Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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Jardim Encantado

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Jardim Encantado

Mensagem por Danorum em Sex 14 Jun 2013 - 9:53


Jardim Encantado



O Jardim Encantado abriga inúmeras espécies florais, o que provoca na visão humana um show de cores, um espetáculo magnífico natural. Nas duas primeiras semanas da Primavera, as flores mudam de cor constantemente durante os dias que se passam, o que faz com que o Jardim se torne incrivelmente bonito. O odor floral cativa qualquer olfato.

Existem bancos para até três pessoas em várias partes do jardim. Há também mesas de pedra comportando quatro bancos também de pedra ao seu redor. Tudo no local proporciona muito prazer, conforto e serenidade.
Família Villeneuve

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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Christine L. Villeneuve em Sab 11 Jan 2014 - 16:19


Picnic!
"Such a lovely place to be with friends."

Eu e Meg havíamos dialogado toda a noite, desde a ordem autoritária para ir dormir até à hora estrategicamente combinada de furto da cozinha. Os nossos temas de conversa giravam em torno do ponto alto do dia:  o tão aguardado piquenique dos jovens, organizado em completo sigilo dos adultos À meia-noite exata, por entre a escuridão belissimamente iluminada do Jardim Encantado, todos os envolvidos deveriam encontrar-se no núcleo do ponto, para uma pequena ceia repleta de suculentos doces, risos e brincadeiras.

Depois de incontáveis vezes de recorrer ao relógio para ter noção do tempo, as tão aguardadas onze horas chegaram. Coloquei as minhas aconchegantes pantufas e peguei no meu fiel panda de pelúcia, com o qual eu havia partilhado as mais íntimas e profundas conversas no passado. - Não faças barulho- Observei para Megan, segundos antes de tropeçar na porta do quarto de ambas e fazer cair todo o vasto conteúdo de uma prateleira em cima da minha esbarrada corpulência. Primeiramente, uma expressão de inevitável preocupação esboçou-se no rosto da Slytherin, mas rapidamente se dissolveu em risos, tal como acontecera comigo. Levantei-me com alguma dificuldade e o auxílio da amiga, e depois do pequeno incidente a aventura prosseguiu.

Quaisquer tipos de dúvidas acerca da minha possível habilidade de espionagem foram completamente absolvidas. Eu chocava contra todos os móveis, caminhava pesadamente e falava excessivamente alto. Não que me faltasse uma certa discrição, mas toda aquela situação peculiar e de pressão exercia efeitos negativos sobre mim. Por exemplo, a minha face desajeitada aumentara ainda mais, o que era inegavelmente um feito incrível. Por outro lado, Megan soava como uma brisa, uma pena, deslizando suavemente pelas ténues aragens. Os ruídos mais sonoros que emitia eram precisamente os de alertar-me para ser mais discreta o que, diga-se de passagem, era inútil.

Alcançámos o patamar da cozinha, ambas manifestando infantis gargalhadas. -Trata dos doces, eu levo o alho-  Referi a Meg com o meu vincado e algo exagerado sotaque britânico, sendo correspondida com uma demanda e um rosto confuso -Alho?- Perguntou ela, ligeiramente atordoada. -Sim, claramente. Segundo as minhas mais recentes experiências, o alho afasta os narguilés. Menos algo para nos preocuparmos- Sorri e, por alguma razão que até hoje desconheço, Megan franziu o sobrolho, duvidosa. Bem, é verdade que eu sempre enfrentei um terrível cepticismo dos Villeneuve em relação às minhas teorias, porém conservo em mim toda a convicção de que elas são verdade.

Depois de encher as minhas mãos de alhos, polpa de tomate e algum queijo, segui a morena que se via com algumas dificuldades para transportar toda a grande quantidade de doces que, supostamente, deveriam estar repartidas para as duas. - Queres ajuda?- Indaguei ternamente, porém ela abanou a cabeça, num gesto sapiente e preventivo -Deixa estar- Ensaiou um sorriso que ocultava o real motivo da negação: qualquer tipo de ajuda da minha parte resultaria num tremendo desastre.

Percorremos o exterior da mansão com os mantimentos nas mãos, braços e blusas, ambas silenciosas e mergulhadas individualmente em planos ansiosos. A temperatura era amena, sendo dotada amiúdes vezes de sopros abafados. Alcançámos o destino depois de algumas quedas de suprimentos indesejadas, chegando o lugar com cerca metade do recolhido inicialmente. As luzes noturnas do florido lugar espalhavam-se regularmente por entre os altos e imponentes arbustos. De dia era belo, pela obscuridade revela-se fascinante. O odor agradável a natureza originava uma dança de sensações nos nossos olfactos. Felizmente, tal deleitante cheiro cobriu o do alho, incentivando-me a espalhar um pouco deste pelo trilho ornamentado. -Assim eles não entram, podes ficar descansada- Disse para a minha companheira, determinada que estava a fazer algo que contribuía para o bem comum.

Alcançámos o centro do recinto, onde os restantes desordeiros se encontravam reunidos com os seus roubos já aglomerados num improvisado pano de piquenique. -Porque demoraram tanto?- Perguntou Mel rumando aos nossos braços para ajudar a carregar o fardo até ao círculo de gula. Megan fitou-me entre risos femininos, e eu delineei um sorriso algo culpado no meu semblante. Sem mais palavras, todos calcularam o que havia ocorrido e, assumindo por experiências anteriores que eu era mesmo assim, ninguém comentou a minha falta de aptidão para situações sigilosas. Nós sentámo-nos e o "banquete" iniciou-se. "Doces!", Matutei gulosa ante a frota de guloseimas.

 


Notes: Candy!; Tags: Meg, Mel, Bran and Rufo ; Wearing: This.

Thanks Maay From TPO.




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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Brandon S. M. Drakhale em Sab 11 Jan 2014 - 18:01

Sun and Summer

Fora de grande agrado para mim ser convidado, por minha madrinha, à vir passar as férias na estimada Mansão da Família Villenueve. Muitos dos Villenueve conviviam diariamente quando estadiam em Hogwarts, comigo, e muitos deles, com provas concretas, posso dizer que são ótimas pessoas.
Desci as escadas, saindo do quarto de hóspedes, que fora gentilmente cedido à mim, com o intuito de encontrar o restante das garotas, que haviam sumido, em um piscar de olhos. O hall, assim como comprovei, estava vazio. Nenhuma viva alma à vista, e, pelo silêncio extremo, elas , provavelmente, não estariam no interior da mansão. Só havia uma escapatória: Estariam no Jardim, ou em qualquer lugar no exterior da casa. Mas, a probabilidade de estarem, expecificamente , no jardim, eram altíssimas. Talvez, pelo fato de ser o lugar mais agradável da residência, de fato.
Caminhei pelo piso bem polido, até a entrada da grande casa. Empurrei a porta com abas duplas, que davam acesso aos terrenos. A noite estava deslumbrante , porém, quente, mas não me desanimei, continuando à caminhar. As borboletas, que eram muito comuns por ali, e ainda mais presentes, devido ao clima dessa época, perambulavam coloridas por toda a dimensão dos terrenos. Flutuando nas moitas, ou envolvendo-se entre os galhos das altas árvores, davam um toque de beleza especial ao cenário e à paisagem do local, que por si só, já era de se encher os olhos.
Ao longe, pude ouvir risadas características e familiares. Pareciam vir de Christine. Fui guiado pelo som, e caminhei, entre as moitas, com o intuito de pregar um pequeno susto nas garotas. Emprego o plural, pois, provavelmente, Megan estaria junto à Chris. Talvez por não se desgrudarem, ou pelo fato de Christine estar à gargalhar. Ela não ficaria falando sozinha, não é mesmo? Aliás, não duvidaria muito. A garota não parecia ser muito normal, não que o esteriótipo de "Anormal" seja ruim, ou negativo. Eu mesmo, na maioria das vezes, não sou nem um poco normal. E na minha sincera, porém não tão correta, opinião, normalidade é sinônimo de chatice, e francamente, quem deseja uma vida monótona?
Caminhei mais adiante, até poder observar Christine,juntamente com Megan, que sorriam, sentadas sobre um pequeno lençol. estavam fazendo um piquenique, o que era bem legal num dia tão quente e abafado. Caminhei um pouco mais a frente, à ponto de observar as guloseimas que estavam sob o lençol xadrez, estirado sob a grama. Aquilo seria interessante, e meu estômago roncava, à menção de comida. Mas não comeria, antes de pregar a peça que estava planejando.
Me escondi por trás das altas moitas, e me adiantei, mirando meu corpo contra o local onde estavam. Tomei um leve impulso, e inclinei meu corpo para frente, gritando um forte "BUUUUUUUUHHHHH".
Após ouvir os gritos das garotas assustadas, não consegui, tampouco tentei, sufocar as altas risadas.
- Ora, ora! Estou com fome, garotas!
THANKS Merida at NLE


