Ambientação
Todo ser humano necessita de algo em que acreditar para que sua vida tenha algum sentido. Seja em vários deuses ou em um só ou até mesmo na inexistência de qualquer deus. Seja no bem, no mal, na vida após a morte ou em magia. Independente de qualquer que seja a crença, os humanos movem suas vidas em função dela. Entretanto, há um tipo especifico de humanos que têm a magia não como uma crença abstrata, mas como sua maior realidade.

A comunidade bruxa europeia vive em paz há algum tempo, desde que o Ministério conseguiu frustrar os planos da Irmandade das Trevas. Os comensais que sobreviveram ao rompante de raiva de seu chefe foram mandados para Azkaban para receberem o beijo dos dementadores. Porém os aurores não conseguiram capturar o líder da Irmandade, que anda livre pelo mundo já recrutando um novo exercito.

Não diferente, o Ministério da Magia já treina novos aurores para suprir a baixa que foi deixada pela última batalha contra os bruxos das trevas. Os chefes dos departamentos não mais estão fazendo vista grossa para os acontecimentos anómalos que outrora assombraram suas rotinas. O ministro em si se encarrega dos assuntos mais sérios e as pilhas de papeis em sua mesa estão cada vez menores.

Em Hogwarts, os antigos clubes de duelos e de poções foram reativados, mas não com a antiga ideologia de apenas aprendizado e lazer, e sim com a mascarada didática de treinar os alunos em combate, defesa e o que mais for necessário para prepara-los para uma futura batalha contra o mal.

Os sinais estão claros para as autoridades, os bruxos das trevas se movem à surdina e os jovens estudantes do castelo de Hogwarts são preparados para a guerra sem nem mesmo notar. Os dias sombrios estão por vir novamente. Bruxos, empunhem suas varinhas e as segurem bem, pois elas serão suas maiores e melhores aliadas nos dias futuros.
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2ª Aula de Herbologia

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2ª Aula de Herbologia

Mensagem por Tétis em Qui 6 Jun 2013 - 21:47

Herbologia

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Re: 2ª Aula de Herbologia

Mensagem por Kenton Willians Lancaster em Sex 28 Jun 2013 - 9:12

Segunda Aula de Herbologia

O começo daquela tarde de terça-feira trazia consigo um vento pouco gélido que fazia os pelos do corpo arrepiar. A maioria dos alunos, com um certo receio, carregava com eles um manto e uma blusa de frio para quem sabe o clima mudar repentinamente. Já não fazia tanto tempo que o almoço tinha sido liberado, afinal, eu estava caminhando pela grama recém cortada dos terrenos, sentindo aquele belo cheiro de orvalho que era reluzente graças aos pouco brilho que o sol estava expondo. O clima abaixa a temperatura e o frio logo começara a tomar conta junto com algumas neblinas que ultrapassavam a ilha de Hogwarts vagarosamente. "Logo hoje que levarei os alunos para o lago negro ?" - Penso surgindo um sorriso no meu rosto, um sorriso malicioso que os alunos iriam arrepender de não ter trago um agasalho. Meus sapatos levemente tocavam nos fiapos da grama, uma pequena onde de vapor saia de minha boca e se desfazia pelo ar tocante. Minha velocidade aumentara com o tempo e logo em seguida eu já estava próximo ao sítio das estufas, um local espaçoso que fazia uma fileira de sete estufas, uma para cada ano escolar. A estufa de número um localizava logo de início e já podia-se notar poucos alunos dentro da mesma, os vidros que entornavam a estufa estavam todos embaçados devido a pequena corrente de ar gélido que transitava pelo local atordoando as pequenas plantas inofensivas e os alunos. Com os passos sobre o gramado cheguei então na estufa de número um e com um sorriso meio caído adentrei na mesma com as mãos enfiadas num pequeno buraco do meu agasalho. - Bom tarde pequenos. - Cumprimentei os garotos e garotas que estavam conversando até minha presença na estufa. - Bom, vamos esperar os demais pois hoje teremos uma aulinha prática. - Um bombardeio de felicidade atingiu os olhos reluzentes dos alunos em pleno clima frio. Posicionei-me frente a pequena horta que ficava no polo norte da estufa, onde as mais variadas plantas se repousavam. Com os olhos abertos durante poucos segundos pude reanimar-me com mais passos vindos em direção da entrada da estufa, mais alunos estavam chegando. - Creio que já estão todos aqui. - Digo colocando meu olhar sobre os alunos e em seguida em seus agasalhos. Iríamos agora partir para um campo totalmente gélido devido ser próximo ao lago negro. - Muito bem ! Hoje nossa aula não será aqui então tratem de fazer uma fila indiana, por favor. - Pedi-os caminhando até a entrada da estufa e me deparando com o restante dos garotos que chegavam. - Atrasados ? Vamos, misturem à fila indiana, por favor. - Olhei-os com um olhar severo enquanto aquecia minhas mãos uma na outra e logo botando-as no bolso da camisa de frio de tom marrom. - Sigam-me ! Tragam as pás de mão por favor, e sua varinha. - Ao falar eu rapidamente vi a fila se desfazer enquanto os pestinhas iam pegar as pás expostas na mesa extensa que ficava no centro da estufa. Em poucos minutos transitei até uma pequena descia que ficava logo após a estufa de número cinco, pegando uma pequena trilha e logo mais ao longe avistando a superfície do lago negro.

