docente começou a falar. Virei minha atenção a ele, pelo menos era bem melhor que o musgo feio.

As plantas briófitas eram as coisinhas feias do mundo vegetal. Sem caule, sem folha, sem fruto. Nem tem raízes, as coitadas. É tudo “óide”. Tudo quase. Olhei pro musgo e debochei mentalmente. “Ô, musguinho feio, é tão imperfeitinho. Deve tá morrendo de inveja de mim, né? Eu aqui todo bonito, todo perfeito. E tu ai todo largadinho na água. Credo, mano, tu é feio!” Quando terminei meu papo maluco com a planta, Tio Kenton já falava de reprodução. “E essas coisas se reproduzem, é?” Debochar do musgo fez meu mau humor passar e a vozinha feminina do professor pra uma aluna com dúvida foi hilária... tá, nem tanto, mas eu ri... pelo menos um pouco.

Por incrível que pareça, existe um musguinho macho e um musguinho fêmea que fazem cópula da maneira mais estranha do mundo plantae. O macho produz os gametas flagelados na ponta de uma estrutura que parece um botão de rosa e solta por ai. As coisinhas chegam nas fêmeas através da água, ou seja, o macho não é homem o suficiente para fazer a coisa cara a cara, prefere mandar recadinho. Ele deveria aprender alguma coisa com Salgueiro Lutador, que deve ser um garanhão. Enfim, os gametas flagelados, uma vez nas fêmeas, nadam até o gameta feminino e fecunda, formando o zigoto, que se cresce e fica como um bebezinho sobre a planta-mãe, depois ele cresce mais e vira uma coisinha assexuada, depois cresce, cresce... na verdade não cresce, não cresce e morre baixinha.

“Como assim dever de casa?” – Aff! Eu tava até gostando da aula. Mas agora não gosto mais. – Anotei o que seria preciso pesquisar sobre as pteri-alguma-coisa, esperei o professor finalizar e, quando a aula acabou, cumprimentei Tio Kenton e saí da estufa.


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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Ter 18 Jun 2013 - 18:30

4º ano - Herbologia - Aula #1

Lá estava eu, deitada debaixo das cobertas e m um sono profundo enquanto as outras meninas do dormitório se levantavam, arrumando-se e deixando o local para começarem seu dia normalmente. As cortinas foram abertas, o sol incomodou meu rosto mas apenas tapeio-o com o travesseiro. As garotas faziam barulhos, conversavam, batiam a porta do dormitório mas eu não acordava. Em poucos minutos eu era a única no local, e ainda dormia. Continuei ali pelo que me pareciam horas, até que a porta novamente se abriu e a garota do nariz arrebitado entrou no quarto, fazendo tudo perder o foco. Dizendo algo sobre eu ter perdido as aulas e agora estar como monitora em meu lugar, a voz de Clover era como uma lâmina sobre minha pele, e seus risinhos sarcásticos fizeram tudo a minha volta girar até que eu acordasse. Assustada e atormentada com aquilo me sentei e olhei em volta, já pensando em me levantar e correr direto para as aulas, mas estavam todas dormindo tranquilamente em suas camas, inclusive Clover, que se encontrava na cama do outro lado. Esfreguei os olhos e joguei a coberta para o lado, sentando-me na cama. ”Ai-Meu-Zeus, Jhessy!! Por que motivos esse sonho? Não vai deixar essa garota te atormentar até enquanto você dorme.. Ou vai?!” – minha mente parecia tagarelar por si só enquanto eu caminhava até o banheiro. Depois de jogar uma água bem gelada no rosto e trocar de roupa, encarei a garota de cabelos bagunçados o espelho. ”Santa Morgana! O que aconteceu aqui?” – perguntei-me erguendo uma mecha bem enrolada do meu cabelo. Penteei-o e passei um laço de fita azul com um pequeno laço, deixando a franja bem ao lado do rosto e me forcei a dar um sorriso enquanto me retirava dali. Passei pelo dormitório, onde agora as meninas já estavam de pé, e evitando qualquer tipo de conversa mais longa do que “oi” e “bom dia” segui direto para o Salão Principal, onde alguns alunos já estavam sentados em suas mesas.