The magic is in the shoes of those who feel
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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Sab 11 Jan 2014 - 20:11


and i'm feeling good
O
motivo de o jovem Rufo estar tão confortável consigo mesmo? Nem o mesmo sabe. Apenas acordara em uma um final de tarde após adormecer enquanto lia um raro exemplar de um belo e nitidamente clássico de Edgar Allan Poe, um nascido-trouxa de conhecimentos dignos de respeito. Seus lençóis eram encontrados notoriamente emaranhados perante a corpulência frígida de Rufo, mas este pouco dera importância, somente erguera-se, espreguiçara-se e fitara sua vidraça de possível vislumbrar para o verdejante gramado defronte ao chalé onde vive. "Ah, look at all the lonely people!", cantarolara enquanto suas passadas moviam-no ao espaço onde realizaria sua crucial higiene, seu timbre vocal em um completo desastre. "Ah, lo-o-k at all th-e-e lonely people!", prosseguira com seu cantarolar porquanto em seus esbranquiçados dentes um produto congruente aos nascidos-trouxas ocasionava ao prolongado e costumeiro bom hálito. "... people!", cessara suas cantorias, rolando suas íris azuladas por suas vestes: frouxas peças que facilitaram seu período de sono, mas que não iria ao exterior com estas por ser realmente desgrenhadas e antigas.

Suéter de listras cinzentas e pretas, os alinhados fios capilares escorrendo-lhe por sua testa, expressando um quê rebelde. Os óculos contrastando com suas órbitas de íris charmosas e hipnotizantes. Seu exemplar de autoria de Poe era encontrado aberto sobre os lençóis, logo Rufo o capturara e depositara em seu devido espaço rente o restante de seus livros. Os livros lhe eram presenteados por seus parentes, sua figura paterna e... Nicolette. Nicolette era quem lhe presenteava com mais livros. Amontoados por mês. Até quando o sonserino estava em Durmstrang as corujas chegavam com as pilhas. O jovem bruxo nitidamente relembra-se de como sua corpulência minúscula de primeiranista movera os amontoados ao quarto andar, onde os aposentos comunais de Khipogrfia jaziam. A vista da vidraça do simplório aposento de Rufo era contrário ao esbranquiçado tom visível aos terrenos de Durmstrang, porém veementemente estes pensamentos esvaíram com o vislumbrar do pôr-do-sol defronte. As matizes de laranja mescladas ao amarelo refletidas no azul de seus olhos e em seus óculos também. Belo e sem dúvidas um reforço ao bom humor de Rufo.

Mesmo sendo adotado, Rufo sentira-se confortável desde o primeiro momento, quando pisoteada o mármore ricamente adornado e polido do saguão onde o sonserino jazia inerte em seus pensamentos neste ponto. Sua mão esquerda estava repousada no material gélido do mármore das escadarias e era notória a presença de Rufo acomodado inerte no quarto degrau. A música na qual cantarolara nos minutos anteriores ecoava em seu pensar, mas  este recusara-se a cantá-la em um ambiente "público", onde seus familiares ou pior, Megan, poderiam estar à espreita observando-lhe. À frente horas de espera para o momento cobiçado chegar, Rufo estava mergulhado em um incessante tédio congruente para todos os finais de tarde. Pegara um livro, então, e desatara a lê-lo em seu silencioso modo. Seu pulsamento cardíaco rítmico e notório perante o silencioso perímetro do saguão.

Não trocara de suéter, continuara com seu listrado de tons pretos e cinzentos enquanto marchava pisoteando o gramado aparado e verdejante das dependências dos Villeneuve. O piquenique seria em três minutos, matutara; mas não era longe. O jardim tão amado por Aimée estaria logo defronte o garoto. Poucas passadas de espeçamento e velocidade medianos e o mesmo era encontrado entre ramos de rosas e flores desconhecidas que exalavam um odor dócil e irritadiços caso Rufo estivesse em seu péssimo humor. Entrementes não, Rufo prosseguira ignorando o que seus sentidos captavam, excluindo os burburinhos alegres dentre algum dos altos ramos... Ah, aí estão eles. Claramente o último a chegar, em exato um minuto para meia-noite, Rufo acomodara-se nas imediações de Megan e Christine. Aprumara seus óculos que deslizaram levemente em seu nariz e prosseguira batucando em sua perna entrelaçada o ritmo de Eleanor Rigby dos Beatles.

 
 
 




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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Mel V. Lancaster em Dom 12 Jan 2014 - 0:12

Picnic e desastres
Friendship is a love that never dies.


Apenas pessoas incrivelmente malucas marcariam um picnic à noite, longe do olhar dominador e preocupado dos adultos. Essas pessoas tinham nome: Megan e Christine. É claro que eu adorara a ideia. Comida, amigos, risos de graça e estrelas. O céu repleto de estrelas.
Fora com enorme alegria e sensação de aventura que eu abri ligeiramente a porta do quarto. Agora eu entendera o motivo de ser às escondidas; significava aventura. Olhei para os dois lados do corredor, mas nenhum movimento ou barulho era perceptível. Com cuidado egueirei-me para fora do quarto. Agora começava um processo de extremo cuidado até a porta. Eu costumava ser desestrada, mas precisava me empenhar agora. Qualquer barulhinho e eu correria o risco de chamar a atenção de alguém, ser descoberta e acabar com o picnic. Por isso, retirei os sapatos. Carregava em uma das mãos o calçado e na outra uma pequena mochila com o pano que usaríamos para cobrir o chão. Os outros levariam a comida.  
Andei contando os passos pelo corredor. Passei por cerca de cinco portas até chegar à escada. Então eis a pior parte, pois alguns dos degraus cantavam ao serem pisados com força. Mas eu tive o cuidado de detectá-los horas antes. Mas como eu conhecia minha lerdeza, pisei de leve em todos os degraus.
Menos no último.
Confiante de que o pior passara, me joguei no último degrau. E ele cantava. O barulho fora realmente alto.
-Por Morgana!!- deixei escapar, piorando a situação. Coloquei a mão na boca e corri em direção à porta e a abri sem cuidado. Apenas esperava que ninguém tivesse despertado com o barulho que eu fizera. Saí desesperada pelo jardim, em direção ao local que havíamos marcados.
Quando senti que não seria ouvida nem pelo mais potente ouvido, me acalmei. Pude, então, reparar na beleza daquele lugar, incrível no dia, e simplesmente espetacular pela noite. O Jardim Encantado estava hoje com suas flores no tom azul. Azul escuro. Eu nunca o vi tão lindo e mágico. O doce odor também era admirável. Estendi o pano por detrás de uma sebe, escondendo-nos de qualquer curioso com intenções de acabar com a alegria de uma criança esfomeada.

Sentei-me e esperei. Esperei bastante. Já começara a ficar nervosa, quando Chris e Meg finalmente apareceram. Me levantei e segui até elas.
-Porque demoraram tanto? - perguntei indignada. Pergunta que foi respondida com risinhos e eu soube o que era.
Tomei um dos pacotes que elas traziam e coloquei sobre o pano. Elas fizeram o mesmo, com os que carregavam. Abrimos e eis a maravilha. Minhas mãos automaticamente seguiram para as Varinhas de Alcaçuz. Era a coisa mais gostosa que eu já provara.
-Mas… Onde está o suco de Abóbora? - perguntei.
Elas nem sequer tiveram a consideração de lembrar que eu não vivo sem suco de abóbora. Falsamente indignada, peguei duas varinhas de alcaçuz, imaginando que elas poderiam acabar, e me levantei. Segui apressada para a Mansão, mordiscando o doce. Que na verdade era azedo. Mas ficaria estranho dizer “azedo”. Então que seja doce.