O caminho foi longo e os alunos persistiram em demonstrar uma satisfação em seus olhares. - Bom, podem sentar por aqui mesmo, nestes troncos. - Indiquei os assentos e apanhei a varinha do meu bolso do lado esquerdo da calça jeans. Ajeitei-me um pequeno tronco e sentei no mesmo observando o lago por alguns segundos e logo em seguida o rosto dos alunos. - Nosso objetivo aqui hoje é estudar os quatro grupos que classificam as plantas mágicas, para isso passaremos por uma prova que exigirá tempo e prática de vocês. - Confesso visualizar um ar alegre naqueles queixos tremendo e narizes puxando. Respirei fundo e logo me arrepiei devido o ar gélido que agora transitava nos meus pulmões. - Antes disso devemos saber quais são estes grupos. Existem atualmente quatro grupos, a das fixas com sentido, fixas sem sentido, móveis sem sentidos e móveis com sentidos, ou se quiserem abreviar, FCS, FSS, MSS, MSC. - Digo meio desconfortável pelo frio que fazia. - As plantas fixas com sentidos são aquelas que não se locomovem por si própria e não tem sentido, não fala, não emite som e nem nada. A mesma coisa com as fixas com sentidos, exceto que estas conversam, emitem sons, e nem entendem o que você fala. - Pausei por um minuto observando o clima que ia mudando drasticamente. - As móveis com sentidos são aquelas que conseguem sair do local onde está sem ajuda de terceiros, e também possui sentidos, falam, pensam e demais. Móveis sem sentidos é a mesma coisa, exceto que estas não possuem sentidos. - Retirei minha varinha de videira do meu bolso que já ia se esquentando e logo mais mirei para algumas peças de madeiras que estavam encostas no enorme caule da árvore,  - LEGNOADOARDESIA ! - E com uma pequena rajada saindo da ponta de minha varinha uma tora de madeira se transfigurava rapidamente em uma lousa flutuante que ficava suspensa pelo ar, somente. Movimentei minha varinha de um lado para o outro e em seguido entornei-a em um círculo e no mesmo instante um desenho fora feito no quadro. - Turma, o desenho representa especificamente as estruturas de uma planta mágica, que são o caustro, o termostander, folhuas e frutos. Caustro é o responsável pela locomoção do corpo da planta, folhuas cuida-se do toque e demais sentidos, frutos são os brotos, pétalas e até flores que nascem da planta. E finalmente o termostander que é o responsável por nutrir, alimentar e garantir uma boa temperatura para a pequena planta. - Bradei enquanto caminhava de um lado para o outro com minhas mãos enfiadas novamente no meu bolso. - Uma planta fixa sem sentida pode ser qualquer planta trouxa, desde as ervas até as mais exóticas, um exemplo seria a cavalinha ou então uma erva de chá, como a cidreira, hortelã e etc. Fixas com sentidos pode ser exemplificada pelos arapucosos, um exemplo desse tipo de planta é o salgueiro lutador. Exemplo de planta móvel com sentido são os pequenos e irritantes bulbos salteadores. E das plantas móveis sem sentidos pode ser o visgo-do-diabo. - Encerrei a explicação observando o vento gélido que batia contra a superfície do lago e assim causando mínimas ondas. Estiquei meus braços para o alto e logo em seguida bocejando, o clima frio que fazia naquela manhã nos traria um bom sono. - Já que estão com suas pás de mão, o objetivo de vocês hoje é coletar amostras de quatro tipos de plantas, uma para cada grupo classificativo. Tragam uma folha, uma lasca, ou então nos casos de bulbos salteadores vocês podem trazer para mim um. - Terminei minha fala enquanto notava a preguiça e os bocejos dos alunos. - Para as plantas fixas sem sentidos quero que traguem para mim, ou uma hortelã, ou uma erva cidreira ou quaisquer tipo de erva existente aqui no castelo. Para as fixas com sentidos quero que tragam para mim pequenas folhas do arapucoso de Hogwarts, tenha cuidado, por favor, aconselho-lhes a utilizar algum feitiço de levitação que saibam. Para as móveis com sentidos vocês podem encontrar bulbos salteadores na estufa de número dois, são como pequenos feijões saltitantes, ah, cuidado com seus olhos pois eles lançam um líquido capaz de cegá-los por algumas horas, então aconselho a fechar o olho e com a ajuda de um balde capturá-lo. E para as móveis sem sentidos, temos aqui hoje o visgo-do-diabo, que para derrotá-lo você precisa usar o Lumus Solem. - Rapidamente mostro o visgo-do-diabo que estava intacto atrás da gigantesca árvore em que os alunos repousavam. - Creio eu que devem ter aprendido o feitiço Lumus nas suas aulas de encantamentos, então o Lumus Solem é lago mais superior e exigirá maior concentração. - A planta que mais parecia um ninho de cobras aproximava lentamente de meu corpo, empunhei a varinha e rapidamente pronunciei, - LUMUS SOLEM ! - Gritei e a planta se encolheu e refugiu para metros atrás. - Agora vocês podem já pegar a amostra aqui com o visgo-do-diabo, uma planta do grupo móvel sem sentido. Vamos, o que estão esperando ? Vocês ainda precisam percorrer o castelo atrás das outras três plantas. - Manifestei com eles e logo mais a turma ia pegando suas amostras com o visgo-do-diabo depois de lançar contra a planta o feitiço correto.

Deixei o visgo quieto depois que os alunos já iam à procura das outras plantas, subi o pequeno morro que levava a estufa de número um e logo mais aguardei os alunos lá por trinta minutos.

O primeiro já chegara, o segundo vinha logo atrás e assim toda a turma comparecia no local colocando suas amostras na minha mesa e os bulbos salteadores dentro de uma caixa de vidro. - Muito bem, foram excelente, vou averiguar isso tudo direitinho mais tarde. Se quiserem ir já estão liberados, ah esperem, etiquetem com seu nome, sua casa e seu ano que cursa por favor, para facilitar me trabalho. - Digo já observando os queixos dos alunos tremeres, alguns estavam sujos de terras e outros molhados. Assim que todos iam saindo eu simplesmente fiquei pela estufa para averiguar seus deveres de colheita.

[ Off: Muito bem, antes deu receber Mp de dúvidas, deixarei abaixo, no spoiler o que devem fazer nesta aula. ]

Sobre a aula, leiam !:


- A primeira parte prática é seu treino com o feitiço LUMUS SOLEM, no visgo-do-diabo, a planta é característica com um pequeno ninho de cobra devido suas raízes locomoverem tão bruscamente, NÃO TEM COBRAS, por favor.

- A segunda etapa é irem a procura de mais três plantas, que eu citei na aula alguns exemplos e onde eles estariam.

- Lembre-se que uma amostra é uma folha, um pedaço do caustro ou do termostander, ou então se a planta for pequena pode ser ela mesma como amostra (Como o caso do Bulbo Salteador).

- Interpretem, descrevam e pratiquem.

Informações para as Postagens:


* Aula com menos de 15 linhas serão desconsideradas.
** Não vou cobrar muito a ortografia, bem como eu também tenho pequenos erros.
*** Atenção aos procedimentos das aulas, e coloquem em spoiler o que foi pedido para colocar no pergaminho.
**** Não quero erros no template, que causa difícil leitura, por favor.
***** Atenção quanto às cores do post.
****** A maior parte da nota será dada à interação e criatividade durante a parte prática.
******* Dúvidas ? MP

**** Prazo para postar até o dia 13/07 às 15:00

Pontos para as Casas:


+ 20 pontos à melhor aula do aluno.
+ 20 pontos à melhor aula da aluna.
+ 30 pontos à melhor aula prática.
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Re: 2ª Aula de Herbologia

Mensagem por Brandon S. M. Drakhale em Dom 30 Jun 2013 - 16:15

Pelos Terrenos...


Estava muito frio e Brandon andava pelos terrenos limpos e bem cuidados da Escola. Bran estava bastante animado para a aula de Herbologia, levando em consideração a última aula , que foi particularmente incrível. Brandon andava em direção às estufas, enquanto caminhava , saia pequenas ondas de fumaça branca de sua boca ,devido ao clima e a respiração ofegante do garoto.
Brandon se dirigiu à Estufa 1 , o seu interior, já estava amarrotado de alunos que esperavam a chegada do Professor Kenton. Brandon se dirigiu à bancada e esperou junto com seus colegas a chagada do professor.
Depois de não tanto tempo, o alto Professor Kenton adentra a estufa.
Ele nos cumprimentou e disse que não iriam assistir as aulas ali e mandou os alunos pegarem uma pá e o seguirem em fila indiana.
Bran pegou a sua pá e seguiu o professor em fila. Brandon estava realmente animado com a aula prática, o professor os levou até a margem do Lago Negro e os convidou a sentar nos tocos de madeira ali presentes, depois de todos estarem acomodados, o professor também se sentou e começou a fitar o lago, Bran , tomado pela curiosidade fez o mesmo que o professor.
O lago estava como sempre relusente, e refletindo o céu levemente nublado, os ventos faziam suas águas ficarem levemente agitadas.
Depois que terminou sua observação ao lago, o professor deu início a aula.

