Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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Mensagem por Danorum em Sex 14 Jun 2013 - 11:34


Cozinha Gourmet



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Re: Cozinha Gourmet

Mensagem por Mel V. Lancaster em Qui 16 Jan 2014 - 15:41

Ultra desastre
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- Pra que lado é a cozinha? - sussurrou Brandon assim que entramos na Hall.
Com o cair da noite, o silêncio se intensificara, tal como a escuridão, que poderia ser palpável. Olhei em volta na tentativa de recordar a direção onde se encontrava a cozinha. Ora! Eu me esquecera que seria capaz de enxergar no mais profundo escuro.
Concentrei-me por instante, mas não tardou para a diferença ser notável. Embora de uma maneira mais complexa e diferente era possível enxergar cada mínimo detalhe do lugar. Ergui o braço direcionando o dedo indicador para a  provável porta da cozinha.
Percorremos cautelosamente o que se tornara um longo caminho. Eu tinha os olhos fixos em algum ponto da porta, por esta razão foi um enorme susto quando acabei estatelada na tapeçaria.
Precisei de alguns segundos para entender o que causara a dor na cabeça e na altura da coxa. Mas o incômodo passou tão rápido quando viera ao perceber o barulho. O baque de duas pessoas caindo em um Hall grande e vazio à uma hora da manhã. Isso seria suficiente para acordar qualquer pessoa dentro da mansão. - Eu poderia ter sido citada como uma exceção, pois tenho o sono mais pesado possível. Porém nesse instante eu estava acorda; desperta. Tinha os olhos arregalados e as mãos na boca, e não ousava respirar. Mas ficar parada na cena do crime era idiotice.
Me esgueirei do garoto e levantei. Não tive tempo de transfigurar os olhos. Puxei Brandon pela mão e continuei pela mesma direção que seguíamos o mais rápido e silenciosamente possível. Bom, pelo menos eu tentei. A outra mão apalpou uma maçaneta e a abri. Brandon ficou encarregado de fechá-la à nossa costa.
Ficamos parados, muito perto, ouvindo apenas a respiração um do outro. Não ousamos nos mexer ou verificar o local. Ambos tinham os ouvidos colados na porta, mas ela parecia carregar alguma espécie de encanto, pois quanto mais pressionávamos contra ela, mais abafado o som parecia estar.
Ficamos assim por um tempo. As dores causadas pelo impacto retornavam piores a cada segundo. Cobri a cabeça com a mão em um instinto inútil para aliviar a dor.
Um tempo depois, quando concluímos que provavelmente seria seguro nos mexer, ergui a varinha e pronunciei “Lumus”.
-Erramos a porta.- concluí fazendo questão de deixar o tom de ‘obvialidade’ na frase.
Não estávamos na cozinha. Aquele era o salão imenso que outrora nunca fora visitado por mim.
-Acha que podemos sair? - perguntei para Brandon.
À luz esvoaçante e sombria da varinha ele ficara incrivelmente… Bonito. Mas tentei afastar meus pensamentos dessa direção. Estávamos deveras ocupados tendo que ficar preocupados em ser descobertos e acabar com o picnic.

Juntos, após apagar as varinhas, abrimos uma greta pela porta e espiamos. Não foi possível enxergar ninguém por ali, nem mesmo quando ‘forcei as vistas’. A culpa era do mau ângulo, creio. Brandon teve coragem de abrir a porta mais um pouco. E começando pela cabeça, braços, saímos do Salão. Não esperamos para ver se havia alguém no Hall. Entramos na porta seguinte que eu tinha certeza pertencer à cozinha.
-Pegamos o suco. - perguntei escorando à porta e alisando a cabeça no ponto dolorido.
Era esse o nosso objetivo ali, porém com o ocorrido eu esquecera.
Acreditava que se alguém tivesse despertado o bastante para verificar a origem dos ruídos e não encontrasse ninguém no Hall voltaria para cama, procuraria mais, ou se ocuparia de outra atividade até o sono voltar. O lugar mais provável para a conclusão da última alternativa era justamente a cozinha.
Sorte.
Era o que precisávamos.

