Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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1ª Aula de Poções

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1ª Aula de Poções

Mensagem por Tétis em Ter 11 Jun 2013 - 19:23

Poções

Aula I
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Re: 1ª Aula de Poções

Mensagem por Jerôme Villeneuve em Qua 19 Jun 2013 - 21:24

Potions

Os raios solares já penetravam e iluminavam o dormitório. Aprontei-me com calma, rumando até um armário rústico, capturar os livros necessários. Assim que estico minha mão para o interior do armário, lembro-me de que os livros já estavam agrupados em um armário na sala, já. Passei pela cozinha, solicitando uma xícara de café para um elfo engraçado. Em menos de um minuto, uma xícara cor de creme já estava sobre minha mão e os elfos olhavam-me com um certo interesse, como se eu fosse diferente. Agradeci-os e segui para as masmorras. A fumaça produzida pela alta temperatura do líquido da xícara ficou em evidência assim que adentrei nos cálidos corredores, criando um efeito magnífico.

O aposento onde ocorrem estava extremamente fria, já que os archotes que iluminavam e, ao mesmo tempo, aqueciam tal estava apagados desde a noite do dia anterior, quando mantive-me catalogando os livros e alguns pergaminhos. Finalizei o café antes da chegada dos quartanistas, deixando a xícara vazia sobre a mesa de carvalho. Sustentei meu corpo, também, sobre tal mesa. Posiciono minha varinha e acendo todos os archotes, visualizando as chamas fluírem fortes. Aos poucos, alunos foram chegando e acomodando-se nas cadeiras. Os vi retirando pergaminhos de suas mochilas, juntamente com as penas. Eu estive afastado dos mesmo por todo o tempo em que os quartanistas chegavam.

Um bom dia para todos! Tempo de tolerância a atrasados esgotado —  sorrio e movimento minha varinha, fazendo a porta fechar com um violento estrondo. —  Sou o professor de Poções, Joseph. Contatem-me apenas por professor, senhor ou tutor, caso contrário, não serão atendidos. Implantarei algumas regras básicas, como todo outro professor deve impor também — eu não desejava a amizade dos pequenos — não tão pequenos, afinal —, apenas desejava que tais absolvessem o que tenho para transmitir. —  Não tolerarei conversas alheias enquanto descrevo algum ingrediente ou quando estou contando passo por passo como preparar uma poção aleatória — finalizo.

Começaremos o ano com o seguinte assunto: técnicas de fabricação de poções — fitei-os de modo analisador, procurando emoções que facilitem minha impressão sobre tais. —  Eu não pretendo falar muito. Anotem tudo o que digo, por favor, é de suma importância. Começando por chás, há várias maneiras de se preparar um chá, como a infusão — pigarreio. —  A infusão consiste em despejar água fervendo sobre as substâncias, num caldeirão ou outro recipiente, e deixá-las repousar assim, bem cobertas, durante uns dez minutos. As folhas e folhes são mais aconselhadas para esse preparo.

Caminhando por entre as mesas, prossigo:

Temos, claramente, outras técnicas, porém, não entrarei em detalhes com elas por ora. Bom, próximos são os sucos. Se os chás são eficazes, muito mais são os sucos crus das ervas. Infelizmente, nem sempre podemos obtê-las frescas. Mas, sempre que possível, devemos usá-las de tal modo. O suco se obtém facilmente triturando as ervas com um pilão ou moendo-as em máquinas de moer. Passa-se em seguida por um coador — finalizo, como havia dito, não entrarei em detalhes.

Caminhar por entre as mesas tornou-se um hábito muito excêntrico, já que analisar os alunos enquanto falo, quais são suas reações e afins, é a melhor parte.

