Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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Mensagem por Danorum em Sex 14 Jun 2013 - 11:35


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Re: Biblioteca particular

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Qua 22 Jan 2014 - 1:31


Me. Alone.
Estava difícil para eu aceitar o fato de que nos próximos dias eu não poderia estar ao lado de meus primos, divertindo-me com eles, pelo fato de a lua cheia estar se aproximando. Seriam longos dias de vários goles de poções amargas e meu corpo ficando cada vez mais fraco. Todos estariam felizes, brincando, conversando, socializando. Mas não eu. Eu teria de ficar recolhido. Nenhum deles sabia de minha maldição. Exceto por Gary, que lutara comigo e Rufo, que ouvira Tia Lillie falando sobre isso. Mas era perigoso demais mantê-los por perto. Gary só me enfrentara por medo de que eu chegasse como lobisomem até Hogwarts e Rufo parecia nem querer se aproximar. Tia Aimée era quem me auxiliava, mas ela estava tão ocupada nos últimos dias que eu quase não a via. Além de tudo, minha cabeça girava levemente e eu estava com muitas saudades da Lara. A Mansão inteira estava silenciosa. Pensei em subir até meu quarto, mas ficar lá sozinho não ia rolar. Resolvi ir até a biblioteca. Talvez lá eu me animasse um pouco mais.

Me enganei. Nada ali, apesar da variedade enorme de entretenimento, me interessou. Resolvi sentar por ali e esperar por um sono que eu sabia que não chegaria.
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Re: Biblioteca particular

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Qua 22 Jan 2014 - 2:44

trying
O já não tão minúsculo Rufo sempre fora um adorador de livros. Sempre. Ele costuma matutar que fora por conta dos estímulos vindouros de sua mãe, Nicolette, e grande porcentagem é mesmo. Desde sua mediana biblioteca particular, onde os títulos variam de autores nascidos-trouxas aos bruxos, até a gigantesca da propriedade principal das dependências Villeneuve. O aconchegante chalé onde sua parte mais estimada da família vive é nas imediações da grande propriedade, algumas passadas e já se era possível visualizar o telhado disposto em seus pedaços simétricos. Desde o último encontro do jovem sonserino com seus primos em um piquenique rebelde à meia-noite, ele desvencilhara-se de seu exemplar dos magníficos contos de Poe, e como fora aniversário de duzentos e cinco anos deste autor estonteante, sentira falta do mesmo. Decerto este estaria dentre os inumeráveis exemplares das prateleiras altas e largas da biblioteca dos Villeneuve, onde um dos curiosos elfos o depositara na calada da noite.

Rufo pouco expressara importância ao horário em que se ausentara do sofá de couro amarronzado de seu aposento no chalé, rumando com passadas harmônicas até a propriedade que já era visível defronte. Questão de pouco mais de quarenta segundos e seus pés já não tão minúsculos pisotearam o mármore polido. O percurso até a biblioteca se dera de acordo com o desempenho de um perito em marchar para bibliotecas: direto. Logo as íris azuladas levemente encobertas por seus cabelos alinhados cascateando em sua testa fitaram seu primo predileto sozinho, rodeado por milhares de exemplares.

Lucão, o que faz sozinho por aqui? — selara a porta com pouca força, rotacionando-se e caminhando com a palma esquerda de sua mão roçando nas capas duras dos exemplares na altura de seu ombro.  — Eu percebi o modo no qual você saiu na noite do piquenique... — suas apalpadelas cessaram e agora estava defronte Lucas, fitando-o fixamente, expressando o melhor dos seus sentimentos de conforto. — É, você sabe... aquilo? — e fizera uma imitação amadora de um urro, atenuando seus dedos a imaginar garras.




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Re: Biblioteca particular

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Qua 22 Jan 2014 - 3:08


Smiling?
Com um solavanco muito discreto, assustei-me com a presença de Rufo ali. Pensei em perguntar o que ele fazia ali, mas me dei conta de que eu estava numa biblioteca e como ele estava sempre na companhia de um livro, aquele deveria ser um de seus habitats. – Ah, olá, Rufão! – Sorri um sorriso meio bobo. Era fascinante o quanto o menino gostava de estar entre livros. Ele parecia bem mais confortável entre eles do que entre pessoas. A intimidade entre ele e os exemplares era tão admirável que eu me senti intruso.