Não me demorei muito no café da manhã. Tomei uma pequena caneca de suco de abóbora enquanto saboreava de uma das tortilhas de limão que eu tanto amava e havia sentido falta durante as férias.  Assim que o fluxo de alunos no Salão aumentou e as mesas consequentemente se encheram, assim como as conversas aumentaram, levantei-me da mesa da Corvinal e segui para os terrenos de Hogwarts, onde fiquei a vagar lentamente com os pensamentos a distância. Meu humor não estava lá dos melhores, e eu evitava qualquer pensamento que pudesse me deixar pior, mas as lembranças de minha mãe e meu pai indo embora voltavam a todo momento, e isso não me permitia dar um sorriso sequer, mas também havia me prometido que não choraria nos cantos como antes. Cruzando os braços como se para abraçar a mim mesma segui caminho até as estufas. Passei pela primeira, que tinha sua porta entreaberta, mas ninguém estava ali. A segunda estufa tinha sua porta fechada, e a terceira, bem, nem me dei ao trabalho de prestar atenção, já que vi alguns alunos a entrarem na estufa de número quatro. Um breve e discreto aceno com a cabeça foi o maior cumprimento que consegui dar ao professor ao passar por sua mesa. Ajeitei-me atrás da enorme mesa disposta aos alunos e dei um leve aceno para Lucas enquanto o restante dos pouco alunos entravam na estufa.

Todos os alunos se organizaram em seus lugares e então o professor deu inicio a aula, cumprimentado-nos e dizendo "o quão estávamos dispostos". Aquelas palavras pareciam estar sendo focadas diretamente a mim, e imaginei se eu estava com tanta cara de tédio assim. Soltei um longo suspiro e me endireitei enquanto ele começava a explicação em si. "Briófitas e pteri-quem?!" - fiz uma careta ao perceber que eu não estava muito focada na aula. "Jhessy, Jhessy! Concentra.. Olha as notas!" - imediatamente o sonho, ou seria melhor, o pesadelo voltou a minha mente, mas eu logo deletei, permanecendo super focada ao que o professor retirava um musgo de um copo ajeitando-o em sua mão. "Argh! Que Zeus não permita que isso tenha que passar de mão em mão!" - implorava enquanto o professor nos fitava, querendo uma possível resposta sobre o que seriam as plantas avasculares, mas como ninguém se prontificou ele deu continuidade. "Não possuem vasos condutores + não crescem e nem se desenvolvem = Plantas avasculares." - fiz uma nota mental, tentando arquivar em minha mente aquela informação e acenando positivamente ao concordar que aquela plantinha era um pouco estranha.. E como era. Mais notas mentais surgiram com a explicação, porém, vez ou outra eu me pegava desviando o olhar para o outro lado, na direção do... "Rizoides = raiz. Ponto. Mas o caulóide é uma pequena o que de onde partem os o quê?! E esses são estruturas de quê que permitem a foto-quem?" - comecei a imaginar se eu não iria precisar pesquisar mais sobre aquela matéria mais tarde ou até da ajuda de outros alunos. Eu realmente não estava conseguindo entender nada sobre o assunto. Ou será que não estava prestando atenção o suficiente? 

Voltei minha atenção para o quadro quando o docente começou a desenhar. Uma risadinha escapou de minha boca quando o professor fez uma tentativa falha de imitar uma aluna interessada na aula. Eu não fui a única a rir, mas assim que todos fizeram silêncio novamente o professor voltou ao foco da aula. Começou a explicar como as plantas se reproduziam e eu fiquei a tentar mentalizar aqueles nome dificeis que ele falava a todo momento. "Dois tipos de reprodução: gametófito  e esporófitos. Melhor eu não esquecer esse nomes!" - tagarelei mentalmente, repetindo toda a explicação do professor em minha mente a fim de não esquecer como aconteciam cada uma daquelas reproduções. Acabado sua fala, prestei atenção em algo que passava de mão em mão pelos alunos. - Essa não.. Tenho que começar a não falar as coisas cedo demais!" - afirmei ao ver o garoto ao meu lado a me passar o musgo. - Argh! Que gasturaa.. - resmunguei ao colocar o pequeno musgo em minha mão para olhá-lo melhor, por mais que estivesse incomodada, queria ver melhor o que o professor havia desenhado ao quadro. Virei-me para passar o musgo para o aluno do outro lado e corei ao sentir minha mão á tocar na de Gary, meu amigo grifino. Virei imediatamente para frente, esperando de verdade que ele não tivesse reparado e me concentrei no que o professor falava. "Trabalho.. Mais já na primeira aula? Que saco!" - minha mente falava por si só, voltando a prestar atenção no quadro quando o barulho do goz a raspar no mesmo me causou leve irritação. Não estava muito a fim de copiar nada, tanto que não havia retirado nenhum pergaminho ou pena de minha mochila até então, mas tive de limpar minha mão e retirá-los de lá para copiar o que se encontrava no quadro a frente da turma. "Já vi que passarei a tarde na biblioteca.." - revirei os olhos. Guardei novamente minhas coisas e deixei a estufa, sem ousar levar uma daquelas amostras comigo, só esperava que o professor não se importasse com isso.