Cataplasmas. As cataplasmas se empregam de vários modos, as ervas frescas, por exemplo, podem serem aplicadas diretamente à parte dolorida, inchada ou ferida. As ervas secas em saquinhos, frias ou quentes, conforme o caso, usam-se para cãibras causadas por feitiços de paralisar ou de impedimento — voltei para minha posição ereta, defronte com os quartanistas. Enquanto eu falava, palavras formavam-se aos ares, já que o assunto seria complicado e longo. —  Temos, também, aquelas em forma de pasta. Consistindo em socar as plantas, formando uma papa que se coloca sobre o lugar dolorido, diretamente ou entre dois panos. Quando não se têm ervas frescas para este fim, podem-se utilizar também ervas secas. Neste caso se deita água fervente em cima das ervas, num caldeirão, tanta quanto necessária para formas uma pasta uniforme. As cataplasmas têm efeito calmante sobre os inchaços, nevralgias, contusões, furúnculos, supurações, etc. No preparo das mesmos não deve-se usar colheres de metal, especialmente as de alpaca, mas sim de madeira, pois as primeiras poderiam provocar envenenamento se permanecessem muito tempo na massa — as antigas palavras formadas esvaíram-se e foi como se estavam aguardando as próximas.

Usam-se, para as compressas, panos bem limpos, brancos e finos. Cozinham-se as ervas em dose forte, isto é, usa-se, para um litro de água, duas, três ou quatro vezes mais erva que para um chá. Coa-se. No cozimento mergulha-se o pano, torce-se bem e aplica-se sobre a parte dolorida ou afetada — olhar as palavras se formando pôde ser divertido, quando já se havia gravado o rosto de cada aluno. Percebendo o desconforto de muitos alunos, decido parar.

Utilizem o restante da aula para repassarem as informações para um novo pergaminho por duas vezes. Quero duas cópias perfeitas do que fora falado em aula, uma ficará com vocês e a outra deverá ser entregue para mim. Quando finalizarem, podem arrumar suas coisas e irem. Ah, mais uma coisa, quero um pergaminho de diferentes técnicas de preparação de poções em minha mesa. Não economizem palavras! — dei a partida e a única coisa que podia ser ouvida eram os ruídos formados pelas penas.

Assim que foram terminando, saíram. Alguns alunos não tinham terminado quando a sineta tocou, entregando para mim um trabalho miserável. As notas de tais serão miseráveis também.

Observações:
O resumo deve ser entregue colocado em spoiler. Para quem não souber: [*spoiler=Pergaminho]Conteúdo[/*spoiler]. Quero duas cópias do teu resumo;
Aula será encerrada após catorze dias de postagens, no caso, dia 03;
Aulas com menos de vinte e cinco linhas serão desconsideradas;
Uso do table padrão é obrigatório, o não cumprimento de tal regra pode gerar perda de 50% da nota;
A pesquisa das técnicas deve ser enviada por meio de MP, informações suas (como nome, ano) devem ser colocadas em notório local, assunto, por exemplo;
Qualquer dúvida, não hesite em mandar-me uma MP.

A pontuação será da seguinte forma:

Vinte pontos para o(a) aluno(a) com melhor postagem;
Vinte pontos para o(a) aluno(a) com melhor resumo;

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Re: 1ª Aula de Poções

Mensagem por Lucas B. Villeneuve em Ter 25 Jun 2013 - 23:34



1ª aula de Poções

O dia em Hog já se iniciou frio e meio morto. Tudo estava meio cinza e sem vida. Até os alunos. No dormitório lufano o que mais se via eram alunos se arrastando até o banheiro e voltando para se vestir arrastados da mesma forma. Pareciam zumbis Se descolocando daqui pra acolá. Diferente de todos e de qualquer outro dia, eu acordei bem disposto demais. Eu tive um sonho bastante reconfortante com minha mãe. Senti um pouco de saudades, por isso resolvi escrever uma carta. “Mamãe. Como a senhora está? Espero que bem. Aqui em Hog as coisas andam bem, sabe. As aulas estão trabalhosas, mas eu tô dando conta de tudo. Passei uns dias na ala hospitalar, porque me transformei e um garoto me ajudou, mas não sem antes me atacar. Ainda não sei porque, mas já está tudo bem, minha madrinha Lillith cuidou de mim e dele. Ah, por coincidência, minha madrinha também é madrinha dele. Irônico, não? O Chubie também tá bem. Tá até maiorzinho já, o danadinho. Enfim, mamãe, sabe aquela coruja que eu te pedi... pois é... eu acho que eu mereço né? Até a próxima. Te amo muito. Luc” A caminhada até o corujal depois do café foi um tanto estafante, mas valeu a pena. Escolhi uma coruja cinza e grande de Hogwarts para enviar. Depois, me dirigi tranquilo e cantando para a aula de Poções. “Poções? Aff! Odeio as masmorras!”