A imitação de um lobisomem dele foi tão engraçada e inesperada que, começando com uma risada presa que se soltou aos poucos, gargalhei alto. Depois de me recuperar e limpar algumas lágrimas basais, respondi. – É. Daqui a alguns dias é lua cheia e acho que vou estar em Hogwarts. Não gosto de por as pessoas que não têm nada haver com isso em perigo... – Minha voz assumiu um tom meio triste, meio preocupado. Porém, antes que qualquer outro pensamento me ocupasse, a lembrança do que eu vira – ou achei que vira – Rufo fazendo naquele dia em Hogwarts, num dos banheiros abandonados me veio rápida.

– Ah, esqueci de uma coisa... – Estiquei a mão e baguncei as madeixas organizadas do rapaz. – É só pra não perder o costume. – Sorri sincero. – Mas, me diz uma coisa: você não tem medo de estar por perto de um... – Olhei para todos os lados para me certificar de que ninguém ouvia. - ... lobisomem? Porque, sério, eu teria. Sou perigoso, rapaz. – Mesmo quando eu não queria, um tom cômico se instalava em minha voz e fazia com que eu parecesse mais despreocupado, mais sem medo.
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Re: Biblioteca particular

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Qua 22 Jan 2014 - 3:35

trying
Após atuar como um licantropo por sua primeira vez, Rufo gargalhara. Esquecera-se de estar no perímetro de uma biblioteca, onde o silêncio era crucial e afável. Pressionara o tórax, em um ato de íntegro entretenimento. Seus lábios doíam levemente após o garoto tentar se recompor, finalizando com o movimento contínuo de seus dedos, notificando que prosseguiam intactos e saudáveis após curvá-los de forma tão brusca mas tão cômica. Por fim, jogara-se cômodo e despojado em uma das poltronas, batucando um ritmo que lhe vinha ao cérebro, recusando-se a se desvencilhar. Parte de sua franja cobria-lhe os olhos, mas seu campo de visão pouco lhe parecia alterado. Então as reais motivações para o estranho modo do primo se portar... Sua maldição, licantropia, como suspeitara. De súbito recordações de como descobrira de sua licantropia invadiram-lhe a mente, ocasionando em seu corpo erguido e levemente inclinado à frente, suas íris agora fixas e de igualitário sentimento de conforto. — Ficará tudo bem, sempre ficou, não é? — e suas madeixas foram bagunçadas, como Lucas sempre fizera. Desde o vagão da monitoria, no primeiro dia como monitor do jovem Rufo.

Não evitara sorrir, então, procurando alinhar seus fios sem sucesso. Eles, quando bagunçados, recusavam-se a retornar ao posto anterior, do mesmo modo que quando alinhados é complicado deixá-los rebeldes. Lucas é dono de um dom incomum de bagunçá-los. Mas isto não é problema para um metamorfomago, não é? Lacrara suas pálpebras, focalizando o alinhamento dos tais fios, visualizando-os recomporem-se. Anteriormente teria sido como ser atingido por água gelada, agora apenas uma sensação incômoda de declínio de temperatura era notória. Quando se tratava de alterar os pigmentos de suas íris, era comumente sentir uma ardência, já quando eram as madeixas... Enquanto as alterações ocorriam sensações capazes de fazer os pelos eriçarem eram fortes. Lucas deve estar assistindo espantando, matutara Rufo. E então o congruente alinhamento voltara.

E a pergunta viera em seu encalço. Como Rufo não tem medo de estar perto de um lobisomem? Pergunta complicada. É sabido que o jovem sonserino é um medroso declarado. Sim, até um pergaminho mágico lhe dissera que o era. Mas como um medroso se porta tão bravamente perto de um licantropo? Rufo não saberia como responder, portanto somente erguera ambos os ombros, expressando seu pouco conhecimento sobre o assunto.