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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Gary V. Lancaster em Seg 24 Jun 2013 - 17:49


1ª Aula de Herbologia
 



Respiração ofegante, passos pesados marcando a terra úmida árvores tão juntas que a passagem da luz era interrompida pela copa das árvores, o sentimento de medo era crescente por mais que corresse não conseguia escapar do que me perseguia.. as sobras atrás de mim pareciam ainda mais teno as em trevas cheguei até uma área semicircular formada por um paredão de rochas não havia saída  e não havia volta porque aquilo se aproximava antes que ela me alcança-se dei um uivo e tudo se escureceu.

Acordei de uma vez respirado pesadamente pigando em suor, olhei em volta todos no dormitório ainda estavam dormindo olhei na direção da janela a manhã não tinha chegado "preciso de um banho!" sai em direção ao banheiro da comunal onde enchi uma banheira e fiquei ali a pensar no que havia me sucedido sonho "fora apenas um pesadelo nada de mais"

Após terminar de me arrumar me dirigi até o salão principal onde fui um dos primeiros a chegar lá só estavam mais um cinco alunos dois sentados na mesa da corvinal, um sonserino mal humorado e de nariz levantado como se fosse o dono do mundo e outro na mesa da lufa-lufa tomando calmamente o seu café da manhã. Me sentei na mesa da grifinória ainda deserta, comi uma maravilhosa panqueca com mel e uma omelete junto com um copo de suco de Laranja concentrada.

[...]

Quando entrei pela estufa de número quatro o meu tio Kenton já estava a nossa espera no caminho dei uma olhada rápida para Jhessy o que me vez soltar um risinho. O docente nós deu as boas vindas e com um "vendo que vocês estão dispostos" o que não era bem verdade, ele disse que nos ensinaria sobre as briofitas a outra era Pteri.. alguma coisa.

Nessa hora peguei um rolo de pergaminho, um tinteiro e algumas penas, enquanto isso o professor metia a mão dentro de copo d'água e tirava um musgo empapado explicando em poucas palavras que aquilo era uma briófitas sendo assim eram plantas avasculares não tive tempo de questionar o que seria isso antes meu tio respondeu anotei no pergaminho. Continuou explicado mencionado as partes dela o que não ficou muito claro na minha cabeça sendo esclarecido só após um desenho um pouco mal feito do docente foi que consegui entender sobre o que ele se referia.

Eu era longe de ser um gênio em Herbologia se consegui boas notas, boas na medida do possível é verdade, era por esforço mesmo, mas talvez precisasse começar a gostar dela já que estava pensando em seguir a Medibruxaria quando me formar. Depois de uma imitação sua de uma voz feminina o que arrancou rizadas de toda a turma ele continuou falando sobre zigotos, anterozoides, gamelofitos etc.. não entendi absolutamente nada anotei tudo precisaria estudar aquilo uma outra hora "Quem sabe Jhessy possa me dar uma ajuda (riso)".

A aula estava no fim antes de nos liberar ele nos passou um trabalho anotei os itens. Após organizar meu material saiu da sala.








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Re: 1ª Aula de Herbologia

Mensagem por Kenton Willians Lancaster em Sab 29 Jun 2013 - 8:07

Notas - Quarto Ano



Lucas B. Villeneuve - 9: Aula excelente, muito interativa e criativa, anda mais na parte que você escreve sobre a reprodução das briófitas. Só achei que teve a ausência de conteúdo no seu trabalho sobre as Pteridófitas. Parabéns, orgulho de ter um aluno assim.

Jhessy Pierce Cavendish - 9: Aula excelente, boa ortografia e normal culta, excelente narrativa e interação.

Gary V. Lancaster - 6: Faltou grande coisa, como uma boa interação seguida de uma criatividade maior. Melhore, você é capaz menino.

+ 20 pontos à Lufa Lufa graças ao aluno Lucas B. Villeneuve.
+ 20 pontos à Corvinal graças a aluna Jhessy Pierce Cavendish.

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Re: 1ª Aula de Herbologia

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