Abri a porta vagarosa. Para minha sorte, não, ela não era barulhenta. Fechei-a atrás de mim e rodeei o Hall com os olhos.
Onde exatamente ficava a cozinha?
Não me lembro de ter entrado nela nenhuma vez. O que era estranho, pois esse costumava ser meu lugar favorito em uma casa. Forcei a memória e tentei raciocinar pelo óbvio: os locais em que ela não estaria. Eu conhecia as salas, o salão de jogos e a biblioteca. Eu não sabia o que havia além, mas algumas das portas deveria ser a correta. Segui para a primeira que eu nunca havia entrado, mas eis que era um local imenso e muito lindo, com cerca de dezenas de mesas, um palco, um bar… Não era a cozinha. Definitivamente. Mas não nego que senti vontade de entrar. Porém, fechei a porta e continuei a busca.
A segunda porta era dela. Uma cozinha não tão grande, mas apropriada.
-Lumus. - murmurei ao pegar a varinha.
Com a luz, consegui localizar a geladeira. Ou melhor as geladeiras. Imaginei que os sucos estariam na geladeira da esquerda, portanto, fora essa que eu abri. E meu palpite estava correto. Lá estava ele, disposto em uma grande jarra no meio do equipamento produzido para gelar. Peguei a jarra com um pouco de dificuldade, pois estava pesada, e a levei para a mesa. Então ergui a varinha mais alto. Precisava dos copos. Não foi difícil encontrá-los, porque estavam à pia, secando. Peguei uns cinco e…
Como levaria uma jarra pesada e cinco copos para o exterior da mansão?
Eu era fraca e desajeitada… E se por acaso eu levasse só um copo? Megan me mataria. Raciocinei até lembrar que eu era uma bruxa.
- Mobiliarbus. - pronunciei, apontando a varinha para os objetos de vidro. Precisaria de muita concentração. E se por um descuido alguns dos copos caísse? Preferi levar a jarra em meus braços, por isso a abracei com cuidado. Ergui a varinha e a inclinei. Os copos seguiram para a direção que eu apontara.
Respirei fundo e segui para a porta da cozinha e depois para a do Hall. Graças a Merlin, nada de errado ocorreu. Nenhum imprevisto. Não demorou muito para que eu andasse pela grama do jardim.

-Voltei! - disse animada, pulando a sebe e deixando algumas gotas do suco espirrar nas minhas vestes. Não encontrei em volta do círculo apenas Meg e Chris, mas também o misterioso Rufo e… Um dos copos caiu no chão e se espedaçou.
Brandon se levantou e me ajudou com os copos que restaram. Fitei-o por um instante e senti um engasgo na garganta. Tentei dizer “obrigada”, mas não saiu.
O que ele estava fazendo ali?
Não que eu não gostasse, só não encaixava.



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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Megan B. Lancaster em Dom 12 Jan 2014 - 16:22

Spies Like Us!
O

mais complicado de tudo em nossa aventura era simplesmente fazer silêncio. Andar pela mansão não era tão fácil quanto parecia e o som parecia se propagar ainda mais. Fora isto, arrumar uma maneira de avisar a todos de que teríamos de nos encontrar exatamente quando o relógio batesse meia noite, parecia tão simples quanto encontrar um unicórnio na Floresta Proibida. Passara boa parte do dia matutando com Christine sobre como deveríamos agir para não sermos pegas. E agora, ali deitada em minha cama, mal podia esperar para por nosso plano em ação. O som que se fazia mais alto no quarto era o de nossas respirações e o badalar do relógio indicando que estávamos próximo do horário. Ouvi Chris se mexer na cama e levantar-se, segui imediatamente seus movimentos, sentando-me na cama e analisando minhas pantufas azuis com garras.

Enquanto analisava-as emiti um riso baixo, chamando a atenção de Chris.  — Desculpa. — Sussurrei enquanto calçava as pantufas e a seguia para for a do quarto em direção a cozinha. Mas parecia mesmo que estava no sangue dos Villeneuve o dom de não ter coordenação motora e a falta de aptidão para passar desapercebido pelos lugares. Mal acabara de absorver o aviso de Chris para fazer silêncio e ela mesma acabara por desfazer o que havia dito. Uma quantidade absurda de itens, apesar de serem pelúcias inanimadas, fizeram um significativo barulho ao cair sobre a texuga. Rapidamente preocupei-me em ajudá-la a recompor-se, desejando mais que tudo para que ninguém houvesse escutado o nosso ‘despertar’.

Chris tomou a dianteira e seguiu a minha frente, cuidando a cada instante para que ninguém aparecesse. O que seria quase improvável, já que minha companheira de aventura a cada instante fazia um barulho maior que o anterior.  Parecia que Chris andava com os olhos vendados e se batia em tudo. Eu tentava evitar os risos, mas era praticamente impossível. Mas também não poderia falar muito, minha situação era um pouco semelhante a dela, vez ou outra acabava por me chocar com um móvel. Parecia até mesmo que eles haviam criado vida própria. Sem falar no fato de que a casa parecia muito maior a noite e no escuro. Um simples Lumos parecia não bastar. Será que um Lumos Solem resolveria?

Meu temor quanto ao barulho aumentou ao nos depararmos com a escada. Era do conhecimento de todos o quanto ela era barulhenta, mas tentei pensar em alguma maneira de não fazê-la despertar os demais. — Dê-me sua mão e tente não fazer tanto barulho. — Sim, era um aviso desnecessário e inútil, mas não custava nada repassá-lo. Quando por fim chegamos ao solo firme e nada ruidoso, nos encaminhamos em direção a cozinha da mansão.

O que levaremos? — Tínhamos conversado a tarde toda sobre tal assunto, mas sobre o que levar de fato não era muito certo, não havíamos chego a um consenso. Chris orientou-me a levar os doces enquanto ela levaria o alho.. — Alho? — Repeti, pensando não ter entendido o que ela levaria realmente. Mas após uma explicação sua de qual seria o motivo para levá-lo junto, apenas fiz uma careta e fui em busca dos doces. Parecia estar fazendo compras na Dedos de Mel, havia de tudo um pouco. Resolvi por pegar um pacote de cada e no fim percebi que era bastante, até mesmo para apenas nós. E apesar da minha aparente dificuldade em carregar tantos doces, consegui equilibrá-las e seguir adiante.

Me esquivei da ajuda de Chris. Ela já quase desmontara a casa enquanto andava de mãos vazias, imagina então com os doces em sua posse. Apenas neguei com a cabeça e tratei de partir em direção aos jardins, esperando que já estivesse alguém a nossa espera. — Vamos Chris, já devemos estar atrasadas. — Rapidamente já estávamos do lado de fora da mansão. O jardim fazia jus ao seu nome, realmente era encantador. O perfume emanado pelas flores era inebriante, mas tomei o devido cuidado para chegar com os doces a salvo no local combinado. Chris estava mais silenciosa também, ou talvez estivesse concentrada em protegermo-nos dos narguilés, porque eu não ouvia mais seus tropeços e similares.

Quando finalmente chegamos ao lugar combinado com os demais aventureiros, Mel já se encontrava por lá e parecia ter começado os preparativos. A ruiva veio ao nosso encontro e ajudou-me a carregar os pacotes de doces nos questionando sobre a demora. Olhei de imediato para Chris e sorri em cumplicidade ao que acontecera. E por fim nos sentamos no pano xadrez que estava estendido pelo gramado. — Trouxe um pouco de cada: feijõezinhos de todos os sabores, sapos de chocolate, varinhas de alcaçuz, sapo de creme de menta, caramelos, gotas de limão e bombons. — Posteriormente ouvi a indignação de Mel, reclamando sobre havermos esquecido o suco de abobora.