Cheguei na sala escura, fria e com cheiro de velha, escolhi um lugar mais pro meio e já fui logo tirando um pergaminho, minha pena preta e meu tinteiro místico, que fazia a cor da tinta a mesma que eu estava pensando. E, naquela hora, eu queria verde-folha. O professor parecia carrancudo demais, sério de mais e simpático de menos. Não foi a toa que, quando ele bateu a porta, eu tremi e quando ele abriu a boca para falar, tremi mais ainda. Bilhões de regras foram impostas e o típico blá-blá-blá de início de ano foi proferido. Quando ele falou para anotarmos tudo que ele dizia, quase me matei por ter esquecido minha pena de repetição rápida. “Burro! Burro! Burro!” Estalei os dedos, peguei a pena com firmeza, molhei a ponta na tinta e... senti uma vontade enorme de fazer uma pegadinha com alguém ali mesmo. “Te controla, Lucas! Esse professor não está pra brincadeira...” Me concentrei de volta na vida de estudante certinho e me pus a escrever quando o professor começou a falar sem parar.

“Santo Merlim! Essa aula tá quase como a de História da Magia. Se eu não estivesse escrevendo tão rápido, eu já estaria dormindo... roncando.” Era assim que a aula se estendia: monótona e cansativa. Eram muitas as informações e o professor Joseph não nos dava tempo para respirar. Meus dedos já doíam quando eu decidi dar uma parada. Uns cinco segundos apenas. Quando virei-me, o Sr. Lancaster estava parado ao meu lado me olhando com a cara mais mortífera do mundo. Rapidamente, e muito rapidamente, peguei minha pena e voltei ao ritual de copiar as informações.

Quando ele parou, a turma suspirou em uníssono. Estávamos todos aliviados. Mas alegria de quartanista dura pouco. O professor simplesmente disse que deveríamos aproveitar o final da aula para fazermos uma segunda cópia do que já tínhamos escrito. “Tá brincando né? Fala sério, mano! Affêr!” Peguei outro pergaminho com a cara mais triste possível e me pus a repassar tudo de um pergaminho para outro. Milhões de palavras depois, cataplasmas, chás, sucos e coisas assim, entreguei o pergaminho para o Sr. Lancaster e todos fomos liberados, não antes de recebermos uma linda tarefa de casa sobre outras formas de preparar poções. “Sério? Esse cara só pode estar de brincadeira com minha cara! Aff!”


Eu | Narração | Outros | "Pensamentos"

Resumo:


Aula 1 de Poções – Técnicas de preparo de poções

Chás – Por via oral e pode ser aplicado de várias formas, entre elas, a aplicação por infusão, que consiste em por água fervente nas substâncias em um caldeirão ou outro recipiente,  deixando-as repousar cobertas por dez minutos. Para este preparo são mais indicadas as folhas e flores, pois talos e raízes são bastante difíceis e devem ser picados bem finos e ficar em repouso, depois por a água fervente sobre por vinte ou trinta minutos.
Sucos - São muito mais eficazes que os chás, porém são menos “possíveis” de serem feitos, pois devem ser preparados com plantas/ingredientes frescos, o que nem sempre é provável, porque vegetais se reproduzem em períodos, logo não é fácil encontrar certas plantas em certas épocas do ano. Consiste em triturar os ingredientes e depois coar.
Cataplasmas – Utiliza de ervas in natura e pode ser aplicado com ervas frescas (consistindo na utilização da erva fresca sobre o local afetado) ou ervas secas em saquinhos (podendo ser frias ou quentes, põe-se sobre a área afetada). Cura cãibras e pequenas paralisias.
Pastas – Podem ser preparadas com ervas frescas (socando as ervas num pilão até que elas fiquem pastosas) ou com ervas secas (põe-se água fervente sobre as ervas secas trituradas em quantidade suficiente para deixá-las pastosas). Não deve-se fazer uso de colher de metal, caso contrário, pode haver envenenamento da pasta.
Compressas – Utilizam-se panos limpos ensopado em uma solução pelo menos quatro vezes mais concentrada que um chá. Aplica-se no local afetado.