-Bem hoje iremos estudar os quatro tipos de plantas... - Então ele falou dos tipos , e depois nos fez um apelo.Pediu que os alunos fossem a procura dos tipos de plantas que ele citou.
Então saíram a procura das plantas. Primeiro Brandon foi a procura de uma planta FSS , fixas sem sentido. Essas plantas , poderia ser qualquer planta para chá , em outras palavras, uma planta trouxa. Bran foi até perto da cabana do guarda-caça, e achou um pezinho de hortelã no canto de uma árvore e o pegou, e guardou nos bolsos das vestes. O próximo, eram as plantas FCS fixas com sentido que o professor disse que poderia ser um salgueiro lutador. Bran foi até perto do salgueiro lutador de Hogwarts , muito cautelosamente, numa distância segura e pegou uma das folhas da árvore que se encontrava caídas no chão. A próxima planta citada pelo professor , eram as MCS móveis com sentido, que o professor exemplificou os bulbos salteadores, uns  feijões irritantemente pequenos.
Brandon se dirigiu a Estufa 5 ,onde havia esse tipo de planta, chegando lá encontrou um balde tampado, que de seu interior saía uma barulho chato e agudo. Bran sacou a varinha e abriu o balde. De lá , 5 bulbos salteadores saíram pulando pela estufa. Bran apontou a varinha para um deles que estava dentro de um copo d'água e gritou:

-Wingardium Leviosa!
O feijãosinho levitou até um frasco que Bran havia encontrado. Depois de ter tampado o frasco, Bran foi em busca do próximo de tipo de planta ,as MSS , que o professor exemplificou os visgos-do-diabo.
Bran saiu a procura dessa planta, andou pelo terreno e nada de achar um desses. Ficou horas procurando,a té achar uma planta que tinha tentáculos verdes e pegajosos, sacou a varinha e pronunciou o feitiço indicado peo professor:

-Lumos Solem!
Da ponta de sua varinha, saiu uma luz branca que interceptou a planta , assim Bran pode pegar um pedaço de seu tentáculo e guardar junto com as outras amostras nos bolsos das vestes.
Depois disso foi até a margem do lago novamente para entregar ao professor as amostras. Depois de isso feito, se dirigiu novamente ao castelo.

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Última edição por Brandon F. Gagerdoor em Sab 13 Jul 2013 - 10:08, editado 1 vez(es)


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Re: 2ª Aula de Herbologia

Mensagem por Sophie T. G. Villeneuve em Qui 11 Jul 2013 - 15:12

Um encanto chamado Herbologia

Aquela mesa ainda parecia enorme demais para mim, entretanto eu poderia afirmar que estava me acostumando com tudo de Hogwarts. Se serviria de consolo para esta pobre garota ruiva, algumas pessoas haviam travado bons diálogos comigo nos últimos dias, de modo a me fazerem sentir incluída no espaço. As muitas aulas no entanto, faziam com que eu me distanciasse de toda e qualquer relação, exceptuando as mantidas em classe para obtenção de nota através dos trabalhos em equipe ou duplas. Praticamente não tinha tocado em meu alimento do almoço. O mesmo permanecia no prato e meu bloco de anotações jazia sobre a mesa. Eu rabiscava muitas coisas nele, e a maior parte delas eram sem sentido. Acredito que muitas vezes nosso inconsciente se propõe a nos expressar, por mais abstrato que o conteúdo nos possa ser mostrado. Abaixo de mim numa pequena bolsa de lã estavam meus materiais componentes da disciplina de herbologia, tendo em vista que seria minha próxima aula. De fato, poderia afirmar que o professor Lancaster tinha se tornado um de meus docentes prediletos, ressaltando que tinha uma boa maneira para nos ensinar o que lhe era proposto e ainda sim, fazer o ambiente escolar ser mais tranquilo. Havia uma tensão comum nas aulas de Hogwarts que eu não sabia definir ao certo, mas sabia que ela existia. Fechei meu bloquinho e peguei minha bolsa de livros e materiais. Não demoraria para chegar na estufa, visto que não era tão distante do castelo. Deixei meus companheiros de casa e muitos outros lá por terminar vossas refeições e fui á caminho do meu local de destino. Justamente pelo fato de ter saído mais cedo, não necessitei de correr e simplesmente caminhei em meus passos lentos e tranquilos.  O gramado estava coberto por orvalho naquela tarde e senti um pouco de frio ao cruzar o perímetro do gramado, apertando assim meus braços em torno de mim mesma. Avistei a estufe de número 1° posicionada próximo as outras na direção a qual aproximava-me. Podia-se ver a porta aberta e a julgar pelo ato, algumas pessoas já haviam chegado. Toquei de leve a maçaneta e empurrei a porta, e eis que o espaço se revelou vazio. Entrei tranquilamente  pus minhas bolsas em cima da enorme mesa de estudo. "Quem diria que aqui poderia ser tão divertido num belo silêncio?" - Pensei enquanto caminhava na direção de um vaso contendo uma espécie de orquídea de tons arroxeados. Elevei meus dedos e a envolvi num toque suave.

Seu aspecto e sua textura eram bem sensíveis. Toquei com cuidado para que não a machucasse: - Olá fofinha. A princípio não houve movimento nenhuma por parte da mesma, então continuei a acariciar sua superfície de maneira tranquila: - O dia parece tão belo hoje. Eu gostaria que ele fosse belo desse jeito para mim. Sabia? Todo dia tem sido a mesma coisa. Ir as aulas, ir para a biblioteca no fim da tarde. Escrever poemas de futuros incertos. Só sinto que fazer isso sozinha as vezes é tão chato. Eu desejei todos os dias da minha vida ser perfeita para curar a mamãe de tudo, entretanto sinto isso tão longe. Eu sabia que a planta provavelmente não me ouviria, ou pelo menos não demonstrara. Do contrário, só precisava de alguém que me ouvisse e não me julgasse como estranha. Pensando bem, apenas alguém que pudesse ouvir-me simploriamente. Decidi aproximar meu nariz e sentir o perfume da bela planta, tendo espirrado por fim. Sorri largamente com aquilo. Era uma coisa boba, mas era bom falar com alguém que não te tacharia propriamente como algo. Não demorou para que todos os outros alunos fossem aproximando-se. Retornei para o meu lugar próximo aos meus materiais. Poucos minutos depois o Sr. Lancaster adentrara o recinto e nos cumprimentara, seguindo sua fala pela explicação de que assistiríamos uma aula prática. "Aula prática? Calma Sophie, vai ser muito mais satisfatória do que pensa." - Coloquei meus braços para trás enquanto o professor passava instruções à nós. Mais alunos foram se achegando até o recinto e o Sr. Lancaster nos instruíra a formar uma fila indiana, devido ao fato de que assistiríamos a aula em outro lugar. Minha cabeça fervilhou com relação as possibilidades que poderiam ser recorrentes a partir daquele momento. Com certeza a primeira delas era poder explorar Hogwarts mais ainda. Por instruções do mestre, assim como os demais, peguei minha pá e a varinha as deixando prontas caso fossem precisar usadas logo menos. A fila foi se formando rapidamente e alguns alunos exprimiam ruídos  por conta de outros que o pisavam os pés. Fiquei próxima ao fim da fila e começamos a andar por nossa vez. Sr. Lancaster seguida na frente e orientava o grupo a caminhar segundo sua orientação. Era possível visualizar-se ao longe uma grande peregrinação em negro pelas terrenos. Após passarmos por uma outra estufa, começamos a nos dirigir por uma íngreme descida. A mesma era ocultada pela construção de tal estufa. Já era possível ouvir o barulho de água próximo. "Para onde estamos indo?" - Intriguei-me e inquietei com a ideia de para onde estávamos a seguir.