Revirei os olhos capturei uma das varinhas de alcaçuz. — Desculpa Mel, eu acabei esquecendo de trazer o suco. —Mas afinal, como eu iria trazer se estava com as mãos totalmente ocupadas? Mel levantou-se e saiu andando de volta para a mansão. E a conhecendo como eu a conhecia, ela certamente havia ido buscar o suco. Não demorou para que Brandon se juntasse a nós, aproveitando para tentar nos assustar. O que não surtira o efeito desejado, mas sim risos por parte de nós. Estávamos quase todos ali já, faltavam apenas a presença de Rufo e Mel. Quando percebi que Mel já regressava, fazendo com que o jarro de suco flutuasse diante de si, Rufo juntou-se a nós.

Lhe sorri e abri espaço para que se sentasse onde estávamos. — Finalmente, Mel! — E como a prova definitiva de que nossa família não levava o minimo dom para delicadeza e precisão em seus movimentos, Me conseguira fazer com que um copo se espatifasse no chão. Não pude evitar de rir diante do constrangimento da ruiva. Sim, era maldade, mas eu me divertia a custa do atrapalho da minha prima.

vestindo isso em um piquenique a meia noite, com Chris, Mel, Brandon e Rufo, no jardim.



better a monster,
then an arrogant
god.


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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Bran V. Bringstrow em Dom 12 Jan 2014 - 16:57

Don't cry, little child!
O pequenino havia acordado com pesadelos novamente. O vento batia nas janelas do pequeno chicoteando-as e fazendo o menino sentir mais medo. Dando um pulo da cama, Brandon saiu correndo, e indo em direção ao quarto da mãe. Sabia que ela não estava lá, mas não custava nada tentar. Seguiu para o quarto do pai, que também não estava, e por fim foi em direção ao quarto de sua irmã, Megan. Esta também não estava no local. Ao olhar pela janela dela, percebeu que algumas pessoas estavam reunidas no jardim da propriedade, então decidiu ir até lá.

   Descendo as escadas encontrou algumas pessoas que não conhecia, assim como seu primo Rufo e sua irmã. Megan. Megan? MEGAN! O garoto, vestindo um pijama verde (completo, que descia desde o pescoço até a sola de seus pés, servindo de pantufa. A vestimenta apenas possuía uma abertura atrás.)  e carregando um ursinho que arrastava-se no chão, correu até a irmã, abraçando sua perna. Sem dizer nada.

tagged ----- • wearing PIJAMINHA FOFO • place JARDINS • music O que é que tem na sopa do Branzinho? • notes u.u • thanks juuub's from @ cp !
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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Christine L. Villeneuve em Dom 12 Jan 2014 - 18:16


Picnic!
"Such a lovely place to be with friends."

Por muitas conversas que a ocasião pudesse ter proporcionado, eu estava concentrada nos suculentos doces inocentemente distribuídos perante mim, cada um com uma diferente exclamação para ser deglutido. Inicialmente limitei-me a retirar algumas varinhas de alcaçuz, mas depressa tal quantificador se expandiu a imensas. Uma por uma e somando os sapos de chocolate ao exacerbado consumo, formou-se uma camada de resíduos deliciosos em volta da minha mão, dedos e rosto no geral. Como seria de esperar de alguém como eu, achei mais sapiente resolver o problema através de infantis lambidelas no chocolate disperso. Depois de não receber nenhum tipo de reação e constatar que o grupo se havia dividido em pequenas frações, concluí que seria mais proveitoso proteger o aprimorado perímetro de intrusos indesejados. Coloquei os aperitivos desprezados nos pequenos bolsos do meu pijama acriançado, desde os pútridos alhos aos cajus de cor sugestiva. -Não têm de me agradecer- Acrescentei antes de inverter a direção rumo ao caminho florido de entrada ao lugar da ocasião.

Fitei a densidade florestal que me rodeava, de glóbulos oculares alertas para qualquer tipo de ameaça. Uma ínfima aragem que perturbasse a estabilidade de folhas em repouso poderia ser suspeita. Retirei de dentro de uma das várias algibeiras uns óculos descartáveis, fabricados manualmente através de toscos ensinamentos de revistas antigas. "Espectrocs", eram assim denominados. Possuíam lentes de duas cores distintas, azul e rosado, rodeadas por arabescos de formas peculiares. A cor da reles armação era bege, dissolvida entre outros tons e padrões mais ténues. Eles haviam despertado o meu interesse desde a primeira vez que os vira, ilustrados de forma apelativa numa das ditas publicações sugestivas.

Coloquei-os no meu rosto. A visão alterou-se, como seria de prever, e toda a paisagem já colorida metamorfoseou-se num misto de tonalidades hipnóticas. Simultaneamente, ao desviar o olhar para onde conviviam os meus companheiros, não pude deixar de reparar em pequenos pontos, criaturas diminutas, que flutuavam em redor dos seus crânios. "Zonzóbulos!", Pensei relembrando-me do artigo que lera acerca das misteriosos seres. Retornando à intenção inicial do afastamento, mantive os improvisados óculos na face por meras questões estéticas. Comecei a espalhar o alho pela área, fazendo questão de o colocar em todos os espaços vazios que avistava. "Lamento, narguilés, mas não conseguirão roubar mais sapatos nem meias esta noite.", Continuava a matutar. Retirei os cajus e coloquei-os em círculos, prevenindo os mesmos com finíssimas tiras de alho no seu contorno. -Presumo que terminei a minha tarefa.- Sibilei e olhei em volta. Ajustei os óculos no meu rechonchudo rosto. Sacudi levemente a sujidade das minhas vestimentas, proveniente das várias quedas sofridas ao longo do processo de montagem. Cheirei o odor do meu tacto- facilmente captável a uma considerável distância- e exibi uma careta de puro nojo. Alho.

Caminhando nervosamente e sofrendo alguns tiques faciais pelo receio de uma visita por parte das entidades sigilosas, retornei ao núcleo onde me sentei no lençol novamente. O adorno ornamentado apoiado na cana do meu nariz atraiu olhares previsíveis. Ri. Uma substancial parte da comida já havia sido consumida e restavam as sobras que, por terem uma ou outra característica menos comum, eram negligenciadas pelo grupo. Sem pronunciar palavra, como era habitual de minha parte, admirei o mundo visto por detrás das mágicas lentes. Teria de discutir eventualmente a abundância excessiva de pontos flutuantes a confundir o cérebro dos restantes aventureiros,  todavia naquele momento concentrei-me em conquistar o monopólio dos açucarados sobreviventes.

 


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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Brandon S. M. Drakhale em Dom 12 Jan 2014 - 20:39