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Re: Biblioteca particular

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Qua 22 Jan 2014 - 3:57


Tell me!!
– Pois então você é um ser quase único. Durante um tempo, eu achei que até minha mãe tinha medo de mim. – Me reconfortei mais na poltrona. – Mas, sabe de uma coisa, meu olfato e minha audição são mais apurados. E eu sou mais forte! – Fiz uma desastrosa pose fisiculturista apenas com os braços. – Tá, não musculoso, forte. – E me dei conta de que os cabelos de Rufo se “auto-organizavam”. – O que é que você tá fazendo? Que feitiço é esse? – Indaguei curioso e a resposta me surpreendeu um pouco. – Sério?! Legal!! Então foi pra treinar em segredo que você estava mexendo naquelas pias do banheiro da Murta e depois, do nada, desapareceu? – Ele pareceu empalidecer um pouco com a pergunta. Provavelmente ele não esperava que eu soubesse. – Pra onde você foi?

Soltei a pergunta como uma bomba. Rufo gaguejou. Imaginei que ele não quisesse me contar. Interrompi. – Lembra da última aula da professora de História da Magia? Aquela que todos os anos e casas tiveram juntos? Pois é. Lembra o que você disse? Pois bem. Pode confiar! Porque se você estiver enrascado, eu posso te ajudar... ou se estiver aprontando, eu quero ajudar!! – Sorri o sorriso mais confiante que eu tinha.
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Re: Biblioteca particular

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Qua 22 Jan 2014 - 4:20

secrets
O quê? Os pigmentos rosados que anteriormente jaziam aos poros do garoto esvaíram, exibindo um tom duplamente mais pálido do que habitual. Como Lucas soubera de seu segredo? Um segredo que Rufo jamais revelara, nem mesmo para seu pai. Nem mesmo para sua mãe. Bruscamente histórias lhe eram formadas em pensamento, modos de dar uma desculpa para o fato de ter desaparecido em uma pia de um banheiro já com o odor de abandono. Um banheiro feminino. O que ele, Rufo Villeneuve, estaria fazendo em um banheiro feminino? Vamos, Rufo... Pense, matutara, buscando por ideias capazes de lhe retirarem desta enrascada gigantesca. "Nã-nã-não é nada, Luc-Lucão", tentara sorrir, tentara reduzir as incessantes tremeluzidas das íris azuladas.

E então Lucas cita determinada aula de História da Magia. Onde acontecera algo inusitado, onde Rufo, o tímido, resolvera dizer o que sentia. Uma espécie de confiança aflorara de seu interior, e as íris já não tremiam mais. — É uma longa história... — e seu timbre vocal já era altivo como sempre fora, não possuía qualquer indício de ter fraquejado momentos anteriores por estar apavorado. Lucas assentira, incentivando-lhe a prosseguir. — Tudo se inicia com um anormal encontro na calada da noite. Eu, Megan e Evelyn. Presenciamos um sequestro. Um dos metidos a sabichões centauros sequestrara o que poderia ser um sereia... Não, não, saberá no fim... — quando Rufo citara "que poderia ser", Lucas erguera sua sobrancelha direta, expressando confusão. — Fizemos o possível e o impossível para resgatar esta sereia, enfrentamos o medo, escuridão... E você sabe como sou medroso, era duplamente complicado para mim. E tudo para no fim descobrirmos que a sereia era uma mera ilusão — e agora o semblante de Lucas suavizara, finalmente entendera o porquê das palavras usufruídas anteriormente. — Que isso fique entre nós, mas recebemos uma espécie de caixa onde a única chave capaz de abri-la era disposta no interior da sala do diretor. Olhe, Lucão, que fique entre nós, sério. Eu e as garotas invadimos o escritório do nessa época diretor Nimbus, e assim marchamos até as masmorras e por fim comunal. Abrimos a tal caixa e nos deparamos com um pergaminho... — falara tanto que saliva era acumulada, engolira e tossira, retomando logo após a narrativa amadora. — Esse pergaminho era mágico e ele me dera instruções para penetrar na Câmara Secreta. Sim, Câmara Seceta — rira, seu semblante demonstrando inevitavelmente um orgulho triunfal. — Mas não sou ofidioglota, não, nem nada parecido, apenas dei meu sangue para conseguir entrar — e cessara, retomando sua postura despojada, fitando Lucas na procura de entendimento.