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Re: Cozinha Gourmet

Mensagem por Brandon S. M. Drakhale em Qui 16 Jan 2014 - 20:06

Reencounter

O impacto fora pequeno, porém doloroso. Permaneci deitado, com os braços esmagados pelo meu próprio corpo, enquanto sentia a presença de Mel, ao meu lado. Levantei levemente a cabeça, somente para constatar se mais alguém estava ali, aocradado pelo alto barulho que acabamos por fazer. Felizmente, estávamos sozinhos, no breu.
Sinto um forte puxão em meu puslo, e me levanto à froça, saindo correndo em direção à porta que outrora Mel havia apontado. Fiquei matutando, como é que a garota podia se orientar em tamanho breu? Deixei minhas dúvidas e questionações para escanteio, focando em sair a cena do crime, em questão. As mãos de Mel percorreram a dimensão da porta, até encontrar a maçaneta. A garota a girou, e adentramos a sala, em empurrões. Tratei de rapidamente fechar a porta às nossas costas.
Olhei ao meu redor. Nunca havia ido até aquele local da Mansão. As janelas eram grandes, e as paredes eram de um tom escuro e diferenciado. Era bem agradável, não tanto como uma cozinha, repleta de comidae guloseimas, mas era legal, de fato. Girei minhas órbitas, à ponto de ver Mel sacar sua varinha, e acendê-la. A garota girou a extremidade da varinha por todo o local, e constatou com um comentário, que havíamos, logicamente, entrado na porta errônea. A garota apontou sua varinah em direção ao meu rosto, e ambos os olhares se fixaram. De princípio, confesso que fiquei um tanto quanto corado, ao ver os olhos azuis, e as pequenas, quase imperceptíveis sardas, que se localizavam logo abaixo dos grandes e impactantes olhos. Sorri. Por que diabos sorrir numa hora dessas? Mas, sorri. E logo tratei de desviar o olhar, evitando ficar mais envergonhado do que já estava.
Girei nos calcanhares, em direção à porta. Abri uma pequena brecha, com o intuito de espiar o exterior da sala desconhecida. Lá fora, no hall, ninguém parecia estar acordado, ou perambulando pela Mansão. nenhuma luz acesa, ou ruídos duvidosos. A barra estava limpa.
- Acha que podemos sair? - Murmura Mel, que estava espiando ao meu lado.
- Sim, vamos nessa, acho que está limpo. - Num ato rápido, abri a porta por completo, caminhando até o centro da entrada da Mansão. Olhei para todos os lados, dando passos cauteloso e silencioso por todo o local. Haviam deveras muitas portas por ali, mas qual era a da cozinha? teríamos que investigar.
Mel saiu da outra sala, vindo até mim, e apontando para uma das portas. Não foi necessário examinar o local, pois, a garota sabia exatamente onde ficava a cozinha. De fato, se eu morasse em uma casa do tamanho dessa, em questão, saberia exatamente onde ficava, exclusivamente, a cozinha. É, sem sombra de dúvidas, o local mais agradável, aconchegante e perfeito de uma residência. Quem não saberia onde ela se localiza?
A ruiva me guiou, e logo me indicou a verdadeira porta. Caminhei até lá, e paupei toda a porta, até chegar, enfim à maçaneta. Ok, aquilo era mesmo uma maçaneta? Mais uma paupada e...sim, era uma maçaneta. Girei o pulso, destrancando a porta. Adentrei ao local, seguido da corvina. Fechei a porta novamente, e nós dois nos olhamos. Estávamos realmente salvos? Pelo que parecia, sim.
Saquei minha varinha do bolso interno de meu moletom, e a apontei para as paredes. "Lumos!" o feixe de luz me auxiliou à encontrar as geladeiras duplas, fixadas em uma das paredes da enorma cozinha. À medida que caminhava, rumo ao eltro-doméstico, a prataria reluzia, ao contato com a luz que saía da varinha, quase me segando. Enfim, me aproximo da grande geladeira, e meus dedos envolvem o grande puxador. Abro a mesma, esperando encarecidamente que tenha suco de maracujá, ou teriam passado por tudo aquilo em vão, e não seria nada divertido.
O interior era mágico. Tudo quanto há de doces, e grandes pedaços de carne, envolvidos em papel laminado, em grandes formas. Fiquei imaginando, se não continha uma grande coxa de grango por aí. Expulsei esses meus devaneios, tratando de procurar, sem delongas, o suco de maracujá, pedido por Lucas. Meus olhos percorrem tudo, até se fixarem numa jarra transparente, com um líquido amarelo e grosso.
- Achei, graças à Morgana, tem suco! - agarrei a alça de vidro da jarra, e a puxei de lá, derramando um pouco do refresco no interior da geladeira. Minha varinha escapou por entre meus dedos. - Mel, pega pra mim, por favor? - Me inclinei para trás, cautelosamente, evitando que nem uma gota de suco caísse pelo chão. Mel apanhou minha varinha, e abriu a porta, para que eu pudesse passar com a jarra.
Novamente comelamos a nossa caminhada nas pontas dos pés, rumando para o exterior da mansão. Chegar logo até os terrenos era o que eu mais queria no momento, lá, mesmo que duvidando, estaríamos à salvo de ser pêgo. Andamos, olhando direito para onde pisamos, evitando outra queda, até que chegamos às porta duplas, que davam acesso às propriedades.
Assim que Mel as abriu, o vento úmido bateu em meu rosto, e minha ânsia por sair dali, dobrou de tamanho.
.
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Re: Cozinha Gourmet

Mensagem por Mel V. Lancaster em Sab 18 Jan 2014 - 18:24

Suco... e copos!! ¬¬
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Brandon ficou encarregado de procurar o suco de maracujá, enquanto eu cuidava dos copos. Não havia mais copos à pia, portanto eu iniciei minha busca no armário. Ergui a varinha e abri a primeira parte. Alimentos. A do lado dela também. Na outra parte, porém, encontrei os patros e os copos, organizadamente postos. Ocupei os braços com alguns copos e exatamente nesse instante Brandon pediu que eu pegasse sua varinha que havia caído. Eu repus os copos no lugar, me agachei no local que ele apontara e tateei o chão até sentir a varinha.
-Aqui. - mas ele seguira para a porta. Estava parado olhando para mim, como se esperasse que eu fizesse algo.
Será que a jarra lhe impede até mesmo de abrir a porta? Confesso que fiquei meio desconcertada em ter que fazer tudo. Apaguei minha varinha e, mesmo sendo muito perigoso, coloquei as duas varinhas no bolso. Peguei uma quantidade menor de copos do que contava e segui para a porta. Ao abrí-la, não deixei de lançar um olhar irritado para Brandon, que sei que ele não percebeu por razão da luminosidade baixa.
Fechei os olhos e forcei, quando os abri, era possível enxergar cada detalhe do Hall. Segui na frente, dessa vez tendo extremo cuidado com o caminho. Nenhum mero ruído seria suportado.
Abri a porta com cuidado. A luz do luar e o frescor do vento nos atingiram. Saímos da casa. Talvez eu estivesse realmente pronta para estar em companhia da minha família agora, pois me senti mais confortável quando pensei nessa possibilidade.


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