Reencounter

As garotas acabaram por cair na gargalhada, e confesso que fiquei relativamente constrangido por tal ato de suas partes, mas, assim como Megan e Christine, não consegui evitar de sorrir.
Sentei-me sob o pano estirado à grama, e observei toda a comida a qual haviam trago. Meus olhos de fixaram, rapidamente, nos deliciosos sapos de chocolate, que se localizavam no interior de um grande pote de vidro.
Olhei para aqueles aos quais me cercavam, e, só então, notei que estava faltando alguém por ali. Pelo que me lembrava, Rufo e Mel haviam combinado conosco o piquenique às escondidas. Virei-me em direção às garotas, que estavam rindo, porém cautelosamente, para que ninguém, especificamente, um adulto, acordasse para acabar com a nossa pequena e peculiar farra, com o intuito de perguntar onde estava o restante dos Villenueve. Porém, não foi preciso, pois, no mesmo instante, visualizei um garoto de suéter em cores escuras, caminhando em nossa direção, displicentemente. De certa, era Rufo, o também Sonserino, no qual não mantinha um grande afeto quanto à mim, mesmo nem desconfiando do motivo para tal repulsa, mas resolveu relevar.
O garoto se juntou à nós, e eu me senti, no mesmo instante, um peixe fora d'água, um completo estranho. Eu era o único que não fazia parte da família, e me sentia um tanto excluído, porém, tinha a consciência da falta de necessidade o tal sentimento, pois sabia que era muitíssimo bem vindo naquele meio, mas meu índice de "cabeça-durismo" era extremamente alto para que pudesse pensar sempre desse modo.
-Ah, oi, Rufo! - O cumprimentei, com um sorriso amarelo ao rosto.
Mesmo com a presença de Rufo, o grupo ainda não estava completo. Ainda faltava Mel, e, mesmo não querendo admitir, estava bastante ansioso para rever a Corvina. Talvez, pelo fato de que, o último encontro entre os dois, fora divertido em demasia. As compras na Gemialidades Weasley eram sempre animadoras. Mas por motivos, ainda obscuros, ou nem tanto, na companhia de Mel, a diversão só aumentou. Talvez pelo seu espírito carismático, ou por ser tão divertida, ou tão...bonita. Ryan sempre disse-me que tinha grandes quedas por ruivas. Mas, dessa vez não parecia ser somente uma "queda".
Megan estava sentada ao meu lado, então não aderi à espera, perguntando-lhe logo:
- Ei, Megs, onde anda a M...- Não fora necessário findar a frase, pois no mesmo segundo, ouviu-se o ruído de vidro se partindo, e , uma vez, Megan disse-me: "Onde há desastre, Mel estará por lá". Sorri em menção de tanto desajeito. Chegava a ser encantador, seu jeito displicente e despachado, ela era quem era, no modo natural de "ser". E se isso era o que me encantava, que seja!
Virei-me em direção ao ruído, bem à tempo de ver Mel me fitando, parecendo surpresa. Bom, pensei que a ruiva soubesse que estava hospedado na mansão, portanto, estranhei.
Alguns copos flutuavam a frente de Mel, que carregava consigo uma jarra, provavelmente, de suco de abóbora. O ruído havia vindo de um dos copos, que estava espatifado ao chão. Então, num ato de cavalheirismo, adiantei-me.
-Deixe-me te ajudar, Mel. - Levantei-me, resgatando os copos flutuantes em minhas mãos seguras, e depositei-os no pano xadrez. A garota se sentou, colocando a jarra, cuidadosamente também no pano.
Assim que a garota se sentou, instintivamente, me inclinei, e envolvi Mel em meus braços, em um caloroso abraço.
-Cara, estava com saudades! - E me afastei completamente corado. Novamente havia a chamado de "Cara", e aquilo era um tanto quanto constrangedor.
-Hãn...vamos comer? - Pesquei um sapo de chocolates do compartimento de vidro, e me referi à Meg e a Chris:
- Então, para que ano vocês vão, mesmo? - Questionei as garotas, enquanto lançava um olhar de esguela à Mel.
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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Seg 13 Jan 2014 - 2:53


Is it a pic nic?
E eu estava de férias. Ponto positivo: sem obrigações escolares. Ponto negativo: sem Lara. Minhas últimas noites na imponente Mansão Villeneuve se arrastaram pesadas e saudosas. O cheiro dos cabelos de Lara vinha a meu olfato a cada minuto e eu até chegava a me alegrar em determinadas ocasiões, mas logo passava. Estávamos a muitos quilômetros de distância. Eu aqui na França e ela na Romênia, no castelo de sua família. Quando a lua baixava, a lembrança da noite em que nos declaramos realmente apaixonados enquanto eu estava definhando num leito da Ala Hospitalar de Hogwarts vinha a mim acompanhada de algumas lágrimas.

Para deixar tudo pior, eu não vira nenhum de meus primos as férias inteirinhas. Rufo ficava enfurnado no chalé dele e do Tio Kenton, Meg e Chris sumiam do nada e nem a sombra do Gary passou por mim. Eu estava sozinho, entediado e com saudades. Me restava estuporar mais e mais árvores nos jardins. Mas logo que eu começava a fazer muito estrago, eu cansava, ficava chato. De fato, as árvores sempre estavam restauradas no dia seguinte. Implorei a Merlim em pensamentos que Tia Aimée nunca descobrisse que eu estava destruindo o jardim daquele jeito.

Numa noite em especial, resolvi escrever uma carta a Lara. Pedi para que ela, se pudesse, viesse passar os últimos dias de férias aqui na mansão. Duvido que a Professora Cavendish deixasse, mas não ia custar nada tentar. Mandei a carta e me sentei em uma das mesas do Jardim Encantado. Acabei dormindo e quando acordei, estava frio e parecia tarde. Espertei-me e comecei o caminho de volta a meu quarto, mas desviei dele quando ouvi risadas. Mas quem estaria aqui a essa hora? Minha curiosidade aflorou.

Não tive que caminhar muito para descobrir. Megan, Chris, Rufo, Mel e Brandon estavam fazendo um tipo de piquenique. “Piquenique? Sem mim?” Minha surpresa por não ter sido convidado foi maior até do que a indagação do por que Brando estava ali. Esgueirei-me para perto e num momento de distração me revelei:

- Sério, gurizada? Um piquenique sem mim? - Falei alto tentando fazer uma expressão severa. - Nem vou perguntar o motivo... - Fitei Chris. - Você, baixinha, porque não me chamou? - Olhei para Rufo. - Até você, Rufo? - Enfim, cheguei em Brandon. - Ahn... e você... o que faz aqui? - Antes de qualquer resposta, interrompi. - A pergunta mais importante é: tem suco de maracujá?
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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Gary V. Lancaster em Seg 13 Jan 2014 - 13:47








Picnic

Reencontro com os primos.


O luar banhava os terrenos da propriedade, apesar de belo não deixava de ser um tanto sombrio. Já estava na mansão dos Villeneuve a quase uma semana havia decidido passar o final das minhas férias ali, na verdade o objetivo era fugir da Mansão Lancaster que estava extremamente vazia e triste naquele últimos meses, mas no final não adiantou muita coisa mesmo ali cercado de amigos como Lucas, Megs, Chris e Mel ainda passava todo tempo que tinha sozinho "Acho que aquela casa afetou o meu comportamento" resmunguei.

Naquela noite observei atentamente a mansão enquanto voltava  de um pequeno "passeio", naqueles dias passei mais tempo como lobo do que... Gary. Apenas as luzes externas estavam ligadas fora isso a imponente construção parecia adormecida.

Mas o silêncio foi quebrado por algumas risadas e murmurinhos, percebi que o foco dos ruídos vinham do jardim talvez tivessem quatro ou cinco pessoas ali, caminhei sorrateiramente até a origem dos sons que a medida que ia me aproximado se tornavam mais familiares. Ouvi as vozes de Mel, Megs e Lucas. Entrei no jardim e logo o perfume das flores preencheram o meu pulmão. Então encontrei todos os meus primos ali aproveitando um ótimo picnic até Bran, irmão caçula de Megs estava na farra. Abri um sorriso de canto era bom ver todos reunidos, mas não sei se estava num clima para confraternização.

"Adoraria que alguém lançasse um Laetificat  em mim" suspirei, mas sabia que poderia ser bem convincente quando precisava mascará meus sentimentos, sai das sombras de onde passei os últimos quinze minutos só observando o grupo tirei minha varina do bolso interno do meu casaco - Accio bolinho! - o bolinho voou diretamente para mim  o peguei e lhe dei uma mordida "uhh chocolate!", os olhos interrogadores dos meus primos se voltaram para mim - Primeiro devo dizer que estou ofendido por não terem me esperado... segundo esse bolinho está incrível.  






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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Mel V. Lancaster em Seg 13 Jan 2014 - 14:06