O nosso destino não foi outro lugar, se não as margens do suntuoso logo ao qual vi alguma aluno murmurar como "Negro". Haviam vários troncos de árvore espalhadas por sob a sebe úmida e nos indicado os mesmos para servir de assento. Pouco a pouco os alunos foram se acomodando em cada troco e eu por minha vez também o fiz. Coloquei minha bolsa posta ao lado do tronco, bem como, a pá que outrora fora solicitada. Cruzei minhas pernas e arfei quando nos foi comentado a questão da prova. Eu gostava de provas, por mais que isto soasse louco ou impróprio para uma garota da minha idade. Passei a prestar toda atenção na introdução acerca do assunto recorrente. O tema abordado seria referente a divisão dos grupos das plantas mágicas. Encolhi-me um pouco quando uma brisa mais do que gélida percorreu por sob o lugar e fez a maioria cometer o mesmo gesto que eu. Ignorei o frio e voltei meu atentar para o mestre. Segundo o mesmo, as plantas dividiam-se em quatro grupos. Podiam ser estas as Fixas com sentido, fixas sem sentido, Móveis sem sentido e móveis com sentido. "É realmente lastimável que eu não possa copiar todo este importante conteúdo. Mas preciso guardá-lo. O farei com as abreviações e será mais fácil." - Pensei enquanto o professor seguia a conceituar individualmente cada uma das classificações. Um vento soprou e bagunçou um pouco dos meus cabelos, de modo que eles atingissem meus olhos  causassem um certo desconforto. Com a mão retirei os mesmo dos olhos e tornei a olhar para o Sr. Lancaster. OS olhos incomodavam, mas não tanto quanto era grande a vontade de entender tudo aquilo. Herbologia estava me conquistando drasticamente. Houve um breve momento e ouvi uma pronúncia diferente por parte do professor. Era um feitiço, na certa. Entretanto não me lembrava de já tê-lo ouvido antes. Uma lousa surgiu da mudança daquele tronco e exprimi baixo: -Impressionante! Como se não bastasse aquela transfiguração, com aceno da varinha dele um desenho foi se formando na superfície da lousa. Primeiramente era algo abstrato e mais para a frente foi ficando nítido. Por fim o desenho retratou uma planta e haviam divisões no desenho. Conforme o professor seguiu a explicação, foi ficando óbvio que cada divisão no desenho se relacionava com os respectivos divisórios da planta, que eram o Termostander, Caustro, foulhas e frutos. Lembro-me bem de ter ouvido vagamente sobre isso quando vivi num subúrbio trouxa. E tirando a forma diferente como eles classificavam estas partes, era fácil adaptar-me com as novas. "Quando vim para esta aula achei que conheceríamos apenas este lugar de novo. Mas conhecer outras partes e fazer coleta será bem interessante." Meus olhos brilharam quando o Sr. Lancaster passou a nos fornecer as coordenadas para a coleta das amostras vegetais.

A aula estava tranquila demais, por assim dizer. Até que foi revelada aquela planta a qual eu sinceramente achei aterrorizante. Na verdade, não aterrorizante, mas absolutamente agonizante. Alguns alunos se afastaram mais da árvore quando a tal planta chamada Visgo do diabo fora revelada. Da mesma forma o fiz. De uma distância segura do vegetal, perguntei ao professor: - Professor, tem certeza que é seguro mesmo termos contato com ela? Sr, Lancaster a me olhar indagou-me com um sorriso: -E por que não? Vai lá e seja corajosa. Estou aqui para todos os efeitos. Fiquei nervosa e esperei alguns alunos coletarem seus materiais até que eu estivesse pronta para ir. Saquei a varinha e uma vez mais olhou para o professor e para a planta que manifestava-se de forma agitada e vinha em minha direção. Levantei a voz em som audível e claro e pronunciei: - LUMUS SOLEM! A planta foi atingida pelo efeito do feitiço e se contraiu retrocedendo. O que me permitiu pegar minha primeira amostra. Dei um sorriso contido e satisfatório para o mestre e puxei a barra da minha capa até onde estava o resto das minhas coisas. Coloquei a bolsa no ombro e o resto dos materiais e me pus a andar pelos terrenos ao redor dali na minha busca pelas plantas pertencentes aos quatro grupos. O chão estava um pouco úmido, o que demonstrava a chuva constante por ali na última manhã. Havia um orvalho que cobria parte do verde ali e avistei um pequeno canteiro abaixo de uma longa sequoia. Era um canteiro bem pequenino e resolvi abaixar-me perto de forma que pudesse analisar que plantas eram aquelas. Com um toque suave acariciei a superfície da folha áspera. "Folhas ásperas? Conheço isso de algum lugar." - Arranquei uma pequena amostra e se não me engava, aquilo era hortelã. E eu esperava mesmo que fosse. Por ser tão pequeno, peguei-a toda. Revirei dentro da minha bolsa e achi uma pequena embalagem d sapos de chocolate a qual estava vazia. Guardei o raminho dentro da mesma para que ele pudesse ficar intacto. Levantei e continuei a caminhar pelo caminho que daria perto do Salgueiro - Lutador. Esta sim me fazia medo. Apenas seu gesto de sacudir as folhas me davam vontade de estar quanto mais longe. Havia um menino já lá perto del e avistei quando ele por sorte pegou uma folha sem ser atingido por nenhum golpe da árvore. Senti um frio me subir pela espinha e me aproximei com passos cautelosos. Eu não poderia utilizar feitiços que não aprendera ainda, mas eu podia tentar executar algo ao qual lera num livro na biblioteca. Não sabia se seria eficaz. Apontei para uma folha caída da árvore a certa distância e murmurei girando  sacudindo a varinha como no desenho do livro: - Wingardium Leviosa. Por um momento achei que daria certo, mas fiquei receosa  me afastei mais da árvore. Dei um sorriso quando uma folha pequena caiu próximo aos meus pés. Olhei intrigada para a cena por alguns segundos e recolhi a folha a  pondo dentro de um pequeno bolso da minha bolsa.