IN THE TOWN WHERE I WAS BORN, LIVED A MAN WHO SAILED THE SEA. AND HE TOLD US OF HIS LIFE IN THE LAND OF SUBMARINES, SO WE SAILED ON TO THE SUN TILL WE FOUND THE SEA OF GREEN AND WE LIVED BENEATH THE WAVES IN OUR YELLOW SUBMARINE.
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Re: 1ª Aula de Poções

Mensagem por Gary V. Lancaster em Qua 3 Jul 2013 - 1:07

1ª Aula de Poções

Os raios de sol que entravam pela janela aqueciam o rosto do jovem Gary, anunciando-lhe que mais um dia de aula estava prestes a se iniciar. O garoto se levantou um pouco preguiçoso e se colocou a beira da cama, esfregou os olhos e coçou a cabeça bagunçando ainda mais seus cabelos que estavam mais cumpridos que o normal, o movimento no dormitório da Grifinória já era intenso mesmo àquela hora da manhã garotos conversando descontraidamente e ruídos de zíper de mochilas se fechando “Vamos já pro banho Gary” o garoto saiu do seu estado de inercia e se dirigiu até o banheiro do dormitório.

Quando saiu do banheiro encontrou um dormitório as moscas. O garoto começou a reunir o seu material “pergaminhos, tinteiro, penas livros.. cadê meu livro de poções?!!.. Só me faltava essa!!” Gary começou a revirar as estantes, gavetas armários até no seu malão de roupas “eu devo ter chutado terra no túmulo do Merlin pra merecer um coisa dessas.. onde está você livro maldito?!”. Quando encontrou o livro debaixo de sua cama – te achei infeliz! – colocou rapidamente o livro dentro da sua bolsa e saiu em direção ao salão principal para tentar pegar a parte final do café da manhã.

“Não posso me atrasar” pensava o grifino enquanto cruzava os corredores das masmorras de forma ligeira, os barulhos dos seus sapatos ecoava pelos corredores adjacentes Gary sempre detestará aquele mausoléu, mas infelizmente não tinha escolha as aulas de poção estava condenadas  para sempre a serem realizadas naquele lugar úmido e claustrofóbico.

Quando cruzou as portas da sala Gary estava ofegante, o novo docente já estava ocupando o seu lugar, lugar a qual fora ocupado pela sua tia Sophie nos últimos três anos “é estranho não tê-la aqui”, mas não teria tempo para lamentar, pois o docente já começaria a sua aula.

Seu nome era Joseph, mas logo o mesmo deixou claro que a relação com a turma seria uma relação impessoal “Já estamos acostumados com isso meu caro”. Sem mais delongas o professor deu inicio a sua aula que tinha por tema: Técnicas na fabricação de poções. “Já vimos esse assunto se não me falha a memória”, mas o grifino sabia que seria boa uma relembrada, então pegou um pergaminho tinta e pena e começou a transcrever tudo que achava relevante, ainda se permitia umas notas mentais “Quanto mais frescas forem as ervas melhor” quatro anos de Hogwarts tinha feito o garoto gostar de poções a única coisa que tinha contra matéria era o lugar onde era lecionada nada mais , mas o que mais lhe chamou a atenção em tudo foi quando o docente entrou no tema dos cataplasmas que poderia ser usados com para curar ferimentos externos “Isso é legal saber” Ele terminou a aula mencionando alguns cuidados que os bruxos ali precisava ter no preparo de poções “Quer dizer que posso envenenar alguém se deixar uma colher de metal dentro do caldeirão.. pensei que fosse porque o metal fosse condutor de calor.”, mas antes de liberar a turma pediu para que os mesmos fizessem uma  copia do pergaminho “copia exata é!! Affe..” então Gary começou a transcrever tudo para outro pergaminho em parte isso foi bom porque permitiu que o conteúdo ficassem mais fixo na mente do garoto por outro foi péssimo, pois deixou o grifino com uma dor no punho e mãos. Logo em seguida entregou o pergaminho na mesa do professor e saiu acompanhado do resto da turma.