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Re: Biblioteca particular

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Qua 22 Jan 2014 - 4:45


Really??!!??
Câmara Secreta? A Câmara Secreta? Não podia ser verdade! Como ele conseguira? A história toda me pareceu meio surreal até mesmo para nós bruxos. Centauros, uma sereia que não era sereia, pergaminho mágico... Eram muitos detalhes impressionantes, mas como um trollador de nascença, um só me chamou atenção. – Você invadiu a sala da direção?!!? Tipo, a sala do todo poderoso de Hogwarts?!? – O garoto a minha frente assentiu. – Caraca, Rufão! Você é meu herói!! – Levantando a mim e a ele, abracei-o com tapinhas animados nas costas. Voltamos a sentar. Eu ainda impressionado e ele com uma expressão que eu não sabia bem do que era. – Velho, foi a trollada do ano! Você tem noção do quanto eu queria trollar desse jeito!! E o melhor: ninguém sabe que vocês foram lá!! – Eu estava realmente feliz, afinal Rufo me pareceu um pranker em potencial.

Por um momento lembrei de algumas cenas durante as poucas reuniões gerais dos monitores que eu presenciei. – E você estava com a Megan? – Ele corou. É engraçado fazer os outros corarem. – Você pegou na mão dela, pelo menos, né? – Rufo tentou desconversar, mas, mais uma vez, eu interrompi. – Velho, você acabou de me contar que invadiu a sala da direção de Hogwarts e que tem acesso à Câmara Secreta... Vai mesmo tentar esconder que sente alguma coisa pela Meg? Você sempre cora perto dela! – Suas bochechas, de um vermelho leve, passaram para um rubor bem mais definido. Sorri descontraído.

– E eu vou poder ver? A Câmara? Posso? – Eu estava realmente aleatório. Mas como eu não costumava conversar muito com Rufo, as perguntas simplesmente pulavam de minha boca e, eu acho, atingiam o garoto em cheio.
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Re: Biblioteca particular

Mensagem por Rufo Villeneuve Lancaster em Qui 23 Jan 2014 - 17:40

secrets
Rufo pouco acreditara após terminar sua narrativa amadora, havia mesmo contado tudo para seu primo? Contara sua infração junto de duas garotas? Ele era agora um monitor-chefe. E se a história vazasse? Que lhe aconteceria? Boa coisa que não é. Ora temeroso ora feliz por ter desabafado, Rufo prosseguira com suas íris fixas em Lucas, procurando por qualquer hesitação que indicasse o quanto estará encrencado futuramente. Quando o primo, Lucão, demonstrara surpresa, Rufo empalideceu. É, estará realmente encrencado. E, deixando claro que é possível alterar a coloração do semblante em questão de segundos, o lufano defronte comenta que Rufo é o seu herói. "Herói?" matuta Rufo em seu cérebro, procurando por uma justificativa plausível para o comportamento do primo. É sabido que Lucas é brincalhão, mas que apoiaria o burlamento de regras? Ora, isto é novidade.

E para complicar tudo de uma vez por todas: Megan é citada. A mudança de assunto fora tão drástica que Rufo deslizara levemente da poltrona, procurando sumir. Desaparecer. Por quê, Merlim? Por quê? Eram baseados nisto os pensamentos do jovem sonserino. Procurara, então, por momentos em que pegara a mão de Megan. Na sua aventura que não fora, lá ambos estavam sob pressão e pouco se importaram com contatos físicos. O baile de inverno, fora lá o primeiro momento em que estivera tão próximo de sua antiga companheira de monitoria. "Vou mesmo esconder?" questionaria a si mesmo Rufo. Contara ao primo sobre suas travessuras, por que não contar que não pegara na mão de Megan naquele momento? — Não, não peguei, cara. Primeira vez que tive algum contato com ela foi no Baile de Inverno, você sabe... Rei e rainha — recordar daquele momento ocasionara os pigmentos avermelhados na bochecha do sonserino, assim como um riso bobo. — E sim, acho que você pode ver — será? Isto seria alguma quebra de regras? Aprofundara-se e procurara por regras que possam ser burladas caso leve o primo para o interior da Câmara, mas nada encontrou. As regras não citam "não levar primos para dentro da Câmara Secreta". Rira com este último pensamento.

A conversa se dera afável. Os assuntos variavam: desde as peripécias de Lucas até como seria sua transformação em licantropo, sempre usufruindo do humor. Rufo não imitara um licantropo por mais uma vez, mas urrara entre toda frase com esta palavra. Sem ter noção do horário, erguera-se e ambos se foram da biblioteca. Lucas para o piso superior e Rufo para seu aposento rústico no chalé.




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