Tendo mudado minha direção para o caminho que me levava para as estufas, acelerei os passos para que não me atrasasse. Por minhas contas faziam mais ou menos quinze minutos em que estávamos no dilema de achar as plantas. Avistei logo a estufa indicada e corri para dentro. Um grupo de três garotos saía de lá com baldes nas mãos e roupas manchadas por uma secreção de odor forte. Dentro do recinto havia um local reservado para guardar apenas baldes e materiais utilizados nas aulas de Herbologia. De posse de um balde, localizei os bulbos salteadores numa pequena aglomeração mais ao fundo e me aproximei lentamente. - "Isso não será muito legal, mas você precisa, Sophie. Coragem." Escolhi o que estava mais distante dos outros e foi dele que me aproximei. Prendi a respiração e tapei os olhos com a mão livre. Joguei o balde de forma a aprisionar a planta e senti quando esta se debateu dentro do balde. Abaixei um pouco o balde para que não saltasse nada que pudesse atingir meus olhos. Notei que havia uma secreção em minha mão e reprimi todo ou qualquer sentimento de repulsa que pudesse ter naquele momento. Olhei pela enorme mesa da estufa a procura de algo que pudesse lacrar o balde. Uma tampa velha estava jogada em um canto e foi nela que me confiei. A peguei e tampei de vez o objeto com a planta ainda a debater-se. "Missão cumprida!" - Segurei todas as minhas coisas e me encaminhei para sair dali. No caminho de volta as margens do lago negro, retirei um lenço de minha bolsa e limpei a secreção de odor forte da minha mão. Não demorei para avistar o Sr. Lancaster e me achegar até ele: -Aqui está professor. Permita-me que organize tudo. Coloquei o balde com o Bulbo Salteador no chão e juntei todos os outros materiais. Sentei ali num dos troncos e puxei um pedaço de pergaminho.

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Nomenclatura: Visgo do Diabo
Grupo pertencente: Plantas móveis sem sentido

Planta de número dois

Nomenclatura: Hortelã
Grupo pertencente: Plantas fixas sem sentido

Planta de número três

Nomenclatura: Folha da árvore Salgueiro Lutador
Grupo Pertencente: Fixas com sentido

Planta de número quatro

Nomenclatura: Bulbo Salteador
Grupo pertencente: Plantas móveis com sentido

Dei um jeito de afixar os pequenos dizeres próximos as parte para que pudessem identificar de forma tranquila. Deixei meu nome, casa e ano próximo á uma das "Lâminas"  o professor me disse: - Parabéns, Srtaª. Fiz uma pequena reverência e o agradeci brevemente. Estava tão cansada depois daquela aula que certamente iria comer algo. Me adiantei para deixar o local e segui subindo de volta para o castelo de Hogwarts. Me sentia feliz por ter cumprido o objetivo proposto.

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Re: 2ª Aula de Herbologia

Mensagem por Mary E. M. Drakhale em Sex 12 Jul 2013 - 21:14

Uma aula totalmente prática...


Um vento gélido penetrara no dormitório da Corvinal por uma janela que se abrira sozinha. Eu, ao sentir o frio, acordo. Uma manhã gélida é o que consigo identificar. Depois de um pouco de esforço, consigo levantar da cama e me arrumar. Sigo para o café e como de um jeito anormal. Eu havia acabado de ler Jogos Vorazes, um livro escrito por uma trouxa e muito conhecido no mundo dos trouxas. A personagem principal vivia num lugar onde ficava faminta, e eu agora só pensava em comer. Depois de não aguentar mais, percebo que a próxima aula era de Herbologia. Volto ao dormitório e pego um casaco, para o caso de chuvas. Me dirijo então a estufa.

O professor estava bastante animado, e após a chegada do resto dos alunos ele anunciou uma aula prática. Com o anúncio, me sinto agitada. “Que bom que comi. Parece que gastaremos energia” Ele explica as teorias sobre as classificações de plantas. FCS, ou plantas fixas sem sentidos,não possuiam sentidos e não se locomoviam. “Fácil de lembrar, é só pensar no nome. Acho que todas as plantas trouxas são assim.” Havia também as FSS, que tinham sentidos mas não se movimentavam. Já as MSS, ou móveis sem sentidos, podiam se movimentar por conta própria mas não tinham sentidos. “Curioso” E por fim a MCS, móveis com sentido, que se locomoviam e tinham sentido.

Nesse momento um vento frio dominou o local e eu coloco meu casaco. O professor prossegue, e estamos um pouco ansiosos pela parte prática da aula.  Legnoadoardesia é o feitiço que ele usa para conjurar um quadro, e nele um desenho perfeito de uma planta estava.
O desenho representava as estruturas de uma planta mágica. Eu prestava bastante atenção a explicação do professor. Ele estava explicando que o caustro era o responsável pela locomoção do corpo da planta. Levanto minha mão nesse momento, e o professor me dá a palavra.
-Professor, então as plantas fixas não possuem essa estrutura, certo? Pois elas não se locomovem...
-Correto, srta. Gagerdoor, e muito bem observado. Várias plantas não possuem o caustro.
Então o professor segue a explicação. Havia o folhuas, que cuida dos sentidos, e ele me observa enquanto fala, percebe que eu estou pensando que algumas plantas, como o caustro, não tinham essa estrutura. O termostander era a estrutura que cuidava da nutrição, alimentação e a garantia da boa temperatura da planta. E por último os frutos, que são brotos, pétalas e flores que nascem da planta.

Dadas as explicações iniciais, o professor pede aos alunos fazerem fila indiana e explica o exercício. Ele pede um exemplo de cada classificação. Primeiramente ele indica o visgo-do-diabo, mais parecida com um ninho de cobras, e nos indica um feitiço contra ela. Parecia um feitiço mais forte de Lumus, que eu já havia aprendido na aula de feitiços.
-Lumus Solem! -pronunciei, e a planta se imobilizou. Com uma faca, eu corto um de seus pedaços, tentando esconder o pouco de nojo que sentia. Coloco o exemplar dentro de uma sacola.

Eu sigo andando pelos jardins e visto o casaco depois que um vento atinge meus braços. A grama e as plantas dançavam ao ritmo do vento, e o sol estava esquentando poucas áreas. A grama estava com um cheiro acentuado, e eu presto atenção em cada planta que passo. Quando eu já estava voltando para a estufa dois para buscar os bulbos salteadores, encontro uma planta que eu identificava como a Melissa officinalis, ou erva-cidreira. Me lembrava de ter lido sobre elas em alguns livros de cura de minha mãe biológica, e as minhas lembranças me fazem um pouco triste quando lembro de seu recente falecimento. As folhas são um pouco maiores que a maioria, e também mais claras. Possuem um leve formato oval, porém as pontas são finas e alongadas. O cheiro era bom, acentuado, como de limão. Me lembrava também de um mito grego em relação a erva, algo relacionado a abelhas. No verão, as flores brancas que a erva produzia traziam abelhas. Segundo a lenda, Melissa era uma Ninfa da mitologia grega que protegia as abelhas. “Talvez essa crença explicasse o nome científico da erva”

Depois de recolhida duas folhas da erva-cidreira, eu sigo o caminho... sabia que naquela direção se encontrava o Salgueiro Lutador, mas eu nunca me aproximara dali. Consigo localizar, depois de alguns minutos de caminhada, a árvore. No chão, várias folhas que deveriam servir. Mas preferi seguir a orientação do professor e usar um feitiço de levitação. Parei uns dez metros antes de estar próxima da árvore, apontei para uma de suas folhas e pronunciei:
-Wingardium Leviosa!
A folha na qual eu apontei começou a levitar até chegar a meu encontro. Era uma folha longa e fina, não parecia ter cheiro, e estava um pouco seca. “Deve ser o suficiente para as fixas com sentido”

Agora só me faltava os bulbos salteadores. Os deixara por último por que achei que todos o escolheriam primeiro, estando ele localizado nas estufas. Quando chego lá, o local está vazio e alguns baldes sujos estão no chão. Pego um deles, fecho os olhos e com cuidado puxo o bulbo, que atira sua gosma no olho e cai no chão. Com a gosma no olho, eu não sabia o que fazer, mas me lembrara de uma torneira que ficava a direita da estufa. Apalpando o lugar, eu consigo localizar a torneira e a abrir. Com água nas mãos eu tiro a gosma dos olhos, mas na tentativa acabo me molhando por inteira. “Melhor que gosma”, penso. Sigo sentindo o vento bater em meus braços molhados e coloco o meu casaco, que serve como uma toalha.