pergaminho:

Aula de poções #1 - Tecnicas no preparo em Poções

Chá: Para seu preparou e mais comun o uso do processo de infusão que é consiste em derramar água fervente sobre a substancia, folhas e folhes são mais aconselháveis para esse preparo.    

Sucos: São mais eficazes que chá de forem feitos de ervas cruas, o ideal é que as ervas sejam frescas.  O suco se obtém facilmente triturando as ervas com um pilão ou moendo-as em máquinas de moer. Passa-se em seguida por um coador .

Cataplasmas: Podem ser usados contra ferimentos externos também têm efeito calmante sobre os inchaços, nevralgias, contusões, furúnculos, supurações.
As ervas secas em saquinhos:
frias ou quentes, conforme o caso, usam-se para cãibras causadas por feitiços de paralisar ou de impedimento.

Pasta: Consistindo em socar as plantas, formando uma papa que se coloca sobre o lugar dolorido, diretamente ou entre dois panos. Quando não se têm ervas frescas para este fim, podem-se utilizar também ervas secas.

Peculiaridades

->Não deve-se usar colheres de metal, especialmente as de alpaca, mas sim de madeira, pois as primeiras poderiam provocar envenenamento se permanecessem muito tempo na massa.
->Usar, para as compressas, panos bem limpos, brancos e finos. Cozinhar as ervas em dose forte,




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Re: 1ª Aula de Poções

Mensagem por Jerôme Villeneuve em Qui 4 Jul 2013 - 13:25

Notas

Lucas B. Villeneuve: 8. Bom, mesmo que não tenha interação na postagem, o senhor colocou pensamentos, o que nos deixa a certeza de que não és um robô. O trabalho está de modo aceitável, meus parabéns. +10 pontos.

Gary V. Lancaster: 8. Bom, o mesmo caso do lufano acima. Pouca interação, porém alguns pensamentos. Trabalho está de modo aceitável, meus parabéns. +10 pontos.

Vinte pontos para o aluno com melhor postagem: Lucas B. Villeneuve.
Vinte pontos para o aluno com melhor resumo: Gary V. Lancaster.

Corvinal: 0.
Grifinória: 30 pontos.
Sonserina: 0.
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Re: 1ª Aula de Poções

Mensagem por Nimbus B. Australis em Qui 4 Jul 2013 - 23:21

Os alunos que ainda não postaram, podem postar até o sabado.
Sem mais.
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Re: 1ª Aula de Poções

Mensagem por Jhessy Pierce Cavendish em Sex 5 Jul 2013 - 22:31

4º ano - Primeira aula de Poções

Por entre frestas das cortinas entreabertas, pequenos filetes de luz adentraram o quarto naquela manhã, um deles atingindo em cheio meu rosto, incomodando-me e me fazendo acordar. No mesmo momento em que abri os olhos os fechei novamente, protegendo-os da luz que os fazia doer e sentando-me na cama. - Car.. Fecha essa cortina, por Morgana! Eu quero dormir mais.. - resmunguei sonolenta para Carmin, que havia acabado de levantar. - Nada disso, Jeh! Se dormir mais vai acabar se atrasando para as aulas! - avisou-me ela, enquanto abria por completo a cortina, iluminando totalmente minha cama. Protegi os olhos com a mão e resmunguei. Carmin soutou uma risada e afastou-se. Bocejei, sem conseguir conter a preguiça que me dominava, joguei as cobertas para o lado e, esfregando os olhos levemente segui para o banheiro, onde me arrumei devidamente para mais um dia cansativo de aulas. - Você me obriga a levantar.. Vem se arrumar antes de mim.. Agora eu estou saindo e você ainda está ai se enfeitando toda? Pra quê isso? Vai à alguma festa, é? - impliquei com a corvina, que me mostrou a língua através de seu reflexo no espelho enquanto continuava a se arrumar. - Ah.. Nada disso! Vem Car, vamos logo! - enrosquei meu braço no seu e a puxei para fora dali, seguindo para o Salão Principal, ignorando as reclamações.