Picnic :3
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Desnorteada, me sentei junto com meus amigos. Estendi a mão para pegar um Sapo de Chocolate, quando Brandon fez algo que me deixou muito estarrecida.
Ele simplesmente se aproximou de mim e me abraçou. Foi tão inesperado, que eu realmente me assustei. Mas no instante que senti seu cheiro e o calor dos seus braços eu desejei que ele não se afastasse, mas ele não demorou a me soltar.
-Cara, estava com saudades! -falou, e eu reparei que estava enrubescido.
-Eu também! - redargui. Sem saber o que fazer, peguei o Sapo de Chocolate e mordi.
Nesse instante olhei para Meg. Precisávamos conversar. Só eu e ela. Ela retribuiu o olhar, parecendo desconfiada. Chris, por outro lado, parecia vagar por outro planeta. Ou, como gostava de dizer, flutuar em azoto. Ela estava ocupada se lambuzando com os doces. Sorri.
Peguei um copo e o preenchi com meu suco de abóbora.
-Então, para que ano vocês vão, mesmo? - perguntou Brandon e minha atenção voltou para ele.
Pensei na resposta..
-Hãn… terceiro. Não! Quarto! Santo Merlin, eu vou pro quarto ano já! - fiquei impressionada.
Os outros responderam, quando um vulto passou correndo e grudou na perna de Megan. Era o Brana, quero dizer, Bran; o irmãozinho da Megan. Ergui a sobrancelha. Ele parecia assustado.
Outra pessoa que não fora convidada também apareceu. Lucas. No instante que ele começou a  indagar a todos o motivo de não ser convidado e a presença de Brandon na mansão, meus olhos caíram sobre Chris. Lembranças da falta que ela me fez. Do nosso sofrimento compartilhado e de como ela encontrou segurança em Lucas, voltaram. Mesmo estando entre meus amigos, entre as pessoas que amo, me senti deslocada.
- A pergunta mais importante é: tem suco de maracujá?- perguntou o Lufano.
-Não. - lancei um olhar irônico à Megan. - Algumas pessoas se esquecem das necessidades… hum… “sucais” das outras. - ergui meu copo com o suco de abóbora. - Deixa que eu pego pra ti.
Usei isso como desculpas para me afastar por um momento e tentar raciocinar o que eu estava sentindo. Me levantei e contei o número de pessoas que havia agora e a quantidade de copos que eu precisaria trazer.
Reparei na expressão de Bran, que outrora animado estava agora desconfortável.
-Me ajuda, Bran? - pedi ao garoto, porque talvez ele também quisesse se afastar por um momento.
Nesse instante, vi um bolinho passar voando. O acompanhei com os olhos até caírem nas mãos de um garoto. Meu irmão.
- Primeiro devo dizer que estou ofendido por não terem me esperado... segundo esse bolinho está incrível. - disse sendo ele.
Senti uma imensa vontade de abraçá-lo, mas apenas passei por ele.
-Hey mano, tchau mano. - falei e voltei o caminho para a mansão. Senti passos atrás, significando que Brandon me acompanhara.  



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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Seg 13 Jan 2014 - 15:11


and i'm feeling good
O
s odores característicos eram rompidos pelos dóceis exalados das guloseimas amontoadas e organizadas estrategicamente defronte Rufo. Eram guloseimas de origem bruxa, nas quais o sonserino está habituado a ingerir desde seus primeiros anos de vivência, mas este prosseguiu com seus batuques ao invés de capturar um sapo de chocolate e penetrá-lo com seus dentes. Rolara suas íris azuladas e prosseguira atenuando os pormenores dos semblantes em seu envolto: notara Megan, sua companheira de monitoria e quadribol, rainha do baile de Hogwarts, tagarelando com Christine e confesso, meus pulsamentos cardíacos não sabiam, decerto, o que é ser rítmico em um momento como este. Notara Cristine e se recordara do momento em que a fizera ir de encontro ao solo pedregoso do ambiente onde aprendiam feitiços. Era o primeiro ano, supôs Rufo, e eu estava desesperado por ter "matado" alguém. Notara Mel, suas madeixas avermelhadas eram notórias mesmo com pouca luminosidade e desta pouco se recordava; apenas conversas educadas quando em tarefas de monitoria. Notara Brandon e, ao colar seus globos oculares no mesmo, notara os dele fitando-no. E então o cumprimento se dera realizado. — Oi. —  o timbre vocal de Rufo se dera frágil por desuso; ele nem cumprimentara os familiares ao seu redor. Acenara aos que olhavam-no e prosseguira com seus batuques de Eleanor Gigby sem mordiscar um doce sequer.

Como acordara de maravilhoso humor — e nem o motivo sabe —, sorrira quando o pequeno apelidado de Brana por Rufo irrompera de súbito nas imediações de Megan. Seu minúsculo irmão havia os encontrado, que... legal? Rira bolando mirabolantes planos de lhe chacoalhar pelas bochechas, ou bagunçar-lhe as madeixas parcialmente avermelhadas, como Lucas costumava fazer com Rufo; ainda o faz, quando deseja irritar-lhe. E então o primo de maior proximidade íntima para com Rufo surgira, questionando a todos os motivos de não terem lhe convidado. Bom, não fora eu quem organizara os convites, matutara Rufo erguendo os ombros em um ato de indicar seu desconhecimento para com sobre o que Lucas era desejoso de saber. Instantes depois de Mel levantar-se para buscar algo que passou despercebido pelos sentidos de Rufo, o lufano acomodara-se ao lado do sonserino. — Como está, Lucão? — principiara o que seria uma divertida conversa, decerto; o modo divertido de Lucas agir sempre divertira Rufo, ainda mais em seus momentos de bom humor, como este.

E, incrementando a vasta lista de "primos que chegam de súbito", Gary, possivelmente o mais velho, irrompera dos ramos capturando magicamente um bolinho; e recordando Rufo de que estava em um piquenique e deveria, por educação ou seja lá qual motivo, comer. Então capturara também com sua mágica um sapo de chocolate, encontrando a figura simpática do Ministro estampada, porém esta por poucos minutos conservara-se em seu afável sorrir, logo sumira e o preto consumira o espaço onde o homem jazera. Rompera a camada de chocolate, penetrando o doce com seus dentes e sentindo os açúcares dominarem-lhe o paladar. Estes fabricantes sabem mesmo como prender um cliente, Rufo confirmara indicando o desconcertado e incompleto sapo para Lucas. — Um? — sua varinha trouxera mais uma guloseima e esta fora depositada na palma de Lucas.  — São bons, muito bons — rira enquanto passava a língua nos dentes retirando os resídios que sobraram do que era a formação açucarada de chocolate.

 
 
 




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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Ter 14 Jan 2014 - 3:20


I love it!!
A noite parecia me reservar muitas risadas e muita alegria. E eu precisava. Tinha de compensar todos os dias de solidão e saudades que eu passara. Megan, Chris, Rufo, Mel, Brandon e até o meu priminho Bran, que eu não notara em um primeiro momento, me fizeram sorrir só por estarem ali reunidos. Percebi mais uma vez o quanto minha família é adorável, o quanto eu os amo, o quanto eles são importantes para mim.

A resposta negativa de Mel indicando que não havia suco de maracujá ali me fez fazer uma pretensa careta de desaprovação. – Aff! Sinceramente, que piquenique é esse sem maracujá? – Ainda fingindo desapontamento, vi Mel sair para pegar mais copos e sentei-me ao lado de Rufo. – Como está, Lucão? – Olhei para o não-mais-tão-baixinho ao meu lado e, para não deixar a tradição de lado, baguncei as madeixas outrora arrumadas do guri. – Tô de boa, Rufão! – Minha expressão descontraída se tornou questionadora ao examinar Rufo. – Desde quando você começou a crescer tanto? – O garoto me fitou confuso talvez devido ao fato de a pergunta ter saído mais do nada do que a água do Aguamenti. Sorri à resposta dele e mordi o sapo de chocolate que ele fizera voar até minha mão.

Me distraí tanto com a falta de maracujá, com as companhias e com o chocolate que demorei a notar Gary. A presença dele me fez sentir mais segurança, afinal estávamos a apenas alguns dias da lua cheia e ele fora um dos únicos a me enfrentar em minha forma lupina. A preocupação com a proximidade de meu martírio tomou conta de mim e eu divaguei até que Rufo chamasse minha atenção. – O que houve, Lucas? – A voz frágil dele veio fraca até mim. Sacodi a cabeça e tentei pensar numa desculpa, mas seria inútil, porque Rufo era observador e sensitivo por demais, além disso, ele já sabia do meu segredo. Tentei sorrir descontraído. – Nada não... é só a lua... – Para desviar do assunto, me dirigi a Chris, que parecia estar viajando em algum mundo paralelo no qual ela provavelmente afastava uma infestação de narguilés com um spray de cupcakes ou algo parecido. – Hey, Chris. O primão aqui não ganha um abraço?
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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Christine L. Villeneuve em Ter 14 Jan 2014 - 12:46


Picnic!
"Such a lovely place to be with friends."

Sete jovens reunidos num jardim, à meia-noite, longe de olhares mais maturos, decerto não era o episódio mais prudente de se participar. Como seria previsível do familiar bando pecador de gula, os doces esgotaram-se numa quantidade bastante limitada de tempo, tendo eu contribuído de forma esmagadora para tal feito. Sabia que em momentos posteriores o meu estômago massacrar-me-ia pelas atitudes inconscientes da noite invulgar, todavia o consumo sem rédeas do instante presente proporcionava-me bem estar, e isso era incentivo suficiente para continuar sem refletir.