Me direciono para a estufa de número um, onde o professor estava aguardando. Coloco o material do balde numa caixa de vidro vazia e despejo todas as minhas amostras á mesa.  Eu tinha completado a tarefa em dezessete minutos, segundo meu relógio. Boa parte da turma já tinha chegado. Ele observa o resto dos alunos chegarem e nos pede para etiquetar as caixas com nome, casa, ano e classificação.

Depois de feito o trabalho saio dali, molhada. Uma aula totalmente prática, e eu a adorara, exceto talvez pelos bulbos. Porém minha cabeça estava rodeada por pensamentos de minha vida pessoal.



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Re: 2ª Aula de Herbologia

Mensagem por Flavia G. D. Fournier em Seg 15 Jul 2013 - 16:00

Segunda Aula de Herbologia


Já tinha acabado de almoçar, ainda tinha algum tempo para a próxima aula resolvo ir para o salão comunal da sonserina pegar meu material para a próxima aula, chegando subo rapidamente para o dormitório encontrar a Naty, que certamente deve estar dormindo, quando encontro ela a chamo para dar um passeio na escola antes de começar a aula, "vamos Naty, pegue o seu matéria que depois do passeio vamos direto para a aula de herbologia na estufa 1" ela resmunga um pouco, quando estamos quase saindo ela começa: "você não vai levar algum casaco, deve fazer frio mais tarde" ela tinha razão o tempo lá fora, estava com cara de que ia mudar o clima bruscamente, mas prefiro não pegar nada afinal de contas um pouco de frio não mata ninguém. Depois de alguns minutos andando pelo castelo seguimos em direção à estufa 1, para a aula de herbologia. "Que estranho o professor ainda não chegou e como eu disse já esta começando a fazer frio" ela fala com um sorriso no rosto, "se você falar de novo sobre o clima e 'eu te disse' eu vou te matar, e o professor já vem vindo, olha!" ela não para de ri, quando o professor entra na estufa ele nos cumprimenta e diz que a aula será pratica e que seria em outro lugar, "aula pratica!!! Que boom. Onde será que vai  ser a aula?" fico pensado, ele pede para formamos um fila e trazer com a pá de mão com nós e claro a varinha, depois que todos já estão na fila seguimos o professor que passa pela estufa 5, "pra onde será que ele esta nos levando?" escuto Naty perguntado para qualquer um, "eu acho que devemos ir para o lago negro" falo discretamente para o professor não ouvir, ele olha rapidamente para trás, e continua o caminho. Chegamos ao lago negro, procuramos rapidamente um lugar pra sentar, o professor fala que na aula de hoje iremos estudar os quatros grupos que classificam as plantas magicas. O clima perto do lago estava mais frio que na estufa começo a bater o queixo, "eu te avisei" diz ela, neste momento tudo que eu queria era bater nela, "toma aqui eu trouxe duas por garantia" hesito em pegar mais como estava fazendo muito frio e a aula só estava começando resolvo pegar e agradeço baixinho. Depois de uma pequena pausa o professo continua: "Antes vamos descobrir quais são esse grupos..." Como ele já havia tido existe quatro grupos as fixas com sentido FCS, fixas sem sentido FSS, móveis sem sentidos MSS e móveis com sentidos MSC. "Resumindo a FCS são sempre fixas e possuem sentidos como falar e pensar, já as FSS é fixas, mas ao contrario das FCS não possuem sentidos. As MSS são plantas que conseguem se mover porem não falam e a MCS conseguem se mover e possuem sentidos fala pensamentos entre outros, ate agora a matéria esta fácil!". O professor pega a sua varinha e fala o feitiço "LEGNOADOARDESIA", aparece um desenho que o professor fala que é um desenho que mostra as estruturas de uma planta mágica, que são compostas de caustro, termostander, folhuas e frutos. Caustro pela trajetória da planta, folhuas refere-se ao toque e demais sentidos, frutos são os brotos, pétalas e até flores que nascem da planta e por ultimo o termostander que é o responsável por nutrir, alimentar. O professor continua com a falando, observo no meu pergaminho o que eu já tinha escrevi do  procuro a parte sobre os quatros grupos da planta e com um seta coloco exemplos de cada uma. "FSS = planta de trouxas, FCS = salgueiro lutador, MSS = bulbo saltadores e por fim, MCS = visgo-do-diabo"." Ate que ficou um esquema legal" penso voltando minhas concentrações rapidamente ao professor.
O professor pede para nos sairmos em grupos à procura dos quatros tipos de planta que ele tinha acabado de explicar. O professor mostra um feitiço pra pegar os vigos-do-diabo ele faz uma pequena demonstração, decido que irei pegar este primeiro quando me aproximo deste digo "LUMUS SOLEM" pego me amostra rapidamente do visgo e vou atrás de uma planta FSS o professor pediu uma erva, pergunto alguns meninos se eles sabiam onde eu poderia encontrar esta planta, "perto do campo tem algumas, eu acho" o agradeço e vou atrás da minha erva chamo a Naty e vamos ate lá, lá nos encontramos hortelã pegamos uma amostra mediana, penso: " já peguei um FSS, um MSS", "Naty, vamos procurar agora um FCS!" falo rapidamente. Um dos exemplos de FCS era o salgueiro lutador todos os alunos sabiam onde encontrar tal planta, quando chegamos lá à planta estava se movimentado, "Flaviaah, acho melhor deixar esta por ultimo, que sabe esperar ela dormi um pouco?", "Nada disso, vamos aguardar alguns segundos ela já vai parar de mexe" ficamos alguns minutos "Viu ela já parou, vamos!" digo o feitiço " Wingardium Leviosa" e  rapidamente consigo nossas  amostras de FCS, confesso que demorei um pouco com o feitiço e vamos atrás do ultimo item da lista, o MCS os mais conhecidos são os bulbos saltadores, vamos ate a entrada de uma estufa duas, chegamos rapidamente já estávamos cansada já nem sentia frio, "Naty, o professor falou que era para termos cuidado com esta e usarmos um balde, ok? , cuidado com os olhos" pego um  balde consigo, voltamos para a estufa 1, etiquetamos todas as amostras com o nosso nome, ano e casa e meu fica assim:
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o professor nos libera e voltamos para o salão.


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Re: 2ª Aula de Herbologia

Mensagem por Andrew H. Lancaster em Qua 17 Jul 2013 - 17:21

Classificações ... plantas ... perigo !