Já alimentada com algumas rosquinhas e um pouco de suco de groselha, levantei-me e me despedi de Carmin e das outras pessoas sentadas perto de nós. Aproveitei que a maioria dos alunos ainda comiam calmamente em suas mesas para me encaminhar logo à sala, não precisando ser empurrada na correria que se formaria ali em poucos minutos. Segui por corredores longos e estreitos e, descendo algumas escadas cheguei às masmorras. "Não adianta.. Acho que nunca vou gostar de verdade daqui!" - lembrava-me como havia me acostumado com o local no ano anterior, devido à sala de Poções se encontrar ali, mas depois de todo aquele tempo sem pisar nas masmorras, estar ali naquele momento me causou arrepios, e, com passos largos e rápidos adentrei a sala de aula.

"Eu com certeza não estou na sala errada, mas.. Quem é esse homem? Será que a senhorita Holmes não é mais nossa professora?!" - parei de súbito na porta ao notar a nova presença dentro daquela sala. Entrei calada. Tratei de logo procurar uma cadeira para me sentar e, quando assim o fiz, cochichei para uma garota sentada ao meu lado. - Quem é ele? - e ela  cochichou de volta - Ouvi dizer que é o novo professor de poções.. "Claro.. Ele não estaria nessa sala à toa! É claro que é o novo professor, tonta! Só espero que ele seja legal.." - o estrondo causado pela porta ao se fechar arrancou-me de meus pensamentos enquanto o professor no cumprimentava. "Nisso já vi que eles são iguais." Seu nome era Joseph, mas, jamais deveríamos chamá-lo pelo nome, caso isso acontecesse, seríamos simplesmente ignorados. - Acho que eu vou sentir saudades da antiga professora.. - cochichei mais uma vez para a garota. -  Não tolerarei conversas alheias..- a voz do professor me fez gelar, ele parecia estar se dirigindo diretamente à mim e seu olhar severo me fez gelar ainda mais. "Com certeza sentirei saudades da Sophie.."- pensei, enquanto tirava meus materiais da mochila, fingindo indiferença.  

Aquela aula abordaria o tema técnicas de fabricação de poções , e, em algum lugar de minha mente eu me lembrava de já ter estudado sobre isso, só não me recordava se em sala de aula ou se havia lido em algum livro. O docente logo anunciou que não falaria coisas em demasia, mas que tudo que ele dissesse deveria ser anotado, iniciando a explicação já de imediato. "Chá, infusão.. Acho que já estudei em sala sim!" - pensava, tentando recordar-me mais enquanto copiava a matéria ditada por nosso tutor. A sala estaria em completo silêncio se não fosse pela fala do professor e o barulho que seus sapatos faziam ao ir de encontro ao chão enquanto ele caminhava por entre nós. "Quem sabe se você falasse mais lentamente eu conseguiria copiar com minha letra normal, e não essa coisa feia escrita na correria.." - resmunguei mentalmente, mais uma olhadinha para o lado e percebi que o professor me observava por alguns instantes, como se pudesse ler minha mente e um olhar que pareceu me passar uma carga elétrica negativa, gerando um certo medo em mim. Mais do que instantaneamente voltei a me concentrar no que ele falava - sem me importar com sua voz branda que me causava nervosismo - e tratei de ir anotando tudo que ele proferia para a turma. - Cataplasmas.. Claro, já estudamos sim.. - acabei falando essas palavras baixinho, e quando percebi calei-me imediatamente, torcendo para não ter sido ouvida. "Agora me lembrei.. Modos de preparos de poções! Como eu pude esquecer?" Mais coisas foram faladas, mais matéria ditada e consequentemente mais palavras copiadas, mão doendo e uma aluna entediada: eu.