Lambia concentrada os meus dedos e a área em redor da boca, limpando-me de seguida ao irremediável lençol outrora estendido no cheiroso chão. Havia notado na chegada oportuna do meu primo-irmão Luc, que se entretinha numa conversa pouco confortável com Rufo. Ele era uma das pessoas pela qual eu guardava mais consideração e espaço no coração, pois fora um dos poucos que me tinha dado apoio depois do trágico acidente de Hannie. "Hannie", suspirei quando o nome me surgiu na torrente de peculiares pensamentos, e em consequência o seu rosto tão jovem, tão belo, tão... materno. "Não.", Matutei para mim mesma, evitando estragar a perfeita situação que aquelas pessoas, céu estrelado, ambiente e convívio me proporcionavam. De súbito, uma voz amiga dirigiu-se a mim. – Hey, Chris. O primão aqui não ganha um abraço?- Esbocei um honesto e radiante sorriso de orelha a orelha, levantei-me do gramado agora pouco higiénico e envolvi o corpulento e afável texugo num sentido abraço. -Luc, que saudades!- Exclamei enquanto apertava ainda mais a minha cabeça contra a zona do seu peito. -Desculpa, eu não te queria incomodar. Além disso estive a fortificar a entrada contra narguilés, com alho, caj...- O meu discurso, que se teria tornado tipicamente longo se não tivesse sido interrompido, cessou com um sorriso divertido do lufano, frequente reação perante a minha tagarelice.

Larguei-me do aconchegante abraço e novamente sorri para ele. Para conseguir fitá-lo diretamente com as minhas vagas e turvas íris era obrigada a olhar bastante para cima, como aliás me havia habituado com o decorrer de anos como "baixinha". Ajeitei os meus bizarros óculos no semblante, respondendo a uma pergunta muda de seguida. -São espectrocs- Afirmei seriamente- Com eles consigo ver pequenas criaturas que entram pelos nossos ouvidos e nos fazem confusos. Tu, por exemplo, tens uma grande abundância delas. É normal que não os vejas, porque na verdade assemelham-se a pequenos pontos brancos- Terminei a informação e encolhi os ombros, sem saber o que mais dizer. Depois da grande depressão silenciosa que vivera com a.... partida... de Hannie, mudara muito a minha forma de ser. Esquecera-me de como socializar normalmente, encontrava nos desafiantes seres dúbios um escape para um tremendo vazio. Eu realmente não me importava de ser "estranha", desde que aos olhos de outros fosse considerada alguém.
 


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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Brandon S. M. Drakhale em Ter 14 Jan 2014 - 21:23

Reencounter

A minha pergunta foi respondida, ao menos pela maioria, pois alguns resolveram me ignorar. Não que eu ligasse para esse tipo de coisa, mas só causava com que eu me sentisse mais estranho, do que já era, de fato.
Mel, sempre atenciosa, não deixou de me responder.
- Uau, quarto ano! Não tardará para que se forme, não, Mel? - Após Mel se formamr, ainda estudaria mais dois anos em Hogwarts. E, poderia ser idiotice, pois não tinha tanta conviv~encia, tampouco initmidade com a garota, mas qual seria o motivo para ficar ansioso à volta à Hogwarts, quando ela não estiver mais lá? Seria baita estranho. Não esse ano, pois, por uma ironia do destino, passarei as férias ao lado da Corvina. Esse destino é muitíssimo mal compreendido. Acho que ele, modéstia à parte, só recompensa os que realmente meressem. Mas, espera, eu mereço? Isso era uma tese à ser estudada, mais tarde.
Um estranho vem se aproximando, e um súbito nevrosismo se aflora em mim. Poderia ser um adulto, e se ficarem sabendo que estavam ali, em plena madrugada, não seria nada interessante, tampouco para mim, que sou apenas um convidado, seria constrangedor, matuto. O garoto , finalmente, entra em meu campo de visão, e não, não era adulto. Lucas, o monitor da Lufa-Lufa, questionou os motivos aos quais não havia sido convidado, se dirigindo à Christine. Me mantive neutro, até que o mesmo se dirigiu à mim.
Ele fora rude, e me deixou um tanto quanto desajustado. Creio eu, que, não tinha necessidade de ter falado da forma que falou. Mas não me abalei, orgulhosamente, rebati o 'insulto'.
- Fui convidado. Mas se a minha presença te incomoda de alguma forma, me desculpe. - Me levantei, com o intuito e sair do local, Estava constrangido e envergonhado. Ainda estava perto o suficiente para ouvir Lucas perguntar algo sobre suco de maracujá, o que era estranho em demasia. Logo em seguida, veio a voz de Mel.
- Vem comigo, Bran? - Aparentemente, ela estaria indo até a cozinha, buscar o desejado suco de maracujá para o primo. Olhei para trás, a garota estava vindo em minha direção, e parecia tão pensativa quanto eu. O que me fez imaginar várias e diferentes possibilidades.
- Claro, estou...precisando me movimentar. - Sorrio, tentando institivamente não parecer um completo imbecil, ou desfarçar minha completa imbecilidade, o que era um pouquinho, não minimente, difícil.
Andamos pelos jardins, rumando até a entrada da grande Mansão. Mel ao meu encalço. Seus cabelos balançavam-se, à medida que a garota se movimentava, e dos mesmos, um leve aroma era exalado. O odor me levou até o Beco Diagonal, numa onda de lembranças nostálgicas. Parecia que, aquela ida ao Beco tinha ocorrido à meses antes, mas não. Não tinham nem duas semanas que encontrei Mel na Floreios e Borrões e, por motivos estranhos e desconhecidos, acabei por convidá-la para um divertido passeio e visita à Gemialidades Weasley. Sim, o garoto idiota e desengonçado, o Sonserino primeiranista, o cara estranho que viviam com a cara enfiada nos livros na Sala Comunal, deu um 'passeio' com aquela garota, super gata, a monitora da Corvinal. Um tanto inimaginável, posso compreender, mas foi isso que ocorreu. Isso para não contar o restante das qualidades da mesma, que não citarei, por...algum motivo.
Caminhamos pelo s jardins, até finalmente adentrarmos a Mansão. O local stava escuro e silencioso, um ruído sequer, seria o necessário para acordar toda a casa.
- Pra que lado é a cozinha? - Sussurrei para Mel, confuso com tamanha dimensão. A garota olhou para todos os lados da sala, apontando para uma direção. Caminhei nas pontas dos pés, ao lado de Mel, indo em direção ao local onde a garota apontara.
Um grande e felpudo tapete estava estendida pelo bem polido chão, e foi messa a causa do desastre. meu pé se enrosocou em uma das extremidades da tapeçaria, e meu corpo caiu, como jaca madura, ao chão da grande Sala. Mas, não caí sozinho. No calor do momento, havia, mesmo que sem a iminente intenção, puxado Mel comigo. Ou seja: Dois garotos estavam caídos no chão de uma grande sala, em uma Mansão na França, os dois haviam feito muito barulho, e os mesmos dois garotos, esperavam que ninguém acordasse, ou seriam massacrados pelo restante dos garotos que estavam num piquenique no exterior dessa mansão.
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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Gary V. Lancaster em Qua 15 Jan 2014 - 12:01








Picnic

Amadurecendo


Assim que me aproximei do grupo Mel e outro garoto se levantaram - Hey mano,tchau mano! - disse ela se dirigindo até a mansão. - Essa ingrata não fala comigo direito, você não me deixar sem um abraço vai? - minha irmã do coração (Megs) abriu o leve e despreocupado sorriso  que tanto gostava e me deu um forte abraço. Logo me sentei nos lugares recém cedidos por Mel e seu colega, me servir de mais alguns bolinhos, pois tinha passado o dia todo perambulando e tomei um copo suco.

Observei a conversa de Lucas e Chris sobre seres invisíveis, Chris sempre fora daquela forma, mas parece que a morte Hanna pareceu deixa-la ainda mais pressa no seu mundo "As pessoas reagem  de formas diferentes a perdas" pensei olhado para Rufo que havia perdido sua mãe, minha tia, recentemente.Na verdade todos ali pareciam mais maduros, com exceção de Bran é claro.