Estranhamente a manhã havia deixado um clima extremamente frio para os bruxos de Hogwarts, era fácil ver que todos eles estavas vestindo seus agasalhos e tentando se aquecer, de uma maneira ou de outro. Alguns ficavam perto das vidraças a fim de receber os raios solares, outros vagavam pela sala de poções para aquecer junto com os caldeirões, e outros simplesmente lançava fogo nos archotes presos na parede e ficam ali, ao lado deles, parado recebendo o calor do fogo. Eu mesmo vestia minha blusa de frio super hiper confortável, verde e cinza indicando as cores da minha casa, sonserina. Para os que conhecem as masmorras sabem que as mesmas são completamente frias, devido estarem praticamente debaixo do lago negro, então, todo agasalho continua sendo pouco. E juntamente com esse repentino clima, a gripe surgia pelos corpos calorosos dos alunos e funcionários, nariz escorrendo, tosse, dor no corpo, tudo isso era notável de acordo com as expressões nada boa deles. Mas é assim, em sete dias todo mundo melhora e volta suas atividades normais, eu só esperava não ser banido de tomar sorvete ou líquidos gelados até o fim de semana, eu não conseguiria suportar, amo sorvete e adoro sucos e chás hiper gelados. - Por Merlin, que friio ! - Continuava a resmungar para a parede empoeirada da comunal. Uma lareira acesa parecia não dar conta do recado e deixava todos com mais frios, realmente algo muito estranho. Via-se garotos e garotas grudados para tentar aquece-lo, outros arriscavam a vida ficando centímetros antes da brasa faiscante da lareira, e eu era um desses. Não suportava frio, mesmo que ele nos proporcione um sono melhor à noite, debaixo de belos e confortáveis cobertores. "Putz, tenho aula agorinha !" - Minha vontade era jogar meus livros na brasa, mas pensei que não seria muito bom, futuramente.

Depois de alguns minutos me deliciando no calor resolvi então seguir meu caminho para a aula, que seria ... - Herbologia. - Uma disciplina legal, porém eu estava a imaginar o quanto estava gélido dentro das estufas, devido as mesmas ficarem perto do lago negro. Girei meu corpo limpando meu nariz que escorria loucamente, tapei minha boca e meu nariz para evitar um grande espirro e felizmente agarrei minha mochila numa poltrona verde escura da comunal. Estiquei meus braços, contorci-os tentando me relaxar melhor, porém só encheu meu agasalho de um vento frio. Fixei a porta com meu olhar, minha decisão era realmente ir para as estufas, mas bem que eu queria ficar aqui na comunal. Girei a maçaneta, falei a senha e depois de cinco minutos caminhando eu finalmente saí das masmorras que estavam puramente geladas. "Incrível como aqueles malditos archotes não estão aquecendo esses corredores." - Resmunguei novamente pra minha mente que parecia estar congelada. Minhas narinas só sugavam ar frio, congelaria meu cérebro a qualquer momento, minha garganta ? Ah, já estava a dor ligeiramente, e a última coisa que eu queria era ter uma infecção de garganta, é detestável e dolorido.

A pior coisa além desse frio era a gripe, e sim, eu era completamente vulnerável a esse tipo de virose. Há dias em que eu fico com o nariz entupido a cada minuto, algo muito estressante. Eu já caminhava fundo na grama dos terrenos, o orvalho da tarde que seria fresco só prejudicava a maldita gripe. O vento chicoteava os galhos das árvores presentes na floresta proibida. Uma excelente brisa do lago já não era tão querida, desejávamos apenas manter distância. Continuei pisando no verde escuro do gramado cheio de depressões, que por vezes acabávamos tropeçando em buracos não visíveis, ou então escorregando nos fiapos de gramas oleosos. Grudei-me completamente ao meu casaco quando percebi um vento gélido passar por mim. Vários alunos passaram na hora indo em direção para a primeira estufa do sítio, onde é ministrada a aula para os alunos do primeiro ano. Apressei-me para manter uma de minhas qualidade, que seria a minha tão amada pontualidade para compromissos, afinal, é detestável ficar esperando alguém que não cumpre seus horários e responsabilidades. Finalmente faltava somente alguns passos para eu estar cara a cara com os alunos e o professor Kenton, um homem muito gentil e ótimo professor, e que deixa Herbologia mais legal do que é. Aproximei-me da porta da estufa e com passos medianos adentrei na mesma vendo que todos ali estavam com agasalhos e com pequenos lenços para assoar o nariz. "Nossa, essa aula promete nojeira." - Penso soltando um pequeno riso para as paredes. Revirei os olhos, franzi a testa e logo mais me posicionei na grande mesa, deixando minha mochila de couro jogada no chão. Fixei meu olhar para alguns alunos que fofocavam e de repente levei um grande susto ao ouvir a voz grossa do docente, que agora alterada devido a gripe. - Boa tarde ! - Cumprimento o docente que em seguida retirava um lenço da veste. "Poxa, até ele ? Devo não estar tão mal como eles." - Penso ao lembrar que não estava com esse sintoma de nariz escorrer, nojeira isso.

O docente ficou intacto, apenas tentando revidar o frio. Mais alguns alunos chegaram e o professor Kenton anunciou que teríamos hoje uma aula prática. "Eba !" - Pensei ao lembrar que anteriormente tínhamos somente uma aulinha teórica. A estufa já estava totalmente dominada pelo ar gélido e infelizmente não havia nada ali para nos aquecer. O docente então nos cumprimentou novamente e dizia que a aula não seria ministrada na estufa. "Ah, é claro que não, vamos para um lugar mais quente." - Penso sendo interrompido ao ver a voz do professor Kenton mandando-nos formar uma fila indiana fora da estufa. Saíamos da mesma, deixei meu material lá mesmo visto que os demais alunos não levavam suas mochilas, apenas seus agasalhos colados no corpo. Começamos a andar e enfim chegamos num pequeno depressão em que havia uma estreita trilha que levava ao, - Lago Negro ? O senhor quer nos matar de frio ? - Digo alto ao ver que os demais alunos me entreolharam e em seguida concordavam com as cabeças. O professor e diretor da Lufa Lufa então ignorou e já estava lá na frente, debaixo de um volumosa árvore. Ao chegar sentamos em pequenos troncos que ele havia nos indicado, e sem mais ele transfigurou um tronco estreito numa lousa, utilizando palavras estranhos e desconhecível por mim. Afundei no tronco duro que fazia meu bumbum doer, a temperatura naquele lugar estava muito baixa e meu queixo começaria a tremer a qualquer momento.

- Grupos classificativos das plantas mágicas ? - Murmurei nervoso, eu não havia trago o material para escrita pensando que, como o docente tinha dito, seria uma aula prática. Mas felizmente ele disse que havia siglas que poderiam ajudar, então anotei tudo na minha mente sobre as plantas fixas com sentidos, fixas sem sentidos, móveis com sentidos e móveis sem sentidos. "FCS, FSS, MSS, MCS ... nossa, confuso." - Penso tentando gravar isso na mente e pra minha sorte poder lembrar disso na estufa e anotar tudo no meu pergaminho pardo. "Dizem que há uma enorme lula nesse lago, que medo ..." - Pensei ao lembrar do livro Hogwarts, uma história, que havia lido pouco tempo atrás, na biblioteca. Depois da longa explicação sobre os quatro grupos classificativos das plantas mágicas, um desenho apareceu na lousa, de uma planta em preto e branco com várias setas apontadas para nomes. O docente então explicou sobre cada parte, mas uma pergunta veio à mente, - Senhor Lancaster, porque não chamamos normalmente de Raízes, Folhas, Frutos(as) e Caule ? - Perguntei o docente e ele me explicou que os nomes eram as nomenclaturas antigas do estudo herbólogico. E assim foi, ele deu mais uma breve explicada e logo mais nos pegou de surpresa. O professor então nos indicou atrás da árvore uma planta horrenda com várias raízes mescladas num conjunto delas. "Visgo-do-diabo ? Isso é muito perigoso para se coletar." - Pensei como um intelectual a lembrar que deveríamos pegar uma amostra de cada tipo de planta, dos quatro grupos classificativos, e além disso deveríamos combater o frio mais que gélido.