Dei graças a Zeus quando a matéria chegou ao fim, mas como sempre, devo ter dito isso cedo demais. Menos de dois minutos parada e o professor já havia nos passado mais coisa para copiar.. Não, na verdade havia nos passado a mesma coisa. "Recopiar tudo isso? Só para ele ter certeza de que copiamos, é? Fala sério.." - minha vontade era de chorar. Segurando e molhando mais uma vez minha oena me pus a passar todas as palavras transcritas em meu pergaminho para outro. Palavras e mais palavras se passaram. Dores na mão e muito tédio foram despertados em mim antes que eu finalmente encerrasse aquela atividade. "Merlin! Mereço pelo menos uma semana sem precisar escrever nada! Acho que irei pedir uma pena de repetição rápida para minha irmã!" - infelizmente, logo lembrei de que teria mais atividade, também de poções, para fazer. "Esse professor deve estar nos testando, né?" - imaginei, juntando minhas coisas e, após depositar minha folha de pergaminho sobre a mesa do docente, deixei a sala de aula. pela primeira vez na vida, eu estava feliz pela aula de poções ter finalmente acabado. "Ninguém merece.. Não posso deixar esse professor estragar a matéria que mais gosto!! Preciso aprender a gostar dele.." - dei uma olhada para trás, só para ter certeza de que ele não estaria a nos olhar da porta, e continuei a caminhada para sair das masmorras.

Resumo:

Primeira aula de Poções - Professor Joseph
Jhessy Pierce Cavendish - Corvinal

Chás: Existem várias maneiras de se preparar um chá, e uma delas é a infusão. A infusão consiste em despejar água fervendo sobre as substâncias, num caldeirão ou outro recipiente, e deixá-las repousar assim, bem cobertas, durante uns dez minutos. As folhas e folhes são mais aconselhadas para esse preparo.

Sucos: Os sucos feitos das ervas são muito mais eficazes que os chás. Infelizmente, nem sempre podemos obter as ervas frescas, mas, sempre que possível, devemos usá-las de tal modo. O suco pode ser preparado facilmente triturando as ervas com um pilão ou moendo-as em máquinas de moer, em seguida passa-se por um coador.

Cataplasmas: As cataplasmas se empregam de vários modos, as ervas frescas, por exemplo, podem serem aplicadas diretamente à parte dolorida, inchada ou ferida. As ervas secas em saquinhos, frias ou quentes, conforme o caso, usam-se para cãibras causadas por feitiços de paralisar ou de impedimento. As cataplasmas têm efeito calmante sobre os inchaços, nevralgias, contusões, furúnculos, supurações, etc., mas não se deve usar colheres de metal em seu preparo para que não provoquem envenenamento.

Pastas: Consistindo em socar as plantas, formando uma papa que se coloca sobre o lugar dolorido, diretamente ou entre dois panos. Quando não se têm ervas frescas para este fim, podem-se utilizar também ervas secas. Neste caso se deita água fervente em cima das ervas, num caldeirão, tanta quanto necessária para formas uma pasta uniforme.

Compressa: para as compressas deve-se usar panos bem limpos, de preferência brancos e finos. Cozinham-se as ervas em dose forte, isto é, usa-se, para um litro de água, duas, três ou quatro vezes mais erva que para um chá. Coa-se. No cozimento mergulha-se o pano, torce-se bem e aplica-se sobre a parte dolorida ou afetada.

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Jhessy Pierce Cavendish Schwartz
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Re: 1ª Aula de Poções

Mensagem por Jerôme Villeneuve em Dom 7 Jul 2013 - 15:28

Notas

Jhessy Pierce Cavendish: 10. Gostei do modo com que pensou, é um sinal de que não é um robô. Houve interação, o que e bom. Meus parabéns! +10 pontos.

[OBS.: Bom, não vou retirar pontos dos outros por saber que é injusto, porém sua postagem fora deveras boa para passar com pouca pontuação. 20 pontos serão creditados para Corvinal pela senhorita Pierce Cavendish.]

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Re: 1ª Aula de Poções

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