Então me voltei para Megs e disse - Como vão os seus treinos de Animagia?






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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Ter 21 Jan 2014 - 23:52


Round & round
Se algo no mundo me deixa alegre é o abraço da Chris. Os bracinhos dela se enrolam em mim cheios de carinho, cheios de ternura. Como Tia Aimée é como uma mãe para mim e a lufana é filha dela, tenho a baixinha como minha irmã. Eu sou o tipo de garoto que sempre quer ter alguém mais frágil para cuidar. Por isso me sinto muito responsável pelo Luke, pelo Rufo e mais que todos, pela Christine. A lembrança do ano passado, quando dementadores fiscalizaram o Expresso de Hogwarts, eu me sentira o melhor irmão mais velho do mundo só por receber o olhar agradecido de minha irmãzinha. Tenho que parar com isso. Ela já está crescidinha. Daqui a um tempo, o irmãozão não vai ganhar abraços cheios de meiguice e afeto.

Como já de costume, eu sorri descontraído para o discurso sobre criaturas que nunca conseguíamos ver ou sentir da lufaninha. De onde ela tirava aquelas teorias mirabolantes? A cabeça dela é como a das mulheres: impossível de se compreender. Mas ela parecia longe. E eu sabia onde ela estava. Era um lugar parecido com o que eu ia às vezes: os braços de alguém que já se foi. Ela estava absorta com Tia Hanna. Assim como eu ficava com meu pai...

Confuso. É. Eu estava confuso. Na verdade, eu fiquei confuso. Criaturas que são pontos brancos imperceptíveis e estão na minha orelha? Automaticamente, ao ouvir isso, balancei bem de leve a cabeça como se para espantar os tais pontos brancos. E mais uma vez ela se foi em pensamentos. Minha baixinha não ficaria triste. – Accio sapo de chocolate. – Falei e uma caixinha do doce veio até mim. Abri, peguei uma das patas traseiras, amassei entre os dedos indicador e polegar e passei no nariz de Chris. Ela me olhou estranhamente enquanto eu comia o resto do sapo. Sorri comicamente.

Minha cabeça rodopiou por um momento e eu fiquei meio tonto. A visão pareceu voltar ao normal e eu tentei falar alguma coisa, mas a tonteira resolveu voltar e me deixar mais enjoado do que nunca. Comecei a suar e sentir frio. Um mal estar repentino e uma dor de cabeça chata. Ninguém pareceu notar exceto Rufo. Ele perguntou-me se estava bem e eu assenti com um sorriso amarelo. – Gente, acho que vou me deitar. E acho que vocês deveriam também. Se alguém nos pega aqui, estaremos ferrados. Além disso, acho que minha mãe vem me buscar em breve para fazermos minhas compras no Beco... Enfim, boa noite. – Abracei a Chris e sussurrei em seu ouvido esquerdo. – Não se demore muito aqui. Não é bom para uma garotinha dormir tão tarde. – Abracei-a mais uma vez e toquei com o indicador a ponta de seu nariz. Angulei minha visão para o céu. Quarto crescente. Eu não sabia quanto tempo restava ainda dessa fase antes de meu tormento recomeçar. Despedi-me de todos e saí em direção ao meu quarto na mansão.
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Re: Jardim Encantado

Mensagem por Megan B. Lancaster em Dom 26 Jan 2014 - 2:26

surprises q
R
evirei os olhos diante do que acontecia. Sinceramente? Esta era a prova real de que coordenação motora não era o ponto forte de nossa família. Quando, em segurança, Mel se acomodara novamente na nossa ‘rodinha’ improvisada, não dispensei o sorriso irônico. E para não fazer algum comentário constrangedor, logo fiz menção de pegar e morder outra varinha de alcaçuz. Ela e Brandon andavam muito juntos e não que fosse contra qualquer tipo de envolvimento entre eles. Mas ela era minha melhor amiga e se ele quebrasse o coração dela, era mais do que meu dever quebrar a cara dele, mas no fundo, eu gostava dele. Então o pensamento ambíguo era confuso demais. E depois daquele abraço, tínhamos muito que conversar. Eu e ela. Brandon logo tentou disfarçar o momento embaraçoso e desconversou, nos perguntando a respeito de Hogwarts.

Mas não houve tempo para mais nada. No momento em que ia respondê-lo, fui surpreendida pelo pequeno vulto verde que correu até mim e se lançou contra mim. Bran. O aninhei em meus braços e assim como ele, nada disse. Eu sabia o que aquilo significava. Pesadelos. Apenas o abracei fortemente e lhe ajeitei em meu colo, lhe oferecendo alguns doces. Ele recusou, estava sonolento e assustado demais para aceitar. Apenas o abracei ainda mais forte. Não sabia exatamente qual o motivo, mas seu maior desejo sempre era proteger o pequenino. E como sinal de que as surpresas daquela noite apenas haviam se iniciado Lucas apareceu do nada. Sua tentativa de nos passar um sermão a respeito do que estávamos fazendo não obteve grande sucesso. Seu olhar de desaprovação rolou por todos os presentes e por fim acabei dando de ombros, suspirando. É, mais um estava reclamando a respeito do suco. Revirei os olhos e ouvi o comentário irônico de Mel, lhe devolvendo uma careta de deboche e lhe mostrando a língua em resposta. Ela logo se prontificou a buscar mais suco e pedindo que Brandon a ajudasse. Ótimo, agora ela não fazia mais questão da companhia das amigas. Somente Brandon.

Bran já estava quase adormecido em meu colo, o que significava que eu teria que carrega-lo para dentro depois e digamos que eu não era lá a pessoa mais forte do mundo. Seria muita maldade deixar meu irmão amanhecer dormindo no gramado? Ok, seria. E com certeza tia Aimée me daria um sermão por isso. E seria muito estranho pegarem ele aqui. Mas nada seria mais estranho do que o bolinho que passou “flutuando” sobre nós. E logo o bruxo por tras daquilo se fez presente. Gary. Como eu estava com saudades dele. Apesar de ter Ariel e Bran comigo quase sempre, nada se comparava a Gary. Ele era o irmão mais velho que eu jamais tive. E é claro que eu jamais negaria algo a ele, ainda mais um abraço. Lhe abracei fortemente e sorri alegremente para o garoto. Olhei para Chris e ri. Devíamos ter feito uma lista com o nome de todos os nossos primos para não esquecer de nenhum. Assim que Gary se acomodou, tratei de capturar um sapo de chocolate para mim.

Ajeitei novamente meu irmão e tomando o mais devido cuidado para não acordá-lo. Enquanto ajeitava o ursinho dele junto ao seu corpo, tentei responder corretamente a pergunta de Gary. — Infelizmente não, primo. — Fiz uma careta chorosa para ele. — Andei bastante indisciplinada quanto a isso. Mas acho que agora voltarei a treinar com mais intensidade e você? — Acabamos por nos entreter mais do que o devido nesta conversa e engatamos um papo bastante descontraído sobre nossas habilidades. Notei que Lucas também parecia um tanto quanto inquieto. Quando por fim decidiu se despedir e entrar. O cumprimentei e tive que concordar com sua sentença, era melhor nos despedirmos, estava um pouco tarde e se alguém nos pegasse .. não queria nem pensar no castigo.

Combinei então com Gary de marcarmos um dia qualquer para treinarmos juntos, o que era bom, mas deveria ser feito escondido. Convidei Chris para irmos embora também, já era muito tarde. Mel não dera mais noticias e nem as caras. Não queria nem imaginar o que deveria estar aprontando. Tentei me levantar Mas esqueci que Bran estava apoiado em mim e quase me estatelei no chão. Pagando pela minha língua, eu sei. Quem foi que falara que Mel era descoordenada? Pois é, agora era minha vez. Mas por sorte não acordei Bran e consegui me despedi de Rufo, Gary, Chris e Lucas sem ferir ninguém. Com o pirralho desajeitado em meus braços, atravessei o imenso jardim e adentrei a escura e imensa mansão.

vestindo isso no piquenique, com Chris, Mel, Brandon, Rufo, Bran, Lucas e Gary.




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