Depois de explicar sobre a tal planta e nos dar dicas para a captura das amostrar, deveríamos tirar primeiramente a do visgo-do-diabo, e usaríamos o feitiço Lumos Solem. - Ah, prática de feitiço, finalmente. - Murmurei alegremente, porém arrepiando de frio. Uma pequena fila começava ali perto do visgo-do-diabo e eu, como sempre, era o segundo da fila, eu ganharia mais tempo para procurar as demais amostrar de plantas. O primeiro da fila hesitou e então, nervosamente lançou o feitiço no visgo, porém não deu certo e assim o visgo aproximou do garoto. Professor Kenton então agiu, lançando ele mesmo o feitiço e possibilitando aluno a pegar a amostra. Chegou minha vez, "Vamos lá Andrew, calma." - Tirei minha varinha e mirei para a planta horrenda, pronunciei corretamente após fazer os movimentos corretos, - LUMOS SOLEM. - E um grande feixe de luz infiltrou na planta fazendo com que ela afastasse da fila de alunos, o professor Kenton sorriu, apanhei rapidamente uma folha caída do visgo e assim saí correndo para procurar as outras amostras.

- Ervas, ervas ... - Conversava sozinho tentando lembrar de onde eu acharia ervas. "Ala hospitalar." - Pensei mas logo decidi que o tempo não ia colaborar, visto que mesmo tendo dois tempos levaria quase uma hora pra chegar no segundo andar do castelo. - Vejamos ... claro, na horta do gaurda-caça, deve ter muitas. - Lembrei, finalmente eu já sabia onde procurar uma amostra de planta fixa sem sentido. Fui caminhando, correndo apressadamente e logo mais descendo a depressão dos terrenos. Fui até a horta e com um movimento na varinha pronunciei, - ACCIO HORTELÃ ! - E um pequeno broto saiu da terra e veio parar na minha mão, coloquei-a no bolso e comecei a pensar na próxima.

- Salgueiro Lutador está aqui perto, vou pra lá. - Comecei a caminhar ao lembrar do que o professor Kenton havia dito sobre a amostra do Salgueiro Lutador. Depois de uns quinze minutos finalmente eu tinha chegado no arapucoso, ou como é melhor chamado, Salgueiro Lutador. - Por Merlin, isso é muito perigoso. - Os galhos tortos da grande planta não paravam de se locomover. Lembrei do que o professor Kenton disse sobre o feitiço de levitação, mas nunca ouvi falar dele. Vários pássaros começaram a bicar a superfície alta do arapucoso, e os galhos se viraram para eles. "Essa é a minha chance." - Fui correndo, quase voando até um mesclado de folhas no chão e rapidamente apanhei uma amostra e rumei direto para a estufa de número dois.

- Finalmente, só falta uma amostra. - Pensei logo entrando na estufa e vendo um emaranhado de feijões saltitarem por ela, os alunos com os olhos fechados tentavam apanhar um bulbo com a ajudar de um balde. Fiz o mesmo, fechei os olhos e foi tocando em todo canto para ver se achava um balde, eu nunca tive aqui nesta estufa, seria difícil. Mas por sorte logo achei e fui botando o balde com tampa na superfície do chão, para ver se, por sorte e intuição, capturava um bulbo. O que não demorou, fechei a tampa do balde e sai pra fora da estufa cheio de gosma na roupa e no rosto, mas limpei com meu agasalho mesmo.

Depois de minutos caminhando com um balde na mão, uma hortelã no bolso, uma folha do arapucoso no outro bolso e uma folha do visgo no bolso junto com o da hortelã, eu cheguei no encontro anterior. O professor Kenton recolheu tudo e logo fomos liberados. - Nossa, aqueles bulbos me deixou com mal-cheiro. - Reclamo ainda vivendo preso naquele frio incontrolável.
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Re: 2ª Aula de Herbologia

Mensagem por Kenton Willians Lancaster em Qua 17 Jul 2013 - 17:29

Notas - Segunda Aula

Brandon F. Gagerdoor - 5: Seu post relatou a aula como num flash, tudo foi muito rápido, minha explicação, sua ida à procura das amostras e também você não teve tanta dificuldade em realizar a aula, o que deveria ser o contrário, já que nunca trabalharam com um bulbo salteador, com visgo-do-diabo e até mesmo o salgueiro lutador. Digamos que você poderia ter sido morto na parte do salgueiro, visto que o mesmo ataca ao se sentir ameaçado, o feitiço correto era usar o Wingardium Leviosa. Na dos bulbos salteadores, eu avisei que eles poderiam ser encontrados na estufa de número dois, o que comprometeu sua falta de atenção. Agora voltando no post: tente descrever melhor, melhore a ortografia, melhore a narração.

Sophie T. G. Villeneuve - 10: Realmente bom, como a aula anterior. Você teve muita atenção na aula, o que fez com que seu objetivo fosse cumprido corretamente. Boa narração, vi pequenos erros ortográficos quase invisíveis. Sua descrição foi tudo de bom, escreveu perfeitamente as características dos locais, das suas ações, das plantas e etc. Usou os feitiços corretamente, apanhou as amostrar perfeitamente. Parabéns.

Mary E. C. Gagerdoor - 8: Teve alguns errinhos fora de senso. Primeiro por se tratar da estufa, o bulbo salteador havia jogado a gosma em seu olho e você sabia onde ficava a torneira, o que seria ao contrário, já que você nunca tinha entrado na estufa de número dois. Outra coisa, você conseguiu o Wingardium Leviosa perfeitamente bem, visto que se aprende no segundo ano - Isto foi mais para embolá-los um pouco, já que poderiam pegar as folhas no chão, perto de você. Enfim, parabéns pela boa aula, boa narração, boa interação.

Flavia Goncalo - 6: Como assim ? Você mudou bastante, meus parabéns pela evolução. Primeiro, interação de parabéns, narração ainda precisa ser melhorada. Como ocorreu com vários outros, no salgueiro lutador você não saberiam usar o Wingardium Leviosa, visto que só o treinariam no segundo ano com a professora Lillith. Parabéns, você se aperfeiçoou bastante.

Andrew H. Wahid - 10: Ótima aula, fez todos os procedimentos corretos. Boa narração, boa interação, usou a mente na aula e ficou atento ao que eu havia dito durante a aula.


+ 30 pontos à Sonserina devido a aula de Andrew H. Wahid.
+ 30 pontos à Grifinória devido a aula de Sophie T. G. Villeneuve

~ Os alunos ainda podem postar na aula até às 19:00. ~
~ Estarei editando as notas, não se preocupem. ~


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Re: 2ª Aula de Herbologia

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